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Notícias

Literatura Brasileira em Foco

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A Editora Lacre anuncia o lançamento do romance Campo Formoso, obra de estreia da escritora Maria Victoria de Oliveira, que chega agora ao público com grande expectativa editorial.

O romance apresenta uma saga familiar ambientada na fictícia Campo Formoso, um retrato sensível e profundo do interior do Brasil, que atravessa décadas e gerações em uma narrativa multifocal marcada por tradições, conflitos e transformações.

Com uma prosa rica, que combina tradição literária e vigor psicológico, Campo Formoso mergulha nos dilemas e hierarquias que moldam o destino da família Borges, desde o Coronel Adauto Borges até os segredos e paixões que cruzam seus caminhos.

A obra dialoga com a grande tradição das sagas familiares brasileiras e se destaca pela densidade emocional e narrativa.

A edição conta com orelha assinada pelo crítico literário Ivan C. Proença, que ressalta a habilidade da autora em criar personagens verossímeis e uma trama de amplo alcance.

Sobre a autora:
Maria Victoria de Oliveira é formada em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Após uma carreira dedicada à gastronomia, atuando como chef e professora de culinária, dedicou-se integralmente à literatura.

Em 2023, publicou o livro de contos Vestido Vermelho e Outras Histórias. Campo Formoso é seu primeiro romance, desenvolvido ao longo de oito anos e fruto de sua participação em oficinas literárias com mestres como Ivan Proença e Eduardo Affonso.

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Medicina

Uma voz feminina na linha de frente da cannabis medicinal no Brasil

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Da dor crônica à liderança em um mercado em transformação, Michele Farran potencializa empreendedorismo, informação e ativismo em prol dos pacientes

 Aos 22 anos, Michele Farran recebeu um diagnóstico que mudou o rumo da sua vida: artrite reumatoide. Jovem, criativa, estudante universitária e cheia de planos, ela passou a conviver com dores diárias, inflamações persistentes e limitações que não combinavam com sua energia inquieta. A rotina deixou de ser apenas produtiva — tornou-se também um exercício constante de resistência.

Vieram os tratamentos convencionais, as consultas, as medicações e as tentativas sucessivas de estabilizar a doença. Vieram, também, as frustrações. Viver com uma condição autoimune significava adaptar sonhos, reorganizar o corpo e aceitar que nem sempre o protocolo médico entregaria qualidade de vida. A virada começou quando Michele conheceu o canabidiol como alternativa terapêutica. “Não foi uma decisão impulsiva, mas fruto de pesquisa, orientação e necessidade. Aos poucos, os efeitos apareceram: redução das dores, melhora da mobilidade, mais disposição. Pela primeira vez em muito tempo, senti que recuperava o protagonismo sobre a minha própria história”, destaca Michelle.

A experiência pessoal despertou uma inquietação maior. Se o tratamento havia transformado sua qualidade de vida, por que ainda era tão difícil acessá-lo? Entre burocracias, desinformação e estigmas, Michele percebeu que o caminho para a cannabis medicinal no Brasil ainda é complexo — especialmente para pacientes em situação de vulnerabilidade. Foi dessa constatação que nasceu a Cannabis Company, em Curitiba (PR). “Mais do que um empreendimento, o negócio carrega um propósito claro: ampliar o acesso, oferecer informação responsável e acolher pacientes que chegam fragilizados, muitas vezes depois de uma longa jornada de tentativas frustradas”, destaca a empreendedora.

A Cannabis Company é uma farmácia que trabalha exclusivamente com cannabis medicinal, criada com o propósito de ampliar o acesso seguro, regulamentado e responsável a tratamentos à base de canabinoides. Com produtos à pronta entrega e atuação alinhada às normas sanitárias brasileiras, oferece orientação, informação qualificada e suporte aos pacientes que buscam alternativas terapêuticas com prescrição médica. Mais do que um ponto de venda, a Cannabis Company se posiciona como um espaço de acolhimento e educação, contribuindo para desmistificar o tema e fortalecer o uso consciente e científico da cannabis medicinal no país.

Hoje, aos 37 anos, Michele é sócia da farmácia e também uma voz ativa nas discussões sobre regulamentação e regulação da cannabis medicinal no Brasil. Acompanha o cenário legislativo, participa de debates e defende políticas públicas que garantam segurança jurídica, qualidade dos produtos e acesso mais democrático ao tratamento. No Brasil, a cannabis medicinal é permitida, mas ainda enfrenta regras restritivas. Com a nova regulamentação da Anvisa em 2026, o país passou a ter normas mais claras para cultivo, produção e comercialização, ampliando a oferta nacional, reduzindo a dependência de importados e garantindo mais segurança jurídica, além de incentivar pesquisa e ampliar o acesso dos pacientes aos tratamentos. “Essas mudanças fortalecem a base técnica e sanitária do setor, possibilitando maior acesso terapêutico, incentivo à pesquisa e desenvolvimento nacional, e contribuindo para que tratamentos com canabinoides sejam mais acessíveis”, explica Michele.

Formada em Cinema, Design de Moda e Design Gráfico, e fundadora da Agência de Design Cidadã, Michele destaca que sempre buscou profundidade em seus projetos, e isso torna-se ainda mais intenso quando a vida de outras pessoas está em discussão. “A ideia de transformar narrativas superficiais em experiências com intenção agora se reflete na forma como conduzo um negócio na área da saúde. Escuta, responsabilidade e base científica são tópicos indispensáveis”, reflete Michele.

Neurodivergente e convivendo há cerca de uma década com doenças autoimunes, Michele conhece de perto a vulnerabilidade que acompanha um diagnóstico crônico. “Essa vivência moldou minha forma de empreender. Cada decisão carrega a memória da jovem que buscava respostas para a própria dor, e que hoje trabalha para que outras pessoas encontrem caminhos mais curtos, mais seguros e mais humanos”, destaca a especialista. Entre desafios pessoais e barreiras regulatórias, Michele Farran construiu mais do que uma empresa; ela construiu uma ponte entre informação e acesso, entre ciência e acolhimento e transformou sua própria batalha em movimento coletivo. “Tenho muito orgulho em minha história refletida em um trabalho que pode beneficiar a vida de milhões de brasileiros”, completa Michelle.

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Negocios

Como usar e aproveitar ao máximo seu carro elétrico ou híbrido: BYD Vitória Motors reúne dicas essenciais para motoristas.

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Com mercado em forte expansão, a concessionária esclarece dúvidas práticas e orienta consumidores sobre o uso da tecnologia

Com o avanço das vendas dos veículos eletrificados no Brasil, que incluem modelos elétricos e híbridos, cresce também a busca por informação sobre como usar essa tecnologia no dia a dia. Dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) mostram que, em 2025, o país registrou 223.912 carros eletrificados leves vendidos, um crescimento de aproximadamente 26% em relação a 2024, desempenho muito superior ao do mercado automotivo como um todo. No mesmo período, os eletrificados alcançaram cerca de 9% de participação nas vendas de automóveis novos, chegando a 13% em dezembro, o maior índice da série histórica.

É nesse contexto que a BYD Vitória Motors compartilha dicas voltadas tanto para quem já possui um veículo eletrificado quanto para quem avalia a compra. Segundo Leonardo Simões, diretor comercial da concessionária, a iniciativa busca apoiar o consumidor em um momento de amadurecimento do mercado. “A expectativa para 2026 é de continuidade do crescimento, com mais pessoas adotando carros eletrificados. Levar informação de forma acessível é essencial para que o motorista use o veículo com segurança, aproveite melhor a tecnologia e tome decisões mais conscientes, seja no uso urbano ou em viagens mais longas”, afirma.

  • Carregamento

O carregamento de um carro elétrico pode ser feito tanto em tomadas convencionais de 110 V ou 220 V quanto por meio de um carregador residencial dedicado, conhecido como wallbox. Embora a tomada comum seja uma alternativa viável para usos pontuais, o wallbox, instalado por profissional qualificado, oferece maior potência, reduz o tempo de recarga e amplia a segurança do sistema, sendo a opção mais indicada para quem utiliza o veículo com frequência. Em média, a recarga completa em wallbox leva entre cinco e oito horas, enquanto carregadores rápidos disponíveis em rodovias e áreas urbanas conseguem carregar a bateria de 20% a 80% em cerca de 30 a 40 minutos, dependendo do modelo

Antes de iniciar a recarga em casa, é fundamental verificar se a instalação elétrica do imóvel comporta essa demanda. A recomendação é consultar a concessionária de energia elétrica local para avaliar a carga disponível no padrão de entrada e, posteriormente, contar com um eletricista ou engenheiro eletricista habilitado para analisar a instalação interna conforme as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), especialmente a NBR 5410, garantindo segurança e eficiência no uso.

  • Autonomia no uso diário

A autonomia dos veículos elétricos varia de acordo com as condições de uso, assim como ocorre com veículos a combustão. Em trajetos urbanos, a autonomia tende a ser maior devido ao uso da frenagem regenerativa, que reaproveita parte da energia durante desacelerações e paradas. Já em rodovias, principalmente em velocidades constantes e mais elevadas, o consumo aumenta e a autonomia pode ser reduzida. Fatores como uso do ar-condicionado, temperatura externa e estilo de condução também influenciam diretamente no desempenho.

Para auxiliar no planejamento dos deslocamentos, a BYD Vitória Motors disponibiliza modelos com diferentes níveis de autonomia, capazes de atender a perfis variados de uso, do urbano ao rodoviário. Esse portfólio diversificado se reflete no desempenho comercial da rede: em 2025, a concessionária comercializou mais de 9.500 veículos elétricos nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Distrito Federal, com os modelos Dolphin Mini e Yuan Plusentre os mais vendidos no período.

  • Bateria e durabilidade

Outro ponto que costuma gerar dúvidas é a vida útil das baterias. Os veículos BYD utilizam a tecnologia de fosfato de ferro-lítio (LFP), reconhecida pela alta estabilidade térmica e menor degradação ao longo do tempo. Em testes e uso real, essas baterias podem superar 3.000 ciclos completos de carga e descarga e, em condições ideais, ultrapassar 1 milhão de quilômetros rodados, com vida útil estimada entre 20 e 30 anos.

  • Infraestrutura e incentivos

A infraestrutura de recarga também avança no país, com estações rápidas em concessionárias, centros comerciais e corredores rodoviários, além de aplicativos que auxiliam na localização dos pontos disponíveis. Somam-se a isso incentivos regionais, como a isenção total do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para veículos elétricos e híbridos como o Distrito Federal, medida que contribui para ampliar a atratividade da eletrificação.

Com a ampliação da oferta de modelos, da infraestrutura de recarga e do interesse do consumidor por veículos eletrificados, a BYD Vitória Motors mantém equipes preparadas para orientar o público sobre uso, autonomia, recarga e escolha do modelo mais adequado ao perfil de cada motorista. Interessados em esclarecer dúvidas ou conhecer na prática o funcionamento de um carro elétrico ou híbrido podem procurar a concessionária BYD Vitória Motors mais próxima, onde também é possível realizar test drive e obter orientações personalizadas.

Sobre a BYD Vitória Motors

A BYD Vitória Motors é a concessionária especializada em veículos elétricos e híbridos da fabricante chinesa BYD, uma das líderes globais em mobilidade sustentável. Integrante do Grupo Águia Branca, a marca leva ao mercado brasileiro tecnologia de ponta, inovação e compromisso com a sustentabilidade. Com um portfólio moderno e eficiente, a BYD Vitória Motors atende clientes que buscam desempenho, economia e menor impacto ambiental, aliando soluções de mobilidade ao futuro da indústria automotiva.

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Notícias

Hub Cerrado promove tour com empresários para apresentar ecossistema de inovação de Goiás

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Empresários conheceram centros de pesquisa, startups e hubs tecnológicos em uma imersão que destacou o potencial de Goiás nas áreas de agro, inteligência artificial e indústria 4.0.

Com o objetivo de fortalecer conexões estratégicas e posicionar o Estado como referência em inovação aplicada ao agro e à indústria, o Hub Cerrado promoveu uma missão técnica com empresários para apresentar, na prática, o ecossistema de inovação de Goiás. A iniciativa integra o programa Rotas da Inovação, que busca aproximar grandes empresas de centros de pesquisa, startups e ambientes que aceleram o desenvolvimento tecnológico.

A agenda foi dividida em dois momentos, contemplando atores do agronegócio e da indústria 4.0, em uma imersão que evidenciou a capacidade do Estado de gerar soluções de alto impacto.

A primeira etapa ocorreu em Rio Verde, um dos principais polos do agronegócio brasileiro. A comitiva visitou a Comigo, o Grupo Cereal, o CEAGRE e a Simple Agro.

Durante as visitas, foram apresentadas pesquisas aplicadas e soluções desenvolvidas por startups voltadas à resolução de desafios do campo, como aumento de produtividade, eficiência operacional, rastreabilidade e sustentabilidade. A programação também incluiu a apresentação da iniciativa MAPA Conecta, vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária, que conecta demandas do setor produtivo a soluções desenvolvidas por universidades e empresas de base tecnológica.

Inteligência artificial e indústria 4.0

Na segunda etapa, o foco foi a inovação aplicada à indústria e à transformação digital. Os empresários visitaram o Senai Hub Goiás, onde conheceram programas de desenvolvimento tecnológico e projetos voltados à indústria 4.0.

A missão seguiu para o CONECTA AKCIT, com apresentação das soluções desenvolvidas pelo AKCIT e pelo CEIA UFG, centro de excelência em inteligência artificial vinculado à Universidade Federal de Goiás. A comitiva também passou pelo Hub Goiás e pelo Campo Lab, encerrando o tour no próprio Hub Cerrado.

Estratégia de posicionamento

O Rotas da Inovação é uma iniciativa do Hub Cerrado com apoio do Pacto Goiás pela Inovação. A proposta é dar visibilidade ao ecossistema goiano, apresentando a parceiros externos o potencial das pesquisas, startups e ambientes colaborativos que vêm impulsionando novos negócios no Estado.

Ao promover a aproximação entre empresários e atores locais de inovação, o Hub Cerrado reforça o papel de Goiás como polo estratégico de tecnologia no Centro-Oeste, com soluções que atendem tanto às demandas do agronegócio quanto aos desafios da indústria contemporânea.

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