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Mural ao ar livre em Goiânia transforma natureza e cidade em manifesto visual.

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Intervenção urbana assinada pelo artista Decy antecipa o conceito de novo empreendimento da UP Incorporadora, previsto para o segundo semestre de 2026, e propõe uma reflexão sobre urbanização, bem-estar e presença da natureza nos grandes centros.

A paisagem urbana do Setor Marista, em Goiânia, ganhou um novo ponto de expressão artística a céu aberto. Um mural assinado pelo artista plástico Decy transforma o terreno do futuro empreendimento da UP Incorporadora em um manifesto visual sobre natureza, cidade e conexão.

Já finalizada, a intervenção urbana passa a integrar o cotidiano de quem circula pela região da Rua 144, criando um respiro visual em meio ao ritmo urbano de um dos bairros mais valorizados da capital.

Com elementos orgânicos, naturais e fluidos, a obra propõe uma reflexão sobre a presença da natureza nos grandes centros e sobre a forma como a arte pode qualificar a experiência das pessoas com a cidade.Mais do que uma ação estética, o mural antecipa, de forma conceitual, o posicionamento do novo empreendimento da UP, previsto para ser lançado no segundo semestre de 2026.

A proposta é traduzir visualmente a essência de um projeto pensado para integrar arquitetura, natureza, bem-estar e qualidade de vida.

Para a UP Incorporadora, a intervenção representa o primeiro contato simbólico do público com o futuro empreendimento.

Antes mesmo do lançamento, a empresa busca estabelecer uma relação mais sensível com o entorno, usando a arte urbana como ponte entre o terreno, a paisagem e as pessoas.

“Nós gostaríamos que o primeiro contato das pessoas com esse projeto acontecesse por meio de uma experiência urbana positiva.

O mural nasce como uma forma de levar mais natureza, arte e conexão para a cidade, antecipando o conceito que acreditamos para esse empreendimento”, afirma Lays Gonçalves, gerente de Marketing da UP Incorporadora.

A iniciativa também acompanha uma tendência do mercado imobiliário de transformar terrenos de futuros empreendimentos em espaços de comunicação urbana, capazes de dialogar com a cidade antes mesmo do início das obras.

No caso da UP, a escolha por uma intervenção artística valoriza o endereço e apresenta, de maneira sensorial, a essência do produto que será lançado.

Localizado em uma das regiões mais desejadas de Goiânia, o futuro empreendimento pretende dialogar com um público que busca mais do que localização.

A proposta da UP é construir uma experiência residencial conectada ao bem-estar, à estética contemporânea e à presença da natureza como parte da vida urbana.

FOTOS: Divulgação

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Padrinho

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Professor Augusto Araújo, conhecido no meio do Jiu-Jitsu como “Padrinho”, tem 42 anos, é faixa-preta 4º grau e líder e fundador da BGJ Jiu-Jitsu (Brothers Gym Brazilian Jiu-Jitsu).

Atualmente, ocupa a primeira colocação no ranking estadual, posição conquistada consecutivamente em 2024 e 2025. O ranking de 2026 ainda está em andamento.

Em setembro, Professor Augusto terá a honra de representar o Brasil e sua equipe no Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu, que será realizado em Tóquio, no Japão, entre os dias 3 e 6 de setembro.

Instagram: @augustoaraujobjj
Equipe: @bgjoficial

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Comemoração

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A advogada Ana Carla Maia comemorou seu aniversário no último dia 5 de agosto, em uma noite especial, cercada de familiares e amigos, em seu novo endereço, no bairro Noroeste, em Brasília.

Na foto o médico Gilberto Clemente, Ana Carla Maia, a médica Ana Gabriela Maia e estudante Luiz Eduardo Maia.

Na foto, Júlia Coelho, Ana Carla Maia, sua prima, a médica dermatologista Kamilla Coelho, e o médico ortopedista Elio Angelino.

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Nos arrozais de BaliBem cedo, com o sol se levantando, preguiçoso e indolente.

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A médica dermatologia Margarete MB Alencastro

A luz se espalha entre a neblina e o contraste com o verde do arrozal de Penestanan é lindo. Céu está claro, ainda com uma brisa fria que sentimos ao chegar na rua de acesso ao arrozal.

É possível passar por ele de “scooter”, mas estacionamos na cafeteria e vamos à pé. Fomos convidados a participar de uma limpeza. Munidos de pinças gigantes e sacos de tela furada, saímos animados e dispostos. Calcei meu par de botas, usando uma bermuda que molha e seca facilmente e a minha inseparável pochete. Aqui estou em casa. Praticamente todo mundo usa pochete. Os canais de água são configurados de maneira incrível. O sistema de distribuição é o Subak. Milenar. A comunidade se reúne e decide o quanto de água vai sair para cada um dos habitantes e seu respectivo cultivo de arroz. Ela vem dos templos de água. Isso mesmo.

Templos onde se pratica a filosofia que delimita a vida em Ubud, Bali. O Tri Hita Karana. Traduzindo da melhor maneira que consegui, seria algo como: “as três causas do bem-estar”. A agricultura em terraços, drenando e distribuindo a água que vem das montanhas vulcânicas e dos rios de Bali, é o exemplo máximo desse modo de viver.

Equilibrando o mundo espiritual, com a sociedade humana e a Natureza. Um triângulo isósceles de valores e relações imbricadas e profundas. Mas bem simples na prática. As pequenas oferendas que vemos no chão, ainda com o incenso aceso, são parte do Parahyangan.

É a harmonia com o divino. Elas são colocadas nas portas das casas – toda casa é um templo – e distribuídas em canang sari, aqueles cestos de palha com flores e comida, geralmente arroz e biscoitos. Não pise, não apague, respeite. A sociedade é o grupo de conselheiros, agricultores e habitantes do vilarejo.

Há uma união sincera e poderosa, é o Pawogan. Aqui é o lugar onde mais vi gente sorrindo no mundo. E se ajudando mutuamente. O trânsito é um exemplo, também. Apertado, lotado, e ninguém buzina, todos dão passagem ou esperam alguém terminar uma manobra no meio da rua.

Por último o respeito as árvores, por exemplo as gigantescas Banyan, ou as figueiras. São até vestidas no seu tronco. O vulcão é uma entidade. Palemahan. E o campo de arroz um ecosistema complexo, com peixes, canais, platação de mudas, replantio, proteção as cobras.

Uma delas, dourada, fininha e veloz passou bem na frente da minha esposa. Por exemplo, vai cortar um bambú, pede permissão aos espíritos. Depois de um reunião no templo, pode sair para plantar uma árvore. Conseguimos juntar muitos sacos de lixo. Plásticos, papéis e metais. A sensação de ser útil e estar integrado é muito boa.

Mas não é só isso. O exemplo vivo da sustentação de toda uma sociedade é o que me comove. Fico pensando sobre nós… e me pergunto: qual a sua atual ligação com Deus? Com a espiritualidade? Com as pessoas que o cercam, seus vizinhos por exemplo? E com o meio-ambiente? Uma árvore que é cortada é um desrespeito a todos.

A Deus, a sociedade e a Natureza.

JB Alencastro é médico e escritor

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