Na véspera dos 45 anos do Flamboyant Shopping, Emmanuele Louza, Bárbara Öberg e Guilherme de Beauharnais brilharam na edição, que reuniu talks comandados por convidados e desfiles de moda
Como uma referência de passarela se transforma em desejo e encontra lugar no estilo de cada pessoa? Essa relação conduziu as conversas e experiências do Flamboyant Fashion Experience 2026, realizado em 15 de outubro, na Cúpula do Flamboyant Shopping. Aberto ao público, o evento reuniu profissionais da moda, da beleza e da influência em uma programação de quatro talks e cinco desfiles, na véspera do aniversário de 45 anos do empreendimento.
“O Fashion Experience traduz a relação que a marca Flamboyant construiu com a moda e com os goianos. Reunimos nomes com diferentes olhares para compartilhar o que acompanhamos nas passarelas internacionais e ajudar cada pessoa a encontrar referências para o seu próprio estilo”, celebrou Emmanuele Louza, CEO do Flamboyant sobre o sucesso do evento.
Além dos talks, a programação de conteúdo foi acompanhada pelos desfiles de Cia. Marítima, Adriana Kavietz, Le Lis e Carol Bassi, em uma sequência que se encerrou com NV + Swarovski. As apresentações colocaram as coleções das marcas em contato com o público em curadoria pensada para o mercado regional. A experiência do que ganha as vitrines a partir das semanas de moda em Milão e Paris também se estendeu a quase 100 lojas, com indicações de compras do Squad Flamboyant. No Polo Gastronômico, Coco Bambu, Empório Piquiras, Fulles Kitchen, Cucina Mia e Kanpai Blue participaram com ofertas especiais que deram aos clientes a possibilidade de ganhar uma exclusiva Wine Bag Flamboyant, que se estende até o fim do mês.
Da passarela à identidade
As referências mais recentes orientaram o encontro entre Emmanuele Louza e Bárbara Öberg, editora de Beleza e Wellness da Vogue. No talk “From Runway to Flamboyant”, com o tema “Da passarela à identidade”, as duas abordaram o contexto das coleções e as possibilidades de interpretar suas propostas no cotidiano. A CEO do Flamboyant destacou que o encantamento provocado pelas grifes envolve sua história, os códigos que as identificam e a maneira como renovam essa linguagem a cada apresentação.
Bárbara trouxe a beleza para essa leitura, apontando referências dos anos 1980 em tecidos, alta costura e maquiagens, com olhos destacados e propostas mais expressivas. A conversa relacionou a experimentação à personalidade: conhecer novas possibilidades pode ajudar a reconhecer o que combina com cada pessoa. O conforto e o bem-estar também estiveram em pauta, incluindo a presença de peças associadas à academia em produções para outros ambientes, como o trabalho.
“Moda é feita de detalhes e a beleza comunica”, destacou Bárbara.
Manu compartilhou ainda os bastidores do relacionamento com as grifes internacionais e o contexto de apresentar a relevância do ecossistema Flamboyant nesse circuito e como as unidades de negócio da marca têm obtido êxito. A construção de vínculos consistentes e a apresentação de dados sobre o potencial do mercado regional foram destacadas como parte do trabalho de aproximação com as grifes mais desejadas do planeta e de acesso a encontros restritos do setor.
“Cada grife tem uma história e uma maneira própria de expressá-la. Entender esse contexto muda a forma como olhamos para uma coleção e nos dá mais liberdade para experimentar. A tendência ganha sentido quando encontra a personalidade de quem veste”, observa Emmanuele.
Essa aproximação entre o repertório da moda e a realidade do público também esteve no centro de “Quem influencia quem?”, com Guilherme de Beauharnais, editor de moda da Harper’s Bazaar, e os integrantes do Squad Flamboyant. Farley Mattos, Kamila Branquinho, Rodolpho Rodrigo e Izabela Perillo abordaram como uma tendência desperta desejo, a importância da identificação com quem comunica e a construção de confiança em um ambiente marcado pelo volume de informações e pelo crescimento dos conteúdos publicitários. A autenticidade apareceu como elemento importante na relação entre criadores de conteúdo e suas comunidades.
Na conversa, a curadoria de referências estéticas e culturais foi relacionada à possibilidade de traduzir a moda para o cotidiano, considerando o clima, a cultura local e o estilo de vida. As tendências foram apresentadas como direções que podem ser adaptadas à personalidade, com liberdade para experimentar e escolher. A conexão entre as pessoas e a identificação com o que se veste também apareceram como elementos importantes na construção do desejo.
A construção de identidade também foi apresentada sob a perspectiva das marcas no talk “Swarovski — 130 anos de luz e alegria”. Melize Sartorato, PR & Communications Manager da marca para Brasil e Chile, apresentou o rebranding e a estratégia Luxignite. A conversa percorreu a construção de uma assinatura reconhecível sob a direção criativa de Giovanna Engelbert, a diversidade das coleções e a aproximação com novos públicos por meio da cultura pop, incluindo o trabalho com a embaixadora Ariana Grande.
A transformação foi abordada também pela experiência que envolve os produtos, das embalagens à arquitetura das lojas e à comunicação. Melize destacou o desafio de adaptar estratégias globais à realidade local e mostrou como peças delicadas e composições mais expressivas podem atender a diferentes ocasiões e formas de uso. O conhecimento técnico sobre os cristais e a relação afetiva com joias e objetos de decoração completaram a discussão.
A expressão pessoal também esteve em pauta na abertura dos Trend Talks, com um olhar para os espaços de convivência. Em “Vestir (corpo e casa) é comunicar”, Ildeth Dias, do Moda Senac, e Lorena Abdalla, da Universidade de Moda, integraram a programação dedicada a pensar o vestir e o decorar como manifestações de identidade, arte e cultura.
Realizado pelo Flamboyant Shopping, o Fashion Experience contou com patrocínio da Unimed Goiânia e parceria da Claro.
Sobre o Flamboyant Shopping
Com mais de quatro décadas de sucesso e crescimento, o Flamboyant Shopping é o mais importante complexo de compras, entretenimento e lazer de Goiás, reconhecido como protagonista do desenvolvimento econômico da capital e porta de entrada de grandes marcas nacionais e internacionais. Tendência, moda e expertise de consumo são os destaques que colocam o Flamboyant Shopping entre os maiores shoppings em vendas no Brasil, ofertando um mix perfeito de lojas que misturam tradição e modernidade. Especializando-se como a primeira escolha de um exigente perfil de consumidor, estimado em 1,5 milhão de pessoas por mês, o empreendimento apresenta atualmente um universo superior a 300 marcas e exibe grifes exclusivas no Estado. A lista de grifes de luxo contempla marcas como CHANEL Fragrance & Beauty, Dolce & Gabbana, Tiffany & Co, Emporio Armani, Gucci, Louis Vuitton, Montblanc, Boss/Hugo Boss, Alexandre Birman, Tania Bulhões, Patbo, Nati Vozza (NV), Ricardo Almeida, Cris Barros, Danglar Luxury Store (rolex), Carol Bassi, Martha Medeiros e Paula Torres. No quesito lojas especiais, destaque para Adidas Originals, Calvin Klein, Coach, H. Stern, Isla, Lacoste, Lenny Niemeyer, MAC, Nike Flamboyant, Sephora, Vix Paula Hermanny, além de megalojas com assinatura Fast Shop, Hering, Vie Pratique e Rildo Lasmar. Outra inovação é seu Polo Gastronômico, que reúne opções como Coco Bambu, Cucina Mia (chef Claude Troisgros), Empório Piquiras, Fulles Kitchen (chef Ian Baiocchi), Kabanas Bar e Restaurante, Kanpai Blue, Madero, Outback Steakhouse e Pobre Juan.
O duo Primas, formado pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo, apresenta o show Bossa Nova e Brasileirices com Primas no dia 16, sexta- feira, na Cerrado Cervejaria. A apresentação é a estreia do projeto Toca da Bossa, uma cena cultural da bossa nova em Goiás. O repertório combina a bossa nova com samba-canção, MPB e jazz. As edições são produzidas pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo, que receberão convidados de excelência. O show intimista é direcionado aos apreciadores da boa música. No repertório estão músicas de Tom Jobim, João Donato, Caetano Veloso, Chico Buarque, entre outros. “Propor uma noite de bossa em 2026 é afirmar que esse repertório é contemporâneo, atual e sempre renovável”, afirma Míriam Veiga. Márcia Jácomo e Míriam Veiga são primas e, além de terem o trabalho individual, têm também o projeto Primas, no qual compartilham o palco da Toca na Bossa, com muita bossa, ritmo, sensibilidade e alegria. Na estreia, as cantoras estarão acompanhadas pelos músicos Luiz Alves (violão), Ney Quiñonero (guitarra), Luiz Sardinha (contrabaixo) e Jader Gomes (bateria).
Serviço Show: Bossa Nova e Brasileirices com Primas (Projeto Toca da Bossa) Cantoras: Duo Primas (Míriam Veiga e Márcia Jácomo) Local: Cerrado Cervejaria (Av. T-3, nº 2.456, Setor Bueno) Data: 16 de outubro, sexta-feira Horário: 20h30 Reservas de mesas: Míriam Veiga (99933-7340) Assessoria de imprensa: Ana Cláudia Rocha (99646-8070)
As cantoras
Márcia Jácomo e Míriam Veiga são cantoras e compositoras. Começaram suas carreiras na década de 1990, acompanhadas por renomados músicos da cena goiana e nacional, ao lado de Bororó Felipe, Marcelo Maia, Fred Valle, Luiz Chafin, dentre outros. As cantoras foram backing vocal da alemã Anne Higis em show feito em Goiânia. Fazem shows em Goiânia e algumas cidades do Estado de Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Brasília. Márcia Jácomo cantou muitos anos na Georgia (EUA), onde fez duo com o virtuoso violonista pernambucano Ednaldo Queiroz. Na Califórnia (EUA), cantou na banda Mais Bossa, reconhecida e aplaudida nos bares e teatros Californianos, acompanhada pelos músicos Marcos Silva, Alex Calatayud, Billy Larkin, Patrick Langham, Kevin Welch, Scott Thompson, Dave Ridnell, dentre outros (músicos reconhecidos na cena californiana). Fez participação especial em show de Mônica Salmaso, Guinga, Chico Pinheiro, Mauricio Zotarelli e outros em Cazadero California. Míriam Veiga apresentou seu trabalho em várias cidades da Itália e também em bares de Londres, acompanhada por músicos brasileiros atuantes na cena musical Londrina. Participou de festivais em Goiás, como Projeto Pixinguinha, Canto da Primavera, Canto de Ouro, dentre outros festivais. Cantou em três edições do carnaval de Diamantina, gravou o CD autoral A Cores, que está disponível nas plataformas digitais.
Entrevista / Míriam Veiga Em que consiste o projeto Toca da Bossa? O projeto Toca da Bossa é uma cena cultural da bossa nova em Goiás. Na Toca da Bossa, os apreciadores da bossa nova e da música que orbita o gênero — o samba-canção, a MPB, o jazz — se reúnem em um formato pensado para a intimidade característica da bossa: palco baixo, mesa próxima, luz quente, volume na medida, quantidade limitada de pessoas nas apresentações. Cada edição é conduzida pelo duo Primas, formado pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo. As artistas recebem músicos convidados de excelência. É a bossa como ela nasceu: intimista, ao vivo e a poucos centímetros do público. É importante destacar que a proposta é de um show de bossa em um local intimista, o que é diferente de um bar com música ao vivo. No projeto a bossa é a estrela principal que será apreciada na companhia de um bom vinho, drink ou cerveja, harmonizando com o cardápio do local. A proposta é que seja um ambiente para apreciadores da música.
Por que a escolha pela bossa nova? Porque a bossa nova é, possivelmente, um dos estilos musicais mais sofisticados que o Brasil já exportou — e continua viva quando alguém se dispõe a cantá-la, com respeito e com frescor. Ela nasceu de um jeito novo de tocar e cantar, virou língua universal e ainda hoje influencia a música popular e o pop no mundo inteiro. Propor uma noite de bossa em 2026 é afirmar que esse repertório é contemporâneo, atual e sempre renovável. Além disso, Goiás produz vários estilos musicais, como sertanejo, rock, MPB e também tem influência da bossa em sua produção musical.
Qual a ligação das cantoras com a bossa nova? A ligação é de ofício e de devoção. As duas cantoras construíram suas carreiras cantando o repertório brasileiro — e a bossa nova sempre foi a espinha dorsal dessa trajetória, pela exigência técnica que ela impõe: harmonia sofisticada, fraseado preciso e a arte de cantar em meia voz e ainda assim envolver uma sala inteira. A música é envolvente com letras inspiradoras e belas harmonias, que geram uma experiência leve e profunda para o público. Tom Jobim, César Camargo Mariano, Boca Livre, João Gilberto, Elis Regina, Toquinho e Vinícius de Moraes, além de outros cantores e compositores brasileiros, fazem parte da referência musical das Primas que sempre apreciaram este estilo musical.
A bossa nova é um estilo musical dos anos 1950 que sobrevive e tem muitos ouvintes. Qual a razão? O estilo foi desenhado para perdurar no tempo. A bossa nova nasceu com dois elementos que não passam de moda: harmonia sofisticada — emprestada do jazz — e melodia que parece conversa. Isso faz com que cada geração a redescubra: em playlists, em trilhas de filme, em releituras de artistas novos, além de fazer parte da memória afetiva de várias gerações. E há um outro fator decisivo: a bossa é feita para ser ouvida ao vivo, e um ambiente intimista combina muito bem com a sensibilidade da bossa nova. E é exatamente aí que a Toca da Bossa entra, para manter vivo esse movimento musical tão relevante no cenário cultural brasileiro, perpertuando a bossa para as novas gerações.
Quem são as inspirações? João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Nara Leão e Carlos Lyra — os pilares. E, na linha do protagonismo feminino que guia o duo, Elis Regina, Nara Leão, Miúcha, Joyce, Leila Pinheiro, Rosa Passos, mulheres que provaram que a sutileza da bossa cabe perfeitamente numa voz feminina à frente da cena.
No repertório vocês incluem alguma composição autoral? Sim, e esse é um dos diferenciais do projeto. Além dos clássicos consagrados do gênero e das releituras da MPB, a Toca da Bossa abre espaço para composições autorais das Primas e de outros convidados que participarão do projeto, sejam músicos ou cantores, colocando música nova lado a lado com o cânone. É a forma que encontramos de honrar a tradição e, ao mesmo tempo, alimentá-la: a bossa nova nasceu como música de jovens compositores, continuar compondo nesse universo é a melhor forma de homenageá-la, apresentando estilos musicais universais produzidos em Goiás, e provavelmente pouco conhecidos.
As apresentações serão sempre no mesmo local? Não, necessariamente. A Toca da Bossa poderá acontecer a cada temporada em um espaço pareceiro que seja acolhedor para o público, sempre nesse conceito intimisma que a bossa pede, com foco também no conforto do público em relação ao clima da cidade, acessibilidade e atendimento. Mas o espírito da Toca da Bossa é sempre o mesmo: espaço intimista, acústica boa e público sentado perto do palco. Assim, o projeto circula pela cena e leva a bossa a diferentes públicos e bairros.
Qual a periodicidade? Mensal, sempre com data divulgada com antecedência nos canais do projeto. A periodicidade fixa é intencional: cria um ritual, um encontro agendado de quem ama o gênero, e permite que o público acompanhe a série como quem coleciona as edições de uma coleção.
O duo terá convidados especiais no palco?
Sim. Esse é o coração do conceito: a cada edição, novos convidados sobem ao palco — instrumentistas e cantores de destaque da cena de Goiás e convidados de outras praças —, formando, noite a noite, um combo sempre novo. Nenhuma edição é igual à outra. O mesmo clássico ganha cor, instrumentação e humor diferentes a cada encontro. O público volta não só para ouvir a bossa, mas para descobrir quem vem. A primeira apresentação do dia 16 de outubro apresenta o show das Primas, acompanhadas pelo talento dos músicos Luiz Alves (violão), Ney Quiñoreo (guitarra), Luiz Sardinha (contrabaixo), Jader Gomes (bateria).
A formação da banda será sempre a mesma? Há uma base instrumental de referência — violão, contrabaixo, guitarra e percussão — que garante a identidade sonora e a segurança técnica do projeto. Mas, como os convidados mudam a cada edição, a formação se reinventa noite a noite: uma edição pode ser com um quinteto completo, outra com um trio mais cru e intimista. Essa plasticidade é proposital, mantém o público curioso e os músicos alertas, que é como a bossa nova gosta de ser tocada: no risco controlado do ao vivo.
Ação será realizada no dia 10 de outubro e terá atividades interativas e entrega de kit especial para as crianças
Em alusão ao Dia das Crianças, o Grupo Saga promove, no dia 10 de outubro, uma ação especial em todas as suas concessionárias em território nacional – Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais e Rondônia. A partir das 9h, as lojas receberão oficinas interativas voltadas ao público infantil, com atividades definidas de acordo com cada unidade, além da entrega do kit “Meu Primeiro Saga” para as crianças participantes.
Kit que será entregue às crianças (Créditos – Divulgação Grupo Saga)
A iniciativa terá a mesma proposta em todas as praças, mas com ativações lúdicas adaptadas por cada concessionária e relacionadas ao conteúdo do kit – desenvolvido especialmente para a ocasião. O “Meu Primeiro Saga” reúne uma CNH personalizada infantil, cartela de adesivos, chaveiro, sacola personalizada e um livro institucional da Saga com atividades interativas e origamis. A intenção é proporcionar às crianças uma experiência de interação e diversão durante a visita às concessionárias.
A participação é gratuita, mas mediante agendamento prévio. Os clientes interessados devem entrar em contato diretamente com a concessionária de sua preferência para consultar a programação e reservar a visita.
No local, o público encontra produtos essenciais para o dia a dia e para diferentes fases, da gestação à primeira infância, como roupas, calçados, acessórios, móveis e outros itens. Entre os destaques estão bodies a partir de R$ 1,99.
Outro ponto alto desta edição é a ação de vacinação promovida pela Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia na quarta (7) e na quinta-feira (8), das 14h às 17h, dentro do evento. O público terá acesso gratuito às vacinas dTpa, VSR, Covid-19, Influenza, dT e Hepatite B.
A Feira da Gestante está localizada no Piso 1 do Shopping Cerrado, próximo ao Vapt Vupt. O funcionamento é de quarta a sexta-feira, das 14h às 21h; no sábado, das 11h às 21h; no domingo, das 13h às 20h; e na segunda-feira, das 14h às 19h.
A entrada é gratuita, mas a organização recomenda a inscrição antecipada pelo site feiradagestante.com, inclusive para garantir a participação em sorteios e ações especiais. O cadastro também pode ser feito no local do evento.
SERVIÇO Feira da Gestante Datas: 7 a 12 de outubro de 2026 Horários: quarta (7) a sexta-feira (9), das 14h às 21h; sábado (10), das 11h às 21h; domingo (11), das 13h às 20h; segunda-feira (12), das 14h às 19h Local: Shopping Cerrado (Piso 1, próximo ao Vapt Vupt) – Avenida Anhanguera, nº 10.790, Setor Aeroviário, Goiânia (GO) Mais informações:https://feiradagestante.com/ e instagram @feiradagestante.goiania Entrada gratuita