Equipe se prepara para o Sertões Petrobras 2026 e fortalece parceria com Jorge Negretti
Como parte da preparação para o maior rally das Américas, o Sertões Petrobras 2026, a Image Hunter participa de uma série de compromissos que integram o calendário oficial da temporada.
A programação começou com a inédita etapa do Sertões Series Paraná, realizada entre os dias 9 e 11 de julho, em Siqueira Campos (PR).
A competição reuniu motos, carros e UTVs em um percurso de aproximadamente 900 quilômetros.
Representando a essência da marca, Walmir, fundador da Image Hunter, e a equipe Image Hunter Rally Team acompanharam de perto toda a intensidade da prova.
A equipe participou do desafio ficando em terceiro lugar na categoria Bigtrail e entre os dez primeiros na classificação geral, com o piloto oficial, Adriano Galante, que se destacou com a Ducati DesertX, modelo que estará nas trilhas durante o evento de agosto, na capital goiana.
A participação no Sertões Series reforça a presença da Image Hunter no universo off-road.
Outro destaque da marca é a aproximação com Jorge Negretti, em um movimento voltado ao fortalecimento e à construção de futuras parcerias.
Essa conexão dá continuidade às ações realizadas nas últimas semanas, quando Negretti participou de um treino na Serra da Canastra, no início de julho, oportunidade em que testou a Ducati DesertX que será pilotada por Adriano Galante durante o Sertões Petrobras 2026.
“Ser a equipe oficial da Ducati no Sertões Petrobras representa um marco importante para a Image Hunter e reforça a confiança construída ao longo da nossa trajetória.
Estamos trabalhando na criação de novos projetos e no fortalecimento de parcerias estratégicas, incluindo a aproximação com Jorge Negretti, para trazer novidades nos próximos meses”, afirma Walmir Cunha, fundador da Image Hunter.
Sobre Walmir Cunha e a Image Hunter Natural de Goiânia, o advogado e empresário Walmir Cunha transformou uma paixão pessoal em um projeto empresarial voltado ao universo das duas rodas.
Apaixonado por motociclismo, percorreu mais de 45 países de motocicleta, acumulando experiências que deram origem à criação da Image Hunter.
Inicialmente voltada para a organização de expedições e experiências de mototurismo, a empresa ampliou sua atuação ao longo dos anos e passou a desenvolver projetos ligados à produção de conteúdo, treinamento, experiências exclusivas e articulação de eventos esportivos, como a vinda do MotoGP, Campeonato Brasileiro de Motocross e Campeonato Sul-Americano de Motocross para Goiânia.
Hoje, a Image Hunter atua conectando marcas, pilotos, competições e entusiastas do motociclismo, com iniciativas que vão desde viagens internacionais até a participação na realização de eventos de grande porte.
Entre os projetos futuros estão novas expedições para França, Estados Unidos e Argentina, além da segunda edição da Volta Motociclística, evento que busca resgatar a história do motociclismo em Goiás e valorizar o patrimônio cultural de Goiânia.
A empresária Genesi Bueno comemorou seu aniversário na terça-feira (06.10), recebendo um seleto grupo de amigos em sua residência.
Em clima de elegância e descontração, a anfitriã celebrou a data especial cercada pelo carinho dos convidados, em uma tarde marcada por boas conversas, alegria e momentos de confraternização. Veja quem esteve presente:
Genesi Bueno e o esposo Sebastião Rodovalho
Rodovalho, Genesi Bueno, Ana Maria Olival e Luiz Antônio Guedes.
Ana Clara. Genesi Bueno, Coelho e Kênia de Souza
Genesi Bueno, Liliane Lobo comandou o Buffet e a decoração
Lá estava ele, retirado do pequeno canal de água, perto do aeroporto, em pleno período reprodutivo. Diferente da cabeça aos pés, o ornitorrinco, aqui chamado de platypus, é um animal singular. Descrevê-lo torna-se uma obrigação, devido aos seus hábitos e aspecto “fofinho”. Porém rico em aprendizados.
Seu nariz é em forma de bico de pato. Nós mal cheiramos ao nosso redor, não percebemos as armadilhas as quais somos lançados. As redes de promessas, ganhos espetaculares, amores fugidios. Ele não, tem um sensor elétrico nessa região corporal. Delimita bem suas ações.
Outra coisa, seus olhos possuem uma membrana que os protegem nos mergulhos de 30 segundos onde ele coloca toda a comida para dentro das bochechas, inclusive com areia. Mas aí ele separa tudo e só engole o bom e quando está na quantidade certa. Infelizmente não vemos nada, ou não queremos perceber a turvação da sociedade atual. Enlameada pelo consumismo infindo. Engolindo sapos e pedras diariamente.
Quando acasala, a fêmea carrega dentro de si… ovos! Sim, mas ele é um mamífero. Entretanto põe ovos. No máximo dois filhotinhos nascem com dentes, no que utilizam habilmente para quebrar a casca.
Mamam em pequenos orifícios que saem direto do abdome da mamãe ornitorrinco. Desde cedo aprendem a se virar. São independentes e nadam muito bem. Quantos de nossos filhos ainda, mesmo que adultos, dependem de nós?
Suas tocas são confortáveis, do tamanho ideal. E quando o papai e a mamãe saem, a proteção é máxima. Não são casas monumentais e muito menos barracos sem saneamento básico. Imunes a chuvas, enchentes e predadores.
Se tiver a oportunidade de passar a mão em seu dorso, verá que os pelos são os mais macios que você possa ter tocado.
As costas do ornitorrinco carregam a verdade e a coragem, elas sinalizam uma capacidade de resiliência incrível. E nós, o que carregamos? Culpas? Erros? Arrependimentos? E se você colocar uma luz ultravioleta, ele brilha. Ou seja, diante da escuridão, ele se sobressai.
Uma surpresa está guardada na patas palmilhadas traseiras, um ferrão. O macho o utiliza para lutas e defesa territorial. Apesar do aspecto encantador, sabe se defender. Se enquanto com as patas da frente ele nada, com as detrás ele se direciona e ataca se necessário for. Além disso tem a cauda achatada, igual a de um castor. Muito bonita. É um leme.
Ele sabe perfeitamente para onde vai. E nós? Para onde vamos? O que queremos? Quais as nossas prioridades?
Um animal exótico, claro. Mas cada um de nós temos características próprias, únicas. O que nos falta é essa percepção do “ter” que o ornitorrinco possui e é.
De maneira diversa? Sim. Mas ele se importa com a sua família, com o que come, onde vive, se defende e ama. Riquíssimo.
Reiz Fernandes e Solange Martins participram da Expofavela Inovation.
Registro de marcas fortalece o empreendedorismo nas favelas e protege a identidade dos negócios
Marcas que nascem nas favelas representam muito mais do que oportunidades de negócios: elas traduzem a identidade cultural, a criatividade e a capacidade empreendedora de suas comunidades. Com potencial para conquistar novos mercados e estabelecer parcerias com grandes empresas, esses empreendimentos podem ultrapassar fronteiras e alcançar projeção nacional e internacional.
Nesse cenário, o registro de marca torna-se uma medida estratégica para garantir segurança jurídica e preservar a autenticidade dos negócios. A formalização junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) permite proteger o nome e os elementos distintivos da marca, reduzindo riscos de uso indevido e fortalecendo seu valor comercial.
A proteção da propriedade intelectual é, portanto, um passo importante para transformar a criatividade das periferias em ativos econômicos sustentáveis, ampliando oportunidades de crescimento, reconhecimento e geração de renda.