Ex-jogador Alex Dias participa da programação especial no primeiro jogo da Seleção Brasileira, com open food, open bar, música ao vivo e atrações para toda a família.
O clima da Copa do Mundo já começou a tomar conta do Tauá Resort Alexânia.
Para celebrar a estreia da Seleção Brasileira no Mundial de 2026, o resort preparou uma programação especial dentro da Arena Tauá, projeto que transforma os jogos do Brasil em uma experiência completa de entretenimento, gastronomia e convivência para hóspedes de todas as idades.
No primeiro jogo da Seleção, em 13 de junho, os hóspedes terão a oportunidade de acompanhar a partida ao lado do ex-jogador Alex Dias, atacante que marcou época no futebol brasileiro e que participará da programação especial do resort, compartilhando histórias, curiosidades e experiências vividas dentro dos gramados.
A Arena Tauá contará com estrutura exclusiva para as transmissões, incluindo telões, decoração temática, open food, open bar, música ao vivo e atividades especiais para crianças e adultos.“
A Copa do Mundo é um momento único, capaz de reunir famílias e amigos em torno da mesma emoção.
Queremos proporcionar aos nossos hóspedes uma experiência inesquecível, combinando toda a energia do futebol com o conforto, a hospitalidade e o lazer que fazem parte da essência do Tauá”, afirma Miguel Diniz, diretor de Marketing do Grupo Tauá.
Além da transmissão da partida, a programação inclui torneios de embaixadinhas, sorteios de brindes, desafios temáticos e atividades conduzidas pelos Taualegres, equipe de recreação do resort.
A proposta é fazer com que a experiência comece antes do apito inicial e continue após o encerramento do jogo.
A gastronomia também será um dos destaques da Arena Tauá, com cardápio especial preparado para a ocasião e opções de bebidas incluídas para os participantes da experiência.
Para quem busca momentos mais tranquilos, o resort seguirá oferecendo normalmente toda a sua estrutura de lazer, incluindo piscinas, espaços recreativos, atividades ao ar livre e áreas dedicadas ao bem-estar.
Alex Dias retorna ao Tauá Resort Alexânia também para acompanhar os hóspedes durante a segunda partida da Seleção Brasileira, no dia 19 de junho, reforçando a programação especial preparada para o período da Copa do Mundo.
A Arena Tauá é uma iniciativa do Grupo Tauá de Hotéis e Resorts e acontece simultaneamente nas unidades de Alexânia (GO), Caeté (MG) e Atibaia (SP).
Em cada resort, a programação reúne atrações especiais, convidados ligados ao universo do futebol, gastronomia temática e experiências exclusivas para que os hóspedes vivam toda a emoção da Copa do Mundo em um ambiente de lazer, conforto e celebração.
Sobre o Grupo Tauá
O Grupo Tauá de Hotéis e Resorts é reconhecido como um dos principais players do turismo de lazer e eventos do Brasil.
Com unidades em Minas Gerais, São Paulo e Goiás, e a inauguração prevista do Tauá Resort João Pessoa, na Paraíba, em julho de 2026, o grupo passa a contar com mais de 2.800 apartamentos distribuídos em quatro estados.
Os resorts oferecem pensão completa, restaurantes à la carte e uma experiência gastronômica variada e de alta qualidade.
No Tauá, as crianças são protagonistas, com recreação monitorada pelos Taualegres, menus exclusivos e a Jota City, cidade interativa onde aprendem sobre sustentabilidade e consumo consciente.
Já os adultos desfrutam de estrutura completa de lazer e bem-estar, que inclui piscinas, SPA, cinema, boliche, academia, quadras esportivas e salão de jogos.Desde 2022, o Grupo Tauá é signatário do Pacto Global da ONU e atua alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), reforçando seu compromisso com a gestão responsável, o desenvolvimento social e o impacto positivo nas comunidades onde está presente.
Em 2026, a companhia conquistou a certificação de Empresa B, reforçando seu compromisso com altos padrões de governança, impacto social e sustentabilidade ambiental, além da geração de valor de longo prazo para seus stakeholders.
Goiás registrou crescimento de 9,1% no número de vinícolas em 2025, quase cinco vezes acima da média nacional (Foto: Emater Goiás)
Goiás registrou crescimento de 9,1% no número de vinícolas em 2025, ritmo quase cinco vezes superior à média brasileira.
O Estado chegou a 12 estabelecimentos registrados no período, enquanto o país alcançou 965, com avanço de 1,9% em relação ao ano anterior.
Os dados fazem parte do Anuário do Vinho 2026, primeira publicação específica sobre essa cadeia produtiva lançada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
O levantamento mostra que Goiás concentra 70,6% das vinícolas registradas no Centro-Oeste.
Das 17 empresas contabilizadas na região, 12 estão no Estado, enquanto Mato Grosso e o Distrito Federal têm dois estabelecimentos cada, e Mato Grosso do Sul, um.
Goiás foi também a única unidade da região a registrar aumento no número de vinícolas entre 2024 e 2025. As vinícolas goianas somavam 161 vinhos registrados no Mapa em 2025, média de 13,4 por estabelecimento.
O levantamento contabiliza produtos formalmente registrados no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro), por isso o número não corresponde necessariamente à quantidade de rótulos disponíveis comercialmente.
A quantidade de produtos coloca Goiás na sétima posição nacional em número de vinhos registrados.
A média brasileira é de 16,8 por estabelecimento.
A cadeia começa antes das vinícolas. Dados da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) apontam cerca de 116 produtores de uva, 410 hectares cultivados e presença da cultura em 55 municípios de Goiás.
As principais áreas produtoras estão nas regiões Sul, Sudoeste, Centro e Noroeste, em municípios como Goiatuba, Santa Helena de Goiás, Anápolis, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Hidrolândia e Itaberaí.
A produção de uva de mesa ainda predomina, mas a Agência também aponta potencial para ampliação do cultivo destinado à fabricação de sucos e vinhos.
Vinhos de inverno
A presença de Goiás nessa nova geografia da produção brasileira está relacionada também ao desenvolvimento de técnicas que permitiram levar a vitivinicultura a regiões antes pouco associadas ao vinho.
Pesquisa da Embrapa Uva e Vinho identifica no país uma terceira macrorregião produtora, mais recente, baseada nos chamados vinhos de inverno.
O modelo começou em Minas Gerais e chegou, entre outros estados, a Goiás. Nesse sistema, a videira passa por duas podas ao ano, com a colheita deslocada para o inverno, entre junho e agosto.
Segundo a Embrapa, essa nova fronteira está presente em áreas de clima subtropical e tropical de altitude, com vinhedos localizados entre 600 e 1.200 metros.
A técnica altera o calendário tradicional da cultura e permite que a maturação das uvas ocorra em condições diferentes das encontradas na colheita de verão.
O sócio da ABL Prime, Fernando Fonseca prepara um café da manhã no Shopping Gran Life para representantes das futuras lojas, que estão em obras no centro de compras, e também médicos e proprietários da torre office.
Representantes das lojas do Bradesco, Academia Ultra, O Boticário, Pague-Menos, Café Rancheiro, Restaurante Prosa, Vexor Barbearia, Laboratório Evangélico, In House mercado de autoatendimento, estão na lista de convidados.
O evento, agendado para este mês de setembro, será uma manhã de networking.
Edição Agro reúne especialistas, executivos e pesquisadores para debater a expansão da IA no agronegócio, que mais que dobrou no Brasil nos últimos quatro anos.
A inteligência artificial está avançando rapidamente no agronegócio brasileiro.
A parcela de fazendas e agroindústrias que utilizam a tecnologia passou de 16,9% em 2022 para 41,9% em 2026, mais que dobrando em quatro anos, segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV).
É diante desse cenário que Goiânia recebe, no dia 23 de setembro, o Cerrado Innovation Summit – Edição Agro, encontro que reunirá especialistas, executivos, pesquisadores, startups e investidores para discutir como a IA e o uso de dados estão transformando a produção e a gestão no campo.
Com o tema “Agro Inteligente: dados, IA e a nova fronteira de produtividade no Cerrado”, o evento é promovido pelo Hub Cerrado e pretende colocar em debate as aplicações práticas da inteligência artificial no agronegócio, desde o monitoramento das lavouras até a gestão das propriedades e agroindústrias.
Apesar do crescimento, os dados mostram que a adoção da tecnologia ainda está em expansão.
58,1% das fazendas e agroindústrias brasileiras ainda não utilizam inteligência artificial, segundo o levantamento da FGV. O cenário abre espaço para novas soluções e para a discussão sobre como tornar essas ferramentas mais acessíveis e aplicáveis às diferentes realidades do campo.
Outro levantamento reforça esse potencial.
A pesquisa Global Farmer Insights 2024, da McKinsey, aponta que apenas 22% dos agricultores brasileiros utilizam softwares de gestão agrícola.
O percentual é de 38% nos Estados Unidos e 32% na Europa.
Entre os desafios para ampliar a digitalização estão a conectividade, custo de implementação e a permanência de processos informais de gestão, como planilhas e anotações manuais.
Experiência do produtor ganha novo papelO avanço da IA também coloca em discussão o papel da experiência acumulada por quem trabalha no campo.
Para especialistas, a tecnologia não necessariamente substitui o conhecimento do produtor.
Ao contrário, a combinação entre experiência prática e análise de dados pode ampliar a capacidade de interpretação das informações geradas pelas novas ferramentas.
O produtor que conhece as características de sua cultura, solo e região pode utilizar a IA para organizar dados históricos, identificar padrões, acompanhar indicadores e criar cenários que auxiliem o planejamento.
Esse encontro entre conhecimento tradicional e tecnologia será um dos pontos centrais do Cerrado Innovation Summit, que pretende aproximar empresas que já enfrentam desafios de digitalização, pesquisadores, startups e investidores.
Especialistas e empresas estarão em GoiâniaA programação da tarde do Cerrado Innovation Summit começa com palestra de Carlos Peruzzi, sócio e Head de consultoria da Rural Ventures.
O executivo possui mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia e já atuou como CIO e CTO em grandes grupos do agronegócio brasileiro. Também possui MBA pela Babson College, nos Estados Unidos, e especialização em transformação digital pelo MIT.
Na sequência, o evento terá uma Pílula CEIA e o painel principal, mediado por Douglas Paranahyba, do Sebrae Agro.
Participam do debate Marcelo Eskenazi, assessor de inovação da São Martinho; Jardel Lopes, pesquisador do CEAGRE e professor do IF Goiano; Eduardo Bitu, Chief Strategy & Innovation Officer da Aliare; e Leonardo Alvarenga, fundador e CEO da SNASH.
A proposta é discutir casos reais de adoção de tecnologia no agronegócio, incluindo os resultados alcançados, os desafios encontrados, os custos de implementação e os próximos passos da transformação digital no setor.
Goiás no mapa da inovação do agroA realização do encontro em Goiânia também reforça a conexão entre o ecossistema de inovação e uma das principais atividades econômicas do Centro-Oeste.
O Hub Cerrado atua justamente na aproximação entre empresas, startups, investidores e instituições de pesquisa, criando conexões para o desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas a diferentes setores da economia.
No agronegócio, essa aproximação ganha relevância diante da velocidade com que novas ferramentas de inteligência artificial estão chegando ao mercado.
“A tecnologia está avançando rapidamente, mas o grande desafio é transformar inovação em aplicação prática.
A conexão entre empresas, pesquisadores, startups e produtores é fundamental para que as soluções desenvolvidas respondam às necessidades reais do campo”, destaca Uaitã Pires, diretor do Hub Cerrado.
Além das palestras e do painel, o evento terá mentorias e rodada de negócios para startups, VCs e investidores.
A programação será encerrada com a entrega do Prêmio Cerrado Innovation, reconhecimento a iniciativas de destaque no ecossistema regional de inovação.
Depois da premiação, os participantes poderão participar de um happy hour com networking e feira de startups, ampliando as oportunidades de conexão entre empreendedores, investidores, empresas e profissionais do setor.
Serviço
Cerrado Innovation Summit – Edição Agro
Tema: Agro Inteligente: dados, IA e a nova fronteira de produtividade no Cerrado
Data: 23 de setembro de 2026, quarta-feira
Horário: 10h às 19h
Local: Hub Cerrado – Rua do Parque, Qd. 145, Lt. Área 2, Jardim Atlântico, Goiânia (GO)
10h às 12h – Mentorias e rodada de negócios para startups, VCs e investidores
11h às 14h – Almoço exclusivo para convidados
15h às 15h30 – Abertura – Hub Cerrado e parceiros
15h30 às 16h20 – Palestra – Carlos Peruzzi (Rural Ventures)
16h20 às 16h50 – Pílula CEIA
16h50 às 17h30 –
Painel – mediação de Douglas Paranahyba (Sebrae Agro), com Marcelo Eskenazi (São Martinho), Jardel Lopes (CEAGRE/IF Goiano), Eduardo Bitu (Aliare) e Leonardo Alvarenga (SNASH)
17h30 às 18h – Prêmio Cerrado Innovation e encerramento
18h às 19h – Happy hour, networking e feira de startups.
Sobre o Hub Cerrado
O Hub Cerrado é um ecossistema de inovação e tecnologia sediado em Goiânia (GO), com atuação nos setores de agro, saúde, real estate e indústria.
Reúne iniciativas como a SOLOS Incubadora, Cerrado Angels, Instituto Hub Cerrado e o programa de comunidade Bioma, além de promover a série de eventos Cerrado Innovation Summit.
O Hub Cerrado também é signatário do Pacto Goiás pela Inovação.
Patrocínio: Colombina, Assespro, Funtec e ZapiPro.
Apoio: Sebrae, Senac Infinite, Goiás pela Inovação, Instituto Hub Cerrado, Campo Lab, IF Goiano, CEAGRE, Agroskills, ACIEG, SNASH e ADIAL.