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5 dicas para ter uma casa com cara de vó, mas sem perder a jovialidade

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Itens artesanais, naturais e que tragam memórias afetivas são bem vindos

O resgate das raízes famíliares e das memórias afetivas está presente em diversos aspectos da vida moderna, um contraponto à essa rotina tão intensa e hiperconectada em que vivemos atualmente. Se reconectar consigo mesmo, com a natureza e com as memórias é um hábito que pode ser cultivado por meio da gastronomia, da leitura, da musicalidade, mas também da arquitetura, que é responsável por criar espaços que remetem à alma, ao imaginário e à sensação de acolhimento em casa. 

A tendência atinge todos os públicos, em especial os mais jovens que buscam ambientes que lembram o “estar em casa”, o aconchego e o colo de vó. Segundo o design de interiores e relações públicas da Essence Acabamentos, Anderson Caiado, o charme dessa tendência está justamente no contraste, que garante um espaço com cara de casa de vó, mantendo certa jovialidade. “É possível unir elementos clássicos e afetivos com linhas modernas e sofisticadas, criando espaços atemporais e elegantes”, destaca ele. 

De acordo com o especialista, uma marcenaria contemporânea pode conversar perfeitamente com uma mesa mais robusta. Um revestimento natural pode deixar um ambiente minimalista muito mais acolhedor. Anderson Caiado reforça que mais do que uma tendência estética, a “casa com cara de vó” representa uma nova forma de morar: ambientes mais afetivos, acolhedores e com identidade. 

Segundo ele, os acabamentos mais presentes nessa proposta costumam ser os porcelanatos com aspecto natural, pedras orgânicas, madeiras em tons quentes, metais mais sofisticados e foscos, texturas naturais e superfícies acetinadas. Veja a seguir mais quatro dicas do especialista para criar uma casa afetiva e cheia de personalidade: 

1 – Invista no artesanal 

Uma das principais características desse estilo é a presença de materiais que remetem ao natural e ao artesanal. Os acabamentos têm um papel fundamental nessa composição, porque são eles que ajudam a transmitir conforto visual sem abrir mão da elegância.

“Madeira, pedra natural, tecidos orgânicos, palha e superfícies mais foscas ajudam a criar essa atmosfera acolhedora. Hoje, inclusive, muitos porcelanatos e revestimentos conseguem reproduzir essas texturas com sofisticação e praticidade, trazendo o aconchego da estética afetiva para uma leitura mais contemporânea”, destaca. 

2 . As plantas marcam presença

As plantas sempre fizeram parte das casas mais acolhedoras e hoje aparecem de forma muito mais integrada ao design dos ambientes. Além de trazer frescor e sensação de bem-estar, elas ajudam a valorizar materiais naturais e composições mais orgânicas.

Quando combinadas com revestimentos em tons terrosos, pedras naturais ou texturas amadeiradas, criam ambientes sofisticados, leves e extremamente convidativos.


3 – Aposte em itens de valor sentimental 

Uma casa com personalidade é construída através das histórias que ela carrega.

Livros, fotografias, peças herdadas, objetos de viagem e itens artesanais trazem autenticidade ao ambiente. Mas o segredo está no equilíbrio: use esses elementos sobre uma base mais clean e bem resolvida.

“Por isso, a escolha dos acabamentos faz tanta diferença. Quando o projeto possui uma base elegante com revestimentos bem especificados, iluminação aconchegante e materiais atemporais os objetos pessoais ganham ainda mais destaque”, avalia Caiado.


4 – Contraste e harmonia dão o tom 

A sensação de acolhimento vem muito da forma como os materiais conversam entre si.

Iluminação indireta, tecidos naturais, móveis confortáveis e superfícies com textura ajudam a criar ambientes mais humanos e agradáveis.

“Hoje existe uma busca muito forte por acabamentos que tragam exatamente essa sensação: materiais mais quentes visualmente, tons naturais, texturas suaves e composições menos frias fazem a diferença”, enfatiza o design de interiores da Essence Acabamentos, empresa do Grupo Soares. 

COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS
Raquel Pinho e equipe

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Isabella Daneluz amplia carreira e vai dos palcos às telas do cinema.

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Em turnê com “Miraculous Ladybug:

O Show Musical”, atriz encara novo desafio no audiovisual e integra produção sobre a trajetória de Lélia Gonzalez.

A atriz Isabella Daneluz, que vem construindo sua trajetória especialmente nos palcos e no teatro musical, prepara-se para um novo momento na carreira.

A artista amplia sua atuação no audiovisual ao interpretar Ana Felippe em uma produção dedicada à trajetória de Lélia Gonzalez, uma das mais importantes intelectuais, escritoras e ativistas brasileiras.

A obra resgata a história e o legado de Lélia Gonzalez, referência fundamental do pensamento social brasileiro e dos debates sobre racismo, sexismo, identidade, cultura e a realidade das mulheres negras no país.

Na produção, Isabella interpreta Ana Felippe, personagem ligada à trajetória de Lélia e apresentada na narrativa como uma de suas amigas e escritoras próximas, contribuindo para revelar também as relações pessoais, afetivas e intelectuais que fizeram parte dessa história.

Atualmente em turnê com “Miraculous Ladybug:

O Show Musical”, que chega a São Paulo em outubro, Isabella vive a experiência de transitar entre duas linguagens distintas.

Acostumada à intensidade, à projeção e à presença exigidas pelo teatro, a atriz encontra diante das câmeras um trabalho marcado pelas sutilezas da interpretação, pelos detalhes e pela construção de emoções em uma escala diferente.

A nova experiência representa também uma oportunidade de ampliar seu repertório artístico.

A passagem dos palcos para o audiovisual exige adaptações na forma de interpretar e permite que Isabella explore novas possibilidades profissionais, conciliando a experiência adquirida no teatro musical com os desafios de uma produção cinematográfica.

As gravações acontecem em São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro, cidades que integram a construção da narrativa e ajudam a dimensionar a trajetória retratada.

Ao reunir história, memória, cultura e representatividade, o projeto busca aproximar o público, inclusive as novas gerações, do pensamento e do legado deixado por Lélia Gonzalez.

Entre os palcos e as telas, Isabella Daneluz segue ampliando os caminhos de sua carreira.

Depois de conquistar espaço no teatro musical, a atriz passa a explorar com maior intensidade o audiovisual, levando sua experiência e sensibilidade artística para uma produção que recupera uma personagem fundamental da história brasileira e as pessoas que fizeram parte de sua trajetória.

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Geneticista Dr. Neto apresenta avanço em mapeamento genético durante MEDX Experience,

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Durante palestra, especialista apresentou aos médicos uma novidade na área da genética que amplia as possibilidades de prevenção, diagnóstico e personalização dos cuidados com a saúde.

O geneticista Dr. Neto foi um dos palestrantes do MEDX Experience, realizado nesta sexta-feira (28), no K Hotel, em Goiânia.

O encontro reuniu médicos em uma programação de imersão voltada à ciência aplicada à prática, tecnologia, gestão, inovação e aos novos caminhos que vêm transformando a medicina.

Durante sua participação, Dr. Neto apresentou aos profissionais presentes uma novidade relacionada ao mapeamento genético, apontada como um importante avanço para uma medicina cada vez mais individualizada.

A tecnologia permite ampliar a compreensão sobre características genéticas de cada pessoa e, a partir dessas informações, contribuir para estratégias mais direcionadas de prevenção, acompanhamento e cuidado.

A proposta representa uma mudança de perspectiva: além de atuar diante de doenças já instaladas, os avanços da genética possibilitam conhecer previamente determinadas predisposições e características individuais que podem auxiliar médicos e pacientes na tomada de decisões ao longo da vida.

Segundo o pesquisador Dr. Neto, o crescimento da medicina genética abre espaço para uma abordagem mais precisa, na qual cada paciente passa a ser analisado considerando também informações presentes em seu DNA.

O mapeamento pode oferecer dados que, associados à avaliação médica, histórico familiar, hábitos e outros exames, ajudam a construir uma visão mais ampla e personalizada da saúde.Durante a palestra, o geneticista destacou que essa evolução pode impactar diferentes áreas da medicina, justamente por fornecer informações capazes de auxiliar profissionais na compreensão de riscos individuais e na definição de estratégias de acompanhamento mais adequadas para cada perfil.

A novidade apresentada no MEDX Experience reforça um movimento que vem ganhando espaço na medicina: a transição de modelos generalizados de cuidado para uma atuação cada vez mais preventiva, preditiva e personalizada, utilizando a genética como uma importante aliada.

O MEDX Experience é direcionado a médicos que buscam acompanhar as transformações do setor e reúne ciência, tecnologia, gestão e inovação em uma programação voltada à aplicação prática do conhecimento.

A participação de Dr. Neto colocou a genética no centro dessa discussão, mostrando como informações presentes no DNA podem contribuir para uma nova forma de compreender a saúde e pensar a medicina do futuro.

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Por que o feito à mão voltou ao centro do design contemporâneo.

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Em plena era da inteligência artificial e da produção cada vez mais acelerada, processos artesanais voltam a ganhar protagonismo.

Para a arquiteta Camila Pimenta, não é nostalgia: é uma nova percepção de valor.

Quanto mais a tecnologia acelera a criação e torna possível reproduzir praticamente qualquer coisa, mais atenção o design contemporâneo parece dedicar àquilo que não pode ser replicado exatamente da mesma maneira.

Vidros soprados individualmente, pedras trabalhadas como esculturas, metais moldados, marcenaria, bordados e peças produzidas em pequenas séries voltam a ocupar espaço relevante na arquitetura.

Para Camila Pimenta, esse movimento não representa uma rejeição à tecnologia.

Pelo contrário.“A tecnologia amplia aquilo que podemos fazer.

Mas repertório, sensibilidade e intenção continuam determinando o que realmente vale a pena fazer.”

A arquiteta acredita que o encontro entre processos tecnológicos e conhecimento artesanal será cada vez mais importante.

Uma peça pode nascer de modelagem digital e engenharia de alta precisão e ainda depender das mãos de um artesão para adquirir sua característica mais especial.

E, nesse cenário, até pequenas variações passam a ter outro significado.“

Existe uma diferença enorme entre imperfeito e mal executado.

O artesanal que me interessa tem precisão, mas preserva aquilo que torna cada peça única.”

A mudança também chega à curadoria dos interiores.

Além de perguntar quem assina determinado objeto, passa a importar onde ele foi produzido, quem o executou, qual técnica foi utilizada e qual história existe por trás dele.

É uma lógica que Camila leva aos próprios projetos.

Sua pesquisa atravessa fabricantes, galerias, artistas, artesãos e diferentes países em busca de algo específico para cada residência.

E nem sempre a resposta está disponível no mercado.

“Às vezes procuramos no mundo inteiro e percebemos que a peça certa simplesmente não existe. Então, precisamos criá-la.

É justamente nesse ponto que arquitetura, interiores, arte e design de produto começam a se aproximar.

Em vez de uma residência construída apenas a partir de escolhas de catálogo, surgem peças desenvolvidas especificamente para aquele espaço e aquela família.

Para Camila, o retorno do feito à mão, portanto, não deve ser entendido como uma tendência estética. É consequência de um momento em que autoria, procedência e tempo voltam a participar da percepção de valor de um objeto.

“Talvez o futuro do design não esteja em escolher entre a mão e a máquina, mas em saber exatamente o que devemos pedir a cada uma delas.”

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