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Ana Claudia Quintana Arantes propõe nova perspectiva sobre a finitude em Goiânia

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Médica e escritora apresenta palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” no dia 4 de setembro, no Teatro Madre Esperança Garrido

Ana Claudia Quintana Arantes, uma das principais referências brasileiras em cuidados paliativos, estará em Goiânia, no dia 4 de setembro, às 20h, para apresentar a palestra “A Morte é Um Dia que Vale a Pena Viver”, no Teatro Madre Esperança Garrido.

Os portões serão abertos às 19h. O encontro convida o público a refletir sobre como a consciência da finitude pode transformar a relação com o tempo, as escolhas, as prioridades e os vínculos. 

Baseada em sua trajetória ao lado de pacientes e famílias, a palestra reúne histórias e reflexões sobre a morte como parte da experiência humana. Ao abordar um tema ainda cercado por tabus, Ana Claudia propõe uma conversa sobre presença, propósito, autocuidado e sobre a importância de viver com mais consciência diante da compreensão de que a vida é finita. 

Médica formada pela Universidade de São Paulo (USP), com residência em Geriatria e Gerontologia pelo Hospital das Clínicas da FMUSP, Ana Claudia Quintana Arantes é autora de obras como 

A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver, Histórias Lindas de Morrer, Pra Toda a Vida Valer a Pena Viver e Mundo Dentro.

É fundadora e presidente da Casa do Cuidar, instituição dedicada à formação de profissionais em cuidados paliativos, e também atua na Casa Humana, coordenando atendimentos domiciliares a pacientes com doenças crônicas.

Promovido pelo Alma Talks, a palestra faz parte de uma série de eventos que reúne grandes nomes do pensamento contemporâneo para discutir questões relacionadas ao desenvolvimento humano, ao comportamento e às transformações da sociedade.

Serviço

Palestra com Ana Claudia Quintana Arantes — “A Morte é Um Dia que Vale a Pena Viver”

Data: 4 de setembro de 2026 (sexta-feira)

Horário: 20h (abertura dos portões às 19h)

Local: Teatro Madre Esperança Garrido

Endereço: Avenida Contorno, 241, Setor Central – Goiânia (GO)

Duração: 1h30

Ingressos: 

https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-goinia-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-04092026-goiania 

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Niver Genesi Bueno

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A empresária Genesi Bueno comemorou seu aniversário na terça-feira (06.10), recebendo um seleto grupo de amigos em sua residência.

Em clima de elegância e descontração, a anfitriã celebrou a data especial cercada pelo carinho dos convidados, em uma tarde marcada por boas conversas, alegria e momentos de confraternização.
Veja quem esteve presente:

Genesi Bueno e o esposo Sebastião Rodovalho

Rodovalho, Genesi Bueno, Ana Maria Olival e Luiz Antônio Guedes.

Ana Clara. Genesi Bueno, Coelho e Kênia de Souza

Genesi Bueno, Liliane Lobo comandou o Buffet e a decoração

Genesi Bueno e a filha Priscila Bueno Barreto

Genesi Bueno e Júlia Rodovalho

Genesi Bueno e Daniela Arantes

Genesi Bueno e Maria de Lourdes Souza

Genesi Bueno e Ana Clara Coelho

Genesi Bueno e Divina Bedas

Marcellus Igreja, Genesi Bueno e Claudia Ferrugem

Genesi Bueno e Lília Paiva

Genesi Bueno e Bianca Elisa

Genesi Bueno e Silvinha Umbelino

Geni Ribeiro e Genesi Bueno

Rosa Donzelli, Genesi Bueno e Ana Maria Olival

Eleuza Ribeiro e Genesi Bueno

Glorinha Drumond e Genesi Bueno


Fotos: André Cywinski

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O que o ornitorrinco possui que não temos?

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias

Lá estava ele, retirado do pequeno canal de água, perto do aeroporto, em pleno período reprodutivo. Diferente da cabeça aos pés, o ornitorrinco, aqui chamado de platypus, é um animal singular. Descrevê-lo torna-se uma obrigação, devido aos seus hábitos e aspecto “fofinho”. Porém rico em aprendizados.

Seu nariz é em forma de bico de pato. Nós mal cheiramos ao nosso redor, não percebemos as armadilhas as quais somos lançados. As redes de promessas, ganhos espetaculares, amores fugidios. Ele não, tem um sensor elétrico nessa região corporal. Delimita bem suas ações.

Outra coisa, seus olhos possuem uma membrana que os protegem nos mergulhos de 30 segundos onde ele coloca toda a comida para dentro das bochechas, inclusive com areia. Mas aí ele separa tudo e só engole o bom e quando está na quantidade certa. Infelizmente não vemos nada, ou não queremos perceber a turvação da sociedade atual. Enlameada pelo consumismo infindo. Engolindo sapos e pedras diariamente.

Quando acasala, a fêmea carrega dentro de si… ovos! Sim, mas ele é um mamífero. Entretanto põe ovos. No máximo dois filhotinhos nascem com dentes, no que utilizam habilmente para quebrar a casca.

Mamam em pequenos orifícios que saem direto do abdome da mamãe ornitorrinco. Desde cedo aprendem a se virar. São independentes e nadam muito bem. Quantos de nossos filhos ainda, mesmo que adultos, dependem de nós?

Suas tocas são confortáveis, do tamanho ideal. E quando o papai e a mamãe saem, a proteção é máxima. Não são casas monumentais e muito menos barracos sem saneamento básico. Imunes a chuvas, enchentes e predadores.

Se tiver a oportunidade de passar a mão em seu dorso, verá que os pelos são os mais macios que você possa ter tocado.

As costas do ornitorrinco carregam a verdade e a coragem, elas sinalizam uma capacidade de resiliência incrível. E nós, o que carregamos? Culpas? Erros? Arrependimentos? E se você colocar uma luz ultravioleta, ele brilha. Ou seja, diante da escuridão, ele se sobressai.

Uma surpresa está guardada na patas palmilhadas traseiras, um ferrão. O macho o utiliza para lutas e defesa territorial. Apesar do aspecto encantador, sabe se defender. Se enquanto com as patas da frente ele nada, com as detrás ele se direciona e ataca se necessário for. Além disso tem a cauda achatada, igual a de um castor. Muito bonita. É um leme.

Ele sabe perfeitamente para onde vai. E nós? Para onde vamos? O que queremos? Quais as nossas prioridades?

Um animal exótico, claro. Mas cada um de nós temos características próprias, únicas. O que nos falta é essa percepção do “ter” que o ornitorrinco possui e é.

De maneira diversa? Sim. Mas ele se importa com a sua família, com o que come, onde vive, se defende e ama. Riquíssimo.

Ele tem… o suficiente!

JB Alencastro e médico e escritor

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Marcas & Patentes

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Reiz Fernandes e Solange Martins participram da Expofavela Inovation.

Registro de marcas fortalece o empreendedorismo nas favelas e protege a identidade dos negócios

Marcas que nascem nas favelas representam muito mais do que oportunidades de negócios: elas traduzem a identidade cultural, a criatividade e a capacidade empreendedora de suas comunidades. Com potencial para conquistar novos mercados e estabelecer parcerias com grandes empresas, esses empreendimentos podem ultrapassar fronteiras e alcançar projeção nacional e internacional.

Nesse cenário, o registro de marca torna-se uma medida estratégica para garantir segurança jurídica e preservar a autenticidade dos negócios. A formalização junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) permite proteger o nome e os elementos distintivos da marca, reduzindo riscos de uso indevido e fortalecendo seu valor comercial.

A proteção da propriedade intelectual é, portanto, um passo importante para transformar a criatividade das periferias em ativos econômicos sustentáveis, ampliando oportunidades de crescimento, reconhecimento e geração de renda.

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