Reiz Fernandes e Solange Martins participram da Expofavela Inovation.
Registro de marcas fortalece o empreendedorismo nas favelas e protege a identidade dos negócios
Marcas que nascem nas favelas representam muito mais do que oportunidades de negócios: elas traduzem a identidade cultural, a criatividade e a capacidade empreendedora de suas comunidades. Com potencial para conquistar novos mercados e estabelecer parcerias com grandes empresas, esses empreendimentos podem ultrapassar fronteiras e alcançar projeção nacional e internacional.
Nesse cenário, o registro de marca torna-se uma medida estratégica para garantir segurança jurídica e preservar a autenticidade dos negócios. A formalização junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) permite proteger o nome e os elementos distintivos da marca, reduzindo riscos de uso indevido e fortalecendo seu valor comercial.
A proteção da propriedade intelectual é, portanto, um passo importante para transformar a criatividade das periferias em ativos econômicos sustentáveis, ampliando oportunidades de crescimento, reconhecimento e geração de renda.
A arquiteta e poetisa Cláudia Oliveira recebeu as amigas do grupo Top Five para um descontraído almoço de pré-aniversário, no dia 16 de outubro, no restaurante Maremonti.
Claudia Oliveira, Mônica Andrade e Marylia Oliveira
Sempre festiva, Cláudia foi homenageada com inúmeros cumprimentos em um ambiente reservado especialmente para o grupo. O cardápio recebeu elogios das convidadas, e o encontro se estendeu ao longo da tarde, em uma merecida celebração à aniversariante, reconhecida por sua capacidade de agregar pessoas e promover encontros especiais.
Maisa Gouveia , Cláudia Oliveira e Sueli Suita
As comemorações foram encerradas com o tradicional parabéns, em meio a uma atmosfera de alegria e boas vibrações.
A empresária Andréia Mota, conhecida como a Rainha dos Leilões, esteve no Fairmont Rio de Janeiro, cenário que traduz sua personalidade marcada pela independência, visão estratégica e espírito empreendedor.
À frente da Rainha dos Leilões, ela assessora lojistas de todo o Brasil na compra estratégica de veículos em leilões, identificando oportunidades que aliam bons investimentos ao potencial de lucratividade e revenda.
Para Andréia, o sucesso está em transformar estratégia em resultados e conquistas em liberdade para desfrutar da vida.
No aniversário da capital, vendas em alta e procura por bairros consolidados evidenciam a força do setor; especialista em imóveis e idealizador do Portal Revendas, Bruno Baiocchi, analisa perspectivas e critérios para escolher um endereço.
Às vésperas de completar 93 anos, em 24 de outubro, Goiânia encontra no mercado imobiliário um dos retratos de sua transformação.
Desde o lançamento da pedra fundamental, em 1933, a capital expandiu seus limites e diversificou as possibilidades de moradia.
Hoje, a escolha de um imóvel envolve questões que vão além da localização: mobilidade, acesso a serviços, orçamento e qualidade de vida ajudam a definir onde os compradores desejam construir sua história.
O desempenho recente revela a intensidade desse movimento. Pesquisa da Brain Inteligência Estratégica, divulgada pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), aponta que Goiânia comercializou 7.219 unidades residenciais no primeiro semestre de 2026, crescimento de 42% em relação ao mesmo período de 2025.
Foi o maior volume registrado em um semestre na série histórica local.“Escolher um imóvel é também escolher como será a rotina.
A distância do trabalho, a escola dos filhos, os serviços disponíveis e o tempo gasto nos deslocamentos precisam entrar nessa decisão. Um endereço pode ser muito valorizado e, ainda assim, não ser o mais adequado para determinada família”, afirma Bruno Baiocchi, especialista em imóveis e idealizador do Portal Revendas.
Entre os bairros destacados pela Ademi-GO como os de maior demanda estão Marista, Bueno, Oeste e Jardim Goiás.
Nesse recorte, o preço médio registrado foi de R$ 13.147 por metro quadrado.
A infraestrutura consolidada, a disponibilidade de comércio e serviços e a conexão com importantes eixos da cidade ajudam a explicar o interesse por essas localidades.
A preferência, entretanto, muda conforme o objetivo da busca. Levantamento da AutImob sobre pesquisas realizadas em sua plataforma no primeiro semestre de 2026 mostra o Bueno na liderança das categorias de aluguel e revenda, enquanto o Marista ocupa a primeira posição em lançamentos.
Na revenda, Parque Amazônia, Oeste e Jardim Goiás também aparecem entre os cinco mais buscados. Para aluguel, Leste Universitário, Alto da Glória e Serrinha completam o grupo após Bueno e Marista.
Os resultados representam o comportamento dos usuários da plataforma.“Não existe um único bairro ideal para todos.
Quem procura o primeiro apartamento pode ter prioridades diferentes de quem precisa de mais espaço ou deseja morar perto do trabalho.
Por isso, entender o perfil do comprador é tão importante quanto conhecer as características do imóvel”, ressalta Baiocchi.
Essa diversidade de interesses também exige atenção ao comparar ofertas. Metragem, idade da construção, conservação, vagas de garagem e despesas de condomínio podem alterar significativamente a relação entre preço e benefício, mesmo entre imóveis próximos.
No mercado de revendas, a avaliação precisa considerar tanto as condições da unidade quanto as do edifício e sua documentação.“Dois apartamentos na mesma região podem oferecer experiências muito diferentes.
O comprador precisa avaliar o conjunto: planta, iluminação, manutenção, custos mensais e situação documental.
Uma decisão bem orientada começa com informações claras e comparáveis”, destaca o idealizador do Portal Revendas.
Para os próximos meses, crédito, renda e disponibilidade de imóveis serão variáveis importantes para acompanhar o setor.
A perspectiva de expansão deve ser analisada conforme o segmento e a região, sem pressupor que todos os empreendimentos terão o mesmo ritmo de vendas ou valorização. Uma eventual melhora nas condições de financiamento pode ampliar o acesso à compra, enquanto o comprometimento do orçamento familiar pode limitar esse movimento.
“Goiânia tem oportunidades em diferentes faixas de preço, mas qualquer projeção precisa considerar a capacidade real de compra das famílias.
Juros, entrada e prazo de financiamento fazem diferença.
O crescimento do mercado precisa caminhar junto com condições que permitam ao comprador assumir esse compromisso com segurança”, avalia Baiocchi.
No aniversário da cidade, o desafio é conciliar dinamismo imobiliário e qualidade urbana.
Ampliar as opções de moradia exige também atenção à infraestrutura e aos deslocamentos, para que o desenvolvimento dos bairros se traduza em benefícios no cotidiano.
“A melhor perspectiva para Goiânia é crescer oferecendo mais possibilidades de viver bem.
Para quem compra, o imóvel precisa fazer sentido hoje e acompanhar os planos para o futuro. Para a cidade, o avanço do setor deve contribuir para bairros com infraestrutura e uma rotina mais funcional”, conclui.
Serviço
Goiânia aos 93 anos: mercado imobiliário aquecido amplia debate sobre onde morar e investir