O condomínio-fazenda Quintas do Cerrado, em Trindade, possui 800 mil metros quadrados, dos quais 250 mil metros quadrados são de área verde
Quintas do Cerrado promoveu domingo de pesca para futuros moradores e convidados curtirem um pouco de como será a vida no local.
O casal de empresários Maicon Bittencourt e Patrícia Nascimento se encantaram com o local e compraram uma unidade no Quintas do Cerrado
Segundo o Boletim de Inteligência de Mercado no Turismo – Turismo de Pesca, publicado pelo Ministério do Turismo em agosto de 2025, a pesca esportiva já envolve cerca de 8 milhões de praticantes no Brasil.
Desse contingente fazem parte os goianos, que têm uma profunda relação com a pesca, e inclusive atrai pescadores de fora.
O estado é um dos principais destinos no país para pesca esportiva, segundo dados do Ministério do Turismo e da Confederação Brasileira de Pesca Esportiva (CBPE).
O casal de empresários Maicon Bittencourt e Patrícia Nascimento se encantaram com o local e compraram uma unidade no Quintas do Cerrado
Justamente para atender a esta paixão dos goianos, o condomínio-fazenda Quintas do Cerrado, em Trindade, realizou um evento de pesca esportiva no último domingo (30), voltado a futuros moradores e convidados.
O empreendimento possui quatro lagos e, ainda, é banhado pelo Rio Santa Maria. Iscas e varas de pescas foram disponibilizadas para quem não levou seu material.
“É um lugar muito agradável para praticarmos a pesca esportiva e com opções para que toda a família possa se divertir”, comentou Paulo Roberto Alves da Silva, um dos convidados para o evento e que no final ganhou um dos brindes sorteados para aqueles que participaram do dia de pesca.
Além de pescar esportivamente nos lagos do condomínio-fazenda, os presentes puderam desfrutar do contato com a natureza e conhecer melhor o empreendimento, que possui 800 mil metros quadrados, dos quais 250 mil metros quadrados são de área verde, contando com mais de 40 itens de lazer, heliponto, estrutura robusta e mantendo o charme de fazenda.
Duas das três etapas já foram lançadas e estão 73% vendidas.
“É isso que chama muito a atenção do nosso consumidor, pois o Quintas do Cerrado oferece um pacote completo.
Um lote grande para o proprietário ter sua chácara com toda segurança de um condomínio horizontal e 40 itens de lazer na área comum”, analisou o coordenador comercial do Quintas do Cerrado, Pedro Henrique Anicezio, sobre o sucesso do empreendimento.
As duas etapas lançadas somam 359 lotes, no total das três etapas são 406 unidades, e os lotes têm área mínima de mil metros quadrados.
Ar de fazenda
Um diferencial do condomínio é o ar de fazenda, com mini animais, como vaca, coelho, cabra, ovelha, bode, pônei, uma horta, um haras e lagos para pesca.
Além disso, o Quintas do Cerrado é margeado por 2,4 km do Ribeirão Santa Maria e os moradores poderão fazer trilhas em suas margens.
Haverá ainda dois pomares, horta, além de várias árvores frutíferas espalhadas pelas áreas comuns, além de praças e sombra debaixo de mangueiras centenárias.
O salão de festas com área gourmet, que já está pronto, foi edificado em um charmoso casarão em estilo colonial, com direito a fogão a lenha e piscina.
“Projetamos um condomínio para o morador desfrutar de um ambiente rural, mas com as comodidades da cidade porque agregamos ao empreendimento itens típicos do segmento de primeira moradia, como academia, quadras de tênis e de areia, heliponto e mini-mercado, salão de festas, e outros voltados para segunda moradia, como fazendinha, lagos, praças debaixo de mangueiras centenárias, entre outras”, explica o coordenador.
Amor à primeira vistaEsse espaço, juntamente com toda a estrutura, chamou a atenção do casal de empresários Patrícia Nascimento e Maicon Bittencourt, que adquiriram uma unidade no Quintas do Cerrados e pretendem construir uma casa para eles.
“Olhamos vários lugares e nada encantava a gente e quando chegamos aqui foi amor à primeira vista”, destaca ele.
“E já estamos apaixonados nessa área toda que já está entregue”, completou. Maicon também ressaltou a proximidade com os animais.
“A gente quer ter contato com os animais, pegar bichos, mas a gente não tem a necessidade de cuidar, ter que vir tratar toda semana.
Então a gente chega aqui e curte isso, principalmente as crianças”, salienta.
O Quintas do Cerrado já está com 52% das obras concluídas e será entregue com todas as ruas asfaltadas em janeiro de 2028.
O acesso ao condomínio também já é todo asfaltado.
Gabriela Daniel, proprietária da Peça Rara Aparecida de Goiânia, comemora seu aniversário neste sábado, 24 de outubro, ao lado de clientes, amigos e familiares.
A celebração acontece na loja, das 9h às 18h, com café da manhã especial, reposição de semijoias a partir de R$ 19,90 e 15% de desconto em todas as peças. Av. Rio Verde, nº 5226, Vila Rosa. @pecarara.apgoiania
Diferença entre o perfil buscado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes disponíveis será tema de encontro gratuito na UNIALFA nesta quinta-feira.
Mais de 32 mil pessoas estão habilitadas para adotar no Brasil, enquanto mais de 6 mil crianças e adolescentes aguardam uma família.
A diferença entre os números chama atenção, mas revela uma realidade mais complexa do que uma simples fila de espera.
Dados atuais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que o encontro entre pretendentes e crianças disponíveis depende de fatores como idade, condições de saúde, existência de grupos de irmãos e o perfil indicado por quem pretende adotar.
A discussão estará no centro de um encontro gratuito promovido pela Escola de Direito da UNIALFA nesta quinta-feira (22), em Goiânia.
Idade ainda é um dos principais desencontros*Um dos maiores obstáculos está na diferença entre a idade procurada pelos pretendentes e a das crianças que aguardam adoção.
Levantamento do CNJ mostrou que 70,4% das crianças e adolescentes disponíveis tinham entre 8 e 18 anos, enquanto a maior parte dos pretendentes manifestava preferência por crianças mais novas.
O próprio CNJ aponta que crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades específicas de saúde estão entre aquelas que enfrentam maior dificuldade para encontrar uma família.
Quem pode adotar
A legislação brasileira permite que pessoas maiores de 18 anos se habilitem para adoção, independentemente do estado civil, desde que exista diferença mínima de 16 anos entre adotante e adotado.
O processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude da região onde reside o pretendente.
O Sistema Nacional de Adoção também reconhece diferentes configurações familiares, incluindo famílias formadas por mãe ou pai solo, casais heterossexuais e casais homoafetivos.
Debate sobre discriminação
Além das características das crianças e adolescentes, o encontro promovido pela UNIALFA pretende discutir preconceitos relacionados às diferentes configurações familiares.
Neste ano, a instituição e o Tribunal de Justiça de Goiás estabeleceram uma cooperação para produzir material informativo destinado a pessoas e casais LGBTQIAPN+ interessados em adoção.
A iniciativa busca ampliar o acesso a informações sobre direitos, procedimentos e garantias relacionados ao processo adotivo.
Palestra ocorre nesta quinta-feira
A palestra “Adoção e o direito à não discriminação” será realizada às 9h, no Auditório Maria Dilda, na UNIALFA.
O encontro também marcará o lançamento da cartilha “Família, no plural”.
O convidado será Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.
A proposta é discutir adoção, diversidade familiar, igualdade de direitos e o papel das instituições na garantia da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.
Autoridades participam
Também estão confirmados o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim; a juíza Célia Regina Lara, coordenadora-geral da Infância e da Juventude; a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza; o juiz Vitor Barros Mouro; a juíza Luana Cavalcante de Freitas; e o procurador do Trabalho Tiago Ranieri de Oliveira.
O evento é gratuito, aberto à comunidade e dará certificado de cinco horas aos participantes.
Serviço
Palestra:
Adoção e o direito à não discriminação
Data: 22 de outubro de 2026
Horário: 9h
Local: Auditório Maria Dilda – UNIALFA
Atividade: palestra e lançamento da cartilha “Família, no plural”
Participação: gratuita e aberta à comunidade
Certificado: 5 horas
Inscrições: Instagram da UNIALFA – @unialfa
Legenda: Encontro na UNIALFA vai discutir adoção, diversidade familiar e o direito à não discriminação.
Endocrinologista pediátrica, Marília Barbosa explica por que o cuidado precisa considerar a idade, o desenvolvimento e a saúde emocional da criança.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou suas primeiras diretrizes globais para o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes.
Divulgadas em 7 de outubro, as recomendações orientam profissionais e sistemas de saúde a oferecer um cuidado integrado, individualizado e baseado em evidências para uma doença crônica que pode comprometer a saúde física e emocional desde os primeiros anos de vida.
O documento chega em um cenário preocupante: em 2024, cerca de 400 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com sobrepeso no mundo, incluindo 170 milhões com obesidade.
A prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%, segundo estimativas da organização.
Para a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, a publicação representa um avanço importante ao reforçar a necessidade de reconhecer a obesidade infantil como uma condição que exige avaliação clínica e acompanhamento contínuo.
“A obesidade na infância precisa ser abordada com seriedade, mas também com acolhimento. Estamos falando de uma doença multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, genéticos, comportamentais e ambientais.
Por isso, o cuidado deve considerar a realidade da criança e de sua família, sem culpabilizar ou estigmatizar”, explica.
Entre as principais recomendações da OMS está a adoção de intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento.
Essas estratégias podem ser realizadas individualmente ou em programas que integrem diferentes abordagens, com participação dos pais ou responsáveis.
A organização também estabelece limites para outras modalidades de tratamento conforme a idade. Para crianças de até 9 anos, não recomenda o uso de medicamentos para tratar a obesidade ou dispositivos destinados à perda de peso.
Já entre adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados podem ser considerados em situações específicas, quando um programa estruturado e supervisionado de mudanças no estilo de vida não apresenta os resultados esperados.
As diretrizes ressaltam que medicamentos e procedimentos não substituem o cuidado abrangente.
A base do tratamento continua sendo o acompanhamento que favoreça mudanças sustentáveis na alimentação, na atividade física e nos hábitos cotidianos.
Não existe uma única estratégia que funcione da mesma maneira para todas as crianças.
O plano de cuidado precisa levar em conta a idade, a trajetória de crescimento, as condições clínicas, a rotina familiar e os aspectos emocionais.
O objetivo é melhorar a saúde e a qualidade de vida, respeitando o desenvolvimento de cada paciente”, afirma Marília.
PrevençãoNo Brasil, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), referentes a 2024, mostram a presença expressiva de alimentos ultraprocessados na alimentação das pessoas acompanhadas pelo sistema.
O consumo foi registrado em 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes monitorados. Para a endocrinologista, o ambiente em que a criança vive tem influência direta sobre a construção dos hábitos alimentares e da rotina de movimento.
“A prevenção começa nas oportunidades que a criança tem no dia a dia: acesso a alimentos variados, refeições organizadas, brincadeiras, atividade física, sono adequado e participação da família.
Essas condições precisam ser construídas de forma realista, sem a expectativa de uma rotina perfeita”, destaca. As diretrizes da OMS também chamam a atenção para a necessidade de considerar a saúde mental no acompanhamento da obesidade.
Crianças e adolescentes podem enfrentar bullying, discriminação, baixa autoestima e sofrimento emocional, fatores que precisam ser reconhecidos pelos profissionais de saúde.
Segundo Marília, a maneira como adultos e profissionais abordam o peso pode influenciar a relação da criança com o próprio corpo e com a alimentação. “Comentários constrangedores, comparações e cobranças excessivas podem aumentar o sofrimento e dificultar a adesão ao cuidado.
É fundamental que a criança se sinta acolhida e que a família receba orientação para participar do tratamento de maneira positiva”, explica.
A especialista reforça que o acompanhamento pediátrico permite avaliar o crescimento e o desenvolvimento ao longo do tempo, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, uma abordagem terapêutica adequada.
O cuidado precoce pode contribuir para reduzir complicações associadas à obesidade, entre elas alterações metabólicas, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
A publicação das primeiras diretrizes globais da OMS amplia a discussão sobre a necessidade de políticas públicas e serviços de saúde preparados para atender crianças e adolescentes com obesidade.
“O desafio é transformar as recomendações em acesso efetivo a um cuidado contínuo, individualizado e livre de estigmas”, sublinha a endocrinologista.