Mais de meia tonelada de alimentos e cerca de 200 peças de agasalhos foram arrecadados graças a mobilização de funcionários e corretores parceiros de uma incorporadora de Goiânia.
Entre as entidades beneficiadas com as doações está a Vila São Cottolengo, em Trindade e o Centro de Idosos Sagrada Família, da OVGSegundo o levantamento “Retrato da Solidariedade:
Comportamento pró-social no Brasil 2025”, feito pelo Instituto Pensi, a porcentagem de pessoas que não fizeram nenhuma doação (entre dinheiro, bens e tempo) aumentou de 42% em 2024 para 44,5% em 2025.
Por si só, o índice é preocupante, mas o aumento de um ano para outro acende ainda mais o alerta sobre a relevância de campanhas de doação, não somente para mobilização popular, mas para melhoria da qualidade de vida de pessoas em situação de vulnerabilidade.
Pensando na importância social das ações de solidariedade, a FGR Incorporações, uma empresa goiana, realizou a entrega de mais de meia tonelada de alimentos não perecíveis e mais de 200 peças de agasalhos e cobertores a entidades assistenciais, em Trindade, em Senador Canedo e em Goiânia.
“Tudo isso faz parte do nosso maior propósito que é o de transformar vidas.
Não apenas por meio da moradia, mas também de ações solidárias como essas que concluímos hoje”, salientou Rafael Carlos, coordenador de Gestão e Gente da FGR e responsável pela entrega dos donativos.
Uma das ações sociais recentes promovidas pela FGR foi um arraiá julino, realizado no último dia 9, quando foram arrecadados mais de 500 quilos de alimentos não perecíveis, doados por corretores de imóveis parceiros da incorporadora, colaboradores e por convidados da comunidade local.
O evento foi realizado no mesmo espaço onde, em breve, serão inauguradas as instalações do novo estande de vendas da incorporadora, na altura do quilômetro 7 da GO-060, a Rodovia dos Romeiros.
A entidade escolhida para receber os alimentos arrecadados foi a Vila São Cottolengo, em Trindade.
Com 75 anos de atuação, a Vila São Cottolengo atende de forma contínua e presencial mais de 313 pacientes com deficiências múltiplas.
Além disso, presta mais de sete mil atendimentos mensais, incluindo cirurgias oftalmológicas, consultas médicas em várias especialidades, tratamentos de reabilitação, além de atendimentos em psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional e nutrição.
“É muito importante quando recebemos doações como essas, vindas de um grupo que é tão grande, porque isso demonstra à comunidade, para nós também, a importância e a relevância do nosso trabalho, voltado às pessoas que mais precisam”, destacou o irmão Allyson Duarte Araújo, missionário redentorista, segundo secretário e gestor de comunicação e marketing da instituição.
*Calor que constrói*
Já o Recado do Sonho – Lar para Idosos, em Senador Canedo – foi uma das instituições beneficiadas com parte das mais de 220 peças de agasalhos e cobertores arrecadados na campanha “Calor que Constrói”, que contou com a ampla participação de colaboradores em quatro obras da FGR: Jardins Turim, Jardins Berlim, Jardins Zurique e Jardins Cannes.
A ideia da campanha para arrecadar os agasalhos partiu do técnico de segurança do trabalho Paulo Luiz dos Santos e de outro colega de obra.
A iniciativa, que começou como algo pequeno, logo ganhou a adesão de outros colaboradores e se espalhou por outros três canteiros de obras, como explica o engenheiro de segurança da FGR, Bruno Carvalho.
“A ideia inicial era para ser só numa única obra. Mas, quando a gente viu que a ação podia abraçar mais pessoas, decidimos fazer algo maior e convidamos outros braços e mãos para a campanha”, explicou o engenheiro de segurança.
Com dez anos de atuação, o Recado do Sonho atende a cerca de 30 idosos, a grande maioria em situação de vulnerabilidade social.
“Temos aqui uma instituição de longa permanência, sem fins lucrativos. Hoje temos alguns idosos cujas famílias até pagam alguma coisa, mas mesmo assim negociamos um valor que elas conseguem pagar, e em geral não é muito.
Mas muitos dos idosos que temos aqui são de famílias que não têm condição alguma e outros nem família têm.
Portanto, doações como esta que estamos recebendo, é que nos ajuda a mantermos esse trabalho, que é feito com todo amor e dedicação”, salientou a aposentada Zélia Maria de Menezes Sousa, gestora e fundadora do lar para idosos, ao agradecer as doações.
*Mais doações*
Como a campanha de arrecadação de agasalhos conseguiu levantar um bom número de itens, os organizadores da iniciativa decidiram ajudar outra instituição, que atende também a idosos em situação de vulnerabilidade social.
A entidade escolhida foi o Centro de Idosos Sagrada Família, em Goiânia.
Gerido pela Organização da Voluntárias de Goiás (OVG), o Centro atende mensalmente a cerca de 400 idosos em situação de vulnerabilidade, muitos deles em regime de Longa Permanência de Idosos (ILPI).
O restante de agasalhos e cobertores foi entregue nesta última segunda-feira (20/07).Para Rafael Gonçalves, coordenador de Gestão e Gente da FGR, além da própria ajuda em si, essas ações sociais promovidas e apoiadas pela incorporadora têm outro importante impacto.
“A FGR não é só uma grande incorporadora, é também uma empresa com um enorme valor de marca, por isso acreditamos que com esse nosso valor, essa nossa força, consigamos inspirar outras empresas, outras pessoas a também fazer a parte dessa partilha com a comunidade”, avalia.
Cacau Jr. intensifica treinos e pode encarar desafio no Fight Music ShowEx-vocalista do Soweto e ex-padrasto de Lexa chama atenção pela rotina de preparação física e levanta expectativa sobre uma possível entrada no ringue.
Conhecido do público por sua trajetória na música, Cacau Jr., ex-vocalista do grupo Soweto e ex-padrasto da cantora Lexa, pode estar prestes a encarar um desafio bem diferente dos palcos.
O artista vem chamando atenção pela intensidade e dedicação demonstradas em sua rotina de treinos.
Os registros recentes mostram Cacau Jr. focado na preparação física, aumentando a curiosidade sobre até onde ele pretende levar essa nova fase.
E uma possibilidade já começa a movimentar os bastidores: uma eventual participação no Fight Music Show (FMS).
O evento, conhecido por promover confrontos que misturam nomes do entretenimento, influenciadores, artistas e atletas, poderia representar uma oportunidade para Cacau Jr. testar sua preparação dentro do ringue.
Por enquanto, não há confirmação de luta ou adversário, mas a possibilidade abre espaço para uma pergunta que promete movimentar o público: quem seria o nome ideal para enfrentar Cacau Jr. em uma possível estreia no FMS?Além da ligação com a música, Cacau Jr. também ficou conhecido nacionalmente por sua relação familiar com Lexa.
Agora, com os treinos ganhando intensidade, o artista pode apresentar ao público uma nova faceta, desta vez ligada ao universo das lutas e da preparação esportiva.
Uma possível entrada no Fight Music Show marcaria um novo capítulo em sua trajetória e poderia colocar frente a frente duas personalidades conhecidas do público em um confronto inédito.
E aí: quem deveria ser o adversário de Cacau Jr. caso ele aceite subir ao ringue do FMS?
Com eventos que vão de arte urbana em Berlim à feira de literatura em Frankfurt, fintech detalha custos e mostra como o uso da conta global em euro garante economia e praticidade.
Entre o final de setembro e novembro, o outono transforma a atmosfera da Alemanha; as folhas alaranjadas e o clima ameno abrem espaço para algumas das festividades mais procuradas da Europa.
Se a famosa Oktoberfest em Munique é um grande chamariz de público, a temporada revela um calendário cultural vibrante em todo o país.
Para quem busca enriquecer o roteiro, o mês de outubro é repleto de eventos culturais de grande relevância na Alemanha:
Festival das Luzes (Berlim): Agendado de 9 a 18 de outubro de 2026, monumentos históricos da capital alemã, como o Portão de Brandemburgo e a Torre de TV, se transformam em telas gigantes para projeções de vídeo e instalações artísticas tridimensionais.
Feira do Livro (Frankfurt), De 7 a 11 de outubro de 2026, a maior feira de livros do mundo abre as portas para o público geral no fim de semana, com debates, sessões de autógrafos com autores internacionais e uma forte presença da cultura pop e cosplay.Beethovenfest (Bonn):
O prestigiado festival de música clássica reúne orquestras globais renomadas na cidade natal de Ludwig van Beethoven, com grandes apresentações de encerramento até o dia 3 de outubro.
Mercado de Cebolas (Weimar): De 9 a 11 de outubro de 2026, a cidade sedia uma das festas populares mais antigas da Alemanha, com mais de 360 anos de história e repleta de artesanato, música ao vivo e tranças feitas de cebolas e flores secas.
Jazzfest Berlin (Berlim):
No final de outubro e início de novembro, a capital recebe um dos festivais de jazz mais tradicionais da Europa. Foto de Vitor Fontes na Unsplash Como planejar os custos do roteiro no outono Para aproveitar desde os espetáculos artísticos até os castelos, o planejamento financeiro é essencial.
A Nomad, conta pioneira em soluções financeiras globais, levantou os custos médios para o turista brasileiro se preparar no período:
Hospedagem:
Durante a alta temporada de outono, uma diária na Alemanha fica na faixa de €95 a €120, valor que pode facilmente dobrar em cidades como Munique durante a Oktoberfest.
Alimentação e passeios:
O orçamento diário gira em torno de €30 a €45, mas é possível economizar aproveitando comidas de rua nos festivais, como o tradicional Currywurst (€4) ou um Pretzel (a partir de €2), e opções de almoço executivo (€10 a €15).
Nas atrações, as entradas para a Ilha dos Museus, em Berlim, variam de €12 a €14, e as visitas aos icônicos castelos da Baviera partem de €18. Já nas tendas da Oktoberfest, a entrada é gratuita, mas a caneca de um litro de cerveja sai, em média, por €14 a €15.
Transporte:
Tickets diários de trem e metrô nas grandes cidades custam em média €8 a €10.
Além disso, o país possui uma das malhas ferroviárias mais eficientes da Europa, operada pela Deutsche Bahn (DB), permitindo viagens rápidas para outras regiões alemãs e bate-voltas para destinos como Praga e Amsterdã.
“Um dos principais erros do turista é deixar para comprar ingressos, passeios e passagens de trem na última hora, ficando refém da variação cambial”, destaca Bruno Guarnieri, CRO da Nomad.
“Com a conta global, o viajante converte o saldo em euro antecipadamente e já faz essas reservas online do Brasil.
Isso significa travar o custo da viagem, chegar à Alemanha com o orçamento garantido e pagar despesas em restaurantes, museus e festividades com total praticidade.”
Sobre a Nomad Fundada em novembro de 2020, a Nomad foi pioneira em oferecer aos residentes no Brasil uma conta bancária nos EUA e, atualmente, é um dos maiores players do mercado no que tange soluções completas para a vida financeira global dos brasileiros.
Com a fintech, os clientes podem construir seu patrimônio financeiro em dólar, além de realizar transferências internacionais e compras no exterior.
O cartão Nomad é aceito globalmente para operações presenciais e virtuais, além de permitir saques em caixas eletrônicos (ATMs).
Por meio da plataforma de investimentos, a fintech concede acesso às principais bolsas americanas para a realização de aplicações em ações, ETFs, REITs, Bonds e títulos de renda fixa em dólar para quem busca ‘dolarizar’ o patrimônio como forma de diversificação e, consequentemente, mais proteção.
Os serviços de investimento oferecidos pela Nomad são intermediados pela corretora local Global Investment
Goiás registrou crescimento de 9,1% no número de vinícolas em 2025, quase cinco vezes acima da média nacional (Foto: Emater Goiás)
Goiás registrou crescimento de 9,1% no número de vinícolas em 2025, ritmo quase cinco vezes superior à média brasileira.
O Estado chegou a 12 estabelecimentos registrados no período, enquanto o país alcançou 965, com avanço de 1,9% em relação ao ano anterior.
Os dados fazem parte do Anuário do Vinho 2026, primeira publicação específica sobre essa cadeia produtiva lançada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
O levantamento mostra que Goiás concentra 70,6% das vinícolas registradas no Centro-Oeste.
Das 17 empresas contabilizadas na região, 12 estão no Estado, enquanto Mato Grosso e o Distrito Federal têm dois estabelecimentos cada, e Mato Grosso do Sul, um.
Goiás foi também a única unidade da região a registrar aumento no número de vinícolas entre 2024 e 2025. As vinícolas goianas somavam 161 vinhos registrados no Mapa em 2025, média de 13,4 por estabelecimento.
O levantamento contabiliza produtos formalmente registrados no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro), por isso o número não corresponde necessariamente à quantidade de rótulos disponíveis comercialmente.
A quantidade de produtos coloca Goiás na sétima posição nacional em número de vinhos registrados.
A média brasileira é de 16,8 por estabelecimento.
A cadeia começa antes das vinícolas. Dados da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) apontam cerca de 116 produtores de uva, 410 hectares cultivados e presença da cultura em 55 municípios de Goiás.
As principais áreas produtoras estão nas regiões Sul, Sudoeste, Centro e Noroeste, em municípios como Goiatuba, Santa Helena de Goiás, Anápolis, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Hidrolândia e Itaberaí.
A produção de uva de mesa ainda predomina, mas a Agência também aponta potencial para ampliação do cultivo destinado à fabricação de sucos e vinhos.
Vinhos de inverno
A presença de Goiás nessa nova geografia da produção brasileira está relacionada também ao desenvolvimento de técnicas que permitiram levar a vitivinicultura a regiões antes pouco associadas ao vinho.
Pesquisa da Embrapa Uva e Vinho identifica no país uma terceira macrorregião produtora, mais recente, baseada nos chamados vinhos de inverno.
O modelo começou em Minas Gerais e chegou, entre outros estados, a Goiás. Nesse sistema, a videira passa por duas podas ao ano, com a colheita deslocada para o inverno, entre junho e agosto.
Segundo a Embrapa, essa nova fronteira está presente em áreas de clima subtropical e tropical de altitude, com vinhedos localizados entre 600 e 1.200 metros.
A técnica altera o calendário tradicional da cultura e permite que a maturação das uvas ocorra em condições diferentes das encontradas na colheita de verão.