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Segunda etapa de “Piano Solo Brasileiro” chega à Argentina e Portugal.

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Turnê internacional que celebra a música brasileira e a carreira de Diones Correntino tem datas na América do Sul e Europa em outubro e novembro.

Professor da Universidade Federal de Goiás, ele também tem participação confirmada em conferências no Conservatório Manuel de Falla, em Buenos Aires, e no Departamento de Música e Musicologia da Universidade de Évora.

O pianista, compositor e arranjador Diones Correntino inicia, em outubro, a segunda fase de sua turnê internacional, que reúne apresentações musicais e atividades acadêmicas na Argentina e Portugal.

A primeira etapa do projeto passou por importantes espaços culturais, como a Sala Lúcio Costa, em Paris, a Embaixada do Brasil e o Museo Fernández Blanco, em Buenos Aires.Professor da Escola de Música da Universidade Federal de Goiás (UFG), Correntino amplia, nesta nova fase da turnê, a atuação para além dos palcos.

Entre os compromissos previstos estão conferências no Conservatório Manuel de Falla, em Buenos Aires, e, em novembro, no Departamento de Música e Musicologia da Universidade de Évora, em Portugal.

A programação também inclui novos concertos.

A turnê será encerrada em novembro, durante o Festival Internacional de Jazz de Córdoba, na Argentina, onde o músico fará sua última apresentação solo ao piano dentro do projeto.

Lançamento

A experiência internacional também resultou em um novo trabalho fonográfico.

Gravado em Paris durante a turnê, o álbum Diones Correntino Piano Solo reúne o repertório desenvolvido pelo pianista no formato solo e amplia o registro de sua produção artística.

Com a combinação entre concertos e atividades acadêmicas, a segunda etapa da turnê reforça a atuação de Correntino em diferentes frentes da música, aproximando performance, composição, pesquisa e formação musical.

Piano Solo Brasileiro

O projeto, que celebra a riqueza harmônica e a virtuosidade da música instrumental brasileira, conta com passagens por centros culturais de referência na França, Argentina e Portugal ao longo de 2026 e reforça a projeção internacional do artista, que contabiliza, ao longo de sua carreira, passagens marcantes pelo Festival d’Avignon (França), Jazz a la Calle (Uruguai) e importantes salas de concerto no Brasil, como a Sala Cecília Meireles.

A turnê “Piano Solo Brasileiro” é realizada com o apoio do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, através do Programa Estadual de Incentivo à Cultura – Lei Goyazes.

Sobre o artistaDiones Correntino tem se consolidado como um dos nomes mais expressivos do piano brasileiro da sua geração, aliando uma técnica refinada a uma singular capacidade de recriação.

Sua música é um ponto de encontro entre o legado de mestres como Pixinguinha, Tom Jobim, Egberto Gismonti e Hermeto Pascoal, e uma abordagem que integra a experimentação do jazz brasileiro à erudição da música acadêmica.

Agenda dos próximos concertosArgentina15 de outubro – Conservatório Manuel de Falla, Buenos Aires | 16h0021 de novembro – Festival Internacional de Jazz de Córdoba | 20h00Portugal10 de novembro  – Universidade de Évora | 18h30

Ficha técnica

Piano e Direção Musical: Diones Correntino

Produção Executiva: Eduardo Kolody

Fotografia: Mayara Varalho

Design Gráfico: Sarah Ottoni

Intérprete de Libras: Janaína Maria da Silva Nunes

Assessoria de Imprensa:

Karla Rady/ OlhO Comunicação

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Mari Fernandez e Matheus Fernandes se únem as atrações do Sertanejo Série A em Goiânia.

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Festival acontece no dia 12 de dezembro, no estacionamento do Estádio Serra Dourada, e já tinha Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo e Fred & Fabrício confirmados; novo espaço terá open bar, open food e atrações exclusivas.

O Sertanejo Série A ganhou duas novas atrações para a edição que acontece em Goiânia no dia 12 de dezembro.

Mari Fernandez e Matheus Fernandes passam a integrar a programação do festival, que já tinha confirmadas as apresentações de Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo e Fred & Fabrício.

A novidade também marca a chegada do festival Na Pegada ao evento, agora em formato de camarote com open bar e open food.

A mudança reúne dois projetos em uma mesma estrutura no estacionamento do Estádio Serra Dourada.

O Na Pegada, que inicialmente seria realizado como um festival independente, passa a funcionar como um camarote dentro do Sertanejo Série A, ampliando as opções de entretenimento para o público.

Com as novidades, o Sertanejo Série A amplia o line-up e reúne artistas de diferentes vertentes da música brasileira.

Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo e Fred & Fabrício representam o sertanejo, enquanto Mari Fernandez e Matheus Fernandes acrescentam ao festival repertórios ligados ao forró e ao piseiro, ritmos que conquistaram espaço nas festas e nos grandes eventos pelo país.

A edição será realizada no estacionamento do Estádio Serra Dourada, com abertura dos portões às 16h.

O retorno a Goiânia marca um novo momento do Sertanejo Série A, projeto que nasceu na capital goiana e que, no dia 28 de novembro, realizará uma edição internacional em Orlando, nos Estados Unidos.

Foi em Goiânia que aconteceu a primeira gravação do projeto.

Agora, o Sertanejo Série A retorna às suas origens em formato de festival, reunindo diferentes atrações e setores para o público.

A estrutura contará com palco 360 e diferentes opções de acesso.

O Frontstage terá localização próxima ao palco, entrada exclusiva, praça de alimentação interna e banheiros exclusivos.

Já a Área Premium Open contará com open bar de cerveja, refrigerante, vodka e água, além de extensão do palco dentro do setor, bares, banheiros exclusivos e praça de alimentação.

A principal novidade entre os espaços será o Camarote Na Pegada, que terá open bar e open food.

O setor passa a integrar a experiência do Sertanejo Série A, reunindo em um mesmo evento a programação dos dois projetos.

O festival também terá lounges para grupos de até 15 pessoas, com cobertura, piso elevado, entrada exclusiva, serviço de garçom, banheiros com ar-condicionado e vista privilegiada para o palco.

Os lounges possuem serviço próprio e não incluem open bar.

Os ingressos para o Sertanejo Série A estão disponíveis pelo site Meu Bilhete.

Serviço – Sertanejo Série A Goiânia

Data: 12 de dezembro de 2026

Abertura dos portões: 16h

Local: Estacionamento do Estádio Serra Dourada – Goiânia/GO

Atrações: Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo, Fred & Fabrício, Mari Fernandez e Matheus Fernandes

Setores: Frontstage, Área Premium Open, Camarote Na Pegada e Lounges

Ingressos: https://www.meubilhete.com.br/sertanejo-serie-a-goiania@sertanejoseriea

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Imagem de Nossa Senhora de Nazaré

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A Paróquia Nossa Senhora da Assunção, na Vila Itatiaia, em Goiânia, receberá na quarta-feira (14), às 19h30, na Missa da Família, a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, trazida diretamente de Israel, acompanhada de uma relíquia da Gruta da Anunciação.

Os símbolos religiosos estão ligados à cidade onde, segundo a tradição cristã, a Virgem Maria recebeu o anúncio de que seria mãe de Jesus.

A imagem e a relíquia chegaram à capital goiana em 3 de outubro e foram acolhidas inicialmente no Santuário Basílica Sagrada Família.

Na Paróquia Nossa Senhora da Assunção, os fiéis poderão participar de um momento de devoção mariana e veneração da relíquia.Relíquia representa ligação com a Terra Santa.

O fragmento de pedra é proveniente da Gruta da Anunciação, localizada na Basílica da Anunciação, em Nazaré, Israel.

Para os católicos, o local está relacionado ao anúncio feito pelo anjo Gabriel à Virgem Maria sobre o nascimento de Jesus, um dos acontecimentos centrais da tradição cristã.

A presença dos símbolos em Goiânia também está relacionada ao vínculo de fraternidade firmado em agosto de 2025 entre o Santuário Basílica Sagrada Família e a Casa de Nazaré, em Israel.

O acordo, conhecido como gemellaggio, estabelece uma relação de proximidade espiritual entre as duas instituições religiosas.

Comunidade terá momento de devoção.

Sob a responsabilidade do pároco, padre Marcos Rogério, a Paróquia Nossa Senhora da Assunção acolherá os símbolos religiosos em uma programação dedicada à oração e à espiritualidade mariana.

Na tradição católica, relíquias são objetos ou fragmentos associados a pessoas e lugares sagrados.

A veneração desses elementos representa uma manifestação de respeito e memória religiosa, diferente da adoração, que a Igreja Católica reserva a Deus.

A paróquia está localizada na Rua R-44, Área 10, Vila Itatiaia, em Goiânia.

Assessoria de Imprensa

Rafael Batista

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Quase 80% dos alunos usam IA para estudar inglês; especialista explica o que a tecnologia não substitui.

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Levantamento do Inglês Sem Fronteiras, de Goiânia, feito no início de outubro, mostra que a IA já faz parte da rotina dos alunos; para a fundadora, o professor segue como a “bússola”.

Já existem óculos e fones de ouvido que traduzem conversas em tempo real. Para quem ensina inglês, isso poderia soar como ameaça, mas a professora Lorrayne Martins, fundadora do Inglês Sem Fronteiras, em Goiânia, enxerga o efeito contrário: a inteligência artificial aumentou a necessidade de aprender a falar o idioma.

Os números da própria escola apontam nessa direção.

Em enquete interna feita pelo Inglês Sem Fronteiras no início de outubro, 78,5% dos alunos ouvidos disseram usar inteligência artificial para estudar inglês.

Questionados sobre o motivo, 49,5% citaram tirar dúvidas, 45,8% traduzir, 31,8% conversar e praticar e 21,5% corrigir textos (era possível marcar mais de uma opção).

Ou seja: a IA já faz parte da rotina de estudo, mas é mais usada para entender do que para falar.

Lorrayne diz que o resultado não a assusta. Para ela, quem trabalha com educação não pode ser cético diante da tecnologia: é preciso se atualizar e, se a IA existe, que ela seja bem-vinda.

A professora afirma que a ferramenta ajuda em processos, na retenção de alunos e na qualidade do ensino.

No inglês, porém, segundo ela, a tradução automática não resolve o problema.

Os dispositivos existem, mas a barreira da língua continua de pé.

“Hoje tem óculos que traduz, fone de ouvido que traduz, mas não tem chip da garganta que faz falar”, resumiu.Traduzir, na visão de Lorrayne, não é o mesmo que se comunicar.

A pessoa entende tudo o que é dito, mas continua sem voz: ninguém consegue ouvi-la porque ela não fala inglês.

A professora cita como exemplo um congresso internacional. Com fone ou óculos de tradução, a pessoa sai de lá compreendendo o que foi dito, mas perde o networking, o rapport e as novas conexões e indicações que surgem da conversa.

Continua limitada, mesmo depois de investir em equipamentos caros.Fora do inglês, a professora vê motivos de cautela.

Em tarefas como redação, diz, a IA pode tirar do aluno o pensamento crítico: antes, o estudante consultava várias fontes e chegava à própria conclusão; hoje, muitas vezes tudo se concentra em um único chat, e o aluno apenas transfere para o papel o que a ferramenta entrega.

Para ela, sem o trabalho de pesquisa, cai a chance de o estudante aprender e lembrar do que escreveu.É aí que, para Lorrayne, entra o papel do professor, que vai além de transmitir conteúdo.

Ela compara o professor a um mentor: quem guia o aluno é determinante para o resultado e precisa estar alinhado aos princípios, valores e objetivos de quem aprende, já que é essa pessoa que aponta o caminho, avisa quando é hora de acelerar e quando é hora de ir mais devagar “O professor bem orientado te passa atalhos.

Não é porque o caminho é mais curto que ele é mais fácil, mas você chega lá com mais clareza. Sem essa orientação, o aluno até chega, mas leva mais tempo e quebra mais a cabeça.

Por isso, podemos comparar o professor a uma bússola, que guia e orienta”, afirmou a professora. Na prática, isso significa que a IA pode ser aliada de quem ensina.

O professor pode usá-la para preparar aulas e materiais com mais agilidade, criar exercícios e atividades sob medida para cada nível, propor simulações de conversa para o aluno praticar entre uma aula e outra e dar um primeiro retorno sobre textos e vocabulário.

Com parte do trabalho operacional resolvido, sobra mais tempo para o que a tecnologia não faz: ouvir o aluno, corrigir a pronúncia, motivar e orientar o caminho.

O professor também pode ensinar o aluno a usar a IA a seu favor.

Em vez de pedir apenas a tradução de um texto, o estudante pode usar a ferramenta para simular um diálogo, tirar dúvidas e conferir o que ela respondeu, comparando com outras fontes em vez de aceitar uma única resposta.

É um uso que exige orientação, e é aí que a mediação de quem ensina evita que a tecnologia substitua o raciocínio do aluno.

Na visão de Lorrayne, a pergunta que importa não é se a IA vai substituir o professor, mas como os dois podem trabalhar juntos para levar o aluno do entender ao falar.

“A IA é uma grande aliada do professor, nos processos, no planejamento e na prática.

Mas ela não substitui quem olha para o aluno, entende o objetivo dele e mostra o caminho. O professor que aprende a usar a IA ganha tempo para fazer o que só ele faz: orientar”, conclui.

Sobre Lorrayne Martins | Inglês Sem FronteirasFormada em Letras e certificada pela Universidade de Cambridge, Lorrayne Martins fundou o Inglês Sem Fronteiras, em Goiânia, que completa cinco anos em 2026.

A escola atende presencialmente, em três salas na capital, e online, reúne 453 alunos e 20 professores e trabalha com método autoral voltado ao público adulto, batizado de Produção Ativa.

Assessoria de Imprensa:

Vitor Hugo Fróes

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