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Brilharam

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A designer gráfica Jessica Moreira, a gerente de marketing Emylia Chaveiro e a auxiliar administrativo Larissa Geovanna brilharam na organização do coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre. O condomínio horizontal é mais um empreendimento da Emisa Incorporadora entregue em Anápolis. 

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Duas gerações

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Os sócios e diretores da Emisa Incorporadora, Juliano Santos e Amador Santos (pai e filho); João Emídio e Guilherme Emídio (também pai e filho) foram os grandes anfitriões de um coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre, em Anápolis. Juliano e Guilherme dão seguimento à bem sucedida trajetória empresarial de seus pais, à frente da Emisa, incorporadora que no próximo ano completará 50 anos de fundação.

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Notícias

Tecnologia utilizada por Kim Kardashian chega ao Brasil

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Nova geração de radiofrequência alcança camadas profundas da pele e ganha espaço entre pacientes que buscam rejuvenescimento com resultados naturais

A busca por procedimentos estéticos capazes de oferecer resultados cada vez mais naturais tem impulsionado uma nova geração de tecnologias voltadas ao estímulo de colágeno. A mais recente delas é o XERF, equipamento que vem ganhando destaque internacional por atuar em camadas profundas da pele sem a necessidade de cirurgia.

A tecnologia ganhou repercussão nos Estados Unidos após ser utilizada por celebridades como Kim Kardashian e agora começa a chegar ao mercado brasileiro, acompanhando uma tendência global de tratamentos minimamente invasivos focados na regeneração dos tecidos. E já sendo incluída na rotina de cuidados de personalidades como Silvia Braz.

Considerado uma evolução das radiofrequências convencionais, o XERF utiliza duas frequências simultâneas que permitem atingir diferentes profundidades da pele, chegando ao SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial), estrutura responsável pela sustentação facial e tradicionalmente associada aos resultados obtidos em cirurgias de lifting.

Na prática, o equipamento funciona como um estimulador tecnológico de colágeno. Por meio do aquecimento controlado dos tecidos, promove a contração das fibras existentes e estimula a produção de novas fibras de sustentação ao longo dos meses seguintes ao procedimento.

Segundo o dermatologista Dr. Bones, um dos primeiros médicos do Brasil a investir na tecnologia, o crescimento da procura por tratamentos desse tipo reflete uma mudança de comportamento dos pacientes.

“Hoje existe uma busca muito maior por procedimentos que preservem a identidade facial. As pessoas querem envelhecer bem, mas sem transformar seus traços. As novas tecnologias surgem justamente para estimular mecanismos naturais do organismo e melhorar a qualidade da pele de forma progressiva”, explica.

A chegada do XERF ao Brasil acompanha um movimento global: a procura por procedimentos que estimulem os mecanismos naturais do organismo vem crescendo, enquanto os tratamentos excessivamente volumizadores perdem espaço. 

O equipamento não substitui a cirurgia em casos avançados, mas abre uma nova possibilidade para pacientes que desejam adiar intervenções mais invasivas ou potencializar resultados já conquistados.

Para o Dr. Bones, o futuro do rejuvenescimento não está em transformar a aparência, mas em estimular inteligentemente o que o corpo já sabe fazer.

Embora não substitua a cirurgia plástica em casos avançados de flacidez, o XERF surge como alternativa para pacientes que ainda não possuem indicação cirúrgica, desejam adiar intervenções mais invasivas ou buscam potencializar resultados já conquistados.

A expectativa do setor é que a tecnologia se torne uma das principais apostas da medicina estética nos próximos anos, impulsionada pela crescente demanda por tratamentos que combinem inovação, segurança e naturalidade.

Felipe Fernandes

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Literatura

Clube do Livro celebra os 70 anos de “Grande Sertão: Veredas” com leitura comentada gratuita

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Encontros online promovidos pela Nova Acrópole e pela Biblioteca Nacional de Brasília vão explorar os aspectos literários, simbólicos e filosóficos da obra de João Guimarães Rosa
Em celebração aos 70 anos da publicação de “Grande Sertão: Veredas”, uma das mais importantes obras da literatura brasileira, a Nova Acrópole Brasil área Norte e a Biblioteca Nacional de Brasília promovem o Clube do Livro “70 anos de Grande Sertão: Veredas, uma jornada pela vida e obra de João Guimarães Rosa”. A atividade é gratuita, online e aberta ao público.

A programação inicia na quinta-feira, 23 de julho, e será composta por oito encontros quinzenais, sempre às quintas-feiras, das 19h às 19h50, com transmissão ao vivo pelo canal da Nova Acrópole Brasil no YouTube. As próximas datas serão 6 e 20 de agosto, 3 e 17 de setembro e 1º, 15 e 29 de outubro.

A condução será da professora de Literatura e filósofa Marluce Cláudia Leite, instrutora voluntária da Nova Acrópole, que guiará os participantes por uma leitura comentada da obra, explorando seus aspectos literários, simbólicos e filosóficos.

A iniciativa integra a parceria entre a Biblioteca Nacional de Brasília e a Nova Acrópole, iniciada em 2023. Desde então, as instituições vêm promovendo leituras comentadas em formato híbrido (presencial e online) de obras clássicas e contemporâneas, entre elas Filosofia da Arte, O Cavaleiro Preso na Armadura, Hábitos Atômicos e Em Busca de Sentido, ampliando o acesso à reflexão filosófica e à formação cultural.

Grande Sertão
Publicado em 1956, Grande Sertão: Veredas é considerado um marco da literatura nacional. Muito além de um romance regional, a obra apresenta uma profunda narrativa simbólica sobre a condição humana, abordando questões universais como liberdade, escolhas, coragem, bem e mal, destino e autoconhecimento.

Ao longo da narrativa, a trajetória de Riobaldo revela a permanente busca do ser humano por compreender a si mesmo, enfrentar seus medos e encontrar sentido para a própria existência. Por isso, a obra permanece atual e relevante, transcendendo fronteiras geográficas e temporais.

Segundo Marluce Cláudia Leite, a leitura do romance oferece uma oportunidade singular de reflexão sobre a experiência humana. “Ler Grande Sertão: Veredas é percorrer uma travessia filosófica, poética e humana, na qual o sertão se torna imagem da alma e cada vereda aponta para os desafios e aprendizados que acompanham todo aquele que busca tornar-se plenamente humano”, afirma.

Além de homenagear o legado de João Guimarães Rosa, o Clube do Livro pretende aproximar novos leitores da obra e proporcionar um espaço de diálogo sobre os temas humanos e filosóficos presentes em um dos maiores clássicos da literatura brasileira.

Serviço:
Clube do Livro “70 anos de Grande Sertão: Veredas
Quando: Início dia 23 de julho (Encontros quinzenais das 19h às 19h50)
Onde: Canal de youtube https://www.youtube.com/@NovaAcropole
Gratuito

Dora Teruel

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