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Empreendedorismo feminino transforma desafios em oportunidades no interior de Goiás

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Após trocar a estabilidade do emprego formal pelo comércio independente, empresária de Vianópolis construiu um negócio próprio a partir de experiência prática, adaptação e gestão financeira.

O empreendedorismo feminino tem ganhado espaço em diferentes regiões do país, impulsionado por mulheres que buscam autonomia profissional e novas fontes de renda.

Em cidades do interior, onde as oportunidades costumam ser mais limitadas, muitas delas encontram nos pequenos negócios uma alternativa para construir patrimônio, gerar empregos e movimentar a economia local.

A trajetória da empresária Joyce Helena, de 39 anos, em Vianópolis, ilustra uma realidade comum entre milhares de brasileiras que decidiram empreender após passarem por carreiras tradicionais.

Formada em Contabilidade, ela atuou na área por alguns anos antes de ingressar no setor bancário, onde permaneceu por quase sete anos.Foi durante esse período que começou a vender camisetas como atividade complementar.

O aumento da demanda chamou sua atenção para uma possibilidade de negócio que crescia paralelamente à carreira formal. Em 2020, durante a pandemia, ela decidiu deixar o emprego no banco para se dedicar integralmente às vendas.

A mudança marcou o início de uma fase de atuação independente. Trabalhando diretamente com clientes e utilizando as redes sociais para comercialização, Joyce passou a vender roupas de forma itinerante, atividade popularmente conhecida como “sacoleira”.

A experiência permitiu ampliar o conhecimento sobre comportamento de consumo, formação de público e gestão de estoque.

Posteriormente, participou da abertura de uma loja em sociedade. A parceria durou cerca de um ano.

Após vender sua participação, mudou-se para o Maranhão, onde viveu nas cidades de Carolina e Balsas.

Mesmo sem possuir uma rede de contatos consolidada na região, voltou a atuar no comércio de vestuário e, paralelamente, investiu na abertura de uma franquia do setor de cafeterias.

A experiência empresarial trouxe aprendizados, mas também desafios financeiros.

Em 2023, Joyce retornou para Goiás após vender a franquia e encerrar aquele ciclo com dívidas e compromissos financeiros ainda em andamento.

Ao chegar novamente a Vianópolis, aceitou trabalhar como vendedora em uma loja da cidade enquanto avaliava os próximos passos profissionais.

Poucos meses depois, surgiu uma oportunidade inesperada: a proprietária decidiu deixar o negócio e ofereceu a possibilidade de transferência da operação.

Sem capital disponível para aquisição imediata, Joyce negociou uma forma de pagamento parcelada, assumindo o compromisso de quitar o valor gradualmente com o faturamento do próprio empreendimento.

A loja foi reinaugurada sob sua gestão em junho de 2024.Para formar o estoque inicial, utilizou integralmente o limite disponível em um cartão de crédito empresarial.

A decisão foi acompanhada de um planejamento voltado ao perfil de consumidor que pretendia atender e ao posicionamento de mercado que considerava adequado para a região.

Ao longo do primeiro ano de operação, o negócio gerou recursos suficientes para quitar a compra da empresa e manter o funcionamento sem necessidade de novos aportes externos.

O resultado reflete uma característica recorrente entre pequenos empreendedores brasileiros: a capacidade de adaptar modelos de negócio às condições disponíveis e tomar decisões com base na experiência adquirida ao longo da própria atividade.

Para Joyce, o empreendedorismo feminino está diretamente ligado à disposição para assumir responsabilidades e encontrar alternativas diante de cenários de incerteza.

“Eu já trabalhei em diferentes áreas, passei por mudanças de cidade, tive experiências que deram certo e outras que trouxeram prejuízos. Cada etapa ajudou a formar o conhecimento que aplico hoje.

Empreender exige planejamento, mas também exige capacidade de agir quando as oportunidades aparecem”, afirma.

Especialistas em desenvolvimento econômico apontam que histórias como a de Joyce evidenciam a importância do empreendedorismo feminino na geração de renda e na diversificação das atividades econômicas em municípios de pequeno e médio porte.

Além do impacto financeiro, esses negócios frequentemente fortalecem redes locais de fornecedores, prestadores de serviços e consumidores.

Em Vianópolis, a empresária segue à frente da operação iniciada em 2024, consolidando um projeto construído a partir da experiência acumulada ao longo de diferentes fases da vida profissional.

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Inauguração movimenta Senador Canedo.

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A engenheira civil Norma Suzy promoveu, no último dia 13 de setembro, um encontro especial em Senador Canedo para marcar a inauguração da Momy’s Gallery e o lançamento da pedra fundamental da ONG Algodão e Mel.

A ocasião reuniu convidados, parceiros e autoridades do municípios de Goiânia, Senador Canedo e a região.

O novo espaço chega com um ambiente dedicado à arte, à criatividade e à convivência, enquanto a ONG Algodão e Mel inicia sua trajetória com a proposta de desenvolver projetos e ações de cunho social.

A programação aconteceu na Avenida Pedro Miranda, conhecida como Avenida dos Eucaliptos, e foi marcada por confraternização e celebração de novos projetos.

O empreendimento já está aberto à visitação e com a agenda disponível para locação do espaço, que recebe eventos, confraternizações e celebrações especiais. A programação para os festejos de final de ano já foi aberta, e os interessados podem obter mais informações e reservar sua data pelo WhatsApp (62) 98422-3333.

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Café, pão e pulserinha

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias.

Resistir a um bom café é para poucos e não ingerir, mais ainda. Mas deixemos de lado essas exceções e vamos para os amantes dessa bebida mágica e deliciosa.

Lá no começo de tudo, nas terras altas da Etiópia, as cabras que comiam as sementes dessa planta eram mais ativas, espertas e saltitantes. Um pastor chamado Kaldi observou isso e ingeriu essas sementes vermelhas. Deu muita energia. Mas um abade testemunhou a heresia e pôs fogo no produto.

O que resultou em um dos aromas mais amados do mundo.Então a origem do café que por sua difusão pelos árabes, intitulou-se de arábico. O outro, mas ao sul do continente africano, rodeando as terras baixas e florestais do Lago Vitória, produziu a variedade robusta. Com mais cafeína, amargo e poderoso. Robusta aguenta tudo, até desaforo.

Podendo ter uma mistura de grãos, impurezas e galhos secos. É para os fortes. Aí, um bichinho bonito, noturno, habitante do Sudoeste Asiático, num dia desses, saiu do seu habitat natural nas palmeiras, aqui em Bali e ingeriu os grãos de café arábico.

A civeta. Mas ele é um “gourmet”. Só come grãos perfeitos e seu sistema digestivo produzo famoso “kopi luwak”. Café mais caro do mundo. Muita gente não confessa, mas acaba parando em Ubud, só para tomar café e fazer amizade com esse animal incrível.

Pois bem. Para tomar café, precisamos de pão. Alguns dizem que é só uma mistura de água e farinha. Quanta ilusão! Pão é alimento dos escolhidos. Pode ser o chamado francês, no Brasil. Pode ser o “baguette”, aquele comprido que você compra e põe debaixo do braço.

O “arrabiata”, cheio de furos e aeração. Ou então o mundialmente famoso e o mais comido de todos, o sírio, conhecido por aí como “pita”. É multi-uso. Serve para tudo. Da manhã até a noite. Gostoso demais.E antes que alguém me cobre sobre o “croissant”, infelizmente tenho que confessar que demorei a descobrir que ele é de origem austríaca, e não francesa. Maria Antonieta que o trouxe de Viena e os franceses acrescentaram aquela massa folhada e manteiga.

O nome dele era “kipferl”, muito menos charmoso, não? Que diga o império otomano e sua semi-lua que foram o formato inspirador. Para enfeitar a mão que serve, produz, amassa, colhe, torra, mistura e também bebe café come pão. A pulseira. Elemento protetor de primeira linha, das mais antigas civilizações. Tanto utilizada por homens como mulheres.

Servia também como identificação de suas origens, como status social e muito mais. Um pulso firme geralmente está adornado por uma pulseira.Cada uma delas externa uma mensagem. Sutil. Sentimentos, posicionamentos, predileções de cores. Uma paleta pessoal. Única e indivisível. Hoje bem cedo, observando minha esposa fazendo o café e usando a inseparável cafeteira sextavada italiana, fiquei encantado. Como ela estava linda, cortando o pão e servindo a todos. Suas pulserinhas – são dezesseis, ao todo – ornavam seus braços longos, finos e fortes. Comi, bebi, e apertei suas mãos de dedos belíssimos.

E logo percebi que ela é minha bebida que ativa, a comida que alimenta e a pulseira que enfeita e une. Uma mulher única, com cheiro e textura inimagináveis, colorida e envolvente como ninguém.

JB Alencastro é médico e escritor.

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Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music Show.

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Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music ShowEx-vocalista do Soweto e ex-padrasto de Lexa chama atenção pela rotina de preparação física e levanta expectativa sobre uma possível entrada no ringue.

Conhecido do público por sua trajetória na música, Cacau Jr., ex-vocalista do grupo Soweto e ex-padrasto da cantora Lexa, pode estar prestes a encarar um desafio bem diferente dos palcos.

O artista vem chamando atenção pela intensidade e dedicação demonstradas em sua rotina de treinos.

Os registros recentes mostram Cacau Jr. focado na preparação física, aumentando a curiosidade sobre até onde ele pretende levar essa nova fase.

E uma possibilidade já começa a movimentar os bastidores: uma eventual participação no Fight Music Show (FMS).

O evento, conhecido por promover confrontos que misturam nomes do entretenimento, influenciadores, artistas e atletas, poderia representar uma oportunidade para Cacau Jr. testar sua preparação dentro do ringue.

Por enquanto, não há confirmação de luta ou adversário, mas a possibilidade abre espaço para uma pergunta que promete movimentar o público: quem seria o nome ideal para enfrentar Cacau Jr. em uma possível estreia no FMS?Além da ligação com a música, Cacau Jr. também ficou conhecido nacionalmente por sua relação familiar com Lexa.

Agora, com os treinos ganhando intensidade, o artista pode apresentar ao público uma nova faceta, desta vez ligada ao universo das lutas e da preparação esportiva.

Uma possível entrada no Fight Music Show marcaria um novo capítulo em sua trajetória e poderia colocar frente a frente duas personalidades conhecidas do público em um confronto inédito.

E aí: quem deveria ser o adversário de Cacau Jr. caso ele aceite subir ao ringue do FMS?

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