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Estatuto do Aprendiz

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Mudanças propostas no Senado podem tirar sete milhões de jovens do mercado de trabalho em dez anos

Emendas ao projeto que cria o Estatuto do Aprendiz podem alterar o cálculo da cota e reduzir oportunidades para adolescentes e jovens; IPHAC acompanha com preocupação a discussão e defende preservação da política de aprendizagem profissional

O futuro da aprendizagem profissional no Brasil está em discussão no Senado Federal. O Projeto de Lei (PL) 6.461/2019, que cria o Estatuto do Aprendiz e reúne em uma legislação específica regras atualmente distribuídas em diferentes normas, está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e chegou ao Senado com o objetivo de consolidar e atualizar as regras da aprendizagem profissional. Durante a tramitação, porém, foram apresentadas emendas que modificam pontos importantes do texto e provocaram preocupação entre entidades que atuam na formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.

Para o presidente do Instituto Promover (IPHAC), Valdinei Valério, o debate precisa considerar que a aprendizagem não representa apenas uma obrigação legal para as empresas, mas uma política de inclusão social e profissional.

“Estamos falando de uma política pública que abre portas para milhares de adolescentes e jovens que estão buscando a primeira oportunidade. A aprendizagem oferece formação, experiência profissional, renda e, principalmente, perspectiva de futuro. Qualquer mudança na legislação precisa preservar esse caráter transformador.”

Mudanças podem afetar o cálculo da cota

Entre as emendas apresentadas no Senado estão propostas que retiram determinadas funções da base de cálculo da cota de aprendizagem. Entre elas aparecem atividades relacionadas à segurança privada, condução de veículos, operação de máquinas e funções que envolvam condições de risco, insalubridade ou periculosidade.

Outra emenda prevê exclusões relacionadas a atividades externas, permanentes ou sazonais, funções que exigem formação profissional específica e postos que demandem carteira nacional de habilitação.

Também está em discussão uma proposta que modifica o cálculo da cota em empresas da área da saúde, restringindo a base a empregados vinculados exclusivamente a funções administrativas e excluindo determinadas atividades assistenciais, clínicas, laboratoriais e terapêuticas.

Durante audiência pública realizada no Senado, o auditor-fiscal do trabalho Ramon de Faria Santos alertou para o possível impacto dessas mudanças. De acordo com ele, o fechamento de postos de aprendizagem poderia representar, ao longo de uma década, mais de 7 milhões de oportunidades que deixariam de ser ocupadas, considerando a rotatividade natural dos contratos.

Valdinei Valério considera que o impacto deve ser analisado para além dos números imediatos. “Quando uma vaga de aprendizagem deixa de existir, não estamos perdendo apenas um contrato. Estamos retirando de um jovem a possibilidade de ter sua primeira experiência profissional, de aprender uma profissão, desenvolver competências e começar a construir sua autonomia. Por isso, precisamos olhar para o impacto social dessas mudanças.”

IPHAC atua na formação e inserção de jovens

O IPHAC acompanha esse debate com preocupação, porque a aprendizagem profissional está entre as principais frentes de atuação da instituição. Por meio do Programa Promover Aprendiz, o Instituto trabalha com a formação integral dos jovens, combinando capacitação teórica e prática, acompanhamento educacional e psicossocial e inserção no mercado de trabalho.

Na prática, o trabalho desenvolvido pelo IPHAC vai além do encaminhamento do jovem para uma empresa. A instituição participa da formação e acompanha o processo de desenvolvimento profissional, buscando preparar o aprendiz para os desafios do mundo do trabalho.

“No IPHAC, nós vemos todos os dias o quanto uma oportunidade pode mudar a trajetória de um jovem. Nosso papel é fazer essa ponte entre juventude, educação e trabalho, oferecendo não apenas uma vaga, mas condições para que esse jovem se desenvolva e construa um projeto de vida”, defende Valdinei.

Debate envolve futuro de milhões de jovens

Atualmente, o Brasil possui cerca de 700 mil contratos de aprendizagem. Durante os debates no Senado, representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras manifestaram preocupação com alterações que possam reduzir o alcance da política.

O texto em discussão também prevê outras mudanças, como novas regras para o cumprimento da cota, situações específicas de contratação de jovens com mais de 18 anos e mecanismos de acompanhamento individual do aprendiz.

Uma das emendas estabelece, por exemplo, que determinadas atividades práticas sejam destinadas exclusivamente a aprendizes maiores de 18 anos. Outra permite, em determinadas situações, a contratação direta de jovens entre 18 e 24 anos, com formação técnico-profissional por entidade formadora.

Para Valdinei, a modernização das regras pode ser importante, mas não deve ocorrer às custas da redução das oportunidades.

“Nós somos favoráveis ao aperfeiçoamento da legislação. O mundo do trabalho mudou e é natural que as regras também sejam aprimoradas. O que não podemos permitir é que, em nome dessa atualização, a aprendizagem perca sua capacidade de incluir justamente os jovens que mais precisam de uma oportunidade.”

Estatuto ainda está em tramitação

O PL 6.461/2019 continua em análise no Senado e ainda pode sofrer alterações. Portanto, as emendas apresentadas não representam mudanças já incorporadas à legislação. As regras atuais da aprendizagem profissional continuam valendo enquanto o projeto segue sua tramitação.

A discussão envolve diferentes setores. Representantes empresariais defendem ajustes que considerem as características específicas de atividades que apresentam riscos ou restrições à contratação de menores de 18 anos.

Já representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras alertam para o risco de esvaziamento da política caso determinadas funções sejam retiradas da base de cálculo.

O presidente do IPHAC defende que o debate seja conduzido com equilíbrio, mas tendo a juventude como prioridade.

“Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio entre a realidade das empresas e a proteção dos direitos dos jovens. Mas esse equilíbrio não pode significar menos oportunidades. A aprendizagem precisa continuar sendo uma porta de entrada digna, protegida e qualificada para o mundo do trabalho”, conclui Valdinei Valério.

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FLOM leva lançamento SmartDry à 17ª Meia Maratona de Goiânia

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Marca premium da N&L Indústria participa da prova no dia 18 de outubro, no Paço Municipal, com amaciante que cuida das roupas e da máquina, com uso também em qualquer outra máquina de lava

A FLOM, marca premium da N&L Indústria, estará presente na 17ª Meia Maratona de Goiânia, que será realizada no dia 18 de outubro, no Paço Municipal.

Durante o evento esportivo, a marca apresentará o SmartDry, lançamento descrito em sua comunicação como o “1º amaciante de alta performance para lava e seca do Brasil”.

A edição de 2026 contará com percursos de 21 km, 16 km, 10 km e 5 km, contemplando corredores com diferentes níveis de preparação. As primeiras largadas serão às 5h30, para os participantes dos percursos de 21 km e 16 km.

Os corredores dos 10 km iniciam a prova às 6h, enquanto a largada dos 5 km está prevista para as 6h15.Nesse ambiente, a FLOM apresentará ao público um produto “otimizado para lava e seca”, mas que também pode ser utilizado em qualquer outra máquina de lavar.

Além de cuidar das roupas, o SmartDry tem como proposta cuidar do equipamento. Disponível em embalagens de 500 ml e 900 ml, o amaciante destaca as expressões “15X MAIS PERFUME”, “Cuida da máquina” e “mais líquido, zero resíduos”, conforme a comunicação da marca.

A participação na prova aproxima a marca de pessoas que conciliam treinos, trabalho, compromissos pessoais e tarefas domésticas.

O encontro com esse público conecta a apresentação do produto à valorização do tempo e ao cuidado com o que faz parte da rotina.Com a mensagem “Cuida do que é essencial pra você”, a FLOM relaciona sua presença no evento ao bem-estar e à atenção dedicada às atividades e às pessoas que ocupam um lugar importante no dia a dia.

A ação na 17ª Meia Maratona de Goiânia integra a programação de apresentação do SmartDry ao público goiano durante o mês de outubro.

Assessoria de Imprensa

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Nila Branco leva projeto Rock & Raiz a São Paulo em novembro e prepara continuidade em Goiás em 2027.

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Liderado pela cantora goiana, projeto terá nova edição no dia 7 de novembro e propõe encontro entre a potência do rock e a essência da música caipira brasileira.

A força do rock encontra as raízes da música caipira brasileira no Rock & Raiz, projeto liderado pela cantora e compositora goiana Nila Branco, que ganha uma nova edição no dia 7 de novembro, em São Paulo, no Teatro Jardim Sul.

A iniciativa, que já teve outras edições, seguirá seu percurso em 2027, com novas apresentações previstas no Estado de Goiás.

Com uma proposta ousada e envolvente, o Rock & Raiz promove o encontro de dois universos musicais marcados por identidade, história e força cultural.

De um lado, a intensidade das guitarras, a atitude e a energia do rock’n’roll. Do outro, a poesia, os instrumentos e as referências da música caipira brasileira.

A combinação dá origem a uma experiência que aproxima diferentes sonoridades sem abrir mão da essência de cada gênero.

No palco, Nila Branco imprime ao projeto uma das principais características de sua trajetória: a potência vocal associada à identidade rock’n’roll que acompanha sua carreira.

O espetáculo foi construído para ser refinado e popular ao mesmo tempo, estabelecendo uma conexão com diferentes públicos e gerações por meio da música.

O repertório reúne composições autorais e releituras criativas, apresentadas sob uma nova perspectiva musical.

Mais do que colocar o rock e a música caipira lado a lado, o Rock & Raiz explora os pontos de encontro entre esses estilos, criando arranjos e interpretações que valorizam tanto a força do rock quanto a tradição da música brasileira.

A edição de São Paulo, marcada para 7 de novembro, representa mais um capítulo na trajetória do projeto e também antecede uma nova fase do Rock & Raiz.

Em 2027, a iniciativa terá continuidade em Goiás, Estado de origem de Nila Branco e território profundamente conectado às referências culturais presentes na proposta do espetáculo.

Ao conduzir o projeto, Nila amplia um caminho artístico marcado pela experimentação e pelo diálogo entre diferentes influências.

A cantora utiliza sua experiência no rock para revisitar elementos ligados às raízes brasileiras, aproximando linguagens que, apesar de suas particularidades, compartilham a força das histórias, das letras e da interpretação.

Assessoria de Imprensa

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Marca goiana Kaffiore nasce da parceria entre dermatologista, pesquisadora e cafeicultora.

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Com a cafeína como ativo central, empresa apresenta sua primeira linha de cosméticos durante o Café Fest, de 16 a 18 de outubro, em Goiânia.

A aproximação entre dermatologia, pesquisa e cafeicultura deu origem à Kaffiore, marca de cosméticos fundada em Goiânia em 2026.

Com a cafeína como ativo central de suas formulações, a empresa fará sua primeira apresentação ao público entre os dias 16 e 18 de outubro, durante o Café Fest, no Goiânia Shopping.

À frente da iniciativa estão a médica dermatologista Caroline Prohmann, a pesquisadora Fabiana Marques e a biotecnóloga e cafeicultora Ana Cristina.

O projeto reúne experiências de diferentes áreas no desenvolvimento de uma linha destinada aos cuidados com cabelo, rosto e corpo.

Caroline contribui com a perspectiva clínica sobre as propostas das formulações, enquanto Fabiana acompanha o desenvolvimento técnico.

Ana Cristina, que também atua na cafeicultura, conduz o posicionamento e a construção da marca. Essa composição conecta o conhecimento sobre o café às etapas de pesquisa e desenvolvimento dos cosméticos.

A escolha de um festival de café para apresentar a Kaffiore estabelece uma relação direta com o ingrediente que orienta o projeto.

No evento, o café ganha espaço em outra aplicação, além do consumo como bebida: sua presença em produtos de cuidados pessoais.A primeira linha reúne nove itens.

O segmento facial inclui creme antissinais e espuma de limpeza, da coleção Coffee Sense.

Para o corpo, a coleção Coffee Therapy reúne sabonete líquido, bálsamo reparador de mãos, creme esfoliante e hidratante. Já a coleção capilar Coffee Force é composta por shampoo antiqueda, tônico e máscara condicionante.

A apresentação no Café Fest marca o início das atividades da empresa junto ao público. Também está previsto para outubro o lançamento da loja virtual, com entregas em todo o país.

O Café Fest será realizado na Praça de Eventos do Piso 1 do Goiânia Shopping, das 10h às 22h, entre os dias 16 e 18 de outubro.

Serviço

Marca goiana Kaffiore nasce da parceria entre dermatologista, pesquisadora e cafeicultora

Lançamento: Kaffiore no Café Fest

Data: 16 a 18 de outubro de 2026

Horário: das 10h às 22h

Local: Praça de Eventos do Piso 1 do Goiânia Shopping

Imagens dos produtos: https://kaffiorecosmeticos.commercesuite.com.br/

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