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Inverno transforma Caminhos de Pedra em roteiro de sabores, cultura e história na Serra Gaúcha

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Vinhos, gastronomia típica e vivências junto às famílias descendentes de imigrantes fazem da estação uma das melhores épocas para visitar o roteiro

Com uma rota cercada por construções históricas que datam dos primeiros anos da imigração italiana no Distrito de São Pedro, o Roteiro Caminhos de Pedra oferece um amplo repertório de experiências turísticas aos visitantes. O destino localizado em Bento Gonçalves é conhecido pela alcunha de patrimônio histórico, mas também pela hospitalidade e pela diversidade de empreendimentos capazes de transformar um simples passeio em um final de semana inteiro de descobertas. Nos meses mais frios do ano, quando a paisagem ganha novos tons e as baixas temperaturas convidam a desacelerar, o roteiro revela um de seus momentos mais especiais, combinando história, gastronomia, cultura e experiências sensoriais em um único percurso.
 

Ao longo dos 12 quilômetros do roteiro, cada parada convida o visitante a viver uma faceta diferente dos Caminhos de Pedra. Há quem procure os sabores da gastronomia típica italiana; quem prefira dedicar o dia às degustações de vinhos, espumantes e sucos; quem busque um café passado na hora acompanhado de chocolates artesanais; ou ainda quem deseje conhecer ofícios preservados há gerações, em casas que mantêm viva a identidade dos imigrantes que colonizaram a região. Para famílias, há os passeios em parques temáticos, que voltam sua atenção para um turismo responsável pela criação de memórias junto aos pequenos.

Sabores que aquecem

É no inverno que as cafeterias ganham protagonismo, oferecendo bebidas quentes e doces artesanais, perfeitos para começar o dia. Já os restaurantes localizados ao longo do roteiro convidam o visitante a passear pelos sabores caseiros, temperados com uma boa conversa e uma recepção calorosa e também experiências diferenciadas que abraçam a cultura local. As agroindústrias familiares – algumas delas abrigadas em casas centenárias – convidam o visitante a provar queijos, salames, geleias, biscoitos e outros produtos coloniais elaborados a partir de receitas transmitidas entre gerações. Para quem ama sabores, vale conhecer: Benevento Chocolate & Café; Vitiaceri Casa das Cucas; Gaita e Assado; Casa Fracalossi; Casa da Serra; Trattoria Pietra; Restaurante Del Pomodoro; Restaurante Nona Ludia; Casa Angelo; Salumeria Caminhos de Pedra.

Um brinde à estação

As baixas temperaturas também tornam as experiências nas vinícolas ainda mais convidativas, em uma imersão que harmoniza história, legado cultural e enoturismo. É nas degustações e nas visitas guiadas que o visitante pode conhecer famílias produtoras que ajudaram a construir a tradição vitivinícola da região, transformando o vinho em mais um elo entre patrimônio, cultura e turismo. Vale acrescentar ao roteiro a Vinícola Salvatti & Sirena, Vinícola Lovara, Casa Fontanari, Cantina Strapazzon e Vinícola Casa da Serra. Já para quem aprecia cervejas artesanais, o Caminhos de Pedra oferece experiências na Cervejaria Pedra do Moinho e Cervejaria Bznjabier. Agora, se a opção for uma bebida quente e acolhedora, o Chima Garden, junto à Casa da Erva Mate, é uma excelente escolha.

História que continua viva

Um dos aspectos mais charmosos do Caminhos de Pedra é a preservação das casas que continuam habitadas por famílias que decidiram abrir as portas para compartilhar saberes, memórias e costumes. O roteiro se renova a cada curva justamente pelo legado material em perfeita sintonia com o patrimônio imaterial, traduzido no Talian e também no acolhimento de cada empreendedor. Moinhos, tecelagens, casas de memória e espaços culturais permitem ao visitante compreender como a imigração italiana moldou as construções e os costumes que permanecem presentes até hoje. Para uma imersão em uma programação capaz de envolver toda a família, a recomendação é visitar a Casa do Tomate, o Parque Domadores de Pedra, a Casa da Tecelagem, a Casa da Confecção, a Casa Verde, o Porão de Pedra e o Artesanato. Se a pedida for voltada também ao lazer, opções não faltam: Parque das Abelhas, Casa da Ovelha, Casa na Árvore, Parque Anjos Unidos, Parque do Queijo e Casa das Mágicas cumprem com o propósito de entreter e envolver.

Roteiro para conhecer com calma

O Caminhos de Pedra é um roteiro que convida a um turismo com calma e segurança. As opções de hospedagem do roteiro contemplam um contato direto com a história do local, em casas de pedra preservadas e, claro, adaptadas para o maior conforto dos hóspedes. A Pousada Cantelli oferece um farto café da manhã ao estilo colonial, além de ser o primeiro meio de hospedagem a funcionar nos Caminhos de Pedra.

Como chegar

Partindo de Caxias do Sul, o trajeto mais rápido é de carro pela rodovia RS-453 (Rota do Sol) em direção a Farroupilha, seguindo depois pela RSC-448 sentido Nova Roma do Sul. A distância é de aproximadamente 35 a 45 km, dependendo do seu ponto de partida, e leva cerca de 45 a 55 minutos. Alternativamente, é possível ir de Caxias do Sul até Bento Gonçalves pela Rodovia dos Vinhedos (RS-444) e, ao chegar no centro de Bento, seguir as indicações para o distrito de São Pedro/Caminhos de Pedra.
 

Saindo de Porto Alegre, o trajeto para a rota Caminhos de Pedra em Bento Gonçalves envolve ir até a Serra Gaúcha e seguir para o distrito de São Pedro. A distância total é de aproximadamente 130 km. É possível seguir pela rodovia BR-116 sentido Serra e acesse a RS-453 (Rota do Sol) em direção a Farroupilha/Bento Gonçalves. A partir do centro de Bento Gonçalves, o distrito de São Pedro fica a cerca de 7 km (15 minutos).

Viviane Somacal
Exata Comunicação

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Mais de 32 mil pessoas querem adotar no Brasil, mas 6 mil crianças ainda esperam por uma família.

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Diferença entre o perfil buscado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes disponíveis será tema de encontro gratuito na UNIALFA nesta quinta-feira.

Mais de 32 mil pessoas estão habilitadas para adotar no Brasil, enquanto mais de 6 mil crianças e adolescentes aguardam uma família.

A diferença entre os números chama atenção, mas revela uma realidade mais complexa do que uma simples fila de espera.

Dados atuais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que o encontro entre pretendentes e crianças disponíveis depende de fatores como idade, condições de saúde, existência de grupos de irmãos e o perfil indicado por quem pretende adotar.

A discussão estará no centro de um encontro gratuito promovido pela Escola de Direito da UNIALFA nesta quinta-feira (22), em Goiânia.

Idade ainda é um dos principais desencontros*Um dos maiores obstáculos está na diferença entre a idade procurada pelos pretendentes e a das crianças que aguardam adoção.

Levantamento do CNJ mostrou que 70,4% das crianças e adolescentes disponíveis tinham entre 8 e 18 anos, enquanto a maior parte dos pretendentes manifestava preferência por crianças mais novas.

O próprio CNJ aponta que crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades específicas de saúde estão entre aquelas que enfrentam maior dificuldade para encontrar uma família.

Quem pode adotar

A legislação brasileira permite que pessoas maiores de 18 anos se habilitem para adoção, independentemente do estado civil, desde que exista diferença mínima de 16 anos entre adotante e adotado.

O processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude da região onde reside o pretendente.

O Sistema Nacional de Adoção também reconhece diferentes configurações familiares, incluindo famílias formadas por mãe ou pai solo, casais heterossexuais e casais homoafetivos.

Debate sobre discriminação

Além das características das crianças e adolescentes, o encontro promovido pela UNIALFA pretende discutir preconceitos relacionados às diferentes configurações familiares.

Neste ano, a instituição e o Tribunal de Justiça de Goiás estabeleceram uma cooperação para produzir material informativo destinado a pessoas e casais LGBTQIAPN+ interessados em adoção.

A iniciativa busca ampliar o acesso a informações sobre direitos, procedimentos e garantias relacionados ao processo adotivo.

Palestra ocorre nesta quinta-feira

A palestra “Adoção e o direito à não discriminação” será realizada às 9h, no Auditório Maria Dilda, na UNIALFA.

O encontro também marcará o lançamento da cartilha “Família, no plural”.

O convidado será Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.

A proposta é discutir adoção, diversidade familiar, igualdade de direitos e o papel das instituições na garantia da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.

Autoridades participam

Também estão confirmados o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim; a juíza Célia Regina Lara, coordenadora-geral da Infância e da Juventude; a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza; o juiz Vitor Barros Mouro; a juíza Luana Cavalcante de Freitas; e o procurador do Trabalho Tiago Ranieri de Oliveira.

O evento é gratuito, aberto à comunidade e dará certificado de cinco horas aos participantes.

Serviço

Palestra:

Adoção e o direito à não discriminação

Data: 22 de outubro de 2026

Horário: 9h

Local: Auditório Maria Dilda – UNIALFA

Atividade: palestra e lançamento da cartilha “Família, no plural”

Participação: gratuita e aberta à comunidade

Certificado: 5 horas

Inscrições: Instagram da UNIALFA – @unialfa

Legenda: Encontro na UNIALFA vai discutir adoção, diversidade familiar e o direito à não discriminação.

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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OMS publica primeiras diretrizes globais para tratar obesidade infantil; especialista alerta para importância do diagnóstico precoce.

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Endocrinologista pediátrica, Marília Barbosa explica por que o cuidado precisa considerar a idade, o desenvolvimento e a saúde emocional da criança.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou suas primeiras diretrizes globais para o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes.

Divulgadas em 7 de outubro, as recomendações orientam profissionais e sistemas de saúde a oferecer um cuidado integrado, individualizado e baseado em evidências para uma doença crônica que pode comprometer a saúde física e emocional desde os primeiros anos de vida. 

O documento chega em um cenário preocupante: em 2024, cerca de 400 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com sobrepeso no mundo, incluindo 170 milhões com obesidade.

A prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%, segundo estimativas da organização. 

Para a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, a publicação representa um avanço importante ao reforçar a necessidade de reconhecer a obesidade infantil como uma condição que exige avaliação clínica e acompanhamento contínuo.

“A obesidade na infância precisa ser abordada com seriedade, mas também com acolhimento. Estamos falando de uma doença multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, genéticos, comportamentais e ambientais.

Por isso, o cuidado deve considerar a realidade da criança e de sua família, sem culpabilizar ou estigmatizar”, explica.

Entre as principais recomendações da OMS está a adoção de intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento.

Essas estratégias podem ser realizadas individualmente ou em programas que integrem diferentes abordagens, com participação dos pais ou responsáveis. 

A organização também estabelece limites para outras modalidades de tratamento conforme a idade. Para crianças de até 9 anos, não recomenda o uso de medicamentos para tratar a obesidade ou dispositivos destinados à perda de peso.

Já entre adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados podem ser considerados em situações específicas, quando um programa estruturado e supervisionado de mudanças no estilo de vida não apresenta os resultados esperados. 

As diretrizes ressaltam que medicamentos e procedimentos não substituem o cuidado abrangente.

A base do tratamento continua sendo o acompanhamento que favoreça mudanças sustentáveis na alimentação, na atividade física e nos hábitos cotidianos.

Não existe uma única estratégia que funcione da mesma maneira para todas as crianças.

O plano de cuidado precisa levar em conta a idade, a trajetória de crescimento, as condições clínicas, a rotina familiar e os aspectos emocionais.

O objetivo é melhorar a saúde e a qualidade de vida, respeitando o desenvolvimento de cada paciente”, afirma Marília. 

PrevençãoNo Brasil, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), referentes a 2024, mostram a presença expressiva de alimentos ultraprocessados na alimentação das pessoas acompanhadas pelo sistema.

O consumo foi registrado em 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes monitorados. Para a endocrinologista, o ambiente em que a criança vive tem influência direta sobre a construção dos hábitos alimentares e da rotina de movimento.

“A prevenção começa nas oportunidades que a criança tem no dia a dia: acesso a alimentos variados, refeições organizadas, brincadeiras, atividade física, sono adequado e participação da família.

Essas condições precisam ser construídas de forma realista, sem a expectativa de uma rotina perfeita”, destaca. As diretrizes da OMS também chamam a atenção para a necessidade de considerar a saúde mental no acompanhamento da obesidade.

Crianças e adolescentes podem enfrentar bullying, discriminação, baixa autoestima e sofrimento emocional, fatores que precisam ser reconhecidos pelos profissionais de saúde. 

Segundo Marília, a maneira como adultos e profissionais abordam o peso pode influenciar a relação da criança com o próprio corpo e com a alimentação. “Comentários constrangedores, comparações e cobranças excessivas podem aumentar o sofrimento e dificultar a adesão ao cuidado.

É fundamental que a criança se sinta acolhida e que a família receba orientação para participar do tratamento de maneira positiva”, explica. 

A especialista reforça que o acompanhamento pediátrico permite avaliar o crescimento e o desenvolvimento ao longo do tempo, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, uma abordagem terapêutica adequada.

O cuidado precoce pode contribuir para reduzir complicações associadas à obesidade, entre elas alterações metabólicas, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. 

A publicação das primeiras diretrizes globais da OMS amplia a discussão sobre a necessidade de políticas públicas e serviços de saúde preparados para atender crianças e adolescentes com obesidade.

“O desafio é transformar as recomendações em acesso efetivo a um cuidado contínuo, individualizado e livre de estigmas”, sublinha a endocrinologista.

Carolina Pessoni

Pessoni Comunicação

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Niver Genesi Bueno

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A empresária Genesi Bueno comemorou seu aniversário na terça-feira (06.10), recebendo um seleto grupo de amigos em sua residência.

Em clima de elegância e descontração, a anfitriã celebrou a data especial cercada pelo carinho dos convidados, em uma tarde marcada por boas conversas, alegria e momentos de confraternização.
Veja quem esteve presente:

Genesi Bueno e o esposo Sebastião Rodovalho

Rodovalho, Genesi Bueno, Ana Maria Olival e Luiz Antônio Guedes.

Ana Clara. Genesi Bueno, Coelho e Kênia de Souza

Genesi Bueno, Liliane Lobo comandou o Buffet e a decoração

Genesi Bueno e a filha Priscila Bueno Barreto

Genesi Bueno e Júlia Rodovalho

Genesi Bueno e Daniela Arantes

Genesi Bueno e Maria de Lourdes Souza

Genesi Bueno e Ana Clara Coelho

Genesi Bueno e Divina Bedas

Marcellus Igreja, Genesi Bueno e Claudia Ferrugem

Genesi Bueno e Lília Paiva

Genesi Bueno e Bianca Elisa

Genesi Bueno e Silvinha Umbelino

Geni Ribeiro e Genesi Bueno

Rosa Donzelli, Genesi Bueno e Ana Maria Olival

Eleuza Ribeiro e Genesi Bueno

Glorinha Drumond e Genesi Bueno


Fotos: André Cywinski

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