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Lançamento do ‘GAC GS3’, na GAC Navesa!

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O consultor regional da montadora GAC, Ricardo Leme; o empresário Edgar Valadares de Queiroz; a executiva de vendas, Sophia Queiroz e o gerente da loja GAC Navesa, Sandro Toledo receberam os convidados no lançamento do SUV compacto “GAC GS3”, em Goiânia.

O evento para convidados da montadora chinesa aconteceu na noite de quinta (26/3) e apresentou os automóveis mais completos da categoria nas versões: Premium e Elite.

Os modelos à combustão trazem motorização 1.5 turbo e valores supercompetitivos (a partir de R$ 129.990), com sistema “ADAS 2.0” e automatic parking.

A ação reforça o posicionamento do Grupo Navesa em Goiás e a expansão da presença da marca no mercado regional, com uma unidade produtiva na cidade de Catalão (GO).

Mais informações e agendamento de test drive no (62) 3121-6400 e em @gacnavesa

Carlos Eduardo Faria –

Kadu!Jornalista /

Paspartú Comunicação

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Destaque Nacional: Luciana Machado conquista o 4º Galo de Ouro consecutivo

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A especialista em proteção financeira Luciana Machado alcança um feito histórico ao conquistar, pelo quarto ano consecutivo, o prêmio Galo de Ouro da MAG Seguros.

Considerada a principal honraria do setor, a premiação reconhece profissionais de excelência e alto desempenho no mercado de seguros de vida.

O tetracampeonato reforça a maestria, consistência e o profissionalismo de Luciana, que se consolida como uma das grandes referências nacionais no segmento.

Sua trajetória inspira e evidencia a importância do planejamento financeiro e da proteção familiar no Brasil.

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Eu tô cansado, doutor João!

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias.

Olha, eu nem sei que horas são aí no Japão, mas eu precisava falar com o senhor.

Nem sei se vai se lembrar de mim, mas eu sou o marido daquela paciente que o senhor fez o parto. O que deu o nome de flor na filha. Fiz silêncio. Lembrei imediatamente. Homem bom.

Dedicado. Provavelmente uns 20 anos mais novo do que eu. Não tinha a mínima ideia do que ele iria dizer a seguir. Preocupei-me com a esposa, a filha. A família que ele construiu nesta última década. – Tá tudo bem.

Eu acordei agora, mas nem parece que dormi. É domingo e todo mundo viajou. Não sei o que fazer. Poderia ler alguma coisa. Podia ir na academia. Podia aproveitar esse tempo livre. Mas eu não tô querendo fazer nada disso.

Tô cansado. Perdi o emprego, recebi uma caixinha de papelão e a chefe do RU conversou comigo igual uma voz de moça de aeroporto, falando de embarque. Fria, né? Em vez de dizer que isso passa.

Deixei ele discorrer mais sobre o emprego. De transbordar sua raiva. E sua insatisfação. A maioria das pessoas acha que tudo passa. Que tem que pensar positivo. Não há espaço para o sofrimento. Para vivenciar um luto. Mas é necessário.

Essa positividade constante, adoece a gente. Sugeri que desligasse o celular. Aliás, desconectasse. São mil estímulos que recebemos o tempo inteiro. Coisas curtas, passageiras. Mas não são inócuas. – Imagina, eu sou PJ. Então ficou assim, eu podia trabalhar a hora que eu quisesse.

As vezes nem precisava ir lá. Resolvia tudo na hora. Não entendi. Fiquei puto.A ilusão de ser chefe de si mesmo, faz com que você trabalhe ainda mais. Ele disse que outro dia estava no jogo do Goiás e pediram para ele resolver um probleminha.

Ele ficou o primeiro tempo inteiro no celular. Perdeu o gol. A cerveja esquentou. Seus amigos estavam acostumados. Foi-se a conversa. As empresas fazem isso, tiram a responsabilidade contratual, tornando o sujeito uma empresa. E ele nem percebe. Tem que “performar”.

No sábado tentou ver um filme legal que inclusive tinha lido um comentário meu sobre ele. Caiu uma culpa danada de estar ali, disfrutando. A sociedade cobra desempenho. Por que não comprou outro curso pela internet? Por que não ouviu um podcast? Ele não percebe a violência neuronal a que está sendo exposto diariamente.

Em vez de se exercitar, ele agora está “treinando” na academia, como se fosse atleta. – Desculpe-me tô falando demais. Obrigado por me ouvir. Escutar parece que sumiu do nosso cotidiano. O tempo e o silêncio. Eu não disse nada.Poucas frases. Brasileiro gosta de barulho. Parece que somos obrigados a ter um som qualquer de fundo. Uma TV. Uma musiquinha no bar. Rir alto. Nem todos estão contentes, eu sei. Mas o compromisso do outro é necessário. Ele está só. Desacostumou. Na verdade falta presença. A da paciência, a de se mostrar inteiro para alguém.

Fico triste quando alguém diz que “está na correria”. Melhor seria… caminhando?- Sabe de uma coisa Aqui falando com o senhor, me acalmei um pouco. Pela janela de casa tô vendo um transformador que um bem-te-vi fez um ninho. Eu nunca tinha reparado.

Voz pegar umas laranjas, descascar e ficar olhando ele. Dar-se a oportunidade de não fazer nada. Só parar e nem pensar, esvaziar a mente, tornou-se artigo de luxo. Mas é muito bom.

Esse rapaz tem tudo – diriam os outros – ganha bem, família bonita e saudável, arruma outro emprego na hora, por que esse drama? Parece que todo dia tem que “bater metas”?Porque sem querer estamos sendo bombardeados por exigências que fazemos a nós mesmos e a vida passando.

O simples. Vai que você é o bem-te-vi e não percebe que onde colocou o seu ninho é exatamente onde você pode se eletrocutar, nessa sociedade do cansaço?

JB Alencastro é médico e escritor.

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Empresários lançam tecnologia para terapeutas holísticos e prometem transformar o mercado no Brasil

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Os empresários Igor Goldim e Amanda Reys acabam de lançar a Aurora, uma plataforma tecnológica voltada ao apoio de terapeutas holísticos e integrativos em todas as etapas do atendimento — da captação de clientes à condução das sessões.

A ferramenta integra o ecossistema Soul Aurora, projeto que surge com o propósito de estruturar e profissionalizar o mercado terapêutico por meio da tecnologia.

No centro da solução está a inteligência Aurora, desenvolvida para conduzir o cliente por um processo de autoinvestigação emocional. A proposta é auxiliar na identificação de padrões comportamentais, bloqueios e possíveis causas raiz de dificuldades, por meio de uma jornada guiada e reflexiva.

Ao final da experiência, o usuário recebe um Mini Relatório de Consciência, que reúne e organiza os principais insights obtidos durante o processo.

Diferente de abordagens tradicionais, a plataforma aposta em uma condução empática e não invasiva, criando um ambiente seguro para que o cliente se expresse com naturalidade, sem julgamentos.

Além da jornada inicial, a Aurora oferece uma estrutura completa para profissionais da área, com recursos como gestão de leads e clientes, agendamento de sessões, integração com meios de pagamento, realização de atendimentos online com gravação e transcrição, além da geração de relatórios estruturados por meio do sistema Aurora

A proposta é trazer mais organização, clareza e assertividade aos atendimentos, permitindo que terapeutas atuem com mais segurança e profundidade.

Segundo Amanda Reys, idealizadora do Soul Aurora, “a Aurora nasce para preparar o cliente antes da sessão e oferecer ao terapeuta mais clareza sobre o que realmente precisa ser trabalhado.”

A plataforma já está em fase de implementação com terapeutas e busca se consolidar como uma solução escalável no mercado de tecnologia aplicada ao bem-estar.

Terapeutas interessados podem acessar a jornada gratuitamente pelo site:

https://soulaurora.io (Copiar e Colar)

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