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	<title>Saúde &#187; Portal de Notícia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elpidio Fiorda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 14:17:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evitar açúcar nos primeiros dois anos de vida pode reduzir risco de doenças crônicas, apontam estudos Endocrinologista pediátrica explica como a alimentação nos primeiros mil dias influencia o metabolismo e a saúde ao longo da vida A alimentação oferecida nos primeiros anos de vida pode ter impacto duradouro sobre a saúde metabólica. Evidências científicas mostram [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evitar açúcar nos primeiros dois anos de vida pode reduzir risco de doenças crônicas, apontam estudos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Endocrinologista pediátrica explica como a alimentação nos primeiros mil dias influencia o metabolismo e a saúde ao longo da vida</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A alimentação oferecida nos primeiros anos de vida pode ter impacto duradouro sobre a saúde metabólica. Evidências científicas mostram que a introdução precoce de açúcar na dieta infantil está associada a maior risco de obesidade, diabetes tipo 2 e outras doenças crônicas ao longo da vida. Por isso, especialistas defendem que o consumo de açúcar adicionado seja evitado nos primeiros dois anos de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, essa fase corresponde ao chamado período dos primeiros mil dias, que vai desde a gestação até aproximadamente os dois anos de idade. Nesse intervalo, ocorre uma intensa programação metabólica, na qual fatores nutricionais podem influenciar o funcionamento do organismo no longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os primeiros anos de vida são uma janela crítica de desenvolvimento. O que a criança consome nesse período pode influenciar o metabolismo, a formação da microbiota intestinal e até a regulação do apetite no futuro”, explica a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação de evitar açúcar nessa fase é respaldada por entidades internacionais e nacionais de saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta que crianças menores de dois anos não consumam açúcar adicionado. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) também recomenda evitar a oferta de açúcar, mel, melado e alimentos ultraprocessados nessa faixa etária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos sobre programação metabólica precoce indicam que exposições alimentares nos primeiros mil dias podem influenciar processos fisiológicos importantes, como sensibilidade à insulina, metabolismo energético e controle da saciedade. Uma revisão publicada na revista científica&nbsp;<em>Nutrients</em>&nbsp;aponta que padrões alimentares ricos em açúcar na primeira infância podem favorecer alterações metabólicas associadas ao desenvolvimento de doenças crônicas na vida adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, pesquisas mostram que o contato precoce com alimentos muito doces pode moldar preferências alimentares ao longo da vida. Crianças expostas frequentemente ao açúcar tendem a desenvolver maior preferência por alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas, o que aumenta o risco de excesso de peso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema ganha relevância em um cenário global de aumento da obesidade infantil. Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que mais de 39 milhões de crianças menores de cinco anos estavam com excesso de peso em 2022. Levantamento da Federação Mundial da Obesidade aponta que cerca de 38% das crianças e jovens brasileiros entre 5 e 19 anos de idade já vivem com sobrepeso ou obesidade, colocando o Brasil acima da média global, que é de 20,7%. As projeções indicam que, se os números continuarem no mesmo ritmo, o país pode chegar a 50% de crianças e adolescentes com excesso de peso até 2040.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Marília, evitar açúcar nessa fase não significa adotar uma postura radical, mas priorizar alimentos naturais e respeitar o desenvolvimento do paladar da criança. “O paladar também é aprendido. Quando a criança cresce consumindo alimentos naturais, como frutas e preparações caseiras, ela desenvolve uma relação mais equilibrada com o sabor doce”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Segundo a endocrinologista, essa escolha simples pode ter impacto importante na prevenção de doenças ao longo da vida. “Quanto mais cedo protegemos o metabolismo da criança, maiores são as chances de ela desenvolver hábitos alimentares saudáveis e menor é o risco de problemas metabólicos no futuro”, conclui.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Carolina Pessoni<br>Pessoni Comunicação</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="391" src="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-inteira-05052026-111554.jpg" alt="" class="wp-image-44602" srcset="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-inteira-05052026-111554.jpg 640w, https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-inteira-05052026-111554-300x183.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>
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		<title>Meninas com sobrepeso podem menstruar até 1 ano mais cedo, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elpidio Fiorda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 14:13:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Endocrinologista pediátrica explica a relação entre obesidade e puberdade precoce e alerta para impacto no desenvolvimento infantil A puberdade precoce costuma ser associada à exposição a substâncias químicas presentes em plásticos e cosméticos. Embora os chamados disruptores endócrinos sejam objeto de estudo, a ciência já aponta um fator com evidência mais consistente: o excesso de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Endocrinologista pediátrica explica a relação entre obesidade e puberdade precoce e alerta para impacto no desenvolvimento infantil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A puberdade precoce costuma ser associada à exposição a substâncias químicas presentes em plásticos e cosméticos. Embora os chamados disruptores endócrinos sejam objeto de estudo, a ciência já aponta um fator com evidência mais consistente: o excesso de peso na infância.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="640" height="444" src="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-inteira-05052026-111248.jpg" alt="" class="wp-image-44597" srcset="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-inteira-05052026-111248.jpg 640w, https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-inteira-05052026-111248-300x208.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, estudos recentes mostram que meninas com sobrepeso ou obesidade podem apresentar a primeira menstruação, chamada a menarca, significativamente mais cedo do que aquelas com peso adequado. “Hoje já sabemos que a obesidade tem um impacto direto na regulação hormonal. O tecido adiposo não é apenas um reservatório de gordura, ele também produz substâncias que interferem no eixo hormonal e podem antecipar o início da puberdade”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma revisão científica publicada na revista&nbsp;<em>Endocrine Connections</em>, ligada à Sociedade Europeia de Endocrinologia, analisou evidências recentes sobre a relação entre obesidade e puberdade e concluiu que o aumento da gordura corporal está associado à antecipação do início puberal, especialmente em meninas. Além disso, estudos observacionais com diferentes populações indicam que meninas com excesso de peso podem ter a menarca entre seis meses e um ano mais cedo do que aquelas com peso adequado para a idade e estatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse fenômeno ocorre porque o tecido adiposo influencia a produção de hormônios como a leptina, que atua como sinalizador energético para o organismo. Quando há excesso de gordura corporal, esse sinal pode ser interpretado pelo corpo como um indicativo de que já há “condições” para iniciar a puberdade. “A puberdade é um processo biológico altamente regulado, mas também sensível ao ambiente metabólico. Quando esse ambiente está alterado, o corpo pode antecipar etapas que deveriam acontecer mais tarde”, afirma a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenário preocupa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço da puberdade precoce ocorre em paralelo ao aumento da obesidade infantil. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que mais de 39 milhões de crianças menores de cinco anos estavam com excesso de peso em 2022 no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o cenário segue a mesma tendência. Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) indicam crescimento progressivo das taxas de excesso de peso em crianças e adolescentes, o que acende um alerta para consequências metabólicas cada vez mais precoces.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A antecipação da puberdade não é apenas uma questão cronológica. Ela pode trazer repercussões importantes para a saúde física e emocional. Entre os possíveis impactos estão menor tempo de crescimento e, consequentemente, redução da estatura final; maior risco de obesidade persistente na vida adulta; aumento do risco de síndrome metabólica; e desafios emocionais e sociais decorrentes da maturação precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A puberdade precoce não é só começar a menstruar antes. É um processo que pode impactar crescimento, metabolismo e até a forma como a criança se percebe no mundo”, encerra Marília.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Carolina Pessoni<br>Pessoni Comunicação</p>



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		<title>Crise emocional no trabalho impulsiona buscapor terapias que atuam na origem do sofrimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elpidio Fiorda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 14:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil vive uma escalada no adoecimento emocional dos trabalhadores. Dados divulgadosrecentemente pelo Ministério da Previdência Social indicam que mais de 546 mil brasileiros seafastaram do trabalho em 2025 por transtornos mentais, o maior número já registrado, contra 472 mil em 2024. Os afastamentos estão ligados a quadros como ansiedade, depressão e esgotamento psíquico. O [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Brasil vive uma escalada no adoecimento emocional dos trabalhadores. Dados divulgados<br>recentemente pelo Ministério da Previdência Social indicam que mais de 546 mil brasileiros se<br>afastaram do trabalho em 2025 por transtornos mentais, o maior número já registrado, contra 472 mil em 2024. Os afastamentos estão ligados a quadros como ansiedade, depressão e esgotamento psíquico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O país também figura entre os mais ansiosos do mundo: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 18,6 milhões de brasileiros convivem com transtornos de ansiedade, o equivalente a 9,3% da população. No ambiente corporativo, o burnout se intensifica: um em cada três trabalhadores apresenta sintomas, segundo a International Stress Management Association, enquanto mais de 11milhões convivem com depressão, reforçando o tema como questão de saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O impacto já é percebido na rotina profissional: empresas enfrentam queda de produtividade,<br>desorganização de equipes e aumento da pressão sobre o sistema previdenciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Especialistas apontam um desgaste estrutural no mundo do trabalho, marcado por metas agressivas, insegurança profissional e pressão constante por desempenho tem criado um ambiente em que muitos trabalhadores já não conseguem sustentar emocionalmente suas funções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Desde 2025, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) passou a exigir que empresas identifiquem e gerenciem fatores psicossociais, como estresse, sobrecarga, assédio e ansiedade, dentro de seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR). Com o início da fiscalização em 26 de maio deste ano, o cuidado com a saúde emocional deixa de ser apenas uma iniciativa de bem-estar epassa a integrar a conformidade trabalhista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Mas há uma dimensão desse fenômeno que nem sempre aparece nas estatísticas. Por trás de rotinas aparentemente funcionais, muitos profissionais carregam emoções persistentes e pouco compreendidas: ansiedade constante, sensação de insuficiência, medo de falhar, dificuldade de sustentar decisões e uma sobrecarga que não se explica apenas pelo volume de trabalho. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo quando a vida externa parece estável, o sofrimento interno continua operando, afetando desempenho, relações e a capacidade de lidar com desafios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Na avaliação da terapeuta Patrícia Neri, 45, certificada em Terapia de Reprocessamento Generativo (TRG), parte desse quadro está relacionada não apenas às condições atuais, mas a experiências emocionais acumuladas ao longo da vida. “Grande parte desse sofrimento não nasce no presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Ele está ligado a memórias emocionais que não foram devidamente processadas e que continuam influenciando a forma como a pessoa reage às pressões do dia a dia”, explica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, eventos vividos com dor, ameaça, medo, perda, rejeição, insegurança, abandono, traição ou impotência podem permanecer registrados no sistema emocional de forma desorganizada. Ainda que tenham ficado no passado, o corpo e a mente continuam reagindo como se o risco ainda existisse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É nesse ponto que cresce o interesse por abordagens terapêuticas que buscam atuar na raiz do<br>problema como a TRG. A metodologia propõe acessar e reorganizar memórias emocionais associadas a traumas, crenças limitantes e padrões automáticos de comportamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> “A proposta não é apenas aliviar sintomas, mas permitir que o sistema emocional deixe de responder ao passado como se ele ainda estivesse acontecendo”, afirma Patrícia Neri. Na prática, isso pode representar uma mudança significativa na forma como o profissional lida com pressão, conflitos e responsabilidades. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente de abordagens focadas apenas no alívio dos sintomas ou na gestão emocional do presente, a TRG trabalha diretamente na forma como essas experiências foram registradas pelo cérebro e pelo corpo, buscando uma reorganização profunda do sistema emocional. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a terapeuta, esse tipo de abordagem está atraindo profissionais e empresários que já passaram por outras formas de cuidado, mas que buscam compreender por que determinados padrões continuam serepetindo, mesmo após tentativas de mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Casos acompanhados em consultório ilustram esse movimento. Patrícia relata o atendimento de uma empresária, de 59 anos, que enfrentava declínio nos negócios e dificuldade em sustentar uma postura de liderança. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da experiência acumulada, ela evitava decisões estratégicas e recuava em<br>momentos de pressão, o que impactava diretamente a condução da equipe. Ao longo do processo terapêutico, foram identificados registros emocionais até então não associados à sua atuação  profissional. À medida que esses conteúdos foram trabalhados, houve uma mudança espontânea de postura, com impacto direto na equipe e retomada gradual do crescimento da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Outro caso envolve um profissional de 46 anos que convivia com ansiedade intensa, controlada por medicação. O luto pela perda da esposa, somado às responsabilidades do trabalho, havia<br>desorganizado suas emoções. No cotidiano, ele relatava dificuldade de concentração, sensação<br>constante de alerta e esgotamento mesmo em tarefas simples. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a terapia, passou a relatar uma sensação de “despressurização”, com reflexos positivos tanto na vida pessoal quanto na profissional. Embora sejam experiências individuais, os relatos refletem uma mudança ampla no perfil de quem busca ajuda: pessoas que não querem apenas reduzir sintomas, mas compreender e transformar o que está na origem do sofrimento.<br>A TRG é considerada uma abordagem emergente e foi criada em 2010, pelo psicólogo brasileiro Jair Soares dos Santos, em Recife-PE. A metodologia se baseia em protocolos estruturados que integram diferentes dimensões da experiência humana, incluindo aspectos emocionais, corporais e cognitivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O módulo cronológico permite revisitar e reprocessar eventos ao longo da vida; o somático trabalha as respostas físicas associadas às emoções; o temático aborda padrões recorrentes, como rejeição, abandono e culpa; o módulo do futuro trabalha medos e antecipações; e o de potencialização fortalece recursos internos e a percepção de possibilidades, ajudando a reorganizar expectativas e ampliar a percepção de possibilidades. Seu avanço, no entanto, acompanha uma demanda crescente: a de que o cuidado com a saúde mental vá além do controle imediato das emoções e alcance uma reorganização profunda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Em um cenário de recorde de afastamentos e novas exigências legais para empresas, a saúde<br>emocional passa a ocupar um lugar estratégico. E, diante de um sofrimento que muitas vezes se manifesta de forma silenciosa, cresce também a percepção de que olhar para o que está na origem das emoções pode ser parte essencial do caminho de recuperação. “Quando a terapia oferece um caminho para reorganizar experiências e fortalecer recursos internos, ela deixa de ser apenas um espaço de alívio e passa a ser um território de reestruturação emocional”, conclui Patrícia Neri.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="320" height="50" src="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-23042026-112520-001.jpg" alt="" class="wp-image-44140" srcset="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-23042026-112520-001.jpg 320w, https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-23042026-112520-001-300x47.jpg 300w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /></figure>
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		<title>Clínicas com preços acessíveis avançam em Goiás e DF e crescem 200% no Brasil em 12 anos.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elpidio Fiorda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:58:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Médico oftalmologista Gustavo Caiado, fundador e sócio da Clínica Vittá Modelo ganha força na região ao ampliar acesso à saúde com atendimento rápido e sem mensalidade O crescimento das clínicas médicas com preços acessíveis tem se consolidado como uma das principais mudanças no acesso à saúde no país — e Goiás e o Distrito Federal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Médico oftalmologista Gustavo Caiado, fundador e sócio da Clínica Vittá</p>



<p class="wp-block-paragraph">Modelo ganha força na região ao ampliar acesso à saúde com atendimento rápido e sem mensalidade</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento das clínicas médicas com preços acessíveis tem se consolidado como uma das principais mudanças no acesso à saúde no país — e Goiás e o Distrito Federal acompanham esse movimento. Nos últimos 12 anos, o setor registrou expansão de cerca de 200% no Brasil, impulsionado pela dificuldade de acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) e pelo aumento dos custos dos planos de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, essas clínicas funcionam como uma alternativa intermediária: oferecem consultas, exames e procedimentos a preços reduzidos, sem cobrança de mensalidade, atendendo principalmente quem busca rapidez e não quer ou não consegue manter um convênio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na região Centro-Oeste, a Clínica Vittá é um dos exemplos desse avanço. Fundada há dez anos pelo médico oftalmologista Gustavo Ramos Caiado, a rede conta hoje com oito unidades em Goiás e no Distrito Federal e já realizou mais de 700 mil atendimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente percebeu, na prática, que muitas pessoas estavam sem acesso real à saúde. Ou enfrentavam longas esperas no SUS ou não conseguiam manter um plano de saúde. Esse modelo surge para dar uma resposta mais rápida no dia a dia”, afirma o médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atendimento rápido impulsiona procura</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais fatores de crescimento dessas clínicas é a agilidade. Em muitos casos, o paciente consegue atendimento no mesmo dia ou em até 48 horas — um diferencial relevante para quem precisa de consulta com especialista ou exames com mais rapidez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, a velocidade no acesso faz muita diferença. Muitas vezes, o paciente resolve a demanda já na primeira consulta, com encaminhamento e diagnóstico definidos”, explica Gustavo Caiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Modelo cresce com base em organização e escala</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da última década, o setor passou por uma evolução importante, saindo de um modelo ainda pouco estruturado para operações mais organizadas e com foco na jornada completa do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Vittá, esse crescimento ocorreu principalmente por meio de unidades próprias. “Optamos por crescer com controle da operação. Em saúde, manter padrão é essencial para garantir qualidade e segurança no atendimento”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a rede oferece consultas presenciais e teleconsultas, exames, vacinas, cirurgias e atendimento em 29 especialidades médicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que chama atenção é a recorrência dos pacientes. “Não é um atendimento pontual. O paciente volta, acompanha e mantém o cuidado. Isso mostra que o modelo está sendo incorporado na rotina”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tecnologia e telemedicina ampliam acesso</p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de tecnologia tem sido um dos pilares do crescimento do setor. Sistemas de agendamento inteligente, confirmação automática de consultas e telemedicina ajudam a organizar a demanda e reduzir faltas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A tecnologia melhora a eficiência, mas principalmente a experiência do paciente. Ela permite que o médico tenha mais tempo para escutar e decidir com mais qualidade”, afirma o fundador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rede também investe em acompanhamento contínuo, especialmente para pacientes com doenças crônicas, estruturando jornadas de cuidado mais organizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cartões próprios e previsibilidade de custos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra tendência é a oferta de cartões próprios, que funcionam como uma espécie de assinatura em saúde. Na Vittá, o Vittá+ Vantagens permite ao paciente acesso facilitado e preços reduzidos em consultas e exames.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O paciente passa a ter previsibilidade de custo e acompanhamento mais contínuo. Isso melhora o cuidado e fortalece o vínculo com a clínica”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Impacto no sistema de saúde</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para especialistas, o crescimento dessas clínicas contribui para desafogar o sistema de saúde, ao absorver parte da demanda que não encontra resposta rápida no SUS ou nos planos de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, o modelo se consolida como uma solução prática para o cotidiano da população, especialmente em regiões urbanas como Goiânia e Brasília, onde a busca por atendimento ágil tem aumentado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assessoria de Imprensa<br>Palavra Comunicação<br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Certificado Cirurgião Robótico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elpidio Fiorda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. Cesar Vilela é o novo certificado cirurgião robótico da cidade e destaca avanço histórico na saúde suplementar A cidade passa a contar com um importante reforço na área da medicina de alta tecnologia: o Dr. Cesar Vilela, cirurgião especializado em cirurgia robótica. Com formação avançada e atuação voltada a procedimentos minimamente invasivos, o profissional [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Dr. Cesar Vilela é o novo certificado cirurgião robótico da cidade e destaca avanço histórico na saúde suplementar</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cidade passa a contar com um importante reforço na área da medicina de alta tecnologia: o Dr. Cesar Vilela, cirurgião especializado em cirurgia robótica. Com formação avançada e atuação voltada a procedimentos minimamente invasivos, o profissional chega trazendo inovação, precisão e melhores perspectivas de recuperação para os pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cirurgia robótica é uma das técnicas mais modernas disponíveis atualmente. Utilizando sistemas de alta precisão controlados pelo médico, o procedimento permite movimentos mais delicados e exatos, reduzindo riscos, sangramentos e o tempo de internação. Além disso, proporciona uma recuperação mais rápida e menos dolorosa ao paciente, quando comparada às cirurgias tradicionais.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="713" height="713" src="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-13042026-091558.jpg" alt="" class="wp-image-43538" srcset="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-13042026-091558.jpg 713w, https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-13042026-091558-300x300.jpg 300w, https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-13042026-091558-150x150.jpg 150w, https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-13042026-091558-80x80.jpg 80w" sizes="(max-width: 713px) 100vw, 713px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Dr. Cesar Vilela, a tecnologia é especialmente relevante no tratamento do câncer de próstata, uma das doenças que mais afetam a população masculina. “A cirurgia robótica permite uma abordagem mais precisa, preservando estruturas importantes e aumentando as chances de recuperação com qualidade de vida”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto destacado pelo especialista é uma mudança recente e significativa na saúde suplementar no Brasil. A partir de 1º de abril de 2026, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) passou a estabelecer a obrigatoriedade para que operadoras de planos de saúde autorizem a cirurgia robótica para pacientes com câncer de próstata, desde que haja indicação médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida representa um avanço importante no acesso à tecnologia, ampliando as possibilidades de tratamento para milhares de pacientes em todo o país. “Essa decisão democratiza o acesso a um procedimento que já demonstrou benefícios importantes, garantindo mais equidade no tratamento oncológico”, ressalta o médico.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="865" height="688" src="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-13042026-091554.jpg" alt="" class="wp-image-43537" srcset="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-13042026-091554.jpg 865w, https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-13042026-091554-300x239.jpg 300w, https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-13042026-091554-768x611.jpg 768w" sizes="(max-width: 865px) 100vw, 865px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Com a certificação do Dr. Cesar Vilela e a nova diretriz da ANS, a cidade se posiciona na vanguarda da medicina moderna, oferecendo aos pacientes tratamentos mais eficazes, seguros e alinhados com as melhores práticas internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Goiânia já dispõe de 4 robôs. Na foto ao lado do instrutor dos equipamentos para as cirurgias roboticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Abril Marrom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elpidio Fiorda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mês de abril é marcado pela campanha Abril Marrom, um movimento nacional dedicado à conscientização sobre a prevenção da cegueira e a importância dos cuidados com a saúde ocular. A iniciativa busca informar a população sobre doenças que podem levar à perda da visão e reforçar a necessidade de diagnóstico precoce. De acordo com [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O mês de abril é marcado pela campanha Abril Marrom, um movimento nacional dedicado à conscientização sobre a prevenção da cegueira e a importância dos cuidados com a saúde ocular. A iniciativa busca informar a população sobre doenças que podem levar à perda da visão e reforçar a necessidade de diagnóstico precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o médico oftalmologista Dr. Matheus Rocha, grande parte dos casos de deficiência visual poderia ser evitada ou tratada com acompanhamento adequado. “Muitas doenças oculares evoluem de forma silenciosa, sem apresentar sintomas nas fases iniciais. Por isso, consultas regulares ao oftalmologista são fundamentais para preservar a visão”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais causas de perda visual no mundo, destacam-se os erros refrativos não corrigidos (miopia, hipermetropia e astigmatismo), a catarata, o glaucoma, a retinopatia diabética e a degeneração macular relacionada à idade.<br>Muitas dessas condições podem ser prevenidas, controladas ou tratadas quando diagnosticadas precocemente. Além disso, hábitos simples contribuem para a saúde ocular, como o uso de óculos de sol com proteção UV, alimentação equilibrada, controle de doenças crônicas e pausas durante o uso prolongado de telas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="493" height="561" src="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-13042026-091603.jpg" alt="" class="wp-image-43531" srcset="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-13042026-091603.jpg 493w, https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-inteira-13042026-091603-264x300.jpg 264w" sizes="(max-width: 493px) 100vw, 493px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Abril Marrom também reforça a importância da inclusão e do acesso à informação, promovendo ações educativas e incentivando políticas públicas voltadas à saúde ocular. A campanha é um convite à população para olhar com mais atenção para a própria saúde e buscar orientação médica sempre que necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A visão é um dos sentidos mais importantes para a qualidade de vida. Cuidar da saúde ocular é investir em bem-estar e autonomia”, conclui o Dr. Matheus Rocha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o Abril Marrom<br>O Abril Marrom é uma campanha de conscientização realizada anualmente com o objetivo de prevenir e combater a cegueira, promovendo informação e acesso ao cuidado oftalmológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Evitar açúcar nos primeiros dois anos de vida pode reduzir risco de doenças crônicas, apontam estudos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elpidio Fiorda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 15:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Endocrinologista pediátrica explica como a alimentação nos primeiros mil dias influencia o metabolismo e a saúde ao longo da vida A alimentação oferecida nos primeiros anos de vida pode ter impacto duradouro sobre a saúde metabólica. Evidências científicas mostram que a introdução precoce de açúcar na dieta infantil está associada a maior risco de obesidade, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Endocrinologista pediátrica explica como a alimentação nos primeiros mil dias influencia o metabolismo e a saúde ao longo da vida</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A alimentação oferecida nos primeiros anos de vida pode ter impacto duradouro sobre a saúde metabólica. Evidências científicas mostram que a introdução precoce de açúcar na dieta infantil está associada a maior risco de obesidade, diabetes tipo 2 e outras doenças crônicas ao longo da vida. Por isso, especialistas defendem que o consumo de açúcar adicionado seja evitado nos primeiros dois anos de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, essa fase corresponde ao chamado período dos primeiros mil dias, que vai desde a gestação até aproximadamente os dois anos de idade. Nesse intervalo, ocorre uma intensa programação metabólica, na qual fatores nutricionais podem influenciar o funcionamento do organismo no longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os primeiros anos de vida são uma janela crítica de desenvolvimento. O que a criança consome nesse período pode influenciar o metabolismo, a formação da microbiota intestinal e até a regulação do apetite no futuro”, explica a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação de evitar açúcar nessa fase é respaldada por entidades internacionais e nacionais de saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta que crianças menores de dois anos não consumam açúcar adicionado. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) também recomenda evitar a oferta de açúcar, mel, melado e alimentos ultraprocessados nessa faixa etária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos sobre programação metabólica precoce indicam que exposições alimentares nos primeiros mil dias podem influenciar processos fisiológicos importantes, como sensibilidade à insulina, metabolismo energético e controle da saciedade. Uma revisão publicada na revista científica&nbsp;<em>Nutrients</em>&nbsp;aponta que padrões alimentares ricos em açúcar na primeira infância podem favorecer alterações metabólicas associadas ao desenvolvimento de doenças crônicas na vida adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, pesquisas mostram que o contato precoce com alimentos muito doces pode moldar preferências alimentares ao longo da vida. Crianças expostas frequentemente ao açúcar tendem a desenvolver maior preferência por alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas, o que aumenta o risco de excesso de peso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema ganha relevância em um cenário global de aumento da obesidade infantil. Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que mais de 39 milhões de crianças menores de cinco anos estavam com excesso de peso em 2022. Levantamento da Federação Mundial da Obesidade aponta que cerca de 38% das crianças e jovens brasileiros entre 5 e 19 anos de idade já vivem com sobrepeso ou obesidade, colocando o Brasil acima da média global, que é de 20,7%. As projeções indicam que, se os números continuarem no mesmo ritmo, o país pode chegar a 50% de crianças e adolescentes com excesso de peso até 2040.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="519" src="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-inteira-30032026-124031.jpg" alt="" class="wp-image-43120" srcset="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-inteira-30032026-124031.jpg 640w, https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-inteira-30032026-124031-300x243.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Para Marília, evitar açúcar nessa fase não significa adotar uma postura radical, mas priorizar alimentos naturais e respeitar o desenvolvimento do paladar da criança. “O paladar também é aprendido. Quando a criança cresce consumindo alimentos naturais, como frutas e preparações caseiras, ela desenvolve uma relação mais equilibrada com o sabor doce”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Segundo a endocrinologista, essa escolha simples pode ter impacto importante na prevenção de doenças ao longo da vida. “Quanto mais cedo protegemos o metabolismo da criança, maiores são as chances de ela desenvolver hábitos alimentares saudáveis e menor é o risco de problemas metabólicos no futuro”, conclui.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Carolina Pessoni</td></tr><tr><td>Pessoni Comunicação</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Março Azul-Marinho: rastreamento do câncer colorretal deve começar aos 45 anos </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elpidio Fiorda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 19:14:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença que acomete intestino grosso está ligada ao estilo de vida e ao histórico familiar; especialista do Einstein Goiânia reforça sinais de alerta e orientações de prevenção O câncer colorretal, que afeta o intestino grosso, incluindo cólon e reto, está entre os tumores malignos mais frequentes e letais. Por sua capacidade de invadir estruturas próximas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Doença que acomete intestino grosso está ligada ao estilo de vida e ao histórico familiar; especialista do Einstein Goiânia reforça sinais de alerta e orientações de prevenção</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer colorretal, que afeta o intestino grosso, incluindo cólon e reto, está entre os tumores malignos mais frequentes e letais. Por sua capacidade de invadir estruturas próximas e formar metástases, especialistas alertam para a importância de investir na prevenção e reconhecer sinais clínicos precoces. De acordo com a American Cancer Society e da Sociedade Brasileira de Coloproctologia a recomendação atual é que o rastreamento comece aos 45 anos, mesmo para pessoas sem fatores de risco aparentes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os sintomas mais comuns estão dor abdominal, muitas vezes em forma de cólica, alterações no hábito intestinal, mudança no aspecto das fezes e sangramento ao evacuar, que pode ser visível ou oculto. Perda de peso e anemia sem causa aparente também acendem um sinal de alerta. De acordo com o oncologista do Einstein Goiânia, Rodrigo Fogace, esses sinais não devem ser subestimados, especialmente quando persistem, porque podem indicar a presença da doença.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Entre os principais fatores de risco estão o consumo excessivo de carne vermelha e embutidos, como linguiça, salame, mortadela e presunto, além de obesidade, ingestão de álcool, sedentarismo, idade avançada, histórico familiar e presença de pólipos intestinais”, aponta o especialista. “Mudanças no estilo de vida, no entanto, podem reduzir significativamente o risco de desenvolvimento do tumor.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rastreamento do câncer colorretal deve ser realizado por meio de colonoscopia a partir dos 45 anos, mesmo quando não há sintomas. Para pessoas com histórico familiar da doença, a recomendação é antecipar o exame em 10 anos em relação à idade em que o parente de primeiro grau recebeu o diagnóstico. Já na presença de sintomas, a investigação deve ser iniciada imediatamente, independentemente da idade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista do Einstein Goiânia, a prevenção está diretamente relacionada à adoção de hábitos saudáveis, como reduzir o consumo de carnes processadas, manter o peso sob controle e praticar atividade física regularmente. A colonoscopia com retirada de pólipos também é apontada como uma das estratégias mais eficazes para impedir que lesões pré-malignas evoluam para câncer.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando diagnosticado precocemente, o câncer colorretal apresenta altas chances de cura. O tratamento dos tumores de cólon é, em geral, cirúrgico, podendo ou não ser complementado com quimioterapia, conforme o estágio da doença”, orienta. Nos casos de tumores localizados no reto, costuma-se associar quimioterapia e radioterapia antes da cirurgia. “Nem todos os pacientes precisam de colostomia, decisão que depende da localização do tumor e da técnica cirúrgica adotada”, ressalta Fogace.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o Einstein Goiânia &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Einstein Goiânia é o primeiro hospital privado da rede fora de São Paulo, inaugurado em 2021. Com 18 mil metros quadrados, a unidade dispõe de 35 leitos operacionais, cinco salas cirúrgicas, pronto atendimento 24 horas, incluindo ortopedia e pediatria, UTI e serviço de transplante de medula óssea. Em março de 2024, passou a oferecer atendimento pediátrico completo, cobrindo desde procedimentos simples até casos de alta complexidade. Também foi pioneiro na implantação da primeira plataforma de cirurgia robótica de Goiás, com mais de 1.500 procedimentos realizados até o primeiro semestre de 2025. A unidade conta, ainda, com um centro de ensino, que oferece mais de 30 cursos de pós-graduação em saúde e gestão hospitalar, além de formações de curta duração, e com um centro de inovação dedicado ao desenvolvimento de tecnologias para aprimorar o setor de saúde na região.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Clínica em Goiânia oferece eletroencefalograma com sedação.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elpidio Fiorda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 15:11:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Procedimento com sedação via xarope facilita a realização do exame, especialmente em crianças, idosos e pacientes com Transtorno do Espectro AutistaRealizar exames neurológicos pode ser um desafio para crianças, idosos e pacientes com dificuldades sensoriais ou cognitivas. Em Goiânia, a Clínica Dr Pra Você se destaca como uma das poucas unidades de saúde a oferecer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Procedimento com sedação via xarope facilita a realização do exame, especialmente em crianças, idosos e pacientes com Transtorno do Espectro Autista<br></em><br>Realizar exames neurológicos pode ser um desafio para crianças, idosos e pacientes com dificuldades sensoriais ou cognitivas. Em Goiânia, a Clínica Dr Pra Você se destaca como uma das poucas unidades de saúde a oferecer o exame de eletroencefalograma com sedação via xarope, uma alternativa que torna o procedimento mais seguro, confortável e viável para pacientes que não conseguem permanecer imóveis durante o exame.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O eletroencefalograma é fundamental para a investigação de condições como epilepsia, distúrbios do sono, atrasos no desenvolvimento neurológico e outras alterações do sistema nervoso central. A possibilidade de realizar o exame com sedação oral representa um avanço importante, especialmente para o público infantil e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), reduzindo estresse, ansiedade e a necessidade de repetição do procedimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com nove anos de atuação no mercado goiano, a Clínica Dr Pra Você atende mais de 3 mil pacientes por mês e tem como proposta oferecer medicina acessível, resolutiva e humanizada. A unidade é particular e credenciada aos planos Hapvida e Select, reunindo em um único espaço consultas e exames, o que facilita o diagnóstico e o acompanhamento médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do eletroencefalograma com sedação via xarope, a clínica realiza exames laboratoriais e complementares, como eletrocardiograma, e conta com uma ampla grade de especialidades, incluindo Neurologia adulto e pediátrica, Endocrinologia, Cardiologia, Geriatria, Nutrição, Oncologia, Dermatologia e Ginecologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Dr Pra Você também vem se consolidando como referência no atendimento a crianças com TEA em Goiânia. A clínica dispõe de equipe multidisciplinar capacitada, protocolos específicos e abordagem centrada no acolhimento da criança e da família, desde o diagnóstico até o acompanhamento contínuo do desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário em que o acesso a exames especializados ainda é limitado para parte da população, a oferta de tecnologias e métodos mais humanizados se torna um serviço de relevante interesse público. A iniciativa contribui para diagnósticos mais precisos, maior adesão ao tratamento e melhor qualidade de vida dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço: Clínica Dr Pra Você realiza Eletroencefalograma com sedação xarope<br></strong>Endereço: Av. B, 45 – Setor Centro Oeste, Goiânia – GO<br>Informações: (62) 3928-0123<br>@drpravoce</p>
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		<title>Aparecida de Goiânia recebe ação de conscientização em saúde para o Carnaval.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elpidio Fiorda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 14:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programação gratuita acontece 11 de fevereiro, das 16h até às 22h, no Espaço Cliente do Aparecida Shopping, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, com orientações sobre prevenção de ISTs e cuidados durante o período festivo Com a chegada do Carnaval, período marcado por intensa programação festiva e grande circulação de pessoas, a atenção [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Programação gratuita acontece 11 de fevereiro, das 16h até às 22h, no Espaço Cliente do Aparecida Shopping, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, com orientações sobre prevenção de ISTs e cuidados durante o período festivo</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada do Carnaval, período marcado por intensa programação festiva e grande circulação de pessoas, a atenção com a saúde e a prevenção se torna ainda mais necessária. Pensando nisso, o Aparecida Shopping promove, hoje,&nbsp;quarta-feira, uma campanha de conscientização voltada ao autocuidado e à prevenção de doenças, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação acontece no Espaço Cliente, das 16h às 22h, com entrada gratuita, e tem como foco a orientação do público sobre a prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), como HIV, sífilis e hepatites virais. Durante a campanha, serão repassadas informações sobre o uso correto de preservativos, além de esclarecimentos sobre PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) e PEP (Profilaxia Pós-Exposição).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="432" src="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-inteira-11022026-114348.jpg" alt="" class="wp-image-40747" srcset="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-inteira-11022026-114348.jpg 640w, https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-inteira-11022026-114348-300x203.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O público também terá acesso à disponibilização de autotestes, ampliando o incentivo à testagem e ao diagnóstico precoce, além de participar de ações educativas relacionadas à hidratação e à proteção solar, cuidados essenciais durante os dias de folia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A iniciativa busca dialogar com o clima festivo de forma leve, acessível e informativa, reforçando a importância de aproveitar o Carnaval com responsabilidade, saúde e bem-estar”, destaca José Macorin, gerente de marketing do Aparecida Shopping.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="629" height="431" src="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-inteira-11022026-114350.jpg" alt="" class="wp-image-40748" srcset="https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-inteira-11022026-114350.jpg 629w, https://diario9.com/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-tela-inteira-11022026-114350-300x206.jpg 300w" sizes="(max-width: 629px) 100vw, 629px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre o Aparecida Shopping</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Inaugurado em 2017, o Aparecida Shopping é o primeiro shopping do centro de Aparecida de Goiânia, possui uma área total de 22,7 mil metros quadrados de ABL e tem um projeto de expansão. Voltado para a comunidade, ajuda a desenvolver a região, criando empregos formais, que hoje totalizam uma média de 1200 vagas de emprego, e influenciando os hábitos de consumo dos moradores com mais oportunidades de negócios, lazer e cultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O shopping traz a melhor opção de compras da região, contendo mix diversificado, incluindo grandes marcas, lojas locais e diversas opções de serviços, como supermercado, cartório, academia, espaço de estética e Vapt-Vupt. A diversão fica por conta das salas de cinema; parque de diversões eletrônicas; espaçosa praça de eventos; e outras atividades de entretenimento, promovidas pelo próprio shopping e também por parceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O shopping do coração de Aparecida de Goiânia se orgulha de ser um lugar inclusivo, comprometido com o bem-estar do aparecidense e com o apoio a causas sociais. Ao longo do ano, promove eventos que reforçam valores como acessibilidade, diversidade e solidariedade, impactando positivamente nossos visitantes e parceiros. Local que se consolidou como ponto de encontro onde negócios crescem, pessoas se conectam e experiências acontecem!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERVIÇO:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Campanha de conscientização para o Carnaval no Aparecida Shopping</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Data:&nbsp;</strong>11 de fevereiro</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário:&nbsp;</strong>16h às 22h</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Local:&nbsp;</strong>Aparecida Shopping (Av. Independência &#8211; Quadra Área &#8211; Lote 01 &#8211; S/N &#8211; Setor Serra Dourada 3ª Etapa, Aparecida de Goiânia)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entrada gratuita</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Johny Cândido</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assessor de imprensa &#8211; Jornalista&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Registro Profissional nº&nbsp;GO 02807</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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