Evento celebra o empreendedorismo feminino com feira, roda de conversa e show de samba em Goiânia.
A cantora Rainy Ághata apresenta o espetáculo “Sambalançou.
Com a entrada gratuita reunindo mulheres empreendedoras, arte, cultura e fortalecimento da economia criativa.
No próximo dia 26 de julho (domingo), das 16h às 22h, o Complexo Conecte Arte, no Jardim América, será palco do Entrelaçar Afetos, evento gratuito que reúne empreendedorismo feminino, economia criativa, arte e cultura em uma programação diversificada voltada para toda a comunidade.
Realizado pela Associação SuperAção Criativa, em parceria com o Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), o evento marca a culminância da participação da entidade no programa Impacto Feminino, iniciativa nacional de fortalecimento de organizações que atuam em defesa da autonomia e do protagonismo das mulheres.
A programação começa às 16 horas, com a Feira Criativa, reunindo mulheres empreendedoras que apresentarão doces, bolos, comidas tradicionais, ecoartesanato e peças produzidas artesanalmente.
A feira conta com a parceria da Feira Criativa Senador Canedo, coordenada por Carmelita Gomes.
Às 17 horas, acontece uma palestra seguida de roda de conversa, promovendo um espaço de acolhimento, troca de experiências e reflexão sobre temas como empreendedorismo feminino, independência emocional e relações que impactam a autonomia e o bem-estar das mulheres.
Na sequência, às 18 horas, o público poderá participar do Palco Aberto, um sarau colaborativo destinado às mulheres que desejarem compartilhar poesias, músicas, performances, dança, cordel, circo ou leituras.
A proposta é incentivar a livre expressão, independentemente da experiência artística.
Encerrando a programação, às 20 horas, a cantora Rainy Ághata apresenta o espetáculo “Sambalançou – O Samba na Era do Rádio”, acompanhada por uma banda formada exclusivamente por mulheres instrumentistas.
O show presta homenagem aos grandes compositores brasileiros, revisitando clássicos de Noel Rosa, Ary Barroso, Lupicínio Rodrigues, Pixinguinha e Chiquinha Gonzaga, em um repertório que percorre as décadas de 1930 a 1960.
Impacto Feminino
O Impacto Feminino é um programa gratuito de aceleração voltado para Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que desenvolvem ações de apoio às mulheres.
A iniciativa é promovida pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), com recursos do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), por meio do Termo de Fomento nº 985277/2025.
Ao longo do programa, as organizações participantes recebem capacitação em gestão, sustentabilidade financeira e ampliação do impacto social.
A realização do Entrelaçar Afetos representa a etapa de culminância desse processo, compartilhando com a comunidade os resultados e aprendizados construídos durante a formação.
Sobre a Associação SuperAção Criativa
Fundada em 30 de maio de 1994, a Associação SuperAção Criativa é uma organização sem fins lucrativos sediada em Goiânia que atua na promoção da cultura, da arte, da educação e da economia criativa. Entre seus principais projetos destacam-se O Sentir Delas, Reexistir e Bem Bolado Cultural, iniciativas voltadas ao fortalecimento da produção cultural goiana e à transformação social por meio da arte.
Serviço
Entrelaçar Afetos
Data: 26 de julho de 2026 (domingo)
Horário: das 16h às 22h
Local: Complexo Conecte Arte – Rua C-156, nº 351, Jardim América – Goiânia (GO)
O Show Musical”, atriz encara novo desafio no audiovisual e integra produção sobre a trajetória de Lélia Gonzalez.
A atriz Isabella Daneluz, que vem construindo sua trajetória especialmente nos palcos e no teatro musical, prepara-se para um novo momento na carreira.
A artista amplia sua atuação no audiovisual ao interpretar Ana Felippe em uma produção dedicada à trajetória de Lélia Gonzalez, uma das mais importantes intelectuais, escritoras e ativistas brasileiras.
A obra resgata a história e o legado de Lélia Gonzalez, referência fundamental do pensamento social brasileiro e dos debates sobre racismo, sexismo, identidade, cultura e a realidade das mulheres negras no país.
Na produção, Isabella interpreta Ana Felippe, personagem ligada à trajetória de Lélia e apresentada na narrativa como uma de suas amigas e escritoras próximas, contribuindo para revelar também as relações pessoais, afetivas e intelectuais que fizeram parte dessa história.
Atualmente em turnê com “Miraculous Ladybug:
O Show Musical”, que chega a São Paulo em outubro, Isabella vive a experiência de transitar entre duas linguagens distintas.
Acostumada à intensidade, à projeção e à presença exigidas pelo teatro, a atriz encontra diante das câmeras um trabalho marcado pelas sutilezas da interpretação, pelos detalhes e pela construção de emoções em uma escala diferente.
A nova experiência representa também uma oportunidade de ampliar seu repertório artístico.
A passagem dos palcos para o audiovisual exige adaptações na forma de interpretar e permite que Isabella explore novas possibilidades profissionais, conciliando a experiência adquirida no teatro musical com os desafios de uma produção cinematográfica.
As gravações acontecem em São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro, cidades que integram a construção da narrativa e ajudam a dimensionar a trajetória retratada.
Ao reunir história, memória, cultura e representatividade, o projeto busca aproximar o público, inclusive as novas gerações, do pensamento e do legado deixado por Lélia Gonzalez.
Entre os palcos e as telas, Isabella Daneluz segue ampliando os caminhos de sua carreira.
Depois de conquistar espaço no teatro musical, a atriz passa a explorar com maior intensidade o audiovisual, levando sua experiência e sensibilidade artística para uma produção que recupera uma personagem fundamental da história brasileira e as pessoas que fizeram parte de sua trajetória.
Durante palestra, especialista apresentou aos médicos uma novidade na área da genética que amplia as possibilidades de prevenção, diagnóstico e personalização dos cuidados com a saúde.
O geneticista Dr. Neto foi um dos palestrantes do MEDX Experience, realizado nesta sexta-feira (28), no K Hotel, em Goiânia.
O encontro reuniu médicos em uma programação de imersão voltada à ciência aplicada à prática, tecnologia, gestão, inovação e aos novos caminhos que vêm transformando a medicina.
Durante sua participação, Dr. Neto apresentou aos profissionais presentes uma novidade relacionada ao mapeamento genético, apontada como um importante avanço para uma medicina cada vez mais individualizada.
A tecnologia permite ampliar a compreensão sobre características genéticas de cada pessoa e, a partir dessas informações, contribuir para estratégias mais direcionadas de prevenção, acompanhamento e cuidado.
A proposta representa uma mudança de perspectiva: além de atuar diante de doenças já instaladas, os avanços da genética possibilitam conhecer previamente determinadas predisposições e características individuais que podem auxiliar médicos e pacientes na tomada de decisões ao longo da vida.
Segundo o pesquisador Dr. Neto, o crescimento da medicina genética abre espaço para uma abordagem mais precisa, na qual cada paciente passa a ser analisado considerando também informações presentes em seu DNA.
O mapeamento pode oferecer dados que, associados à avaliação médica, histórico familiar, hábitos e outros exames, ajudam a construir uma visão mais ampla e personalizada da saúde.Durante a palestra, o geneticista destacou que essa evolução pode impactar diferentes áreas da medicina, justamente por fornecer informações capazes de auxiliar profissionais na compreensão de riscos individuais e na definição de estratégias de acompanhamento mais adequadas para cada perfil.
A novidade apresentada no MEDX Experience reforça um movimento que vem ganhando espaço na medicina: a transição de modelos generalizados de cuidado para uma atuação cada vez mais preventiva, preditiva e personalizada, utilizando a genética como uma importante aliada.
O MEDX Experience é direcionado a médicos que buscam acompanhar as transformações do setor e reúne ciência, tecnologia, gestão e inovação em uma programação voltada à aplicação prática do conhecimento.
A participação de Dr. Neto colocou a genética no centro dessa discussão, mostrando como informações presentes no DNA podem contribuir para uma nova forma de compreender a saúde e pensar a medicina do futuro.
Em plena era da inteligência artificial e da produção cada vez mais acelerada, processos artesanais voltam a ganhar protagonismo.
Para a arquiteta Camila Pimenta, não é nostalgia: é uma nova percepção de valor.
Quanto mais a tecnologia acelera a criação e torna possível reproduzir praticamente qualquer coisa, mais atenção o design contemporâneo parece dedicar àquilo que não pode ser replicado exatamente da mesma maneira.
Vidros soprados individualmente, pedras trabalhadas como esculturas, metais moldados, marcenaria, bordados e peças produzidas em pequenas séries voltam a ocupar espaço relevante na arquitetura.
Para Camila Pimenta, esse movimento não representa uma rejeição à tecnologia.
Pelo contrário.“A tecnologia amplia aquilo que podemos fazer.
Mas repertório, sensibilidade e intenção continuam determinando o que realmente vale a pena fazer.”
A arquiteta acredita que o encontro entre processos tecnológicos e conhecimento artesanal será cada vez mais importante.
Uma peça pode nascer de modelagem digital e engenharia de alta precisão e ainda depender das mãos de um artesão para adquirir sua característica mais especial.
E, nesse cenário, até pequenas variações passam a ter outro significado.“
Existe uma diferença enorme entre imperfeito e mal executado.
O artesanal que me interessa tem precisão, mas preserva aquilo que torna cada peça única.”
A mudança também chega à curadoria dos interiores.
Além de perguntar quem assina determinado objeto, passa a importar onde ele foi produzido, quem o executou, qual técnica foi utilizada e qual história existe por trás dele.
É uma lógica que Camila leva aos próprios projetos.
Sua pesquisa atravessa fabricantes, galerias, artistas, artesãos e diferentes países em busca de algo específico para cada residência.
E nem sempre a resposta está disponível no mercado.
“Às vezes procuramos no mundo inteiro e percebemos que a peça certa simplesmente não existe. Então, precisamos criá-la.
É justamente nesse ponto que arquitetura, interiores, arte e design de produto começam a se aproximar.
Em vez de uma residência construída apenas a partir de escolhas de catálogo, surgem peças desenvolvidas especificamente para aquele espaço e aquela família.
Para Camila, o retorno do feito à mão, portanto, não deve ser entendido como uma tendência estética. É consequência de um momento em que autoria, procedência e tempo voltam a participar da percepção de valor de um objeto.
“Talvez o futuro do design não esteja em escolher entre a mão e a máquina, mas em saber exatamente o que devemos pedir a cada uma delas.”