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Educação

Instituto iungo alcança mais de 2,4 mil educadores com ações de formação em Goiás

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Entidade mantida pelo Instituto MRV e pelo Movimento Bem Maior comemora dois anos em março, com resultados expressivos e parcerias com secretarias de educação de todo o país

O Instituto iungo – organização sem fins lucrativos que contribui para o desenvolvimento profissional de professores – completa dois anos neste mês de março, com cerca de 180 mil educadores impactados por suas ações de formação docente. Em Goiás, 2.403 professores da rede estadual de educação já foram impactados por ações de formação do iungo.

Outro aspecto essencial para ampliar a escala e relevância das iniciativas do iungo foi o trabalho conjunto com redes públicas de ensino. Além de Goiás, 11 secretarias estaduais de Educação já são parceiras do programa Nosso Ensino Médio, plataforma gratuita de formação de professores para os novos currículos desta etapa de ensino. Somadas, essas 12 redes estaduais detêm mais de 50% das matrículas e dos docentes de Ensino Médio do país.

O programa já conta com 2.403 professores goianos inscritos, dos quais 511 concluíram ao menos uma trilha formativa. As plataformas digitais do iungo e suas iniciativas já bateram as marcas de 660 mil acessos, 388 mil visualizações em vídeos para educadores e 55 mil downloads de materiais pedagógicos.

O alcance foi possível por meio de iniciativas on-line, utilizando inclusive ferramentas acessíveis como o WhatsApp, para oferecer formação aos professores. Em 2021, educadores de todos os estados do Brasil participaram de cursos, como o “Repensando o Currículo”, programa gratuito realizado pelo iungo em parceria com o Núcleo de Novas Arquiteturas Pedagógicas da USP.

“O Estado de Goiás tem avançado de modo consistente nos resultados educacionais e o trabalho dos professores em sala de aula é um dos aspectos chave para os resultados que o estado alcança. Apostamos muito no viés multiplicador de todos esses projetos, que visam justamente fazer com que os educadores também levem adiante o conhecimento construído nas formações a outros pares”, explica Paulo Emílio Andrade, diretor do Instituto iungo. Ele atribui a isso o rápido alcance com que as atividades do instituto chegaram a todas as regiões do país, ao longo desses dois anos.

“O investimento na formação do professor torna mais abrangente o alcance das ações promovidas. Os estados onde a nossa atuação já se faz presente reúnem mais de 4,2 milhões de alunos de Ensino Médio (54% do total do país). Isso para nós é extremamente relevante, pois mostra a amplitude desse universo, que pode ser rapidamente alcançado pelo nosso trabalho”, completa Andrade.

Sobre o Instituto MRV

O Instituto MRV acredita que os primeiros passos para trilhar um futuro com mais oportunidades estão diretamente ligados ao poder transformador da educação. Por isso, desde 2014, o braço social da MRV&CO desenvolve e apoia importantes programas e projetos, que têm como essência oferecer possibilidades ainda maiores na área da educação. Com 1% do lucro líquido da companhia destinado para essas ações, já foi possível proporcionar oportunidades de um futuro melhor para mais de 1 milhão de pessoas em seis anos.

Sobre o Instituto iungo

O Instituto iungo, idealizado pelo Instituto MRV, tem o objetivo de promover o desenvolvimento profissional de educadores de todo o Brasil. iungo, em latim, significa reunir, atrelar, unir aos pares – conjunto de sentidos que pauta sua atuação. Conectar professores, gestores, centros de pesquisa e especialistas em educação em programas de formação continuada e de produção de conhecimento é a forma do iungo fortalecer o trabalho realizado pelas redes de ensino brasileiras. A principal meta do trabalho coletivo é possibilitar que os educadores renovem e aperfeiçoem suas práticas pedagógicas, construindo uma educação com mais significado e qualidade para os estudantes. www.iungo.org.br.

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Educação

Escolas iniciam ano letivo com novas regras sobre uso de celular

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Aulas voltaram com restrição quanto ao uso do aparelho, que poderá ser levado para a escola, mas somente usado em caso de emergências. Especialistas explicam funcionamento da nova rotina

Escolas de todo o Brasil iniciaram o ano letivo de 2025 com a implementação de novas regras para o uso de celulares, em cumprimento à lei que proíbe o uso do aparelho em qualquer ambiente escolar e que foi sancionada nos últimos dias pelo governo federal. A agência de educação, ciência e cultura da ONU, a UNESCO, afirmou recentemente que há evidências de um desempenho educacional reduzido quando há altos níveis de tempo de tela e efeito negativo quando o assunto é estabilidade emocional dos alunos. Outro levantamento realizado pela Nexus em outubro do ano passado, por meio da Pesquisa e Inteligência de Dados revelou que 86% da população brasileira são favoráveis à restrição ao uso de celular nas escolas, enquanto 54% são favoráveis à proibição total dos aparelhos.

As informações refletiram em discussões sobre o tema em todo o país nos últimos meses. Em Goiânia, alguns colégios já debatiam o assunto internamente, buscando estabelecer medidas específicas para adaptar professores, alunos e pais à nova realidade. De acordo com o orientador pedagógico do Colégio Integrado, André Henrique Tavares de Assis, a preparação começou muito antes da aprovação da lei. “A instituição estava monitorando o projeto de lei e planejamos um protocolo para o caso de sua sanção. Reconheço que a transição será desafiadora, especialmente para os alunos mais dependentes da tecnologia. Agora, cada sala de aula terá uma caixa com compartimentos para que os estudantes deixem seus celulares. As caixas serão trancadas e as chaves ficarão sob responsabilidade da orientação educacional. O acesso aos aparelhos será permitido apenas ao final do turno, sem exceções durante o intervalo a não ser em caso de emergência”, explica.

Além de estabelecer o armazenamento seguro dos aparelhos, o colégio também revisou práticas pedagógicas e a postura dos professores. Segundo André Henrique, os docentes passaram por uma semana pedagógica recebendo orientações sobre a adaptação ao novo modelo de aulas. “Os professores são exemplos para os alunos. Portanto, eles também não poderão usar celulares pessoais em sala de aula e deverão recorrer aos canais institucionais em caso de necessidade. O foco agora será resgatar métodos de ensino que não dependam de dispositivos móveis”, pontua o orientador. Para melhor adaptação, educadores e alunos contarão com suporte psicológico e o envolvimento das famílias com terapeutas e orientadores para que essa fase de ajuste seja conduzida de forma assertiva.

Conscientização da família

O Colégio Externato São José sempre seguiu a política do estímulo a uma relação mais saudável com a presença dos aparelhos celulares na escola. “Já vínhamos adotando uma postura de incentivo e conscientização do uso dos smartphones somente em momentos de necessidade, de acordo com lições orientadas pelos professores ou em emergências familiares. Mesmo no recreio, buscamos estimular a integração dos alunos com as diversas possibilidades do espaço físico do colégio, por exemplo, para a prática de esportes, interação com a natureza, o hábito da leitura, entre outros, assim como para um melhor aproveitamento do tempo de maneira geral”, comenta Tatiana Santana, diretora pedagógica do Externato. Com a nova lei, a educadora comenta que todo um protocolo de cuidado e um novo processo de conscientização teve início na volta às aulas. “Um dos primeiros passos, como é uma tradição da nossa escola, é o alinhamento com os pais e responsáveis. As famílias têm um papel fundamental nessa questão, afinal, o comportamento digital das crianças e adolescentes começa em casa. Com regulamentações claras, investimentos em educação digital e o apoio dos familiares, podemos transformar a relação dos alunos com o celular. O objetivo não é excluir a tecnologia, mas garantir que ela seja uma aliada no processo de aprendizagem”, finaliza.

Lucas Pereira / Assessor de imprensa Kasane

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Educação

Oficinas Itinerantes gratuitas

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O projeto “Ilha da Imaginação”, reconhecido por seu impacto cultural e educacional em São Simão (GO), leva sua oficina para diversas cidades do interior de Goiás e Minas Gerais. Com o objetivo de promover a leitura e o cinema de animação entre crianças e adolescentes de 8 a 15 anos, o projeto oferece oficinas itinerantes gratuitas em escolas públicas federais, estaduais e municipais, atendendo cerca de 10 cidades e 30 escolas anualmente.

Desde 2019, a iniciativa do projeto já impactou mais de 50 mil alunos e distribuíram gratuitamente a mesma quantidade de livros. O programa é aprovado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, patrocinado pela SPIC Brasil e realizado pelo Instituto Maker, pela AKM Performma, Ministério da Cultura e Governo Federal – União e Reconstrução, sob gestão da executiva de projetos culturais do Instituto Maker, a goiana Danielle Cabral.

Informações para a imprensa:
FatoMais Comunicação – desde 2004, a sua Agência de Comunicação
Telefone: (62) 9 9222-3354 / (62) 9 9610-4088
Ana Paula e Silva / Dienys Rodrigues / Nayara Reis
imprensa@fatomais.com.br

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Educação

Vila Lume

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A empresária e diretora da Escola Vila Lume, Vanessa Vieira, coordenou na última sexta feira, dia 22 de setembro, a apresentação dos alunos de todas as turmas dando início a estação da primavera.

O Canto da Primavera é uma atividade interdisciplinar que proporciona às crianças a intensificação do convívio com a língua inglesa por meio da arte, especificamente a música. 

No ano de 2023, a atividade está voltada à pesquisa musical em torno de composições brasileiras reconhecidas internacionalmente e interpretadas em inglês ao redor do mundo.

Intitulado “Brasileiríssimas”, este ano, o Canto da Primavera tem como objetivo principal possibilitar às crianças a análise e a valorização do patrimônio artístico nacional e internacional, com suas histórias e diferentes visões de mundo, a partir de um repertório musical composto basicamente pela Bossa Nova e pela Música Popular Brasileira.

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