Técnica de manicure sem alicate é aliada no cuidado de mulheres em quimioterapia e radioterapia.
Metodo sem uso de alicates e com esterilização rigorosa, oferece segurança e autoestima a mulheres em tratamento de câncer.
A busca por momentos de autocuidado e bem-estar é ainda mais importante para mulheres em tratamento contra o câncer.
Em meio a efeitos colaterais como sensibilidade da pele, baixa imunidade e mudanças na autoestima, a manicure russa surge como uma opção segura e acolhedora para manter a rotina de cuidados com as mãos.
A técnica, que já conquistou espaço em salões de beleza de todo o país, chama atenção pelo processo delicado: dispensa o uso de alicates e foca em um acabamento minucioso com brocas específicas, reduzindo quase a zero o risco de cortes e inflamações.
Para quem enfrenta quimioterapia ou radioterapia, essa abordagem faz toda a diferença, já que as cutículas ficam mais frágeis e vulneráveis, é que diz Débora Menino, sócia proprietária da Ruse, espaço especializado em manicure russa e estética.
“Trabalhamos com um protocolo pensado para respeitar o momento de cada cliente. Mais do que estética, é um cuidado real, seguro e emocionalmente acolhedor”.
Estudos em cuidados paliativos e bem-estar oncológico apontam que práticas de autocuidado, quando adaptadas de forma adequada, podem aliviar tensões, reduzir o estresse e melhorar a recuperação emocional.
“O toque gentil e a atenção aos detalhes criam uma experiência sensorial que reforça a confiança e a feminilidade.
O ambiente seguro e a escuta atenta contribuem para que cada atendimento seja único e respeitoso”, complementa Débora.
Diferenciais de segurançaAlém de evitar instrumentos cortantes, a manicure russa se diferencia pelo rigor na esterilização e pelo uso de produtos dermatologicamente testados, aspectos essenciais para pacientes com baixa imunidade.
Essa combinação faz da técnica um gesto de carinho e dignidade para mulheres que enfrentam o câncer com coragem e merecem cuidados de excelência.