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Crise emocional no trabalho impulsiona buscapor terapias que atuam na origem do sofrimento

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O Brasil vive uma escalada no adoecimento emocional dos trabalhadores. Dados divulgados
recentemente pelo Ministério da Previdência Social indicam que mais de 546 mil brasileiros se
afastaram do trabalho em 2025 por transtornos mentais, o maior número já registrado, contra 472 mil em 2024. Os afastamentos estão ligados a quadros como ansiedade, depressão e esgotamento psíquico.


O país também figura entre os mais ansiosos do mundo: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 18,6 milhões de brasileiros convivem com transtornos de ansiedade, o equivalente a 9,3% da população. No ambiente corporativo, o burnout se intensifica: um em cada três trabalhadores apresenta sintomas, segundo a International Stress Management Association, enquanto mais de 11milhões convivem com depressão, reforçando o tema como questão de saúde pública.


O impacto já é percebido na rotina profissional: empresas enfrentam queda de produtividade,
desorganização de equipes e aumento da pressão sobre o sistema previdenciário.

Especialistas apontam um desgaste estrutural no mundo do trabalho, marcado por metas agressivas, insegurança profissional e pressão constante por desempenho tem criado um ambiente em que muitos trabalhadores já não conseguem sustentar emocionalmente suas funções.


Desde 2025, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) passou a exigir que empresas identifiquem e gerenciem fatores psicossociais, como estresse, sobrecarga, assédio e ansiedade, dentro de seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR). Com o início da fiscalização em 26 de maio deste ano, o cuidado com a saúde emocional deixa de ser apenas uma iniciativa de bem-estar epassa a integrar a conformidade trabalhista.


Mas há uma dimensão desse fenômeno que nem sempre aparece nas estatísticas. Por trás de rotinas aparentemente funcionais, muitos profissionais carregam emoções persistentes e pouco compreendidas: ansiedade constante, sensação de insuficiência, medo de falhar, dificuldade de sustentar decisões e uma sobrecarga que não se explica apenas pelo volume de trabalho.

Mesmo quando a vida externa parece estável, o sofrimento interno continua operando, afetando desempenho, relações e a capacidade de lidar com desafios.


Na avaliação da terapeuta Patrícia Neri, 45, certificada em Terapia de Reprocessamento Generativo (TRG), parte desse quadro está relacionada não apenas às condições atuais, mas a experiências emocionais acumuladas ao longo da vida. “Grande parte desse sofrimento não nasce no presente.

Ele está ligado a memórias emocionais que não foram devidamente processadas e que continuam influenciando a forma como a pessoa reage às pressões do dia a dia”, explica.

Segundo ela, eventos vividos com dor, ameaça, medo, perda, rejeição, insegurança, abandono, traição ou impotência podem permanecer registrados no sistema emocional de forma desorganizada. Ainda que tenham ficado no passado, o corpo e a mente continuam reagindo como se o risco ainda existisse.


É nesse ponto que cresce o interesse por abordagens terapêuticas que buscam atuar na raiz do
problema como a TRG. A metodologia propõe acessar e reorganizar memórias emocionais associadas a traumas, crenças limitantes e padrões automáticos de comportamento.

“A proposta não é apenas aliviar sintomas, mas permitir que o sistema emocional deixe de responder ao passado como se ele ainda estivesse acontecendo”, afirma Patrícia Neri. Na prática, isso pode representar uma mudança significativa na forma como o profissional lida com pressão, conflitos e responsabilidades.

Diferentemente de abordagens focadas apenas no alívio dos sintomas ou na gestão emocional do presente, a TRG trabalha diretamente na forma como essas experiências foram registradas pelo cérebro e pelo corpo, buscando uma reorganização profunda do sistema emocional.

Segundo a terapeuta, esse tipo de abordagem está atraindo profissionais e empresários que já passaram por outras formas de cuidado, mas que buscam compreender por que determinados padrões continuam serepetindo, mesmo após tentativas de mudança.


Casos acompanhados em consultório ilustram esse movimento. Patrícia relata o atendimento de uma empresária, de 59 anos, que enfrentava declínio nos negócios e dificuldade em sustentar uma postura de liderança.

Apesar da experiência acumulada, ela evitava decisões estratégicas e recuava em
momentos de pressão, o que impactava diretamente a condução da equipe. Ao longo do processo terapêutico, foram identificados registros emocionais até então não associados à sua atuação profissional. À medida que esses conteúdos foram trabalhados, houve uma mudança espontânea de postura, com impacto direto na equipe e retomada gradual do crescimento da empresa.


Outro caso envolve um profissional de 46 anos que convivia com ansiedade intensa, controlada por medicação. O luto pela perda da esposa, somado às responsabilidades do trabalho, havia
desorganizado suas emoções. No cotidiano, ele relatava dificuldade de concentração, sensação
constante de alerta e esgotamento mesmo em tarefas simples.

Durante a terapia, passou a relatar uma sensação de “despressurização”, com reflexos positivos tanto na vida pessoal quanto na profissional. Embora sejam experiências individuais, os relatos refletem uma mudança ampla no perfil de quem busca ajuda: pessoas que não querem apenas reduzir sintomas, mas compreender e transformar o que está na origem do sofrimento.
A TRG é considerada uma abordagem emergente e foi criada em 2010, pelo psicólogo brasileiro Jair Soares dos Santos, em Recife-PE. A metodologia se baseia em protocolos estruturados que integram diferentes dimensões da experiência humana, incluindo aspectos emocionais, corporais e cognitivos.


O módulo cronológico permite revisitar e reprocessar eventos ao longo da vida; o somático trabalha as respostas físicas associadas às emoções; o temático aborda padrões recorrentes, como rejeição, abandono e culpa; o módulo do futuro trabalha medos e antecipações; e o de potencialização fortalece recursos internos e a percepção de possibilidades, ajudando a reorganizar expectativas e ampliar a percepção de possibilidades. Seu avanço, no entanto, acompanha uma demanda crescente: a de que o cuidado com a saúde mental vá além do controle imediato das emoções e alcance uma reorganização profunda.


Em um cenário de recorde de afastamentos e novas exigências legais para empresas, a saúde
emocional passa a ocupar um lugar estratégico. E, diante de um sofrimento que muitas vezes se manifesta de forma silenciosa, cresce também a percepção de que olhar para o que está na origem das emoções pode ser parte essencial do caminho de recuperação. “Quando a terapia oferece um caminho para reorganizar experiências e fortalecer recursos internos, ela deixa de ser apenas um espaço de alívio e passa a ser um território de reestruturação emocional”, conclui Patrícia Neri.

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MC Guimê

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Em clima de Copa do Mundo, MC Guimê anuncia continuação do hit ‘País do Futebol’ e web surta:

‘Agora o hexa vem’

Videoclipe é o primeiro em que a filha do cantor Yarin, sua filha MC Guimê, de 33 anos, surpreendeu seus seguidores ao anunciar nesta quarta-feira (10) a continuação de um dos maiores hits de sua carreira, País do Futebol (2013) que no YouTube conta com mais de 100 milhões de reproduções.

A nova música ainda contará com a participação da Turma do Pagode.

“País do Futebol 2, por essa vocês não esperavam, né? No flow!”, comemorou o funkeiro ao anunciar a novidade.

Pelos comentários da publicação, seguidores dos artistas surtaram pela novidade e comemoraram bastante.”

Agora o hexa vem!”, escreveu uma pessoa.

“Nossa princesinha roubou a cena”, afirmou Fernanda Stroschein, fazendo referência a Yarin, filha do casal, que apareceu no videoclipe.

“Agora eu acredito no hexa! Bora”, torceu mais um.

A música mantém grande parte da letra original, mas com um ritmo de pagode.

A diferença consiste na parte da Turma de Pagode, que difere da cantada por Emicida na primeira continuação.

No videoclipe, os artistas estão em um campo de futebol acompanhados de mulheres e crianças com a camisa do Brasil.

Mais uma vez, a canção manteve uma menção especial ao Neymar e, inclusive, o lançamento começa com uma referência ao jogador da Seleção Brasileira:

“E aí, Neymar? Agora o hexa vem!”.

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Arena Tauá transforma estreia do Brasil na Copa em grande festa no Tauá Resort Alexânia

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Ex-jogador Alex Dias participa da programação especial no primeiro jogo da Seleção Brasileira, com open food, open bar, música ao vivo e atrações para toda a família.

O clima da Copa do Mundo já começou a tomar conta do Tauá Resort Alexânia.

Para celebrar a estreia da Seleção Brasileira no Mundial de 2026, o resort preparou uma programação especial dentro da Arena Tauá, projeto que transforma os jogos do Brasil em uma experiência completa de entretenimento, gastronomia e convivência para hóspedes de todas as idades.

No primeiro jogo da Seleção, em 13 de junho, os hóspedes terão a oportunidade de acompanhar a partida ao lado do ex-jogador Alex Dias, atacante que marcou época no futebol brasileiro e que participará da programação especial do resort, compartilhando histórias, curiosidades e experiências vividas dentro dos gramados.

A Arena Tauá contará com estrutura exclusiva para as transmissões, incluindo telões, decoração temática, open food, open bar, música ao vivo e atividades especiais para crianças e adultos.“

A Copa do Mundo é um momento único, capaz de reunir famílias e amigos em torno da mesma emoção.

Queremos proporcionar aos nossos hóspedes uma experiência inesquecível, combinando toda a energia do futebol com o conforto, a hospitalidade e o lazer que fazem parte da essência do Tauá”, afirma Miguel Diniz, diretor de Marketing do Grupo Tauá.

Além da transmissão da partida, a programação inclui torneios de embaixadinhas, sorteios de brindes, desafios temáticos e atividades conduzidas pelos Taualegres, equipe de recreação do resort.

A proposta é fazer com que a experiência comece antes do apito inicial e continue após o encerramento do jogo.

A gastronomia também será um dos destaques da Arena Tauá, com cardápio especial preparado para a ocasião e opções de bebidas incluídas para os participantes da experiência.

Para quem busca momentos mais tranquilos, o resort seguirá oferecendo normalmente toda a sua estrutura de lazer, incluindo piscinas, espaços recreativos, atividades ao ar livre e áreas dedicadas ao bem-estar.

Alex Dias retorna ao Tauá Resort Alexânia também para acompanhar os hóspedes durante a segunda partida da Seleção Brasileira, no dia 19 de junho, reforçando a programação especial preparada para o período da Copa do Mundo.

A Arena Tauá é uma iniciativa do Grupo Tauá de Hotéis e Resorts e acontece simultaneamente nas unidades de Alexânia (GO), Caeté (MG) e Atibaia (SP).

Em cada resort, a programação reúne atrações especiais, convidados ligados ao universo do futebol, gastronomia temática e experiências exclusivas para que os hóspedes vivam toda a emoção da Copa do Mundo em um ambiente de lazer, conforto e celebração.

Sobre o Grupo Tauá

O Grupo Tauá de Hotéis e Resorts é reconhecido como um dos principais players do turismo de lazer e eventos do Brasil.

Com unidades em Minas Gerais, São Paulo e Goiás, e a inauguração prevista do Tauá Resort João Pessoa, na Paraíba, em julho de 2026, o grupo passa a contar com mais de 2.800 apartamentos distribuídos em quatro estados.

Os resorts oferecem pensão completa, restaurantes à la carte e uma experiência gastronômica variada e de alta qualidade.

No Tauá, as crianças são protagonistas, com recreação monitorada pelos Taualegres, menus exclusivos e a Jota City, cidade interativa onde aprendem sobre sustentabilidade e consumo consciente.

Já os adultos desfrutam de estrutura completa de lazer e bem-estar, que inclui piscinas, SPA, cinema, boliche, academia, quadras esportivas e salão de jogos.Desde 2022, o Grupo Tauá é signatário do Pacto Global da ONU e atua alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), reforçando seu compromisso com a gestão responsável, o desenvolvimento social e o impacto positivo nas comunidades onde está presente.

Em 2026, a companhia conquistou a certificação de Empresa B, reforçando seu compromisso com altos padrões de governança, impacto social e sustentabilidade ambiental, além da geração de valor de longo prazo para seus stakeholders.

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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DJ Theo leva música eletrônica à Chapada dos Veadeiro.

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Jovem artista goiano foi convidado pelo The Coffee Beats para assinar a trilha sonora de corrida e momento de recuperação em evento que uniu esporte, natureza e conexão.

A agenda de apresentações do DJ Theo segue em ritmo acelerado.

Aos 10 anos, o jovem artista goiano foi um dos destaques do Quartzo Running Club, experiência realizada no dia 4 de junho, na Fazenda Água Fria, na Chapada dos Veadeiros, em Alto Paraíso de Goiás. Convidado pelo The Coffee Beats, Theo foi responsável por conduzir a trilha sonora de uma manhã marcada por movimento, natureza e bem-estar, reunindo participantes em um percurso de cinco quilômetros cercado pelas paisagens da região. 

A ação integrou uma programação especial criada pelo Quartzo Running Club, projeto que propõe encontros voltados à conexão entre atividade física, presença e experiências ao ar livre. Diferentemente de uma edição do The Coffee Beats, o coletivo participou exclusivamente como responsável pela curadoria musical do encontro, criando a atmosfera sonora que acompanhou tanto a corrida quanto o momento de recovery realizado após o percurso.

Para Theo, a participação representou mais um passo em uma trajetória que tem ganhado novos capítulos a cada mês. Nos últimos meses, o jovem DJ acumulou apresentações, recebeu convite para integrar a Kids Rave Radio, da Bélgica, participou do festival The Coffee Beats, em São Paulo, e chegou a conhecer pessoalmente seu maior ídolo na música eletrônica, o DJ Alok.

Música em sintonia com a natureza

Realizada em meio às paisagens da Chapada dos Veadeiros, a experiência reuniu participantes em uma proposta que vai além da corrida tradicional.

O percurso de cinco quilômetros foi pensado para estimular a conexão com o ambiente natural, enquanto a música ajudou a construir a atmosfera de energia e celebração durante toda a atividade. 

Conhecida mundialmente por seus cristais de quartzo e pela forte ligação com o ecoturismo, a região se tornou cenário ideal para um encontro que buscou unir movimento, saúde e bem-estar.

Durante o recovery, momento dedicado à recuperação dos participantes após a corrida, Theo voltou a assumir o comando das pick-ups e manteve o clima de descontração com sets voltados à música eletrônica.

Segundo Daniel Limiro, pai do artista, o convite demonstra como o trabalho desenvolvido por Theo tem despertado atenção de diferentes projetos e eventos ligados à música e ao entretenimento. 

“Ficamos muito felizes com mais esse convite. O Theo ama tocar e ver que pessoas e projetos importantes estão acreditando no talento dele é muito especial para toda a família.

O mais bonito é perceber que ele está levando sua música para ambientes diferentes, criando conexões e proporcionando experiências para o público”, afirma. 

Convites se multiplicamA participação no Quartzo Running Club reforça uma tendência que vem marcando a trajetória do jovem artista: a ampliação constante dos espaços onde sua música chega.

O que começou como uma brincadeira ainda na infância, quando imitava DJs famosos utilizando uma antiga mesa de som encontrada pela avó, hoje se transforma em uma agenda cada vez mais diversificada.

Para Daniel, o crescimento tem acontecido de forma natural e respeitando cada etapa da vida do filho.

“Nosso maior cuidado sempre foi garantir que ele continue sendo criança, estudando e aproveitando cada fase.

A música faz parte da vida dele de forma muito genuína e cada convite que chega é recebido com muita gratidão. Ver o Theo tocando em lugares tão especiais como a Chapada dos Veadeiros mostra que estamos no caminho certo”, destaca. 

Com novos projetos em andamento e uma sequência de apresentações previstas para os próximos meses, DJ Theo segue construindo sua história na música eletrônica.

Entre pistas de dança, festivais e experiências que unem esporte, natureza e cultura, o jovem artista goiano continua ampliando horizontes e conquistando espaço em um cenário cada vez mais competitivo.

 Johny Cândido

Assessor de Imprensa Jornalista 

Registro Profissional nº GO 02807

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