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Educação

Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Política Afirmativas e Clube de Costura realizam Curso Básico de Costura para adolescentes indígenas venezuelanas em situação de vulnerabilidade

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Formação foi realizada por meio do projeto social “Costurando Pontes”

Goiânia, Agosto de 2021 — Depois de ministrar a formação para o grupo de mulheres trans, imigrantes e refugiadas em julho em parceria com o Ministério Público do Trabalho de Goiás (MPT-GO), na última semana, o Clube de Costura, por meio do projeto social “Costurando Pontes” que visa colaborar com o aprendizado de grupos vulneráveis, ministrou o curso BÁSICO DE COSTURA para adolescentes do sexo feminino, imigrantes e refugiadas da Venezuela, em parceria com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Políticas Afirmativas. Pertencentes à etnia Warao, as adolescentes indígenas, que fazem parte dos cerca de 260 mil refugiados e migrantes venezuelanos que vivem atualmente no Brasil, segundo estimativa do Governo Federal e dados da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), têm rica tradição em artesanato e costura a mão de peças como vestidos típicos da comunidade e de itens como slings para bebê.

“As alunas foram selecionadas pela Prefeitura, que dispôs de transporte, alimentação e um tradutor durante todo o curso. Nós do Clube de Costura fomos responsáveis por coordenar, ministrar, ceder o espaço e todo material necessário para as aulas. Foi uma troca muito rica, na qual foi possível despertar nas alunas o interesse por novos aprendizados, bem como valorizar os saberes que elas também trouxeram e compartilharam conosco, muitos deles passados de geração em geração”, afirma Rogelia Pinheiro, supervisora do Clube.

A secretária Municipal de Direitos Humanos, Dra. Cristina Lopes Afonso destaca que a seleção das alunas foi feita adotando o critério de extrema vulnerabilidade de mulheres que praticam a coleta de dinheiro em sinais que não tiveram acesso a cursos de formação. “A parceria dos setores públicos e privados se apresenta como caminho sólido para a efetivação de políticas e ações públicas, resultando em maior equilíbrio social. Espero que esse tenha sido um curso de muitos outros que virão”, afirmou Cristina.

Respeitando os protocolos vigentes, o grupo foi formado por cinco alunas, o que possibilitou o distanciamento necessário para o combater a disseminação da pandemia do coronavírus. Realizado entre os dias 02 e 06 de agosto, o curso possibilitou às alunas aprender a manusear a máquina, praticar exercícios, aplicação de zíper, pences, barras e a finalização de um vestido. Ao final todas receberam um Certificado de participação.

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Educação

Escolas iniciam ano letivo com novas regras sobre uso de celular

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Aulas voltaram com restrição quanto ao uso do aparelho, que poderá ser levado para a escola, mas somente usado em caso de emergências. Especialistas explicam funcionamento da nova rotina

Escolas de todo o Brasil iniciaram o ano letivo de 2025 com a implementação de novas regras para o uso de celulares, em cumprimento à lei que proíbe o uso do aparelho em qualquer ambiente escolar e que foi sancionada nos últimos dias pelo governo federal. A agência de educação, ciência e cultura da ONU, a UNESCO, afirmou recentemente que há evidências de um desempenho educacional reduzido quando há altos níveis de tempo de tela e efeito negativo quando o assunto é estabilidade emocional dos alunos. Outro levantamento realizado pela Nexus em outubro do ano passado, por meio da Pesquisa e Inteligência de Dados revelou que 86% da população brasileira são favoráveis à restrição ao uso de celular nas escolas, enquanto 54% são favoráveis à proibição total dos aparelhos.

As informações refletiram em discussões sobre o tema em todo o país nos últimos meses. Em Goiânia, alguns colégios já debatiam o assunto internamente, buscando estabelecer medidas específicas para adaptar professores, alunos e pais à nova realidade. De acordo com o orientador pedagógico do Colégio Integrado, André Henrique Tavares de Assis, a preparação começou muito antes da aprovação da lei. “A instituição estava monitorando o projeto de lei e planejamos um protocolo para o caso de sua sanção. Reconheço que a transição será desafiadora, especialmente para os alunos mais dependentes da tecnologia. Agora, cada sala de aula terá uma caixa com compartimentos para que os estudantes deixem seus celulares. As caixas serão trancadas e as chaves ficarão sob responsabilidade da orientação educacional. O acesso aos aparelhos será permitido apenas ao final do turno, sem exceções durante o intervalo a não ser em caso de emergência”, explica.

Além de estabelecer o armazenamento seguro dos aparelhos, o colégio também revisou práticas pedagógicas e a postura dos professores. Segundo André Henrique, os docentes passaram por uma semana pedagógica recebendo orientações sobre a adaptação ao novo modelo de aulas. “Os professores são exemplos para os alunos. Portanto, eles também não poderão usar celulares pessoais em sala de aula e deverão recorrer aos canais institucionais em caso de necessidade. O foco agora será resgatar métodos de ensino que não dependam de dispositivos móveis”, pontua o orientador. Para melhor adaptação, educadores e alunos contarão com suporte psicológico e o envolvimento das famílias com terapeutas e orientadores para que essa fase de ajuste seja conduzida de forma assertiva.

Conscientização da família

O Colégio Externato São José sempre seguiu a política do estímulo a uma relação mais saudável com a presença dos aparelhos celulares na escola. “Já vínhamos adotando uma postura de incentivo e conscientização do uso dos smartphones somente em momentos de necessidade, de acordo com lições orientadas pelos professores ou em emergências familiares. Mesmo no recreio, buscamos estimular a integração dos alunos com as diversas possibilidades do espaço físico do colégio, por exemplo, para a prática de esportes, interação com a natureza, o hábito da leitura, entre outros, assim como para um melhor aproveitamento do tempo de maneira geral”, comenta Tatiana Santana, diretora pedagógica do Externato. Com a nova lei, a educadora comenta que todo um protocolo de cuidado e um novo processo de conscientização teve início na volta às aulas. “Um dos primeiros passos, como é uma tradição da nossa escola, é o alinhamento com os pais e responsáveis. As famílias têm um papel fundamental nessa questão, afinal, o comportamento digital das crianças e adolescentes começa em casa. Com regulamentações claras, investimentos em educação digital e o apoio dos familiares, podemos transformar a relação dos alunos com o celular. O objetivo não é excluir a tecnologia, mas garantir que ela seja uma aliada no processo de aprendizagem”, finaliza.

Lucas Pereira / Assessor de imprensa Kasane

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Educação

Oficinas Itinerantes gratuitas

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O projeto “Ilha da Imaginação”, reconhecido por seu impacto cultural e educacional em São Simão (GO), leva sua oficina para diversas cidades do interior de Goiás e Minas Gerais. Com o objetivo de promover a leitura e o cinema de animação entre crianças e adolescentes de 8 a 15 anos, o projeto oferece oficinas itinerantes gratuitas em escolas públicas federais, estaduais e municipais, atendendo cerca de 10 cidades e 30 escolas anualmente.

Desde 2019, a iniciativa do projeto já impactou mais de 50 mil alunos e distribuíram gratuitamente a mesma quantidade de livros. O programa é aprovado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, patrocinado pela SPIC Brasil e realizado pelo Instituto Maker, pela AKM Performma, Ministério da Cultura e Governo Federal – União e Reconstrução, sob gestão da executiva de projetos culturais do Instituto Maker, a goiana Danielle Cabral.

Informações para a imprensa:
FatoMais Comunicação – desde 2004, a sua Agência de Comunicação
Telefone: (62) 9 9222-3354 / (62) 9 9610-4088
Ana Paula e Silva / Dienys Rodrigues / Nayara Reis
imprensa@fatomais.com.br

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Educação

Vila Lume

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A empresária e diretora da Escola Vila Lume, Vanessa Vieira, coordenou na última sexta feira, dia 22 de setembro, a apresentação dos alunos de todas as turmas dando início a estação da primavera.

O Canto da Primavera é uma atividade interdisciplinar que proporciona às crianças a intensificação do convívio com a língua inglesa por meio da arte, especificamente a música. 

No ano de 2023, a atividade está voltada à pesquisa musical em torno de composições brasileiras reconhecidas internacionalmente e interpretadas em inglês ao redor do mundo.

Intitulado “Brasileiríssimas”, este ano, o Canto da Primavera tem como objetivo principal possibilitar às crianças a análise e a valorização do patrimônio artístico nacional e internacional, com suas histórias e diferentes visões de mundo, a partir de um repertório musical composto basicamente pela Bossa Nova e pela Música Popular Brasileira.

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