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Soluções que vão além da produtividade.

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Cão-robô Spot é exemplo do avanço da robótica, ferramenta cada vez mais utilizada na indústria.Abdi Divulgação

Entre os  mais de 70 expositores que estarão presentes na ExpoInd 2025, empresas que trazem novidades que não só pensam no futuro, mas que também buscam resolver desafios de hoje, como uma produção sustentável e a inclusão de pessoas.

As soluções tecnológicas que serão apresentadas à Expoind 2025 – Feira de Fornecedores de Tecnologia e Soluções para Indústria de Goiás, que será realizada de 29 de outubro a 1º de novembro, no Centro de Convenções de Goiânia, vão além do incremento da produtividade industrial.

Entre os seus mais de 70 expositores, estão soluções que pensam no futuro, mas que também buscam resolver desafios de hoje, como uma produção sustentável e a inclusão de pessoas.

Confira a seguir algumas empresas que estarão presentes ao evento e que trazem inovações para os vários desafios da indústria.

Lembrando que o evento é aberto ao grande público e tem entrada gratuita, bastando se inscrever pelo endereço 

web.eventogyn.com.br/event/ficgoias25/site/content/inscricoes

Cão-robô.

Cenas, que num passado não muito distante, só víamos em filmes de ficção científica ou no famoso desenho animado

“Os  Jetsons”, na Indústria 4.0 elas acontecem de verdade já há algum tempo, com as pessoas convivendo e interagindo tranquilamente com máquinas e robôs inteligentes.

Quem for à Expoind 2025  poderá conferir de perto esses robôs que hoje fazem muito mais do que empilhar caixas nas indústrias. 

Um dos expositores que irá trazer novidades em relação ao uso da robótica na indústria será a empresa Autho Distribuição, que atua no segmento de automação industrial, oferecendo soluções completas em parceria com grandes marcas como Festo e Omron.

Entre as várias novidades e soluções Expoind 2025 traz exemplos de reaproveitamento de resíduos da agroindústria. Site Grupo Rendering.

A companhia com sede na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, irá apresentar na feira em Goiânia o Spot, um cão-robô que faz inspeção industrial e colaborativo com o uso com humanos, teremos também o robô AMR, um robô autônomo capaz de se deslocar dentro de um ambiente sem necessidade de trilhos, fios ou marcações fixas. 

O Spot é um cão-robô da Boston Dynamics que é conhecido por sua mobilidade e capacidade de realizar tarefas complexas.

Ele pode ser controlado por um tablet, operar em terrenos irregulares e carregar uma carga de até 14kg.

Tecnologia de reaproveitamentoAinda falando em tecnologia, a agroindústria brasileira, em especial a goiana, tem avançado significativamente no sentido de adotar processos e técnicas, que não só potencializam a produção agrícola, seja de grãos ou proteína animal, mas também agregam valor a esses produtos ou subprodutos dos mesmos.Uma dessas técnicas é o rendering animal, que é um processo de reciclagem sustentável que transforma subprodutos animais, como gorduras, ossos e proteínas não consumidos, em novos produtos úteis.

O Grupo Rendering, um dos expositores da Expoind, é referência em sustentabilidade  e tecnologia no setor de rendering animal, atuando na reciclagem e transformação de subprodutos de origem animal provenientes de frigoríficos de bovinos, aves e peixes. 

Por meio do processo de rendering animal, a empresa goiana com sede em Trindade e outras duas unidades nas cidade de Luziânia (GO) e Teodoro Sampaio (BA), fabrica subproduto da proteína animal como sebo bovino, matéria-prima amplamente usada para a produção do biodiesel e na indústria de cosméticos; ou farinha de carne e ossos bovinos, que também serve como ingrediente para formulação de rações para aves, pets, peixes e suínos.

Acessibilidade

A inovação na indústria também prevê a inclusão de pessoas.

É por isso que entre os mais de 70 expositores da Expoind 2025 estará a Cavi Acessibilidade, empresa com sede em Curitiba (PR) e que a 15 anos fornece soluções para a acessibilidade e por meio de produtos e serviços específicos, transformando ambientes laborais em espaço acolhedores e seguros para portadores de necessidades especiais (PdCs).

Além de fornecer, para todo o Brasil, itens para equipamentos urbanos de acessibilidade como pisos táteis, placas de sinalização, sinalização em braille e itens de apoio para cadeirantes, como rampas, corrimão e barra de segurança, a empresa também elabora projetos de acessibilidade, emite laudos técnicos, presta consultoria e treinamento para empresas.

Automação.

A Rtep Soluçoes Industriais está instalada em Aparecida de Goiania desde 1993.

Além de fazer distribuição de peças de maquinário industrial, a empresa desenvolve projetos de integração de máquinas, especialmente nas áreas de paletização e empacotamento, trazendo automação e eficiência para essas operações.

Na Expoind, eles levarão braços robóticos que podem ser utilizados nestas operações e,  na sede da empresa, será possível conhecer esta e outras soluções de automação industrial.

A empresa leva estas soluções para todo o Brasil, sendo GO, SP e MG seus maiores mercados.

Gestão das águas.

Outra empresa que estará presente na Expoind trazendo soluções de sustentabilidade é a Pura Engenharia Sustentável, que é especializada na elaboração e manutenção de sistemas de tratamento de água e efluentes para indústrias.

A empresa de Goiânia, fundada pelo engenheiro ambiental Túlio Salatiel, trabalha com um dos ativos ambientais mais valiosos nos dias de hoje: água, recurso cuja a indústria responde pela terceira maior demanda hídrica nacional (9,4 %), conforme dados  Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) 

“A atuação da nossa empresa está diretamente relacionada com a conservação das nossas águas devido às nossas soluções de tratamento e reúso dentro das indústrias”, esclarece o sócio-diretor da empresa.

,Com cinco anos de mercado, a empresa oferece para indústrias de pequeno, médio e grande porte projetos de ETA [Estação de Tratamento de Água] e ETE [Estação de Tratamento de Efluentes].

“Para a Expoind iremos apresentar um fluxograma completo dos serviços que prestamos, para o manejo e gestão das águas usadas nos variados processos fabris e tratamentos efluentes”, informa Túlio, que no ano passado participou da Expoind como convidado e este ano espera estreitar relacionamento com seus clientes atuais e prospectar novos.

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Congresso

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Presidente do 36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica Alessandro Alarcão.

Congresso nacional em Goiânia reúne especialistas do país e do exterior para discutir como a tecnologia está transformando diagnósticos, planejamento cirúrgico e a experiência médica.

A inteligência artificial já começa a redefinir os caminhos da medicina e a cirurgia dermatológica brasileira será um dos palcos dessa transformação.

Entre os dias 30 de abril e 3 de maio, Goiânia sediará o 36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica (CBCD), evento que reunirá especialistas de todo o país e convidados internacionais para discutir como a tecnologia vem remodelando a prática clínica, a pesquisa científica e a formação médica.

Com o tema “Evolução da Cirurgia Dermatológica em Tempos de Inteligência Artificial”, o encontro propõe um olhar aprofundado sobre a incorporação de ferramentas digitais no diagnóstico, no planejamento cirúrgico e na segurança do paciente.

A expectativa é reunir mais de 3 mil médicos dermatologistas, além de pesquisadores, profissionais da saúde e representantes da indústria médica.

A escolha do tema acompanha uma mudança acelerada no setor.

Estudos internacionais apontam que cerca de 85% das organizações de saúde já adotaram inteligência artificial em algum nível, enquanto mais de 80% relatam ganhos concretos em eficiência e tomada de decisão clínica.

Ao mesmo tempo, pesquisas globais indicam que 64% da população vê com bons olhos o uso da IA na medicina, refletindo uma crescente confiança nas tecnologias aplicadas ao cuidado com a saúde.

Dentro desse cenário, o congresso pretende apresentar experiências práticas e aplicações reais da inteligência artificial na dermatologia, área em que algoritmos e sistemas de análise de imagem já vêm contribuindoĺo futuro da saúde.

Serviço.

36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica (CBCD)

Data: 30 de abril a 3 de maio de 2026Local: Centro de Convenções de Goiânia – Goiânia (GO)

Tema: Evolução da Cirurgia Dermatológica em Tempos de Inteligência Artificial

Realização: Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD)

Informações: www.sbcd.org.br*Participação prevista:*Mais de 3 mil médicos dermatologistas e cerca de 2 mil profissionais entre organizadores, expositores e representantes da indústria da saúde.

– Cenltro de Convenções de Goiânia será sede do 36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica (CBCD) – Créditos – divulgação FOTO 3- Capital de Goiás, Goiânia foi escolhida para sediar o 36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica (CBCD) – Créditos – divulgação

Assessoria de Imprensa

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Como o uso de medicamentos no dia a dia pode afetar a saúde vocal.

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O uso indiscriminado de testosterona e chips da beleza por mulheres para fins estéticos vem chamando a atenção de especialistas por conta dos danos irreversíveis que podem causar à voz.

Muitas pessoas desconhecem que o uso de medicamentos rotineiros pode impactar diretamente na saúde vocal. Neste contexto, o uso de testosterona por mulheres e dos chips da beleza – apelido popular dado a implantes hormonais subcutâneos, geralmente contendo gestrinona, testosterona ou outros hormônios, que liberam substâncias no organismo de forma contínua – frequentemente associado a fins estéticos, vem chamando a atenção de especialistas porque podem causar danos irreversíveis à voz.

“Essa situação do uso indiscriminado dos hormônios tem chamado a atenção. Temos visto várias sociedades médicas especializadas se posicionando contra”, alerta a otorrinolaringologista Juliana Caixeta.

A médica explica que o uso de hormônios masculinos, como a testosterona, pode levar a alteração da voz de forma irreversível para o paciente. Isso acontece devido à hipertrofia do músculo vocal, afetando permanentemente a estrutura da laringe e prejudicando a saúde vocal do paciente.

Não é raro aparecerem celebridades nas mídias sociais ou na TV com a voz muito grave ou rouca.

Essa situação também se repete nos consultórios médicos.

É comum chegarem mulheres nas consultas reclamando que estão roucas e muitas vezes é por conta do uso de hormônios, especialmente a testosterona para fins estéticos”.

Principais impactos da testosterona na voz feminina

Os sintomas iniciais dos impactos causados pela testosterona na voz feminina são sensação de peso na garganta, rouquidão, instabilidade vocal e dificuldade para alcançar notas agudas. Estudos indicam que mudanças podem aparecer após poucas semanas de uso de anabolizantes.

O risco aumenta significativamente após oito a 12 semanas de uso, ou seja, uso crônico.

Entre os impactos está a virilização, ou o engrossamento da voz.

A testosterona age nos músculos da laringe, aumentando-os e tornando as pregas vocais menos elásticas, o que resulta em um tom de voz mais baixo, masculino.

Em muitos casos, as alterações na voz tornam-se permanentes, sendo difícil ou impossível reverter o quadro após certo tempo de uso.

O uso de implantes hormonais, os chamados chips da beleza, também pode causar essas mudanças, pois a laringe feminina é sensível a qualquer andrógeno, independente da forma de administração.

“Por isso, é fundamental buscar avaliação médica especializada, otorrinolaringologista e endocrinologista, antes de iniciar qualquer terapia hormonal com testosterona para monitorar possíveis efeitos colaterais”, orienta Juliana Caixeta.

Disfonia medicamentosa

O uso de medicamentos rotineiros – sejam eles prescritos, de venda livre ou até suplementos naturais – pode impactar diretamente na saúde vocal.

A chamada disfonia medicamentosa é um efeito colateral comum que exige atenção e, entre suas principais causas, estão o uso indiscriminado de fármacos e a automedicação, praticada por 90% dos brasileiros segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) em 2024.

A disfonia medicamentosa caracteriza-se por alterações na qualidade da voz, como rouquidão e soprosidade, frequentemente causadas pelo ressecamento das pregas vocais.

Isso ocorre porque muitos fármacos reduzem drasticamente a produção de saliva, uma condição conhecida clinicamente como xerostomia.

Sem essa lubrificação natural, a vibração adequada das cordas vocais é prejudicada, gerando o desconforto e, por isso, manter o corpo hidratado é um dos passos fundamentais para evitar maiores danos funcionais.

A rouquidão, muitas vezes vista apenas como um incômodo passageiro, pode ter relação direta com o uso de remédios cotidianos.

Segundo a otorrinolaringologista Juliana Caixeta, quem faz uso contínuo de medicações deve observar sinais como mudança no timbre e esforço ao falar.

A sensação de boca seca também é um alerta importante de que algo pode estar errado.

“Se esses sintomas persistirem por mais de 15 dias, é fundamental comunicar o médico responsável pela prescrição”, destacou.Segundo a especialista, alguns grupos de fármacos podem provocar alterações específicas.

Corticoides inalatórios, por exemplo, podem causar edema nas pregas vocais e aumentar o risco de infecções fúngicas. Já remédios para tontura podem gerar tremores, inclusive na voz, enquanto anti-inflamatórios e anticoncepcionais podem acabar agravando o refluxo gastroesofágico.

Esse refluxo é outro fator conhecido por estar fortemente associado à alteração vocal, exigindo sempre um diagnóstico preciso.*Grupos vulneráveis e prevenção.

Embora a suspensão ou o ajuste da dosagem possa reverter o problema em diversos casos, isso nem sempre ocorre. Essa incerteza reforça a importância do acompanhamento médico rigoroso para evitar que sequelas vocais se tornem um problema crônico e de difícil tratamento

. “A rouquidão impacta diretamente a qualidade de vida, pois a voz é nossa principal forma de comunicação”, ressalta a otorrinolaringologista.

Profissionais que dependem intensamente da voz, como cantores, locutores e jornalistas, devem ter atenção redobrada por serem considerados profissionais da voz. Entretanto, a médica destaca que cerca de 80% das pessoas dependem da fala para executar suas atividades diárias. Isso inclui professores, advogados, médicos, recepcionistas, dentre outras profissões.

Além disso, idosos são muito suscetíveis ao transtorno, tanto pelo uso frequente de medicamentos quanto pelas mudanças anatômicas naturais decorrentes do próprio processo de envelhecimento.Juliana Caixeta destaca que apesar dos possíveis efeitos, os pacientes não devem interromper o uso de medicamentos por conta própria.

A decisão terapêutica deve ser feita sempre com orientação médica, considerando os riscos e benefícios do tratamento.

Em muitos casos, os problemas são reversíveis se detectados cedo, mas quando negligenciados, podem evoluir e comprometer a comunicação.

Portanto, cuidar da voz faz parte do ĺlal com a saúde, especialmente para quem a utiliza diariamente em sua profissão.

Medicamentos que oferecem maior risco.

Além dos hormônios masculinos, entre os principais grupos associados a alterações vocais estão:

Anti-histamínicos e descongestionantes;

Diuréticos e antidepressivos;

Anti-hipertensivos (especialmente inibidores da ECA);

Corticoides inalatórios e anticoagulantes;

Anticoncepcionais hormonais.Esses medicamentos podem atuar de diferentes formas: ressecando a mucosa, provocando retenção de líquidos, alterando o sistema nervoso ou aumentando o risco de pequenas hemorragias.

FOTOSFoto 1 Legenda: Cerca de 90% dos brasileiros se automedicam, uma das principais causas da disfonia medicamentosa

Crédito: Freepik

Foto 2:

Legenda: Médica otorrinolaringologista Juliana Caixeta

Crédito: Karen Tondato

Assessoria de imprensa

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Estrelas do Araguaia chega aos 23 anos.

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Projeto percorre o Vale do Araguaia com programação gratuita, fortalece artistas goianos e amplia ações ambientais e sociais em 2026.

Ao completar 23 anos de história em 2026, o Estrelas do Araguaia consolida-se como um dos mais relevantes projetos culturais itinerantes do Centro-Oeste brasileiro, unindo música, responsabilidade social e preservação ambiental em uma proposta que ultrapassa o entretenimento e se firma como política cultural de impacto direto nos turistas ,residentes do Vale do Araguaia e comunidades ribeirinhas.

Criado a partir da conexão afetiva com o Rio Araguaia e da vocação para a produção cultural, o projeto nasceu com a missão de democratizar o acesso à arte e valorizar a produção goiana em regiões tradicionalmente afastadas dos grandes circuitos.

Ao longo de mais de duas décadas, a iniciativa levou shows, atividades recreativas, literatura, ações esportivas e distribuição de brindes a cidades como Aruanã, Nova Crixás (Bandeirantes), Baliza, Britânia (Itacaiú) e à histórica Cidade de Goiás, sempre de forma gratuita e acessível a públicos de todas as idades.

Sob a condução de Sergei Cruvinel e João Arthur Carvalho, o Estrelas do Araguaia ampliou seu escopo e hoje atua também como agente de transformação social.

Desde a pandemia, quando passou a intensificar ações solidárias, o projeto já distribuiu mais de 10 toneladas de alimentos, além de itens essenciais como máscaras e álcool em gel, em parceria com órgãos públicos e apoiadores.

A iniciativa mantém ainda um olhar atento às comunidades indígenas e ribeirinhas, promovendo doações regulares de cestas básicas, protetores solares e repelentes, além de atividades culturais inclusivas.

A edição de 2026 traz novidades estratégicas e simbólicas.

A abertura, marcada excepcionalmente para o dia 4 de abril, durante a Semana Santa, será realizada na Cidade de Goiás com o espetáculo “Grande Encontro Goiano”, reunindo artistas como Maria Eugênia, Cláudia Vieira, Tom Chris e Pádua em uma apresentação coletiva na Rua do Encontro, em uma noite de lua cheia que promete marcar o calendário cultural do estado.

Ao longo do ano, o projeto seguirá durante a alta temporada de julho e se estenderá até o feriado de 7 de setembro, passando por cerca de 20 praias, acampamentos e praças ao longo do Vale do Araguaia.

Outro destaque desta edição é a expansão territorial do projeto, que pela primeira vez levará uma apresentação à região próxima à nascente do Rio Araguaia, no município de Baliza, onde o rio revela uma paisagem singular, com corredeiras, cânions e cachoeiras ainda pouco exploradas pelo grande público.

A iniciativa reforça o compromisso do projeto em valorizar não apenas a cultura, mas também o patrimônio natural da região.

Com público estimado em 30 mil pessoas em 2026 — crescimento significativo em relação às 20 mil registradas na última edição —, o Estrelas do Araguaia reafirma sua capacidade de mobilização e relevância cultural.

A programação musical deste ano reúne nomes como Marcelo Barra, Groove Quintal, Banda Versário, Malue, Cejane Verdejo , Maria Eugênia , Cláudia Vieira e Grace Carvalho, além das estreias de Tom Chris e Pádua, ampliando o diálogo entre diferentes gerações e estilos.

Mais do que um circuito de shows, o projeto também se destaca pelo compromisso com práticas sustentáveis.

Em parceria com a empresa Ideias Urbanas, realiza a gestão adequada dos resíduos sólidos gerados durante os eventos, alinhando-se ao Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

A iniciativa reforça a dimensão ESG do projeto, integrando cultura, meio ambiente e responsabilidade social em uma mesma plataforma.

Com apoio de instituições públicas e privadas, como o Governo de Goiás, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), por meio do Programa Goyazes, além de marcas como Piracanjuba, Unimed Goiânia, Ademicon, Sesc e Corona, o Estrelas do Araguaia segue como exemplo de articulação entre iniciativa cultural e investimento estratégico.

Ao longo de sua trajetória, o projeto transformou o cenário cultural do Vale do Araguaia, criando uma rede de acesso à arte e fortalecendo identidades locais. Em 2026, ao celebrar seus 23 anos, reafirma não apenas sua longevidade, mas sobretudo sua capacidade de se reinventar e de continuar impactando positivamente milhares de pessoas às margens de um dos rios mais emblemáticos do país.

Assessoria de Imprensa
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