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Jeito Jardins de Viver

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O produtor rural Itamar Costa e a professora Alessandra Prudente estiveram entre os convidados que prestigiaram a primeira edição do ano do Jeito Jardins de Viver. O evento organizado pela FGR Incorporadora marcou a entrega do condomínio Jardins Berlim

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Sicoob UniCentro Br anuncia novidades em sua diretoria

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Marco Antônio Brandão, novo diretor de negócios do Sicoob Unicentro Br. Crédito: arquivo pessoal/divulgação

Com mais de 26 anos de experiência na área de processos e cooperativas de crédito, Marco Antônio Brandão assume a cadeira da diretoria de negócios do Sicoob UniCentro Br. Na última sexta-feira, 6 de março, foi oficializada, em uma solenidade interna, a posse do executivo, que já havia atuado na instituição, quando esta ainda era Unicred, entre 2002 e 2006. Para o diretor-presidente da cooperativa, Diogo Mafia, a aliança com o gestor marca um momento estratégico para crescimento da base de cooperados e ampliação de oportunidades.

De acordo com Marco Antônio Brandão, o Sicoob UniCentro Br está indo muito bem, e a proposta agora é dar continuidade ao trabalho, priorizando a melhoria contínua. “Nós precisamos ser mais eficientes nos nossos processos, que é o que vai nos diferenciar das outras instituições, além de focar em automação, para gerarmos mais negócios na ponta”, revela. Para 2026, Brandão detalha que a tendência é buscar crescer a base de cooperados e a oferta de produtos e serviços. “Além disso, nosso diferencial é estar perto da comunidade. Então, o projeto é manter essa proximidade e o atendimento de excelência para que a essência do cooperativismo não deixe de existir”, propõe.

Sobre Marco Antônio Brandão

Marco Antônio Brandão é diretor de negócios do Sicoob UniCentro Br. Com 26 anos de experiência na área de processos e cooperativas de crédito, Brandão possui formação em Administração e é especializado em Finanças, Controladoria e Auditoria pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com essa expertise, chega para contribuir com a diretoria de negócios do Sicoob UniCentro Br, a partir de março de 2026.

Geovana Nascimento – Kasane

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Nova Suíça recebe empreendimento residencial com foco em wellness para toda a família

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Dinâmica Incorporadora aposta em bairroque congregaconveniência, mobilidade e cotidiano familiar. Fusion Dinâmica Home traz banheira de gelo e primeiro Pet Club do setor

A Dinâmica Incorporadora apresenta ao mercado novo lançamento em um dos bairros tradicionalmente residenciais mais queridos pelos goianienses: o Nova Suíça. Localizado na Rua C-252, a apenas três quarteirões da T-63, o Fusion Dinâmica Home está na convergência entre os bairros Nova Suíça, Bueno e Jardim América — uma região consolidada, com ampla oferta de escolas, serviços, comércio e conveniências, além de acesso facilitado às principais vias da cidade.

O empreendimento conta com apartamentos tipo que variam de 58 a 107 m², com opções de 2 quartos, 2 ou 3 suítes. As plantas foram pensadas com foco em racionalidade e excelente aproveitamento dos espaços, trazendo unidades com varanda e ponto para churrasqueira a gás, o que valoriza o convívio e o lazer no dia a dia.

Assinado pelo arquiteto Alexandre Leite, com projeto de interiores de Adriana Mundim e Fernando Galvão e paisagismo Takeda, o edifício de torre única apresenta uma arquitetura simples, elegante e funcional, complementada por um exuberante paisagismo 360º, que reforça o bem-estar e a integração com o verde.

Wellness para todos os formatos de família

O conceito de Wellness é um dos grandes diferenciais do projeto. Entre os destaques, banheira de crioterapia (de gelo), ideal para relaxamento e recuperação muscular de quem prioriza treinos de alta performance. Complexo aquático engloba piscinas infantil e adulto, com raia de 15 metros, prainha e deck, além de sauna molhada. Academia de 121 m² com vista, além de quadra poliesportiva, lounge de jogos, brinquedoteca e playground completam os atrativos da estrutura de lazer do empreendimento, atendendo a moradores de todas as idades.

O empreendimento também traz o primeiro Pet Club do Nova Suíça, com piscina exclusiva para os animais, pet care e mercadinho pet. “Mais do que áreas para brincadeiras e lazer dos animais, os clientes buscam espaços adequados para cuidados essenciais, como os petcares, entre outros itens destinados aos seus bichinhos”, explica a gerente de Marketing da Dinâmica Incorporadora, Liliane Barbosa.

A área de uso comum contempla ainda três espaços de festas simultâneos, entre eles Pub Gourmet com terraço descoberto e rede frigorífera entregue que prometem conforto a moradores e convidados nos momentos festivos e de convivência.  Minimercado e delivery ainda compõem os atrativos do quesito praticidade do empreendimento.

Situado na Rua C-252, Nova Suíça, a apenas três quarteirões da T-63, a localização estratégica do Fusion garante via rápida a serviços, comércio e áreas de lazer do Bueno e do Jardim América, porém preservando uma relação de custo mais equilibrada no valor do metro quadrado – é o que certifica a diretora de incorporação da Dinâmica, Patrícia Garrote. “Quando você escolhe regiões estratégicas, vizinhas a bairros já desejados, o imóvel herda boa parte dos benefícios da localização, mas com uma entrada mais competitiva. Isso impacta diretamente na liquidez e valorização do imóvel”, diz.  

Urbanismo voltado ao cotidiano

Com ruas largas, a boa distribuição das quadras e a presença de praças e eixos comerciais criaram, ao longo do tempo, um cotidiano funcional e autossuficiente ao Nova Suíça. A vida acontece no próprio bairro: mercados, clínicas, escolas, restaurantes e serviços de proximidade reduzem deslocamentos e reforçam uma relação mais direta entre morador e cidade.

Essa lógica urbana se conecta com tendências atuais de valorização de bairros que oferecem infraestrutura pronta e integração ao entorno, como é o caso do Nova Suíça. Em vez de grandes vazios urbanos à espera de consolidação, o bairro apresenta uma malha madura, capaz de absorver novas tipologias residenciais sem comprometer sua dinâmica. O resultado é um setor que não depende de promessas futuras para se sustentar: ele já funciona, já é vivido e já está plenamente inserido no mapa cotidiano da cidade.

Mariana Clímaco – Kasane

Coordenadora de Relacionamento com a Imprensa  

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Meu telefone, minha vida: como um aparelho ganhou um status de órgão vital para as pessoas

Chegando aos 150 anos, o telefone revela-se como um item indispensável na vida das pessoas. O Brasil ocupou o 2º lugar no ranking mundial de uso compulsivo de celulares no mundo. Cerca de 70,1% da população global já é usuária de telefonia móvel

Em 1876 anos, surgia o telefone. Uma tecnologia avançada para a época que permitia a comunicação por voz à distância. Mas nossos tataravós jamais imaginariam onde ele iria chegar, um século e meio depois. O aparelho se tornou móvel, passou a enviar e receber mensagens de texto, tirar fotos, servir como álbum, acessar a internet e as ligações agora podem ter também a imagem. Dá para assistir TV, ver filmes, ouvir podcasts e até produzir e editar seu próprio conteúdo em vídeo ou áudio. Fora as inúmeras funcionalidades dos aplicativos. Falar, definitivamente, passou a ser apenas um detalhe neste aparelho.

Aliás, quem consegue passar um dia sem telefone? Quase 40% dos brasileiros declararam não conseguir ficar nem uma hora longe do aparelho, segundo pesquisa realizada pela consultoria Digital Turbine. Em 2023, o Brasil chegou a ocupar o segundo lugar no ranking mundial de uso compulsivo de celulares, segundo dados do Global Overview Report da DataReportal. O país ficou atrás apenas da África do Sul. À época, a média diária de uso do celular no Brasil era de 9 horas, enquanto a média global chegava a 6 horas e 40 minutos.

Extensão do ser humano

No mundo, aponta pesquisa da GSMA Intelligence, existem cerca de  5,78 bilhões de usuários únicos de telefonia móvel em todo o mundo, o equivalente a 70,1% da população global. Na era digital, o celular já é visto como uma extensão do ser humano, participando de praticamente todas as atividades que desempenhamos no dia a dia, usado inclusive, como principal ferramenta de trabalho em algumas profissões. 

Pedro Ricardo Santin Teixeira, sócio da URBS Alpha Mall e URBS Imobi, considera o telefone celular uma ferramenta de trabalho.

É o caso dos corretores imobiliários, que utilizam o aparelho celular em praticamente todas as etapas de trabalho. Para o sócio da URBS Alpha Mall e URBS Imobi, Pedro Ricardo Santin Teixeira, o celular é uma ferramenta de trabalho fundamental, que ele denomina como “assistente em tempo integral”. 

“Planejo tudo pelo celular. Não só planejo, como ele me lembra, das tarefas de curto, médio e longo prazo. Então, é uma assistente para me ajudar a coordenar a agenda, que é muito importante, os atendimento, feedbacks, visitas, as minhas tarefas mais pontuais no dia a dia”, diz. 

Com o celular, Pedro ainda produz conteúdos em vídeo, cria campanhas,  alimenta suas redes sociais, patrocina posts, tem acesso aos leads gerados.  “Eu também acesso o sistema da empresa por aqui. Praticamente, quase não uso mais o meu laptop”, destaca ele que troca de smartphone praticamente todos os anos para ter sempre uma câmera de última geração – outro grande utilitário que hoje está vinculado aos aparelhos.

Diogo Moura Mota, gerente comercial da URBS Connect, destacada que o uso do celular se intensificou após a pandemia.

Diogo Moura Mota, gerente comercial da URBS Connect, observa que o uso do celular se intensificou após a pandemia, quando a presença digital se tornou mais essencial. “Por causa desse momento da pandemia, a digitalização de processos se tornou um imperativo e a utilização do celular teve uma alavancada maior”, observou.  Por outro lado, salienta o gerente, os clientes se tornaram mais receptivos ao contato digital. “O que acabou se tornando um padrão que as tratativas iniciais acontecessem via mensagem”, completou Diogo. 

Linha tênue

O fato de ter à mão um aparelho com tantas funcionalidades e que permite o contato quase instantâneo faz com que, facilmente, seu uso se torne intenso. Mas existe uma linha tênue entre o uso produtivo e o vício. Quanto se torna uma dependência, já existem diversos estudos que a relacionam a transtornos como ansiedade, depressão, estresse e até distúrbios alimentares.

Pedro reconhece que o uso do celular já chegou a nível de dependência em sua rotina, mas   hoje consegue se policiar. “Percebi que isso passou a ter uma influência negativa para o meu dia a dia. A gente fica mais estressado, não dá atenção para a família”, admite. 

Já Diogo reconhece que pode estar passando do limite. Além de praticamente usar o aparelho durante o dia todo durante o trabalho, nas horas livres continua resolvendo questões pessoais e consumindo conteúdos nas horas livres. “No mundo moderno de hoje em dia, o telefone celular se tornou muito mais do que um aliado, tornou-se um cúmplice”, considera. 

COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS

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