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A manutenção do crédito exige atenção redobrada em 2025

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Cenários como elevação da taxa de juros, aumento da inflação e incertezas tributárias pedem mais cautela com a gestão empresarial, independente do porte ou setor. Especialista reforça a importância do planejamento para garantir liquidez

O estudo apontou também que 67% dos empresários pretendem aumentar os preços dos produtos em 2025, o maior índice desde 2011. Diante deste cenário, que também envolve preocupações com juros altos, inflação e incertezas tributárias, se torna ainda mais importante a manutenção de linhas de crédito para auxiliar a gestão do fluxo de caixa das empresas de forma contínua e sustentável. 

Apesar dos desafios, alguns setores encontram espaço para crescimento, mas independente do porte ou setor, as empresas podem enfrentar imprevistos como atrasos no recebimento de pagamentos ou aumento inesperado de despesas. “O crédito empresarial funciona como um “colchão financeiro”, permitindo acesso imediato a recursos para pagamento de fornecedores, salários e outras obrigações no prazo correto, ou até para evitar a paralisação de operações”, comenta o advogado e CEO da KBL Contabilidade, Ivan Lima.

O chairman da Rafatella Investimentos e da fintech BCJ, Lélio Vieira Carneiro Júnior, reforça a importância de manter os compromissos financeiros em dia e controlar a inadimplência, principalmente em um momento de retração da economia. “Em 2025, os bancos e instituições de forma geral tendem a analisar com mais rigor a liberação de crédito, por isso, planejar o fluxo de caixa e manter limites pré-aprovados para garantir a liquidez e honrar com todas as obrigações pode fazer a diferença.”, comenta o empresário.

Reputação e oportunidades de negócio

Com uma linha de crédito ativa, a empresa está preparada para aproveitar oportunidades de compra de insumos com desconto ou investimentos estratégicos, o que proporciona maior agilidade e competitividade no mercado. O especialista explica que manter o crédito representa maior flexibilidade do que empréstimos pontuais, já que os juros são cobrados apenas sobre o valor utilizado. “Assim, a empresa paga somente pelo montante que realmente precisa, evitando custos financeiros desnecessários”, diz Ivan Lima.

Atrasar pagamentos pode resultar em juros, multas e perda de crédito no mercado, por isso, a manutenção de uma linha de crédito ativa reforça a credibilidade da empresa junto a fornecedores e instituições financeiras, transmitindo confiança de que ela pode honrar seus compromissos. “Embora úteis para garantir fluidez e competitividade, as linhas de crédito devem ser utilizadas com cautela, planejamento e monitoramento constante”, conclui o especialista.

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A manutenção do crédito exige atenção redobrada em 2025

Cenários como elevação da taxa de juros, aumento da inflação e incertezas tributárias pedem mais cautela com a gestão empresarial, independente do porte ou setor. Especialista reforça a importância do planejamento para garantir liquidez

Todo início de ano é marcado por realinhamento de prioridades e estratégias, além de planejamento de novos projetos, no mundo corporativo não é diferente. Mas em 2025, o otimismo empresarial brasileiro apresentou recuo de 80% para 74% no último trimestre, segundo estudo global Grant Thornton, do International Business Report (IBR). A burocracia, a falta de mão de obra qualificada e a escassez de crédito acessível foram apontados como os principais entraves para os negócios no Brasil.

O estudo apontou também que 67% dos empresários pretendem aumentar os preços dos produtos em 2025, o maior índice desde 2011. Diante deste cenário, que também envolve preocupações com juros altos, inflação e incertezas tributárias, se torna ainda mais importante a manutenção de linhas de crédito para auxiliar a gestão do fluxo de caixa das empresas de forma contínua e sustentável. 

Apesar dos desafios, alguns setores encontram espaço para crescimento, mas independente do porte ou setor, as empresas podem enfrentar imprevistos como atrasos no recebimento de pagamentos ou aumento inesperado de despesas. “O crédito empresarial funciona como um “colchão financeiro”, permitindo acesso imediato a recursos para pagamento de fornecedores, salários e outras obrigações no prazo correto, ou até para evitar a paralisação de operações”, comenta o advogado e CEO da KBL Contabilidade, Ivan Lima.

O chairman da Rafatella Investimentos e da fintech BCJ, Lélio Vieira Carneiro Júnior, reforça a importância de manter os compromissos financeiros em dia e controlar a inadimplência, principalmente em um momento de retração da economia. “Em 2025, os bancos e instituições de forma geral tendem a analisar com mais rigor a liberação de crédito, por isso, planejar o fluxo de caixa e manter limites pré-aprovados para garantir a liquidez e honrar com todas as obrigações pode fazer a diferença.”, comenta o empresário.

Reputação e oportunidades de negócio

Com uma linha de crédito ativa, a empresa está preparada para aproveitar oportunidades de compra de insumos com desconto ou investimentos estratégicos, o que proporciona maior agilidade e competitividade no mercado. O especialista explica que manter o crédito representa maior flexibilidade do que empréstimos pontuais, já que os juros são cobrados apenas sobre o valor utilizado. “Assim, a empresa paga somente pelo montante que realmente precisa, evitando custos financeiros desnecessários”, diz Ivan Lima.

Atrasar pagamentos pode resultar em juros, multas e perda de crédito no mercado, por isso, a manutenção de uma linha de crédito ativa reforça a credibilidade da empresa junto a fornecedores e instituições financeiras, transmitindo confiança de que ela pode honrar seus compromissos. “Embora úteis para garantir fluidez e competitividade, as linhas de crédito devem ser utilizadas com cautela, planejamento e monitoramento constante”, conclui o especialista.

Dora Teruel  

Assessora de Imprensa

Dora@kasane.com.br

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Programa “PCD GWM Navesa” foi lançado durante o “Mobility Day”!

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O programa “PCD GWM Navesa” foi lançado nacionalmente em Goiânia, durante o “Mobility Day”, na noite da última quinta (29/1). Os gerentes comerciais Higor Barbosa, Evandro Araújo e a supervisora de marketing Isadora Beltrão apresentaram para o mercado os veículos híbridos & elétricos mais completos e vendidos do Brasil, em suas novas versões. Durante todo período da ação, as primeiras 800 unidades disponíveis dos carros “Haval H6 HEV” e “Ora 03” terão condições exclusivas para os clientes PCD da concessionária do Grupo Navesa, localizada na Av. Mutirão esq. Av. T-55, no Setor Bueno. Mais informações e agendamento de test drive em @gwmnavesa e no (62) 3413-0600

Local: GWM Navesa, Av. Mutirão esq. com R. T-55, n° 317 – St. Bueno, Goiânia – GO, 74215-170.

Redes sociais: https://www.instagram.com/gwmnavesa/ & https://navesagwm.com.br/

Para mais informações e agendamento de test drive: (62) (62) 3413-0600 / WhatsApp, com condições especiais para PCD.

Contato: Isadora Beltrão – (62) 98277-5167 (Supervisora de Marketing)

Vigência do Programa PCD GWM: Permanente.

Crédito: Fabrício Barreto

Carlos Eduardo Faria – Kadu!

Jornalista / Paspartú Comunicação

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LIDE CEO reúne empresários para debate sobre inovação e inteligência artificial com especialista do Vale do Silício

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Evento contou com a presença de afiliados e convidados do LIDE Goiás

Afiliados e empresários convidados do LIDE Goiás se reuniram na manhã da última sexta-feira (23), no escritório Lara Advogados Associados (Mantenedor do LIDE Goiás), para uma conversa exclusiva com Alex Dantas, fundador e CEO da Circuit Launch – maior hub de hardware e robótica do Vale do Silício. O encontro foi promovido pelo LIDE CEO, com foco em promover um diálogo qualificado sobre inovação, tecnologia e os impactos concretos da inteligência artificial no mundo dos negócios.

Durante o encontro, Alex Dantas compartilhou experiências do ecossistema de inovação do Vale do Silício e alertou os empresários goianos: “Inteligência Artificial não é mais o presente – é o ontem. O mundo já avançou e está em uma nova curva de aceleração. Ou acompanhamos esse ritmo, ou perdemos o bonde da competitividade.”

Representando o presidente do LIDE CEO Goiás, Marcelo Camorim, a empresária Karla Posê fez a abertura do evento. Ela reforçou a importância de momentos como este para gerar conexões estratégicas entre grandes lideranças. “O LIDE é um ecossistema vivo de trocas. Cada encontro é uma oportunidade de fortalecer vínculos e impulsionar novas ideias”, afirmou.

Presidente do LIDE CEO Goiás, Marcelo Camorim destacou a relevância do encontro na agenda da entidade. “Quando aproximamos o empresariado goiano de quem está na fronteira da inovação global, como o Vale do Silício, encurtamos distâncias e aceleramos decisões. Nosso compromisso é garantir que os líderes de Goiás tenham acesso a conteúdo estratégico, experiências reais e conexões que ajudem a transformar inovação em resultado para os negócios”, ressaltou.

Anfitrião do encontro e presidente da OAB-GO, o advogado Rafael Lara destacou a importância de receber os empresários para um momento de troca profunda. “É uma honra abrir as portas do nosso escritório para um tema tão necessário. Estamos diante de uma transformação que remodela o mercado e exige conhecimento técnico, visão estratégica e cooperação”, pontuou.

O CEO do LIDE Goiás, Cledistonio Junior, participou da concepção do evento e reforçou a missão da entidade. “Nosso papel é provocar a reflexão e preparar nossas lideranças para o que está por vir. A inteligência artificial não é mais uma tendência – é um divisor de águas para os negócios”, ressaltou.

O encontro integra a agenda de 2026 do LIDE CEO Goiás, que prevê novos espaços para debates sobre futuro, liderança e transformação empresarial.

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Mercado & Opinião.

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Durante o primeiro encontro de 2026 do Mercado & Opinião, marcaram presença Chris Pitanguy, Otacílio Ramalho, Marcelo de Carvalho e Ângela Ramalho. A reunião aconteceu, como de tradição, no renomado Rancho Português, no bairro da Vila Olímpia, em São Paulo.

O Mercado & Opinião é um grupo exclusivo de líderes empresariais no Brasil que promove encontros periódicos — entre jantares, fóruns e conferências — voltados à troca de experiências, networking executivo e debates estratégicos sobre mercado, economia e tendências. O grupo reúne CEOs, presidentes e executivos sêniores para discussões de alto nível e a construção de análises coletivas sobre o futuro dos negócios no país

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