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Goiano por adoção encara ultramaratona de 350 km pelos Alpes italianos.

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Radicado em Goiânia há cerca de 20 anos, Fernando Andrade será um dos sete brasileiros na Tor des Géants, prova de resistência que reúne 350 quilômetros de percurso e mais de 25 mil metros de ganho de elevação

Depois de meses de preparação em Goiânia, o empresário e ultramaratonista Fernando Andrade entra na reta final para um dos maiores desafios de sua trajetória no esporte.

Radicado na capital goiana há cerca de duas décadas, ele embarca na próxima quarta-feira para a Itália, onde disputará a Tor des Géants, ultramaratona realizada no Valle d’Aosta, região cercada por algumas das principais montanhas dos Alpes.

A prova reúne números que dimensionam o desafio: são aproximadamente 350 quilômetros de percurso, mais de 25 mil metros de ganho de elevação e um limite de 150 horas para a conclusão.

Nesta edição, Fernando estará entre os sete brasileiros que enfrentarão o trajeto, marcado por longas subidas e descidas, mudanças de altitude e sucessivos períodos de esforço.

A participação representa um novo estágio em uma trajetória construída gradualmente nas provas de longa distância.

Fernando já enfrentou percursos de 42, 80, 110, 133 e 176 quilômetros. Em 2025, concluiu a HOKA UTMB Mont Blanc, uma das provas mais conhecidas do trail running internacional, com percurso por França, Itália e Suíça.

Na ocasião, foram 176 quilômetros e mais de 10 mil metros de ganho de elevação. Fernando permaneceu cerca de 43 horas em prova até cruzar a linha de chegada.

Agora, na Itália, terá pela frente praticamente o dobro da distância, além de um desnível acumulado significativamente maior.

Em ultramaratonas desse porte, percorrer centenas de quilômetros é apenas uma parte do desafio.

O atleta precisa administrar alimentação, hidratação, equipamentos, ritmo, descanso e privação de sono durante vários dias, ao mesmo tempo em que enfrenta o desgaste físico e mental provocado pela distância e pelas condições do percurso.

Para chegar à Tor des Géants, Fernando concentrou em Goiânia boa parte da preparação física e mental dos últimos meses.

O treinamento envolve não apenas resistência para suportar a distância, mas também estratégias para administrar o esforço durante as dezenas de horas previstas nas montanhas italianas.*

De Maringá a Goiânia

Natural de Maringá, no Paraná, Fernando viveu em Florianópolis, Brasília, Bournemouth, na Inglaterra, e La Rochelle, na França, antes de se estabelecer em Goiânia, onde mora há aproximadamente 20 anos.

Além das ultramaratonas, é faixa-preta de jiu-jitsu e mergulhador.

Fora do esporte, é administrador, possui MBA em Gestão de Projetos e atua há mais de duas décadas no ambiente empresarial. Também é professor de MBA e de cursos na área financeira.

Atualmente, é sócio e CEO da A8 Business Consult, voltada à gestão e estruturação de negócios.

A experiência entre a rotina profissional e as provas de resistência também resultou no livro Um CEO ultramaratonista, no qual Fernando relaciona situações vividas nas ultramaratonas a temas como tomada de decisão, gestão de crises, persistência, planejamento e capacidade de lidar com cenários adversos.

Na Tor des Géants, porém, esses conceitos serão novamente colocados à prova em um ambiente bastante diferente das salas de reunião.

Ao longo de 350 quilômetros pelos Alpes, o ultramaratonista terá de administrar cansaço, sono, alimentação, estratégia e os próprios limites enquanto tenta concluir uma das provas mais exigentes de sua trajetória.

Fernando embarca para a Itália acompanhado da esposa, Livia.

Antes da viagem, estará disponível para entrevistas até terça-feira (8), em Goiânia, para falar sobre a preparação para a Tor des Géants, a rotina de um ultramaratonista, os desafios físicos e mentais de permanecer vários dias em prova e as estratégias adotadas para enfrentar os 350 quilômetros.

Assessoria de imprensa

Palavra Comunicação

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Niver Genesi Bueno

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A empresária Genesi Bueno comemorou seu aniversário na terça-feira (06.10), recebendo um seleto grupo de amigos em sua residência.

Em clima de elegância e descontração, a anfitriã celebrou a data especial cercada pelo carinho dos convidados, em uma tarde marcada por boas conversas, alegria e momentos de confraternização.
Veja quem esteve presente:

Genesi Bueno e o esposo Sebastião Rodovalho

Rodovalho, Genesi Bueno, Ana Maria Olival e Luiz Antônio Guedes.

Ana Clara. Genesi Bueno, Coelho e Kênia de Souza

Genesi Bueno, Liliane Lobo comandou o Buffet e a decoração

Genesi Bueno e a filha Priscila Bueno Barreto

Genesi Bueno e Júlia Rodovalho

Genesi Bueno e Daniela Arantes

Genesi Bueno e Maria de Lourdes Souza

Genesi Bueno e Ana Clara Coelho

Genesi Bueno e Divina Bedas

Marcellus Igreja, Genesi Bueno e Claudia Ferrugem

Genesi Bueno e Lília Paiva

Genesi Bueno e Bianca Elisa

Genesi Bueno e Silvinha Umbelino

Geni Ribeiro e Genesi Bueno

Rosa Donzelli, Genesi Bueno e Ana Maria Olival

Eleuza Ribeiro e Genesi Bueno

Glorinha Drumond e Genesi Bueno


Fotos: André Cywinski

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O que o ornitorrinco possui que não temos?

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias

Lá estava ele, retirado do pequeno canal de água, perto do aeroporto, em pleno período reprodutivo. Diferente da cabeça aos pés, o ornitorrinco, aqui chamado de platypus, é um animal singular. Descrevê-lo torna-se uma obrigação, devido aos seus hábitos e aspecto “fofinho”. Porém rico em aprendizados.

Seu nariz é em forma de bico de pato. Nós mal cheiramos ao nosso redor, não percebemos as armadilhas as quais somos lançados. As redes de promessas, ganhos espetaculares, amores fugidios. Ele não, tem um sensor elétrico nessa região corporal. Delimita bem suas ações.

Outra coisa, seus olhos possuem uma membrana que os protegem nos mergulhos de 30 segundos onde ele coloca toda a comida para dentro das bochechas, inclusive com areia. Mas aí ele separa tudo e só engole o bom e quando está na quantidade certa. Infelizmente não vemos nada, ou não queremos perceber a turvação da sociedade atual. Enlameada pelo consumismo infindo. Engolindo sapos e pedras diariamente.

Quando acasala, a fêmea carrega dentro de si… ovos! Sim, mas ele é um mamífero. Entretanto põe ovos. No máximo dois filhotinhos nascem com dentes, no que utilizam habilmente para quebrar a casca.

Mamam em pequenos orifícios que saem direto do abdome da mamãe ornitorrinco. Desde cedo aprendem a se virar. São independentes e nadam muito bem. Quantos de nossos filhos ainda, mesmo que adultos, dependem de nós?

Suas tocas são confortáveis, do tamanho ideal. E quando o papai e a mamãe saem, a proteção é máxima. Não são casas monumentais e muito menos barracos sem saneamento básico. Imunes a chuvas, enchentes e predadores.

Se tiver a oportunidade de passar a mão em seu dorso, verá que os pelos são os mais macios que você possa ter tocado.

As costas do ornitorrinco carregam a verdade e a coragem, elas sinalizam uma capacidade de resiliência incrível. E nós, o que carregamos? Culpas? Erros? Arrependimentos? E se você colocar uma luz ultravioleta, ele brilha. Ou seja, diante da escuridão, ele se sobressai.

Uma surpresa está guardada na patas palmilhadas traseiras, um ferrão. O macho o utiliza para lutas e defesa territorial. Apesar do aspecto encantador, sabe se defender. Se enquanto com as patas da frente ele nada, com as detrás ele se direciona e ataca se necessário for. Além disso tem a cauda achatada, igual a de um castor. Muito bonita. É um leme.

Ele sabe perfeitamente para onde vai. E nós? Para onde vamos? O que queremos? Quais as nossas prioridades?

Um animal exótico, claro. Mas cada um de nós temos características próprias, únicas. O que nos falta é essa percepção do “ter” que o ornitorrinco possui e é.

De maneira diversa? Sim. Mas ele se importa com a sua família, com o que come, onde vive, se defende e ama. Riquíssimo.

Ele tem… o suficiente!

JB Alencastro e médico e escritor

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Marcas & Patentes

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Reiz Fernandes e Solange Martins participram da Expofavela Inovation.

Registro de marcas fortalece o empreendedorismo nas favelas e protege a identidade dos negócios

Marcas que nascem nas favelas representam muito mais do que oportunidades de negócios: elas traduzem a identidade cultural, a criatividade e a capacidade empreendedora de suas comunidades. Com potencial para conquistar novos mercados e estabelecer parcerias com grandes empresas, esses empreendimentos podem ultrapassar fronteiras e alcançar projeção nacional e internacional.

Nesse cenário, o registro de marca torna-se uma medida estratégica para garantir segurança jurídica e preservar a autenticidade dos negócios. A formalização junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) permite proteger o nome e os elementos distintivos da marca, reduzindo riscos de uso indevido e fortalecendo seu valor comercial.

A proteção da propriedade intelectual é, portanto, um passo importante para transformar a criatividade das periferias em ativos econômicos sustentáveis, ampliando oportunidades de crescimento, reconhecimento e geração de renda.

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