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Tecnologia utilizada por Kim Kardashian chega ao Brasil

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Nova geração de radiofrequência alcança camadas profundas da pele e ganha espaço entre pacientes que buscam rejuvenescimento com resultados naturais

A busca por procedimentos estéticos capazes de oferecer resultados cada vez mais naturais tem impulsionado uma nova geração de tecnologias voltadas ao estímulo de colágeno. A mais recente delas é o XERF, equipamento que vem ganhando destaque internacional por atuar em camadas profundas da pele sem a necessidade de cirurgia.

A tecnologia ganhou repercussão nos Estados Unidos após ser utilizada por celebridades como Kim Kardashian e agora começa a chegar ao mercado brasileiro, acompanhando uma tendência global de tratamentos minimamente invasivos focados na regeneração dos tecidos. E já sendo incluída na rotina de cuidados de personalidades como Silvia Braz.

Considerado uma evolução das radiofrequências convencionais, o XERF utiliza duas frequências simultâneas que permitem atingir diferentes profundidades da pele, chegando ao SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial), estrutura responsável pela sustentação facial e tradicionalmente associada aos resultados obtidos em cirurgias de lifting.

Na prática, o equipamento funciona como um estimulador tecnológico de colágeno. Por meio do aquecimento controlado dos tecidos, promove a contração das fibras existentes e estimula a produção de novas fibras de sustentação ao longo dos meses seguintes ao procedimento.

Segundo o dermatologista Dr. Bones, um dos primeiros médicos do Brasil a investir na tecnologia, o crescimento da procura por tratamentos desse tipo reflete uma mudança de comportamento dos pacientes.

“Hoje existe uma busca muito maior por procedimentos que preservem a identidade facial. As pessoas querem envelhecer bem, mas sem transformar seus traços. As novas tecnologias surgem justamente para estimular mecanismos naturais do organismo e melhorar a qualidade da pele de forma progressiva”, explica.

A chegada do XERF ao Brasil acompanha um movimento global: a procura por procedimentos que estimulem os mecanismos naturais do organismo vem crescendo, enquanto os tratamentos excessivamente volumizadores perdem espaço. 

O equipamento não substitui a cirurgia em casos avançados, mas abre uma nova possibilidade para pacientes que desejam adiar intervenções mais invasivas ou potencializar resultados já conquistados.

Para o Dr. Bones, o futuro do rejuvenescimento não está em transformar a aparência, mas em estimular inteligentemente o que o corpo já sabe fazer.

Embora não substitua a cirurgia plástica em casos avançados de flacidez, o XERF surge como alternativa para pacientes que ainda não possuem indicação cirúrgica, desejam adiar intervenções mais invasivas ou buscam potencializar resultados já conquistados.

A expectativa do setor é que a tecnologia se torne uma das principais apostas da medicina estética nos próximos anos, impulsionada pela crescente demanda por tratamentos que combinem inovação, segurança e naturalidade.

Felipe Fernandes

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Literatura

Clube do Livro celebra os 70 anos de “Grande Sertão: Veredas” com leitura comentada gratuita

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Encontros online promovidos pela Nova Acrópole e pela Biblioteca Nacional de Brasília vão explorar os aspectos literários, simbólicos e filosóficos da obra de João Guimarães Rosa
Em celebração aos 70 anos da publicação de “Grande Sertão: Veredas”, uma das mais importantes obras da literatura brasileira, a Nova Acrópole Brasil área Norte e a Biblioteca Nacional de Brasília promovem o Clube do Livro “70 anos de Grande Sertão: Veredas, uma jornada pela vida e obra de João Guimarães Rosa”. A atividade é gratuita, online e aberta ao público.

A programação inicia na quinta-feira, 23 de julho, e será composta por oito encontros quinzenais, sempre às quintas-feiras, das 19h às 19h50, com transmissão ao vivo pelo canal da Nova Acrópole Brasil no YouTube. As próximas datas serão 6 e 20 de agosto, 3 e 17 de setembro e 1º, 15 e 29 de outubro.

A condução será da professora de Literatura e filósofa Marluce Cláudia Leite, instrutora voluntária da Nova Acrópole, que guiará os participantes por uma leitura comentada da obra, explorando seus aspectos literários, simbólicos e filosóficos.

A iniciativa integra a parceria entre a Biblioteca Nacional de Brasília e a Nova Acrópole, iniciada em 2023. Desde então, as instituições vêm promovendo leituras comentadas em formato híbrido (presencial e online) de obras clássicas e contemporâneas, entre elas Filosofia da Arte, O Cavaleiro Preso na Armadura, Hábitos Atômicos e Em Busca de Sentido, ampliando o acesso à reflexão filosófica e à formação cultural.

Grande Sertão
Publicado em 1956, Grande Sertão: Veredas é considerado um marco da literatura nacional. Muito além de um romance regional, a obra apresenta uma profunda narrativa simbólica sobre a condição humana, abordando questões universais como liberdade, escolhas, coragem, bem e mal, destino e autoconhecimento.

Ao longo da narrativa, a trajetória de Riobaldo revela a permanente busca do ser humano por compreender a si mesmo, enfrentar seus medos e encontrar sentido para a própria existência. Por isso, a obra permanece atual e relevante, transcendendo fronteiras geográficas e temporais.

Segundo Marluce Cláudia Leite, a leitura do romance oferece uma oportunidade singular de reflexão sobre a experiência humana. “Ler Grande Sertão: Veredas é percorrer uma travessia filosófica, poética e humana, na qual o sertão se torna imagem da alma e cada vereda aponta para os desafios e aprendizados que acompanham todo aquele que busca tornar-se plenamente humano”, afirma.

Além de homenagear o legado de João Guimarães Rosa, o Clube do Livro pretende aproximar novos leitores da obra e proporcionar um espaço de diálogo sobre os temas humanos e filosóficos presentes em um dos maiores clássicos da literatura brasileira.

Serviço:
Clube do Livro “70 anos de Grande Sertão: Veredas
Quando: Início dia 23 de julho (Encontros quinzenais das 19h às 19h50)
Onde: Canal de youtube https://www.youtube.com/@NovaAcropole
Gratuito

Dora Teruel

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Dia dos Avós 

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Em comemoração ao Dia dos Avós, celebrado em 26 de julho, o Espaço Gentileza Flamboyant preparou uma programação aberta ao público para reunir diferentes gerações em uma manhã de lazer e diversão.

As atividades serão realizadas no domingo (26/07), das 9h às 12h, e incluem recreação infantil com a participação dos avós, estação de bicicletas e uma arena de troca de figurinhas. A programação acontece no espaço, localizado na Avenida H, Quadra C-8, Jardim Goiás. Todas as informações  sobre a agenda podem ser acompanhadas pelo @flamboyanturbanismo. 

FatoMais Comunicação

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5 dicas para ter uma casa com cara de vó, mas sem perder a jovialidade

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Itens artesanais, naturais e que tragam memórias afetivas são bem vindos

O resgate das raízes famíliares e das memórias afetivas está presente em diversos aspectos da vida moderna, um contraponto à essa rotina tão intensa e hiperconectada em que vivemos atualmente. Se reconectar consigo mesmo, com a natureza e com as memórias é um hábito que pode ser cultivado por meio da gastronomia, da leitura, da musicalidade, mas também da arquitetura, que é responsável por criar espaços que remetem à alma, ao imaginário e à sensação de acolhimento em casa. 

A tendência atinge todos os públicos, em especial os mais jovens que buscam ambientes que lembram o “estar em casa”, o aconchego e o colo de vó. Segundo o design de interiores e relações públicas da Essence Acabamentos, Anderson Caiado, o charme dessa tendência está justamente no contraste, que garante um espaço com cara de casa de vó, mantendo certa jovialidade. “É possível unir elementos clássicos e afetivos com linhas modernas e sofisticadas, criando espaços atemporais e elegantes”, destaca ele. 

De acordo com o especialista, uma marcenaria contemporânea pode conversar perfeitamente com uma mesa mais robusta. Um revestimento natural pode deixar um ambiente minimalista muito mais acolhedor. Anderson Caiado reforça que mais do que uma tendência estética, a “casa com cara de vó” representa uma nova forma de morar: ambientes mais afetivos, acolhedores e com identidade. 

Segundo ele, os acabamentos mais presentes nessa proposta costumam ser os porcelanatos com aspecto natural, pedras orgânicas, madeiras em tons quentes, metais mais sofisticados e foscos, texturas naturais e superfícies acetinadas. Veja a seguir mais quatro dicas do especialista para criar uma casa afetiva e cheia de personalidade: 

1 – Invista no artesanal 

Uma das principais características desse estilo é a presença de materiais que remetem ao natural e ao artesanal. Os acabamentos têm um papel fundamental nessa composição, porque são eles que ajudam a transmitir conforto visual sem abrir mão da elegância.

“Madeira, pedra natural, tecidos orgânicos, palha e superfícies mais foscas ajudam a criar essa atmosfera acolhedora. Hoje, inclusive, muitos porcelanatos e revestimentos conseguem reproduzir essas texturas com sofisticação e praticidade, trazendo o aconchego da estética afetiva para uma leitura mais contemporânea”, destaca. 

2 . As plantas marcam presença

As plantas sempre fizeram parte das casas mais acolhedoras e hoje aparecem de forma muito mais integrada ao design dos ambientes. Além de trazer frescor e sensação de bem-estar, elas ajudam a valorizar materiais naturais e composições mais orgânicas.

Quando combinadas com revestimentos em tons terrosos, pedras naturais ou texturas amadeiradas, criam ambientes sofisticados, leves e extremamente convidativos.


3 – Aposte em itens de valor sentimental 

Uma casa com personalidade é construída através das histórias que ela carrega.

Livros, fotografias, peças herdadas, objetos de viagem e itens artesanais trazem autenticidade ao ambiente. Mas o segredo está no equilíbrio: use esses elementos sobre uma base mais clean e bem resolvida.

“Por isso, a escolha dos acabamentos faz tanta diferença. Quando o projeto possui uma base elegante com revestimentos bem especificados, iluminação aconchegante e materiais atemporais os objetos pessoais ganham ainda mais destaque”, avalia Caiado.


4 – Contraste e harmonia dão o tom 

A sensação de acolhimento vem muito da forma como os materiais conversam entre si.

Iluminação indireta, tecidos naturais, móveis confortáveis e superfícies com textura ajudam a criar ambientes mais humanos e agradáveis.

“Hoje existe uma busca muito forte por acabamentos que tragam exatamente essa sensação: materiais mais quentes visualmente, tons naturais, texturas suaves e composições menos frias fazem a diferença”, enfatiza o design de interiores da Essence Acabamentos, empresa do Grupo Soares. 

COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS
Raquel Pinho e equipe

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