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Fase difícil que estamos vivendo neste momento com a pandemia

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Detesto tecer críticas a qualquer coisa. Me tornei uma péssima crítica com uma larga experiência em criticar quase tudo. Adoraria me absolver de qualquer culpa e dizer que é coisa da idade — Já consigo ver os 50+ pela fresta da porta — que não nunca vi nada igual, o que está acontecendo no mundo; viver com uma pandemia me assombrando diariamente. As minhas emoções estão em estado de ebulição, novos pensares, novas constatações vão ocupando ou se juntando a espaços antigos. Sei que estamos vivendo algo incomum a todos e podemos comprovar à medida que olhamos de longe, porque ao olharmos de perto veremos que a intensidade e o sentir desse novo momento podem ser distintos. Os barcos são vários, apresentam diferentes tamanhos, velocidades, mas com certeza estamos todos na mesma tempestade!

 

A palavra é meu domínio sobre o mundo; ou ao menos sobre eu mesma, me coroando assim uma personagem da “tragédia grega”. 

Eu sei que o isolamento social se faz necessário! O triste é que estamos impedidos de circular, aglomerar, abraçar, beijar, pegar no colo, visitar, encontrar pessoalmente os amigos. Eu sou um ser de contato, do convívio pessoal. E neste momento, uma das minhas principais características encontra-se suspensa, em stand by, fazendo-me repensar quem somos. Afinal, o que está acontecendo? Por que está acontecendo? Para onde tudo isso nos levará? Quanto tempo isso vai durar? E tantas outras perguntas.

Com isso, me proteger,  passou a ser proteger o outro. Os cuidados são inúmeros, a ponto de ficar perdida nesse “novo normal”. Nunca vi nada parecido e estou tendo que adaptar toda uma realidade de forma extremamente rápida. O tempo passou a ser, aparentemente, algo a ser reconsiderado a partir de agora. Tive que buscar através da criatividade outras formas de configurá-lo. Algo novo, respostas novas! Parece fácil, não é? Mas só parece!

A tomada de consciência da tragédia, da Covid-19 em nossas vidas, do abismo em si, você percebe que já está caindo e não há nada que possa fazer sobre isso, te dá um bom panorama do seu tamanho em relação a vida e do lugar que ocupa por aqui. Eu não posso impedir a tragédia, mas ainda posso dançar quando ouvir a última trombeta. A queda é dura mas e aí? O universo observável não passa de alguns milhões de galáxias — até então estamos vivendo sem saber do nosso futuro — com muito, muito vazio, escuro, silêncio e poeira entre elas. Cada um terá que descobrir,  isso me fez lembrar do filme Feitiço do Tempo, no qual o personagem principal acorda sempre no mesmo dia. No início resistiu a acreditar, irritou-se muito, brigou com todos e principalmente com ele mesmo, até que resolveu aproveitar para fazer algo diferente e desta forma, algum tempo depois acordou no dia seguinte. Esse simbolismo pode ser a mensagem central: “O que eu posso fazer enquanto não acordo no dia seguinte?”, ou ainda: “O que eu posso fazer para conseguir acordar no dia seguinte?”.

Se for para bancar o niilista jogue sério, não há ninguém assistindo lá fora, não haverá glória e aplausos no fim da peça, depois que as cortinas fecharem toda a platéia será silêncio. Tomara que nós saibamos dançar, porque no fim de cada história, seja triste ou feliz, sempre tem algo que nos ensina e nos inspira também. Não há refúgio mais intenso e seguro do que amor e sabedoria do meu próprio mundo interior. É neste refúgio que posso encontrar conscientemente com as mais elevadas luzes espirituais. Seja luz, espalhe a luz, continuemos Sol, mesmo quando parecer escuro. Aqueçamos, mesmo quando a frieza insiste em se fazer presente. Façamos como o sol, ele insiste, resiste, persiste. E a cada amanhecer renasce com a esperança de brilhar, aquecer e nutrir nossa esperança de renascer.

 

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Gregório Duvivier apresenta em Goiânia a comédia premiada “O Céu da Língua” 

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Monólogo vencedor do Prêmio Bibi Ferreira chega ao Teatro Rio Vermelho nos dias 30 e 31 de agosto

Goiânia entra na rota da turnê nacional de O Céu da Língua, espetáculo solo estrelado pelo ator e escritor Gregorio Duvivier. Com mais de 300 mil espectadores desde a estreia, a montagem será apresentada no Teatro Rio Vermelho no domingo (30), às 17h e 20h, e na segunda-feira (31), às 19h e 21h30.

O espetáculo chega à capital após conquistar alguns dos principais reconhecimentos do teatro brasileiro. Em 2025, Duvivier recebeu o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator pelo trabalho. A montagem também foi premiada nas categorias Melhor Texto e Melhor Espetáculo no Prêmio do Humor RJ 2026, além de Melhor Dramaturgia no Prêmio APTR.

Escrita em parceria por Duvivier e pela atriz Luciana Paes, que também assina a direção, a peça explora a paixão do artista pela palavra e pelos caminhos da comunicação verbal. Longe de ser um recital formal de poesia, a montagem é definida pela diretora como um “stand-up comedy pegadinha”. Nele, Duvivier desconstrói os clichês de que a poesia é algo hermético ou inacessível, mostrando como figuras de linguagem e metáforas poéticas são usadas de forma involuntária no vocabulário popular do dia a dia. 

“Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, para isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura. A língua é algo que nos une e nos move, mas raramente damos atenção a ela”, pontua Gregório Duvivier, que buscou referências em sua formação acadêmica em Letras na PUC-RJ e nos três livros de poesia já publicados por ele. 

Dinâmica de palco e diálogo linguístico

O espetáculo brinca com as transformações da língua portuguesa, as reformas ortográficas que alteram sentidos e a ressurreição de gírias que voltam ressignificadas pela juventude. A encenação aposta na oralidade e no carisma do ator, mas ganha estofo técnico com uma estrutura cênica minimalista desenhada por Dina Salem Levy. No palco, o instrumentista Pedro Aune constrói a ambientação sonora ao vivo com seu contrabaixo, enquanto a designer Theodora Duvivier manipula as projeções digitais que interagem com o fluxo de pensamento do protagonista. 

A gênese de O Céu da Língua também remonta ao intercâmbio cultural ibérico, inspirado no espetáculo improvisado Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar, que Duvivier dividiu com o humorista lusitano Ricardo Araújo Pereira. A peça homenageia a flexibilidade do idioma e a capacidade de aproximação que a fala proporciona. “O Gregório simpático e engraçado” está no palco ao lado do Gregório intelectual. Ele, graças aos seus recursos de ator, pega o público distraído”, define a diretora Luciana Paes.

FICHA TÉCNICA

Interpretação: Gregorio Duvivier 

Direção: Luciana Paes

Texto: Gregório Duvivier e Luciana  Paes

Assistente de direção, criação visual e projeções: Theodora Duvivier

Direção musical e execução da trilha: Pedro Aune

Iluminação: Ana Luzia de Simoni

Técnico de Luz: Lelê Siqueira

Desenho de Som: Dugg Mont

Diretor de Palco: Reynaldo Thomaz

Figurino: Elisa Faulhaber e Brunella Provvidente

Cenografia: Dina Salem Levy

Assistente de cenografia: Alice Cruz

Comunicação: Lucas Sancho

Fotos: Joana Calejo Pires, Priscila Prade e Raquel Pelicano

Identidade visual divulgação: Laercio Lopo

Design gráfico publicação: Estúdio M-CAU – Maria Cau Levy e Ana David

Marketing digital: Renato Passos

Assistentes de Produção: João Byington de Faria e Rafaela Correia

Produção Executiva: Dani Mattos e Lucas Lentini

Gerente de Projetos: Andréia Porto

Direção de Produção: Clarissa Rockenbach e Fernando Padilha

Produção: Pad Rok

SERVIÇO: Espetáculo – O Céu da Língua

Datas: 30 de agosto (domingo) e 31 de agosto de 2026 (segunda-feira) 

Horários: Domingo, às 17h e 20h | Segunda-feira, às 19h e 21h30

Local: Teatro Rio Vermelho (Rua 4, Q. 74, nº 1335 – Setor Central, Goiânia – GO) 

Duração: 85 minutos 

Classificação indicativa: 12 anos 

Ingressos: Valores entre R$ 70 e R$ 180

Link de vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/122929

FatoMais Comunicação

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Evento: Vila Cultural do Preguinho

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Uma feirinha voltada para stands e produtos nerds e geek, anime, k-pop , terá a
presença de vários expositores com produtos como, chaveiros, HQs, figure actions,camisetas
de anime, pelúcias, cards de dorama e muito mais.
Quando: dia 09 de agosto de 2026
Horario: 09:00 as 17:00
Local : Estacionamento M/M , Rua 10 , numero 77, Setor Oeste
A Vila Cultural do Preguinho é um espaço para artistas mostrarem seu trabalho, quadrinistas
,artesãos. E um local de conveniência e socialização voltado para os amantes da cultura nerd.
Devido ao enorme sucesso da ultima edição, esse evento retorna buscando atrair um publico
de 1000 pessoas.

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Real Circo promove o “Espetáculo Azul — Um Show de Inclusão” em Goiânia

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“Espetáculo Azul — Um Show de Inclusão” será realizado no dia 2 de agosto, no Passeio das Águas Shopping, com adaptações sensoriais para proporcionar uma experiência circense mais acolhedora e acessível ao público.

O Real Circo realiza, no dia 2 de agosto, domingo, às 11h, em Goiânia, uma edição especial do “Espetáculo Azul — Um Show de Inclusão”, iniciativa voltada para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Pessoas com Deficiência (PCD). A apresentação acontecerá no Passeio das Águas Shopping e foi planejada para oferecer uma experiência cultural mais acessível, respeitando as necessidades sensoriais e emocionais do público.

Para garantir um ambiente mais confortável, o espetáculo contará com iluminação reduzida, trilha sonora em volume adaptado e a retirada de números que contenham sons muito altos ou estímulos visuais intensos. A sessão também permitirá maior liberdade de circulação, proporcionando mais segurança e acolhimento durante toda a apresentação.

Além das adaptações sensoriais, o público poderá participar de interações especialmente preparadas para aproximar os artistas das famílias, promovendo momentos de inclusão, respeito à diversidade e fortalecimento do acesso à cultura.

Segundo a direção do Real Circo, a iniciativa reforça o compromisso da companhia em democratizar a arte circense e garantir que pessoas com diferentes necessidades possam vivenciar a magia do espetáculo em um ambiente preparado para recebê-las.

Nesta sessão especial, pessoas com TEA, TDAH e PCD terão entrada gratuita. Os acompanhantes deverão adquirir seus ingressos, sendo assegurado o benefício da meia-entrada para um acompanhante, conforme prevê a legislação vigente.

Serviço

Espetáculo Azul — Um Show de Inclusão

Data: 2 de agosto (domingo)

Horário: 11h

Local: Real Circo, no Passeio das Águas Shopping – Goiânia (GO)
Entrada gratuita: Pessoas com TEA, TDAH e PCD

Ingressos para acompanhantes: www.realcirco.com

Instagram: @real.circo

Assessoria de Imprensa
Palavra Comunicação

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