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Beto Guedes, Inverno nas Montanhas de Monte Verde.

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Apresentação gratuita do artista ocorreu no último sábado, dia em que 19 mil turistas passaram pelo destino do Sul de Minas; agenda do evento tem mais 10 atrações até 2 de agosto no distrito de Camanducaia.

Festival Inverno nas Montanhas, de Monte Verde (MG), foi aberto com sucesso no último sábado, quando um show gratuito de Beto Guedes contou com um público de mais de 3 mil pessoas.

A exibição do artista, considerado um ícone da MPB, ocorreu em um palco montado na avenida principal do distrito de Camanducaia e ainda fechou a edição de 2026 do Amor nas Montanhas, evento que começou em 14 de maio no destino do Sul de Minas.

O vilarejo também recebeu cerca de 19 mil pessoas ao longo do dia da performance do cantor, que deu início a uma diversificada agenda de apresentações musicais, com mais dez atrações confirmadas.

As duas próximas serão neste final de semana e a programação irá até o dia 2 de agosto. As informações sobre público na localidade mineira, no sábado passado, foram confirmadas pela MOVE (Agência de Desenvolvimento de Monte Verde e Região), organizadora do festival.

A entidade aferiu a quantidade de turistas com uma ferramenta de geolocalização que mostra o fluxo de pessoas ao reunir dados de telefonia móvel que detectam os movimentos das pessoas em locais e horários específicos, além da origem e do destino desses deslocamentos. 

Show de Beto Guedes também fechou o festival Amor nas Montanhas(Foto: Divulgação/MOVE)“

O show do Beto Guedes proporcionou aos visitantes uma experiência inesquecível e abriu em grande estilo esta edição do Inverno nas Montanhas, assim como fechou de forma especial o festival Amor nas Montanhas.

E o evento agora continuará com outras dez atrações gratuitas, sempre aos sábados e domingos, nos próximos cinco finais de semana”, ressalta Rebecca Wagner, presidente da MOVE.

Ao longo deste período, serão nove shows de bandas e artistas de diferentes estilos, como o rock, o blues e a música caipira de raiz, além de uma apresentação do grupo de balé da Associação Beneficente de Monte Verde (ABMV).

Essa última exibição, marcada para o dia 12 de julho, ocorrerá no pátio da Galeria Suíça.

 Confira a agenda completa após o final deste texto.

 O secretário de Turismo de Camanducaia, Leandro Schultz, também voltou a destacar a importância da realização de mais uma edição do festival e de grandes shows para o destino. “

A apresentação do Beto Guedes foi mais um marco para Monte Verde, que em 2025 já havia tido o Inverno nas Montanhas aberto com uma exibição do saudoso Lô Borges, sendo que no final do ano passado ainda trouxemos o Renato Teixeira para a grande festa que abriu o último Natal nas Montanhas.

Os eventos promovidos e suas atrações são um diferencial para trazer um número ainda maior de visitantes ao nosso vilarejo e consequentemente ajudam a impulsionar a economia local e colaboram de forma relevante para o desenvolvimento do distrito”, enfatiza.

O Inverno nas Montanhas é promovido com patrocínios da Energisa, da Companhia Melhoramentos, do Grupo Passalacqua e da Fondare Empreendimentos, assim como conta com o apoio do Instituto Energisa, da Polícia Militar de Minas Gerais, da Home Fibra e da IGR Serras Verdes. 

Shows e jogo do Brasil no final de semanaNeste próximo final de semana, a agenda do festival em Monte Verde prevê a apresentação da dupla formada pelo guitarrista Alberto Muscária e a cantora Kamila Teixeira no sábado, às 16h, e do grupo Raphael Quirino Acoustic Trio, às 15h de domingo.

As apresentações ocorrerão em um palco montado na avenida Monte Verde e neste 5 de julho ocorrerá também o jogo da seleção brasileira contra a Noruega, às 17h, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. 

Aos interessados em aproveitar o show, com previsão de 1h30min de duração, e logo em seguida acompanhar a partida do Brasil, Monte Verde possui diversos bons lugares para assistir ao confronto do Mundial de futebol.

Situada nesta mesma via principal do distrito, destaque para a Cervejaria Kursi, que está exibindo ao vivo todas as partidas da grande competição em dois telões, um no ambiente interno e outro na área externa.

O estabelecimento possui temática viking, oferece cervejas artesanais de produção própria e hidromel (bebida alcoólica fermentada feita basicamente de água, mel e leveduras), além de petiscos e pratos especiais.

Para garantir presença no local, a casa recomenda aos clientes que façam sua reserva por meio do WhatsApp: (35) 99753-4333. 

Há várias outras opções de locais interessantes na avenida Monte Verde para assistir ao jogo do Brasil neste domingo, como, por exemplo, o Boteco do Lago, a Confraria Monte Verde, o Bistrô Rock Bar e o The Tudo um Porco. Melhor destino de inverno do BrasilMonte Verde foi eleito o “Melhor Destino de Inverno” do país na primeira edição do prêmio.

O Melhor do Turismo Brasileiro, promovido pelo Estadão no último dia 23 de abril, em Foz do Iguaçu (PR), onde superou Campos do Jordão (SP) e Gramado (RS) como outros finalistas de sua categoria, e, ainda neste ano, foi eleito o segundo destino mais acolhedor do Brasil em 2026 na 14ª edição do Traveller Review Awards, da plataforma de reservas Booking.

Com esses reconhecimentos importantes no cenário turístico, o vilarejo é um dos mais tradicionais lugares românticos do país e registrou crescimento de 40% no número de visitantes nos últimos cinco anos, segundo a Prefeitura de Camanducaia.

Apenas em 2025, o distrito recebeu 1,25 milhão de turistas. 

Reconhecimento recorrenteMonte Verde acumulou diversas outras premiações recentes no turismo nacional e internacional nos últimos anos.

Além de ser vice-campeão como destino mais acolhedor do Brasil do Traveller Review Awards de 2026, com base em avaliações de usuários da Booking, o distrito foi o vencedor desta mesma premiação em 2022, quando ainda figurou como o 6º destino mais acolhedor do mundo e o único brasileiro no top 10 global.

Em 2023, conquistou a 3ª posição, e em 2020 já havia aparecido entre os dez destinos mais hospitaleiros do planeta, ocupando a 9ª colocação. 

Confira a agenda de apresentações do festival Inverno nas Montanhas: 

4/7 (sábado) – 16h – Mus&Kah – Alberto Muscária e Kamila Teixeira

5/7 (domingo) – 15h – Raphael Quirino Acoustic Trio

11/7 (sábado) – 15h30 – Orquestra Camanducaiense de Viola Caipira

12/7 (domingo) – 14h30 – Grand Jeté Ballet ABMV

18/7 (sábado) – 15h30 – TriOzório

19/7 (domingo) – 14h – Gramophone Duo Acoustic

25/7 (sábado) – 15h30 – Francis Rosa Trio

26/7 (domingo) – 15h30 – RockTrio BR

1/8 (sábado) – 15h30 – Kátia e Leandro Duo

2/8 (domingo) – 15h30 – A Bia que Canta 

Atendimento à imprensa – MOVE 

Rafael Franco |

rafael.franco@wgocomunicacao.com.br|

(19) 99126.2086

Henrique Bueno  

henrique.bueno@wgocomunicacao.com.br 

(19) 99690.2329 

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Niver da Gabi

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Gabriela Daniel, proprietária da Peça Rara Aparecida de Goiânia, comemora seu aniversário neste sábado, 24 de outubro, ao lado de clientes, amigos e familiares.

A celebração acontece na loja, das 9h às 18h, com café da manhã especial, reposição de semijoias a partir de R$ 19,90 e 15% de desconto em todas as peças. Av. Rio Verde, nº 5226, Vila Rosa. @pecarara.apgoiania

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Mais de 32 mil pessoas querem adotar no Brasil, mas 6 mil crianças ainda esperam por uma família.

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Diferença entre o perfil buscado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes disponíveis será tema de encontro gratuito na UNIALFA nesta quinta-feira.

Mais de 32 mil pessoas estão habilitadas para adotar no Brasil, enquanto mais de 6 mil crianças e adolescentes aguardam uma família.

A diferença entre os números chama atenção, mas revela uma realidade mais complexa do que uma simples fila de espera.

Dados atuais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que o encontro entre pretendentes e crianças disponíveis depende de fatores como idade, condições de saúde, existência de grupos de irmãos e o perfil indicado por quem pretende adotar.

A discussão estará no centro de um encontro gratuito promovido pela Escola de Direito da UNIALFA nesta quinta-feira (22), em Goiânia.

Idade ainda é um dos principais desencontros*Um dos maiores obstáculos está na diferença entre a idade procurada pelos pretendentes e a das crianças que aguardam adoção.

Levantamento do CNJ mostrou que 70,4% das crianças e adolescentes disponíveis tinham entre 8 e 18 anos, enquanto a maior parte dos pretendentes manifestava preferência por crianças mais novas.

O próprio CNJ aponta que crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades específicas de saúde estão entre aquelas que enfrentam maior dificuldade para encontrar uma família.

Quem pode adotar

A legislação brasileira permite que pessoas maiores de 18 anos se habilitem para adoção, independentemente do estado civil, desde que exista diferença mínima de 16 anos entre adotante e adotado.

O processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude da região onde reside o pretendente.

O Sistema Nacional de Adoção também reconhece diferentes configurações familiares, incluindo famílias formadas por mãe ou pai solo, casais heterossexuais e casais homoafetivos.

Debate sobre discriminação

Além das características das crianças e adolescentes, o encontro promovido pela UNIALFA pretende discutir preconceitos relacionados às diferentes configurações familiares.

Neste ano, a instituição e o Tribunal de Justiça de Goiás estabeleceram uma cooperação para produzir material informativo destinado a pessoas e casais LGBTQIAPN+ interessados em adoção.

A iniciativa busca ampliar o acesso a informações sobre direitos, procedimentos e garantias relacionados ao processo adotivo.

Palestra ocorre nesta quinta-feira

A palestra “Adoção e o direito à não discriminação” será realizada às 9h, no Auditório Maria Dilda, na UNIALFA.

O encontro também marcará o lançamento da cartilha “Família, no plural”.

O convidado será Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.

A proposta é discutir adoção, diversidade familiar, igualdade de direitos e o papel das instituições na garantia da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.

Autoridades participam

Também estão confirmados o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim; a juíza Célia Regina Lara, coordenadora-geral da Infância e da Juventude; a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza; o juiz Vitor Barros Mouro; a juíza Luana Cavalcante de Freitas; e o procurador do Trabalho Tiago Ranieri de Oliveira.

O evento é gratuito, aberto à comunidade e dará certificado de cinco horas aos participantes.

Serviço

Palestra:

Adoção e o direito à não discriminação

Data: 22 de outubro de 2026

Horário: 9h

Local: Auditório Maria Dilda – UNIALFA

Atividade: palestra e lançamento da cartilha “Família, no plural”

Participação: gratuita e aberta à comunidade

Certificado: 5 horas

Inscrições: Instagram da UNIALFA – @unialfa

Legenda: Encontro na UNIALFA vai discutir adoção, diversidade familiar e o direito à não discriminação.

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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OMS publica primeiras diretrizes globais para tratar obesidade infantil; especialista alerta para importância do diagnóstico precoce.

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Endocrinologista pediátrica, Marília Barbosa explica por que o cuidado precisa considerar a idade, o desenvolvimento e a saúde emocional da criança.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou suas primeiras diretrizes globais para o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes.

Divulgadas em 7 de outubro, as recomendações orientam profissionais e sistemas de saúde a oferecer um cuidado integrado, individualizado e baseado em evidências para uma doença crônica que pode comprometer a saúde física e emocional desde os primeiros anos de vida. 

O documento chega em um cenário preocupante: em 2024, cerca de 400 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com sobrepeso no mundo, incluindo 170 milhões com obesidade.

A prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%, segundo estimativas da organização. 

Para a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, a publicação representa um avanço importante ao reforçar a necessidade de reconhecer a obesidade infantil como uma condição que exige avaliação clínica e acompanhamento contínuo.

“A obesidade na infância precisa ser abordada com seriedade, mas também com acolhimento. Estamos falando de uma doença multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, genéticos, comportamentais e ambientais.

Por isso, o cuidado deve considerar a realidade da criança e de sua família, sem culpabilizar ou estigmatizar”, explica.

Entre as principais recomendações da OMS está a adoção de intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento.

Essas estratégias podem ser realizadas individualmente ou em programas que integrem diferentes abordagens, com participação dos pais ou responsáveis. 

A organização também estabelece limites para outras modalidades de tratamento conforme a idade. Para crianças de até 9 anos, não recomenda o uso de medicamentos para tratar a obesidade ou dispositivos destinados à perda de peso.

Já entre adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados podem ser considerados em situações específicas, quando um programa estruturado e supervisionado de mudanças no estilo de vida não apresenta os resultados esperados. 

As diretrizes ressaltam que medicamentos e procedimentos não substituem o cuidado abrangente.

A base do tratamento continua sendo o acompanhamento que favoreça mudanças sustentáveis na alimentação, na atividade física e nos hábitos cotidianos.

Não existe uma única estratégia que funcione da mesma maneira para todas as crianças.

O plano de cuidado precisa levar em conta a idade, a trajetória de crescimento, as condições clínicas, a rotina familiar e os aspectos emocionais.

O objetivo é melhorar a saúde e a qualidade de vida, respeitando o desenvolvimento de cada paciente”, afirma Marília. 

PrevençãoNo Brasil, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), referentes a 2024, mostram a presença expressiva de alimentos ultraprocessados na alimentação das pessoas acompanhadas pelo sistema.

O consumo foi registrado em 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes monitorados. Para a endocrinologista, o ambiente em que a criança vive tem influência direta sobre a construção dos hábitos alimentares e da rotina de movimento.

“A prevenção começa nas oportunidades que a criança tem no dia a dia: acesso a alimentos variados, refeições organizadas, brincadeiras, atividade física, sono adequado e participação da família.

Essas condições precisam ser construídas de forma realista, sem a expectativa de uma rotina perfeita”, destaca. As diretrizes da OMS também chamam a atenção para a necessidade de considerar a saúde mental no acompanhamento da obesidade.

Crianças e adolescentes podem enfrentar bullying, discriminação, baixa autoestima e sofrimento emocional, fatores que precisam ser reconhecidos pelos profissionais de saúde. 

Segundo Marília, a maneira como adultos e profissionais abordam o peso pode influenciar a relação da criança com o próprio corpo e com a alimentação. “Comentários constrangedores, comparações e cobranças excessivas podem aumentar o sofrimento e dificultar a adesão ao cuidado.

É fundamental que a criança se sinta acolhida e que a família receba orientação para participar do tratamento de maneira positiva”, explica. 

A especialista reforça que o acompanhamento pediátrico permite avaliar o crescimento e o desenvolvimento ao longo do tempo, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, uma abordagem terapêutica adequada.

O cuidado precoce pode contribuir para reduzir complicações associadas à obesidade, entre elas alterações metabólicas, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. 

A publicação das primeiras diretrizes globais da OMS amplia a discussão sobre a necessidade de políticas públicas e serviços de saúde preparados para atender crianças e adolescentes com obesidade.

“O desafio é transformar as recomendações em acesso efetivo a um cuidado contínuo, individualizado e livre de estigmas”, sublinha a endocrinologista.

Carolina Pessoni

Pessoni Comunicação

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