Iniciativa no âmbito do PATI – Programa de Aceleração do Turismo Internacional, com apoio do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, reforça a conectividade entre Brasil e Marrocos.
Doze dos principais jornalistas, editores e dirigentes da imprensa no Marrocos visitam o Brasil este mês a convite da Royal Air Maroc (RAM) e da Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo).
A iniciativa inclui uma série de experiências turísticas e culturais com objetivo de aprofundar o conhecimento sobre o mercado brasileiro e ampliar a visibilidade internacional do país.
A ação, realizada em duas etapas, conta com o apoio do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, pela sua concessionária GRU Airport.
Este é mais um movimento de aproximação entre Brasil e Marrocos, o qual vem se fortalecendo desde o retorno, há dez meses, da rota direta São Paulo-Casablanca operada pela Royal Air Maroc.
“Nosso voo vem mostrando resultados consistentes, com taxas de ocupação superiores a 80%, e há espaço para crescer.
O brasileiro descobre no Marrocos um ponto de acesso estratégico para a África, Ásia e a Europa, e os marroquinos e africanos encontram no Brasil um destino vibrante, diverso e acolhedor”, afirma Othman Baba, diretor regional da RAM na América do Sul.
A press trip integra o PATI (Programa de Aceleração do Turismo Internacional), iniciativa da Embratur que tem como objetivo fortalecer a conectividade aérea e ampliar o fluxo de turistas estrangeiros para o Brasil por meio de ações cooperadas com o trade internacional.
O termo de colaboração, firmado durante a FITUR 2025, em Madri, tem como proponentes a Royal Air Maroc e o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos (GRU Airport), reforçando a parceria estratégica entre os três atores na promoção conjunta do Brasil como destino turístico e na consolidação da rota.
O fortalecimento dessa parceria também foi reafirmado durante a WTM Latin America 2025, em São Paulo, com a assinatura de um Protocolo de Intenções entre a Embratur e a Royal Air Maroc, que prevê a realização de novas campanhas internacionais, missões comerciais e iniciativas para expansão da conectividade aérea entre os dois países.
“Avançamos ao estabelecer a conectividade com o Marrocos e agora é o momento de gerar oportunidades de negócios, promover os destinos brasileiros e atrair cada vez mais visitantes desta região da África.
A ação, em parceria com a Royal Air Maroc, é uma importante ferramenta de promoção do país, pois estes profissionais vão levar, através dos meios de comunicação, as impressões e encantos que o Brasil proporciona a quem nos visita.
Serão mais estrangeiros sendo impactados por essas mensagens, mais turistas chegando por aqui e mais emprego e renda sendo gerados através do turismo”, comenta opresidente da Embratur, Marcelo Freixo.
O Aeroporto Internacional de São Paulo, maior hub aeroportuário e principal porta de entrada e saída do Brasil, participa do PATI por meio de parceria e incentivos junto à RAM, fortalecendo ainda mais a conectividade Brasil-Marrocos.
“Estamos focados e comprometidos em contribuir com o fomento do turismo brasileiro, estimulando a oferta de voos internacionais por meio de ações de divulgação e iniciativas que incrementem o fluxo de turistas estrangeiros.
A parceria com a RAM é mais uma conquista na nossa missão de mostrar ao mundo as belezas de São Paulo e do Brasil como destino turístico”, declara Claudio Ferreira, diretor comercial da GRU Airport.
Imprensa marroquina se encanta com o Brasil O primeiro grupo da missão esteve no Brasil entre 9 e 14 de outubro e o segundo faz a visita entre 23 e 28 do mesmo mês.
A agenda combina experiências turísticas, culturais e gastronômicas, voltadas a destacar a infraestrutura aérea, o potencial de demanda e a diversidade do portfólio de destinos brasileiros, com ênfase em São Paulo – capital e litoral – como porta de entrada para o país.
A expectativa é que a presença dos líderes editoriais, que representam os principais canais de TV, plataformas digitais e jornais de referência do Marrocos, contribua para posicionar o Brasil em destaque na imprensa do norte da África, fortalecendo a imagem do país como destino atraente e estratégico.
“Fiquei muito impressionado com o enorme potencial turístico de São Paulo e Maresias.
O contraste entre a energia urbana e o charme litorâneo é realmente notável. Também fiquei tocado pela hospitalidade e gentileza do povo brasileiro, que nos recebeu calorosamente e tornou a experiência ainda mais significativa.
Para a imprensa marroquina, essa oportunidade oferece percepções valiosas que permitem uma cobertura mais precisa e culturalmente sensível sobre o Brasil.
Ao compartilhar essas experiências com o público marroquino, podemos inspirar maior interesse pelo Brasil como destino turístico e parceiro econômico.
Trocas como essa ajudam a construir laços culturais e diplomáticos mais fortes entre os países, promovendo compreensão mútua e futuras colaborações”, afirma Adil CHQUIRY, diretor de Marketing e Digital da 2M TV.
Conectividade em expansão.
Com a operação atual de três voos semanais entre São Paulo e Casablanca – uma viagem de cerca de nove horas em aeronave moderna -, e um quarto voo a ser iniciado em dezembro, a Royal Air Maroc vem consolidando sua presença no mercado brasileiro.
A companhia, que tem planos para abrir em breve um voo direto também para o Rio de Janeiro, oferece passagens a preços competitivos, duas malas de 23 kg sem custo extra na classe econômica e três de 32 Kg na executiva, além de permitir stopover gratuito no Marrocos, entre outras vantagens para os passageiros.
Sobre a Royal Air Maroc A Royal Air Maroc (RAM), fundada em 1957, é a companhia aérea nacional do Marrocos.
A partir do Aeroporto Internacional Mohammed V, em Casablanca – onde conta com um terminal exclusivo -, conecta África, Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul, operando voos para mais de 90 destinos em 46 países. Integrante da Oneworld, transportou 7,5 milhões de passageiros em 2024 e, como parte de seu plano estratégico de expansão (2023–2037), projeta alcançar 200 aeronaves e 32 milhões de passageiros por ano até o fim do período.
Em 2025, realizou seu primeiro voo com combustível sustentável.
Nesse contexto de expansão, o Marrocos sediará a Copa Africana de Nações e será coanfitrião da Copa do Mundo de 2030, junto a Portugal e Espanha.
Desde dezembro de 2024, a Royal Air Maroc retomou os voos diretos entre São Paulo e Casablanca, inicialmente com três frequências semanais e, a partir de dezembro de 2025, com quatro voos por semana, operados por aeronaves modernas.
Entre 2025 e 2026, está prevista a abertura de uma nova rota para o Rio de Janeiro.
Com presença relevante em mercados estratégicos, a companhia atua como plataforma de mobilidade internacional, combinando turismo, negócios e logística.
Presidente do 36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica Alessandro Alarcão.
Congresso nacional em Goiânia reúne especialistas do país e do exterior para discutir como a tecnologia está transformando diagnósticos, planejamento cirúrgico e a experiência médica.
A inteligência artificial já começa a redefinir os caminhos da medicina e a cirurgia dermatológica brasileira será um dos palcos dessa transformação.
Entre os dias 30 de abril e 3 de maio, Goiânia sediará o 36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica (CBCD), evento que reunirá especialistas de todo o país e convidados internacionais para discutir como a tecnologia vem remodelando a prática clínica, a pesquisa científica e a formação médica.
Com o tema “Evolução da Cirurgia Dermatológica em Tempos de Inteligência Artificial”, o encontro propõe um olhar aprofundado sobre a incorporação de ferramentas digitais no diagnóstico, no planejamento cirúrgico e na segurança do paciente.
A expectativa é reunir mais de 3 mil médicos dermatologistas, além de pesquisadores, profissionais da saúde e representantes da indústria médica.
A escolha do tema acompanha uma mudança acelerada no setor.
Estudos internacionais apontam que cerca de 85% das organizações de saúde já adotaram inteligência artificial em algum nível, enquanto mais de 80% relatam ganhos concretos em eficiência e tomada de decisão clínica.
Ao mesmo tempo, pesquisas globais indicam que 64% da população vê com bons olhos o uso da IA na medicina, refletindo uma crescente confiança nas tecnologias aplicadas ao cuidado com a saúde.
Dentro desse cenário, o congresso pretende apresentar experiências práticas e aplicações reais da inteligência artificial na dermatologia, área em que algoritmos e sistemas de análise de imagem já vêm contribuindoĺo futuro da saúde.
Serviço.
36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica (CBCD)
Data: 30 de abril a 3 de maio de 2026Local: Centro de Convenções de Goiânia – Goiânia (GO)
Tema: Evolução da Cirurgia Dermatológica em Tempos de Inteligência Artificial
Realização: Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD)
Informações: www.sbcd.org.br*Participação prevista:*Mais de 3 mil médicos dermatologistas e cerca de 2 mil profissionais entre organizadores, expositores e representantes da indústria da saúde.
– Cenltro de Convenções de Goiânia será sede do 36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica (CBCD) – Créditos – divulgação FOTO 3- Capital de Goiás, Goiânia foi escolhida para sediar o 36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica (CBCD) – Créditos – divulgação
O uso indiscriminado de testosterona e chips da beleza por mulheres para fins estéticos vem chamando a atenção de especialistas por conta dos danos irreversíveis que podem causar à voz.
Muitas pessoas desconhecem que o uso de medicamentos rotineiros pode impactar diretamente na saúde vocal. Neste contexto, o uso de testosterona por mulheres e dos chips da beleza – apelido popular dado a implantes hormonais subcutâneos, geralmente contendo gestrinona, testosterona ou outros hormônios, que liberam substâncias no organismo de forma contínua – frequentemente associado a fins estéticos, vem chamando a atenção de especialistas porque podem causar danos irreversíveis à voz.
“Essa situação do uso indiscriminado dos hormônios tem chamado a atenção. Temos visto várias sociedades médicas especializadas se posicionando contra”, alerta a otorrinolaringologista Juliana Caixeta.
A médica explica que o uso de hormônios masculinos, como a testosterona, pode levar a alteração da voz de forma irreversível para o paciente. Isso acontece devido à hipertrofia do músculo vocal, afetando permanentemente a estrutura da laringe e prejudicando a saúde vocal do paciente.
Não é raro aparecerem celebridades nas mídias sociais ou na TV com a voz muito grave ou rouca.
Essa situação também se repete nos consultórios médicos.
É comum chegarem mulheres nas consultas reclamando que estão roucas e muitas vezes é por conta do uso de hormônios, especialmente a testosterona para fins estéticos”.
Principais impactos da testosterona na voz feminina
Os sintomas iniciais dos impactos causados pela testosterona na voz feminina são sensação de peso na garganta, rouquidão, instabilidade vocal e dificuldade para alcançar notas agudas. Estudos indicam que mudanças podem aparecer após poucas semanas de uso de anabolizantes.
O risco aumenta significativamente após oito a 12 semanas de uso, ou seja, uso crônico.
Entre os impactos está a virilização, ou o engrossamento da voz.
A testosterona age nos músculos da laringe, aumentando-os e tornando as pregas vocais menos elásticas, o que resulta em um tom de voz mais baixo, masculino.
Em muitos casos, as alterações na voz tornam-se permanentes, sendo difícil ou impossível reverter o quadro após certo tempo de uso.
O uso de implantes hormonais, os chamados chips da beleza, também pode causar essas mudanças, pois a laringe feminina é sensível a qualquer andrógeno, independente da forma de administração.
“Por isso, é fundamental buscar avaliação médica especializada, otorrinolaringologista e endocrinologista, antes de iniciar qualquer terapia hormonal com testosterona para monitorar possíveis efeitos colaterais”, orienta Juliana Caixeta.
Disfonia medicamentosa
O uso de medicamentos rotineiros – sejam eles prescritos, de venda livre ou até suplementos naturais – pode impactar diretamente na saúde vocal.
A chamada disfonia medicamentosa é um efeito colateral comum que exige atenção e, entre suas principais causas, estão o uso indiscriminado de fármacos e a automedicação, praticada por 90% dos brasileiros segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) em 2024.
A disfonia medicamentosa caracteriza-se por alterações na qualidade da voz, como rouquidão e soprosidade, frequentemente causadas pelo ressecamento das pregas vocais.
Isso ocorre porque muitos fármacos reduzem drasticamente a produção de saliva, uma condição conhecida clinicamente como xerostomia.
Sem essa lubrificação natural, a vibração adequada das cordas vocais é prejudicada, gerando o desconforto e, por isso, manter o corpo hidratado é um dos passos fundamentais para evitar maiores danos funcionais.
A rouquidão, muitas vezes vista apenas como um incômodo passageiro, pode ter relação direta com o uso de remédios cotidianos.
Segundo a otorrinolaringologista Juliana Caixeta, quem faz uso contínuo de medicações deve observar sinais como mudança no timbre e esforço ao falar.
A sensação de boca seca também é um alerta importante de que algo pode estar errado.
“Se esses sintomas persistirem por mais de 15 dias, é fundamental comunicar o médico responsável pela prescrição”, destacou.Segundo a especialista, alguns grupos de fármacos podem provocar alterações específicas.
Corticoides inalatórios, por exemplo, podem causar edema nas pregas vocais e aumentar o risco de infecções fúngicas. Já remédios para tontura podem gerar tremores, inclusive na voz, enquanto anti-inflamatórios e anticoncepcionais podem acabar agravando o refluxo gastroesofágico.
Esse refluxo é outro fator conhecido por estar fortemente associado à alteração vocal, exigindo sempre um diagnóstico preciso.*Grupos vulneráveis e prevenção.
Embora a suspensão ou o ajuste da dosagem possa reverter o problema em diversos casos, isso nem sempre ocorre. Essa incerteza reforça a importância do acompanhamento médico rigoroso para evitar que sequelas vocais se tornem um problema crônico e de difícil tratamento
. “A rouquidão impacta diretamente a qualidade de vida, pois a voz é nossa principal forma de comunicação”, ressalta a otorrinolaringologista.
Profissionais que dependem intensamente da voz, como cantores, locutores e jornalistas, devem ter atenção redobrada por serem considerados profissionais da voz. Entretanto, a médica destaca que cerca de 80% das pessoas dependem da fala para executar suas atividades diárias. Isso inclui professores, advogados, médicos, recepcionistas, dentre outras profissões.
Além disso, idosos são muito suscetíveis ao transtorno, tanto pelo uso frequente de medicamentos quanto pelas mudanças anatômicas naturais decorrentes do próprio processo de envelhecimento.Juliana Caixeta destaca que apesar dos possíveis efeitos, os pacientes não devem interromper o uso de medicamentos por conta própria.
A decisão terapêutica deve ser feita sempre com orientação médica, considerando os riscos e benefícios do tratamento.
Em muitos casos, os problemas são reversíveis se detectados cedo, mas quando negligenciados, podem evoluir e comprometer a comunicação.
Portanto, cuidar da voz faz parte do ĺlal com a saúde, especialmente para quem a utiliza diariamente em sua profissão.
Medicamentos que oferecem maior risco.
Além dos hormônios masculinos, entre os principais grupos associados a alterações vocais estão:
Anti-histamínicos e descongestionantes;
Diuréticos e antidepressivos;
Anti-hipertensivos (especialmente inibidores da ECA);
Corticoides inalatórios e anticoagulantes;
Anticoncepcionais hormonais.Esses medicamentos podem atuar de diferentes formas: ressecando a mucosa, provocando retenção de líquidos, alterando o sistema nervoso ou aumentando o risco de pequenas hemorragias.
FOTOSFoto 1 Legenda: Cerca de 90% dos brasileiros se automedicam, uma das principais causas da disfonia medicamentosa
Projeto percorre o Vale do Araguaia com programação gratuita, fortalece artistas goianos e amplia ações ambientais e sociais em 2026.
Ao completar 23 anos de história em 2026, o Estrelas do Araguaia consolida-se como um dos mais relevantes projetos culturais itinerantes do Centro-Oeste brasileiro, unindo música, responsabilidade social e preservação ambiental em uma proposta que ultrapassa o entretenimento e se firma como política cultural de impacto direto nos turistas ,residentes do Vale do Araguaia e comunidades ribeirinhas.
Criado a partir da conexão afetiva com o Rio Araguaia e da vocação para a produção cultural, o projeto nasceu com a missão de democratizar o acesso à arte e valorizar a produção goiana em regiões tradicionalmente afastadas dos grandes circuitos.
Ao longo de mais de duas décadas, a iniciativa levou shows, atividades recreativas, literatura, ações esportivas e distribuição de brindes a cidades como Aruanã, Nova Crixás (Bandeirantes), Baliza, Britânia (Itacaiú) e à histórica Cidade de Goiás, sempre de forma gratuita e acessível a públicos de todas as idades.
Sob a condução de Sergei Cruvinel e João Arthur Carvalho, o Estrelas do Araguaia ampliou seu escopo e hoje atua também como agente de transformação social.
Desde a pandemia, quando passou a intensificar ações solidárias, o projeto já distribuiu mais de 10 toneladas de alimentos, além de itens essenciais como máscaras e álcool em gel, em parceria com órgãos públicos e apoiadores.
A iniciativa mantém ainda um olhar atento às comunidades indígenas e ribeirinhas, promovendo doações regulares de cestas básicas, protetores solares e repelentes, além de atividades culturais inclusivas.
A edição de 2026 traz novidades estratégicas e simbólicas.
A abertura, marcada excepcionalmente para o dia 4 de abril, durante a Semana Santa, será realizada na Cidade de Goiás com o espetáculo “Grande Encontro Goiano”, reunindo artistas como Maria Eugênia, Cláudia Vieira, Tom Chris e Pádua em uma apresentação coletiva na Rua do Encontro, em uma noite de lua cheia que promete marcar o calendário cultural do estado.
Ao longo do ano, o projeto seguirá durante a alta temporada de julho e se estenderá até o feriado de 7 de setembro, passando por cerca de 20 praias, acampamentos e praças ao longo do Vale do Araguaia.
Outro destaque desta edição é a expansão territorial do projeto, que pela primeira vez levará uma apresentação à região próxima à nascente do Rio Araguaia, no município de Baliza, onde o rio revela uma paisagem singular, com corredeiras, cânions e cachoeiras ainda pouco exploradas pelo grande público.
A iniciativa reforça o compromisso do projeto em valorizar não apenas a cultura, mas também o patrimônio natural da região.
Com público estimado em 30 mil pessoas em 2026 — crescimento significativo em relação às 20 mil registradas na última edição —, o Estrelas do Araguaia reafirma sua capacidade de mobilização e relevância cultural.
A programação musical deste ano reúne nomes como Marcelo Barra, Groove Quintal, Banda Versário, Malue, Cejane Verdejo , Maria Eugênia , Cláudia Vieira e Grace Carvalho, além das estreias de Tom Chris e Pádua, ampliando o diálogo entre diferentes gerações e estilos.
Mais do que um circuito de shows, o projeto também se destaca pelo compromisso com práticas sustentáveis.
Em parceria com a empresa Ideias Urbanas, realiza a gestão adequada dos resíduos sólidos gerados durante os eventos, alinhando-se ao Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
A iniciativa reforça a dimensão ESG do projeto, integrando cultura, meio ambiente e responsabilidade social em uma mesma plataforma.
Com apoio de instituições públicas e privadas, como o Governo de Goiás, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), por meio do Programa Goyazes, além de marcas como Piracanjuba, Unimed Goiânia, Ademicon, Sesc e Corona, o Estrelas do Araguaia segue como exemplo de articulação entre iniciativa cultural e investimento estratégico.
Ao longo de sua trajetória, o projeto transformou o cenário cultural do Vale do Araguaia, criando uma rede de acesso à arte e fortalecendo identidades locais. Em 2026, ao celebrar seus 23 anos, reafirma não apenas sua longevidade, mas sobretudo sua capacidade de se reinventar e de continuar impactando positivamente milhares de pessoas às margens de um dos rios mais emblemáticos do país.