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Instituto Tamer de Melo

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ITAME transforma a história de uma cidade em experiência imersiva e inaugura um novo conceito de museu no Centro-Oeste.

Uma cidade pode ser conhecida por seus monumentos. Outra, por seus personagens históricos.

Em Aparecida de Goiânia, a proposta é diferente: fazer com que o visitante entre na história e se torne parte dela. É essa a experiência que o Instituto Tanner de Melo (ITAME) apresentará ao público a partir de novembro, quando será inaugurado no Centro de Aparecida de Goiânia.

Muito além do conceito tradicional de museu, o espaço nasce como uma experiência cultural imersiva que combina tecnologia, arquitetura, memória e interação para transformar a maneira de conhecer a trajetória de uma das cidades que mais cresceram no Brasil nas últimas décadas.

O projeto propõe um percurso sensorial em que passado, presente e futuro se conectam em ambientes cenográficos desenvolvidos para provocar emoções e estimular a participação ativa do visitante. Inteligência artificial, holografia, projeções em grande escala, instalações digitais e recursos audiovisuais criam uma narrativa que faz da história uma vivência — e não apenas uma exposição.

Ao longo do percurso, o visitante atravessa diferentes momentos da formação de Aparecida de Goiânia. A jornada começa pelo Cerrado, cenário natural que explica a ocupação da região, passa pela religiosidade que marcou a origem do município, apresenta o cotidiano dos primeiros moradores e chega ao movimento que levou à emancipação política da cidade, tendo como figura central Tanner de Melo, primeiro prefeito eleito de Aparecida e um dos principais líderes desse processo histórico.

O ponto alto da visita é o espaço dedicado ao futuro. Em um ambiente totalmente interativo, crianças, jovens e adultos são convidados a imaginar como será Aparecida de Goiânia nas próximas décadas.

Os visitantes se divertem pintando desenhos selecionados e veem suas criações ganharem vida em uma grande parede digital, transformando criatividade em participação coletiva.

De acordo com Wil Caravanti, da Straub Design, empresa responsável pela criação e execução do projeto, “envolver o visitante nas experiências promovidas pelo espaço gera encantamento e cria um sentimento de pertencimento com a população local” Mais do que preservar documentos e objetos históricos, o ITAME aposta na experiência como ferramenta de educação, pertencimento e valorização da memória.

A proposta acompanha uma tendência internacional de museus que priorizam narrativas imersivas e participativas, aproximando públicos de diferentes gerações por meio da tecnologia. O instituto homenageia Tanner de Melo, personagem decisivo na emancipação de Aparecida de Goiânia, oficializada em 1963.

Político, poeta, músico e evangelizador, Tanner acreditava no potencial da cidade quando ela ainda era um pequeno distrito e dedicou sua vida à construção de seu desenvolvimento.

“Para Aparecida, Tanner foi tudo.

A emancipação da cidade foi a realização de um sonho. Ele acreditava profundamente no futuro desta terra e das pessoas que viviam aqui”, afirma Maria Elias, tabeliã e registradora de imóveis, que foi esposa de Tanner de Melo durante três décadas e participou diretamente da preservação de seu acervo histórico.

Parte desse legado integra a exposição permanente do instituto, formada por documentos, manuscritos, fotografias, objetos pessoais e composições musicais que ajudam a preservar a memória de Tanner de Melo e da história de Aparecida de Goiânia.

O ITAME também contará com uma biblioteca aberta à comunidade, composta por livros doados por pessoas e instituições, reunindo títulos destinados a crianças, adolescentes e adultos.

O acervo funcionará em sistema gratuito de empréstimo, incentivando o hábito da leitura e ampliando o acesso da população à literatura e ao conhecimento.

O próprio edifício amplia a experiência proposta pelo ITAME. Assinado pelo arquiteto Erich Martins, o projeto foi concebido como uma escultura urbana que dialoga com a paisagem do Centro de Aparecida de Goiânia. A arquitetura não funciona apenas como suporte para o acervo, mas como parte integrante da narrativa, reforçando o conceito contemporâneo do espaço.

Além da exposição permanente, o instituto contará com biblioteca, café, salas multiuso e programação de exposições temporárias, consolidando-se como um novo polo de cultura, educação e turismo em Goiás.

Com entrada gratuita, mediante agendamento pelo site oficial(www.itamecultural.com.br), o ITAME inaugura uma nova forma de contar a história de uma cidade brasileira: não apenas por meio de documentos e lembranças, mas através de experiências capazes de emocionar, envolver e inspirar o visitante.

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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Carinho e Reconhecimento

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A empresária Eliana Turccheti comemorou seu aniversário em grande estilo, cercada pelo carinho de amigos e familiares.

A data foi marcada por diversas homenagens recebidas nas redes sociais, que traduziram todo o afeto, admiração e reconhecimento por sua trajetória.

Querida por suas amizades, Eliana recebeu mensagens que destacaram sua atenção, generosidade e, principalmente, a confiança que sempre dedica às pessoas que fazem parte de sua vida.

Uma celebração especial para uma mulher que cultiva amizades verdadeiras e deixa sua marca por onde passa.

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Estatuto do Aprendiz

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Mudanças propostas no Senado podem tirar sete milhões de jovens do mercado de trabalho em dez anos

Emendas ao projeto que cria o Estatuto do Aprendiz podem alterar o cálculo da cota e reduzir oportunidades para adolescentes e jovens; IPHAC acompanha com preocupação a discussão e defende preservação da política de aprendizagem profissional

O futuro da aprendizagem profissional no Brasil está em discussão no Senado Federal. O Projeto de Lei (PL) 6.461/2019, que cria o Estatuto do Aprendiz e reúne em uma legislação específica regras atualmente distribuídas em diferentes normas, está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e chegou ao Senado com o objetivo de consolidar e atualizar as regras da aprendizagem profissional. Durante a tramitação, porém, foram apresentadas emendas que modificam pontos importantes do texto e provocaram preocupação entre entidades que atuam na formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.

Para o presidente do Instituto Promover (IPHAC), Valdinei Valério, o debate precisa considerar que a aprendizagem não representa apenas uma obrigação legal para as empresas, mas uma política de inclusão social e profissional.

“Estamos falando de uma política pública que abre portas para milhares de adolescentes e jovens que estão buscando a primeira oportunidade. A aprendizagem oferece formação, experiência profissional, renda e, principalmente, perspectiva de futuro. Qualquer mudança na legislação precisa preservar esse caráter transformador.”

Mudanças podem afetar o cálculo da cota

Entre as emendas apresentadas no Senado estão propostas que retiram determinadas funções da base de cálculo da cota de aprendizagem. Entre elas aparecem atividades relacionadas à segurança privada, condução de veículos, operação de máquinas e funções que envolvam condições de risco, insalubridade ou periculosidade.

Outra emenda prevê exclusões relacionadas a atividades externas, permanentes ou sazonais, funções que exigem formação profissional específica e postos que demandem carteira nacional de habilitação.

Também está em discussão uma proposta que modifica o cálculo da cota em empresas da área da saúde, restringindo a base a empregados vinculados exclusivamente a funções administrativas e excluindo determinadas atividades assistenciais, clínicas, laboratoriais e terapêuticas.

Durante audiência pública realizada no Senado, o auditor-fiscal do trabalho Ramon de Faria Santos alertou para o possível impacto dessas mudanças. De acordo com ele, o fechamento de postos de aprendizagem poderia representar, ao longo de uma década, mais de 7 milhões de oportunidades que deixariam de ser ocupadas, considerando a rotatividade natural dos contratos.

Valdinei Valério considera que o impacto deve ser analisado para além dos números imediatos. “Quando uma vaga de aprendizagem deixa de existir, não estamos perdendo apenas um contrato. Estamos retirando de um jovem a possibilidade de ter sua primeira experiência profissional, de aprender uma profissão, desenvolver competências e começar a construir sua autonomia. Por isso, precisamos olhar para o impacto social dessas mudanças.”

IPHAC atua na formação e inserção de jovens

O IPHAC acompanha esse debate com preocupação, porque a aprendizagem profissional está entre as principais frentes de atuação da instituição. Por meio do Programa Promover Aprendiz, o Instituto trabalha com a formação integral dos jovens, combinando capacitação teórica e prática, acompanhamento educacional e psicossocial e inserção no mercado de trabalho.

Na prática, o trabalho desenvolvido pelo IPHAC vai além do encaminhamento do jovem para uma empresa. A instituição participa da formação e acompanha o processo de desenvolvimento profissional, buscando preparar o aprendiz para os desafios do mundo do trabalho.

“No IPHAC, nós vemos todos os dias o quanto uma oportunidade pode mudar a trajetória de um jovem. Nosso papel é fazer essa ponte entre juventude, educação e trabalho, oferecendo não apenas uma vaga, mas condições para que esse jovem se desenvolva e construa um projeto de vida”, defende Valdinei.

Debate envolve futuro de milhões de jovens

Atualmente, o Brasil possui cerca de 700 mil contratos de aprendizagem. Durante os debates no Senado, representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras manifestaram preocupação com alterações que possam reduzir o alcance da política.

O texto em discussão também prevê outras mudanças, como novas regras para o cumprimento da cota, situações específicas de contratação de jovens com mais de 18 anos e mecanismos de acompanhamento individual do aprendiz.

Uma das emendas estabelece, por exemplo, que determinadas atividades práticas sejam destinadas exclusivamente a aprendizes maiores de 18 anos. Outra permite, em determinadas situações, a contratação direta de jovens entre 18 e 24 anos, com formação técnico-profissional por entidade formadora.

Para Valdinei, a modernização das regras pode ser importante, mas não deve ocorrer às custas da redução das oportunidades.

“Nós somos favoráveis ao aperfeiçoamento da legislação. O mundo do trabalho mudou e é natural que as regras também sejam aprimoradas. O que não podemos permitir é que, em nome dessa atualização, a aprendizagem perca sua capacidade de incluir justamente os jovens que mais precisam de uma oportunidade.”

Estatuto ainda está em tramitação

O PL 6.461/2019 continua em análise no Senado e ainda pode sofrer alterações. Portanto, as emendas apresentadas não representam mudanças já incorporadas à legislação. As regras atuais da aprendizagem profissional continuam valendo enquanto o projeto segue sua tramitação.

A discussão envolve diferentes setores. Representantes empresariais defendem ajustes que considerem as características específicas de atividades que apresentam riscos ou restrições à contratação de menores de 18 anos.

Já representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras alertam para o risco de esvaziamento da política caso determinadas funções sejam retiradas da base de cálculo.

O presidente do IPHAC defende que o debate seja conduzido com equilíbrio, mas tendo a juventude como prioridade.

“Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio entre a realidade das empresas e a proteção dos direitos dos jovens. Mas esse equilíbrio não pode significar menos oportunidades. A aprendizagem precisa continuar sendo uma porta de entrada digna, protegida e qualificada para o mundo do trabalho”, conclui Valdinei Valério.

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Seminário

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A diretora do ICG – Instituto da Consciência, Sandra Chaves (D), durante o Seminário de Corretores, realizado no último dia 17 de agosto, no Sebrae Goiás. Na foto, ao lado da psicóloga Mara Suassuna, que prestigiou o evento dedicado aos profissionais do setor imobiliário.

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