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ÓRA Vaca Brava terá fachada ativa, conceito de hospitalidade e conexão com o parque no Setor Bueno

Com lançamento previsto para novembro de 2026, empreendimento da Ávolli em parceria com a Bild reunirá unidades residenciais e comerciais, interiores assinados por Jayme Bernardo e academia com assinatura Reebok

A Ávolli Incorporadora, em parceria com a Bild Incorporadora, prepara para novembro de 2026 o lançamento do ÓRA Vaca Brava, no Setor Bueno, em Goiânia. Localizado na Rua T-30, ao lado do Parque Vaca Brava e do Goiânia Shopping, o empreendimento terá 43 pavimentos e mais de 30 mil metros quadrados de área construída, com unidades residenciais e comerciais.

A previsão de entrega é janeiro de 2031.

Segundo as incorporadoras, será o primeiro lançamento imobiliário do ano no bairro. A proposta combina moradia, negócios, serviços e bem-estar, com fachada ativa, ambientes inspirados na hotelaria de alto padrão e arquitetura voltada à integração com a paisagem urbana.

Para Dário Oliveira, sócio-diretor da Ávolli, o projeto representa uma nova etapa da empresa. “Este lançamento faz parte do que chamamos de ciclo de consolidação.

O 15W22 veio numa linha de estreia: foi o produto que marcou o início da Ávolli, até então GPE. Agora, este projeto chancela a tese de uma nova fase da empresa”, afirma.

De acordo com o executivo, essa etapa inclui um banco de terrenos e projetos articulados a partir de três critérios: localização, conceito e faixa de preço.

O planejamento do ÓRA Vaca Brava também considera a relação do edifício com seu entorno.

“É olhar o projeto não só a partir do próprio terreno, mas com uma visão mais ampla, entendendo como ele vai se conectar à paisagem urbana e potencializar não apenas o empreendimento, mas tudo o que está ao redor”, explica Dário.

Conexão com a cidade e com a natureza

A proximidade com o Parque Vaca Brava é um dos elementos centrais do empreendimento.

A arquitetura e o paisagismo valorizam a vegetação, a iluminação e a ventilação naturais, em uma proposta inspirada na biofilia, conceito que busca fortalecer a conexão entre as pessoas e a natureza nos espaços construídos.

“O grande desafio foi exponenciar o potencial do terreno. Pouquíssimas localizações reúnem um parque em frente a um shopping center.

Essa dualidade traz, ao mesmo tempo, lazer, conveniência, serviço e bem-estar”, destaca o executivo. “O desafio, então, foi fazer essa conexão: trazer o parque para dentro do projeto, com biofilia, e trazer o sentimento de esporte e wellness, alinhado a toda a parte de spa, academia e fitness.”

Um dos destaques será o átrio do bloco comercial, apresentado pelas incorporadoras como o primeiro átrio biofílico em um empreendimento de Goiânia.

O espaço terá um poço de luz vertical cercado por floreiras, levando iluminação natural e vegetação ao interior do edifício. Elevadores panorâmicos permitirão visualizar esse jardim vertical durante o acesso às salas comerciais.

Outro eixo do projeto é a fachada ativa. O térreo contará com espaços destinados a café, comércio e serviços, com acesso direto pela calçada.

A proposta é estimular a circulação e a permanência de pedestres, qualificar o passeio público e aproximar o empreendimento da dinâmica do Setor Bueno, que reúne gastronomia, comércio, lazer e atividades corporativas.

Experiência inspirada na hotelaria

As referências à hotelaria de alto padrão estarão presentes nos espaços de chegada, nas áreas de convivência e nas estruturas de lazer e bem-estar. O objetivo é oferecer conforto e praticidade aos moradores, hóspedes, visitantes e usuários das unidades comerciais.

“Buscamos suprir uma carência de hotelaria no Bueno, que hoje é um bairro de referência, mas não tem um hotel de expressão. Por isso vem a torre Stay, com um viés de hospitalidade que envolve todo o empreendimento”, afirma Dário.

O conceito orienta desde a portaria e os acessos até as áreas de apoio, como recepção e espaços para recebimento de entregas. Entre as facilidades previstas está a possibilidade de guardar as malas na chegada, antes do check-in.

Os interiores e as áreas comuns terão a assinatura de Jayme Bernardo, arquiteto com atuação em projetos residenciais de alto padrão e hotelaria. Segundo as incorporadoras, este será seu primeiro projeto em Goiânia.

A área fitness também integra a proposta de bem-estar.

A academia terá 250 metros quadrados e assinatura Reebok, anunciada como inédita na capital goiana. Os espaços de convivência foram planejados para atender às diferentes rotinas de moradores, hóspedes e usuários do empreendimento.

Usos integrados e públicos distintos

A combinação de atividades residenciais, comerciais e de hospitalidade exigiu atenção à organização dos espaços e à circulação dos diferentes públicos.

“O conceito de mixed use extrapola o uso comum de um empreendimento.

Ele traz o desafio de atender públicos distintos, principalmente de um jeito que eles não entrem em conflito. Essa sempre foi uma grande preocupação nossa: potencializar esses públicos, em vez de gerar conflito entre eles”, diz o executivo.

Segundo Dário, as assinaturas escolhidas reforçam o posicionamento do projeto. “É um projeto focado em hospitalidade, em hotelaria, em saúde e wellness. As assinaturas confirmam e potencializam esse conceito, tanto a do Jayme Bernardo quanto a da própria academia.”

O ÓRA Vaca Brava marca o início da parceria entre Ávolli e Bild.

Com lançamento previsto para novembro, o empreendimento aposta na combinação entre localização, arquitetura, serviços e bem-estar para se integrar à rotina do Setor Bueno.

Sobre Jayme Bernardo Arquitetos

Com mais de 40 anos de trajetória e escritórios em Curitiba, São Paulo e Balneário Camboriú, Jayme Bernardo atua em projetos residenciais de alto padrão e hotelaria. Premiado em diversas edições da CASACOR e do IDEA Brasil, integrou a lista Forbes 50 Over 50 em 2023 e apresentou uma coleção própria no Salone del Mobile, em Milão, em 2024.

Serviço

Empreendimento: ÓRA Vaca Brava
Localização: Rua T-30, Setor Bueno, Goiânia (GO)
Incorporação: Ávolli Incorporadora e Bild Incorporadora
Construção: Ávolli
Interiores: Jayme Bernardo Arquitetos
Academia: assinatura Reebok
Área fitness: 250 m²
Pavimentos: 43
Área construída: mais de 30 mil m²
Previsão de lançamento: novembro de 2026
Previsão de entrega: janeiro de 2031

Assessoria de Imprensa
Palavra Comunicação

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Mari Fernandez e Matheus Fernandes se únem as atrações do Sertanejo Série A em Goiânia.

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Festival acontece no dia 12 de dezembro, no estacionamento do Estádio Serra Dourada, e já tinha Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo e Fred & Fabrício confirmados; novo espaço terá open bar, open food e atrações exclusivas.

O Sertanejo Série A ganhou duas novas atrações para a edição que acontece em Goiânia no dia 12 de dezembro.

Mari Fernandez e Matheus Fernandes passam a integrar a programação do festival, que já tinha confirmadas as apresentações de Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo e Fred & Fabrício.

A novidade também marca a chegada do festival Na Pegada ao evento, agora em formato de camarote com open bar e open food.

A mudança reúne dois projetos em uma mesma estrutura no estacionamento do Estádio Serra Dourada.

O Na Pegada, que inicialmente seria realizado como um festival independente, passa a funcionar como um camarote dentro do Sertanejo Série A, ampliando as opções de entretenimento para o público.

Com as novidades, o Sertanejo Série A amplia o line-up e reúne artistas de diferentes vertentes da música brasileira.

Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo e Fred & Fabrício representam o sertanejo, enquanto Mari Fernandez e Matheus Fernandes acrescentam ao festival repertórios ligados ao forró e ao piseiro, ritmos que conquistaram espaço nas festas e nos grandes eventos pelo país.

A edição será realizada no estacionamento do Estádio Serra Dourada, com abertura dos portões às 16h.

O retorno a Goiânia marca um novo momento do Sertanejo Série A, projeto que nasceu na capital goiana e que, no dia 28 de novembro, realizará uma edição internacional em Orlando, nos Estados Unidos.

Foi em Goiânia que aconteceu a primeira gravação do projeto.

Agora, o Sertanejo Série A retorna às suas origens em formato de festival, reunindo diferentes atrações e setores para o público.

A estrutura contará com palco 360 e diferentes opções de acesso.

O Frontstage terá localização próxima ao palco, entrada exclusiva, praça de alimentação interna e banheiros exclusivos.

Já a Área Premium Open contará com open bar de cerveja, refrigerante, vodka e água, além de extensão do palco dentro do setor, bares, banheiros exclusivos e praça de alimentação.

A principal novidade entre os espaços será o Camarote Na Pegada, que terá open bar e open food.

O setor passa a integrar a experiência do Sertanejo Série A, reunindo em um mesmo evento a programação dos dois projetos.

O festival também terá lounges para grupos de até 15 pessoas, com cobertura, piso elevado, entrada exclusiva, serviço de garçom, banheiros com ar-condicionado e vista privilegiada para o palco.

Os lounges possuem serviço próprio e não incluem open bar.

Os ingressos para o Sertanejo Série A estão disponíveis pelo site Meu Bilhete.

Serviço – Sertanejo Série A Goiânia

Data: 12 de dezembro de 2026

Abertura dos portões: 16h

Local: Estacionamento do Estádio Serra Dourada – Goiânia/GO

Atrações: Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo, Fred & Fabrício, Mari Fernandez e Matheus Fernandes

Setores: Frontstage, Área Premium Open, Camarote Na Pegada e Lounges

Ingressos: https://www.meubilhete.com.br/sertanejo-serie-a-goiania@sertanejoseriea

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Imagem de Nossa Senhora de Nazaré

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A Paróquia Nossa Senhora da Assunção, na Vila Itatiaia, em Goiânia, receberá na quarta-feira (14), às 19h30, na Missa da Família, a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, trazida diretamente de Israel, acompanhada de uma relíquia da Gruta da Anunciação.

Os símbolos religiosos estão ligados à cidade onde, segundo a tradição cristã, a Virgem Maria recebeu o anúncio de que seria mãe de Jesus.

A imagem e a relíquia chegaram à capital goiana em 3 de outubro e foram acolhidas inicialmente no Santuário Basílica Sagrada Família.

Na Paróquia Nossa Senhora da Assunção, os fiéis poderão participar de um momento de devoção mariana e veneração da relíquia.Relíquia representa ligação com a Terra Santa.

O fragmento de pedra é proveniente da Gruta da Anunciação, localizada na Basílica da Anunciação, em Nazaré, Israel.

Para os católicos, o local está relacionado ao anúncio feito pelo anjo Gabriel à Virgem Maria sobre o nascimento de Jesus, um dos acontecimentos centrais da tradição cristã.

A presença dos símbolos em Goiânia também está relacionada ao vínculo de fraternidade firmado em agosto de 2025 entre o Santuário Basílica Sagrada Família e a Casa de Nazaré, em Israel.

O acordo, conhecido como gemellaggio, estabelece uma relação de proximidade espiritual entre as duas instituições religiosas.

Comunidade terá momento de devoção.

Sob a responsabilidade do pároco, padre Marcos Rogério, a Paróquia Nossa Senhora da Assunção acolherá os símbolos religiosos em uma programação dedicada à oração e à espiritualidade mariana.

Na tradição católica, relíquias são objetos ou fragmentos associados a pessoas e lugares sagrados.

A veneração desses elementos representa uma manifestação de respeito e memória religiosa, diferente da adoração, que a Igreja Católica reserva a Deus.

A paróquia está localizada na Rua R-44, Área 10, Vila Itatiaia, em Goiânia.

Assessoria de Imprensa

Rafael Batista

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Quase 80% dos alunos usam IA para estudar inglês; especialista explica o que a tecnologia não substitui.

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Levantamento do Inglês Sem Fronteiras, de Goiânia, feito no início de outubro, mostra que a IA já faz parte da rotina dos alunos; para a fundadora, o professor segue como a “bússola”.

Já existem óculos e fones de ouvido que traduzem conversas em tempo real. Para quem ensina inglês, isso poderia soar como ameaça, mas a professora Lorrayne Martins, fundadora do Inglês Sem Fronteiras, em Goiânia, enxerga o efeito contrário: a inteligência artificial aumentou a necessidade de aprender a falar o idioma.

Os números da própria escola apontam nessa direção.

Em enquete interna feita pelo Inglês Sem Fronteiras no início de outubro, 78,5% dos alunos ouvidos disseram usar inteligência artificial para estudar inglês.

Questionados sobre o motivo, 49,5% citaram tirar dúvidas, 45,8% traduzir, 31,8% conversar e praticar e 21,5% corrigir textos (era possível marcar mais de uma opção).

Ou seja: a IA já faz parte da rotina de estudo, mas é mais usada para entender do que para falar.

Lorrayne diz que o resultado não a assusta. Para ela, quem trabalha com educação não pode ser cético diante da tecnologia: é preciso se atualizar e, se a IA existe, que ela seja bem-vinda.

A professora afirma que a ferramenta ajuda em processos, na retenção de alunos e na qualidade do ensino.

No inglês, porém, segundo ela, a tradução automática não resolve o problema.

Os dispositivos existem, mas a barreira da língua continua de pé.

“Hoje tem óculos que traduz, fone de ouvido que traduz, mas não tem chip da garganta que faz falar”, resumiu.Traduzir, na visão de Lorrayne, não é o mesmo que se comunicar.

A pessoa entende tudo o que é dito, mas continua sem voz: ninguém consegue ouvi-la porque ela não fala inglês.

A professora cita como exemplo um congresso internacional. Com fone ou óculos de tradução, a pessoa sai de lá compreendendo o que foi dito, mas perde o networking, o rapport e as novas conexões e indicações que surgem da conversa.

Continua limitada, mesmo depois de investir em equipamentos caros.Fora do inglês, a professora vê motivos de cautela.

Em tarefas como redação, diz, a IA pode tirar do aluno o pensamento crítico: antes, o estudante consultava várias fontes e chegava à própria conclusão; hoje, muitas vezes tudo se concentra em um único chat, e o aluno apenas transfere para o papel o que a ferramenta entrega.

Para ela, sem o trabalho de pesquisa, cai a chance de o estudante aprender e lembrar do que escreveu.É aí que, para Lorrayne, entra o papel do professor, que vai além de transmitir conteúdo.

Ela compara o professor a um mentor: quem guia o aluno é determinante para o resultado e precisa estar alinhado aos princípios, valores e objetivos de quem aprende, já que é essa pessoa que aponta o caminho, avisa quando é hora de acelerar e quando é hora de ir mais devagar “O professor bem orientado te passa atalhos.

Não é porque o caminho é mais curto que ele é mais fácil, mas você chega lá com mais clareza. Sem essa orientação, o aluno até chega, mas leva mais tempo e quebra mais a cabeça.

Por isso, podemos comparar o professor a uma bússola, que guia e orienta”, afirmou a professora. Na prática, isso significa que a IA pode ser aliada de quem ensina.

O professor pode usá-la para preparar aulas e materiais com mais agilidade, criar exercícios e atividades sob medida para cada nível, propor simulações de conversa para o aluno praticar entre uma aula e outra e dar um primeiro retorno sobre textos e vocabulário.

Com parte do trabalho operacional resolvido, sobra mais tempo para o que a tecnologia não faz: ouvir o aluno, corrigir a pronúncia, motivar e orientar o caminho.

O professor também pode ensinar o aluno a usar a IA a seu favor.

Em vez de pedir apenas a tradução de um texto, o estudante pode usar a ferramenta para simular um diálogo, tirar dúvidas e conferir o que ela respondeu, comparando com outras fontes em vez de aceitar uma única resposta.

É um uso que exige orientação, e é aí que a mediação de quem ensina evita que a tecnologia substitua o raciocínio do aluno.

Na visão de Lorrayne, a pergunta que importa não é se a IA vai substituir o professor, mas como os dois podem trabalhar juntos para levar o aluno do entender ao falar.

“A IA é uma grande aliada do professor, nos processos, no planejamento e na prática.

Mas ela não substitui quem olha para o aluno, entende o objetivo dele e mostra o caminho. O professor que aprende a usar a IA ganha tempo para fazer o que só ele faz: orientar”, conclui.

Sobre Lorrayne Martins | Inglês Sem FronteirasFormada em Letras e certificada pela Universidade de Cambridge, Lorrayne Martins fundou o Inglês Sem Fronteiras, em Goiânia, que completa cinco anos em 2026.

A escola atende presencialmente, em três salas na capital, e online, reúne 453 alunos e 20 professores e trabalha com método autoral voltado ao público adulto, batizado de Produção Ativa.

Assessoria de Imprensa:

Vitor Hugo Fróes

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