Cresce uso de energia solar no Brasil, mas necessidade de mais investimentos continua alta
Conheça exemplo de rede de lojas de Goiás que implantou usinas próprias de geração de energia solar fotovoltaica e atualmente consegue abastecer toda sua operação com energia limpa
Uma das ações que trazem resultados de grande importância para o meio ambiente é a geração e consumo de energia limpa, proveniente de fontes renováveis.
Uma destas fontes, que tem insumo em abundância no Brasil é a solar. Segundo o engenheiro civil da Irmãos Soares, empresa do Grupo Soares, um dos maiores benefícios da adoção da energia solar é a redução do impacto ambiental, com a diminuição da emissão de gases do efeito estufa, um problema mundial e que afeta o clima do planeta.
Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica no Brasil (Absolar), com o crescimento da geração desta modalidade de energia nos últimos anos foi possível evitar a emissão de 81,4 milhões de toneladas de CO².
No ano 2000, por exemplo, o Brasil gerou 8.478 MW de energia solar, entre a geração centralizada e a distribuída. Agora, em 2025, o volume já chega a 56.573 MW gerados, um aumento de 69% até abril deste ano, se comparado com o mesmo período do ano passado.
Os dados são dignos de celebração neste mês em que se celebra a Semana Mundial do Meio Ambiente. Contudo, ainda há muito em que se avançar. Hoje a energia solar representa 22,7% dentro da matriz energética brasileira, frente a 44,1% da fonte hídrica. Iniciativas de todos os membros da sociedade, desde governos, população e iniciativa privada fazem a diferença e cada vez mais o meio ambiente agradece.
Uma contribuição significativa é dada pelo Grupo Soares que desde 2020 implantou em todas as mais de 20 lojas da rede de comércio de materiais de construção Irmãos Soares a geração de energia solar fotovoltaica.
O engenheiro Lucas Antonelle explica que o sistema funciona hoje com cinco usinas geradoras, que têm capacidade de geração média mensal em 50.000kWh, o suficiente para fornecer energia para a operação de todas as lojas da rede. Ele explica que com a implantação das usinas solares, a empresa conseguiu uma redução de aproximadamente 60% no pagamento da conta de energia elétrica para a concessionária.
“Usamos a rede da concessionária para distribuir a energia que geramos entre as lojas e ainda pagamos as taxas mínimas de uso, por isso ainda temos esse custo, porém além de ser uma economia significativa, a contribuição para o meio ambiente é de grande relevância”,
destaca ele. O profissional ressalta que em sua visão, produzir e usar, energia limpa é algo que todas as grandes empresas deveriam ter em seu planejamento para que todos possam contribuir com a diminuição da emissão de gases do efeito estufa, tão nocivos para a vida na Terra.
A designer gráfica Jessica Moreira, a gerente de marketing Emylia Chaveiro e a auxiliar administrativo Larissa Geovanna brilharam na organização do coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre. O condomínio horizontal é mais um empreendimento da Emisa Incorporadora entregue em Anápolis.
Os sócios e diretores da Emisa Incorporadora, Juliano Santos e Amador Santos (pai e filho); João Emídio e Guilherme Emídio (também pai e filho) foram os grandes anfitriões de um coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre, em Anápolis. Juliano e Guilherme dão seguimento à bem sucedida trajetória empresarial de seus pais, à frente da Emisa, incorporadora que no próximo ano completará 50 anos de fundação.
Nova geração de radiofrequência alcança camadas profundas da pele e ganha espaço entre pacientes que buscam rejuvenescimento com resultados naturais
A busca por procedimentos estéticos capazes de oferecer resultados cada vez mais naturais tem impulsionado uma nova geração de tecnologias voltadas ao estímulo de colágeno. A mais recente delas é o XERF, equipamento que vem ganhando destaque internacional por atuar em camadas profundas da pele sem a necessidade de cirurgia.
A tecnologia ganhou repercussão nos Estados Unidos após ser utilizada por celebridades como Kim Kardashian e agora começa a chegar ao mercado brasileiro, acompanhando uma tendência global de tratamentos minimamente invasivos focados na regeneração dos tecidos. E já sendo incluída na rotina de cuidados de personalidades como Silvia Braz.
Considerado uma evolução das radiofrequências convencionais, o XERF utiliza duas frequências simultâneas que permitem atingir diferentes profundidades da pele, chegando ao SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial), estrutura responsável pela sustentação facial e tradicionalmente associada aos resultados obtidos em cirurgias de lifting.
Na prática, o equipamento funciona como um estimulador tecnológico de colágeno. Por meio do aquecimento controlado dos tecidos, promove a contração das fibras existentes e estimula a produção de novas fibras de sustentação ao longo dos meses seguintes ao procedimento.
Segundo o dermatologista Dr. Bones, um dos primeiros médicos do Brasil a investir na tecnologia, o crescimento da procura por tratamentos desse tipo reflete uma mudança de comportamento dos pacientes.
“Hoje existe uma busca muito maior por procedimentos que preservem a identidade facial. As pessoas querem envelhecer bem, mas sem transformar seus traços. As novas tecnologias surgem justamente para estimular mecanismos naturais do organismo e melhorar a qualidade da pele de forma progressiva”, explica.
A chegada do XERF ao Brasil acompanha um movimento global: a procura por procedimentos que estimulem os mecanismos naturais do organismo vem crescendo, enquanto os tratamentos excessivamente volumizadores perdem espaço.
O equipamento não substitui a cirurgia em casos avançados, mas abre uma nova possibilidade para pacientes que desejam adiar intervenções mais invasivas ou potencializar resultados já conquistados.
Para o Dr. Bones, o futuro do rejuvenescimento não está em transformar a aparência, mas em estimular inteligentemente o que o corpo já sabe fazer.
Embora não substitua a cirurgia plástica em casos avançados de flacidez, o XERF surge como alternativa para pacientes que ainda não possuem indicação cirúrgica, desejam adiar intervenções mais invasivas ou buscam potencializar resultados já conquistados.
A expectativa do setor é que a tecnologia se torne uma das principais apostas da medicina estética nos próximos anos, impulsionada pela crescente demanda por tratamentos que combinem inovação, segurança e naturalidade.