Concurso foi realizado entre os moradores da cidade para eleger uma nova iguaria para o cardápio do maior evento gastronômico do Estado de Goiás
Massa fresca recheada com frango cremoso, regado a um molho branco e queijo catupiry, gratinado ao forno e salpicado de manjericão. Hummm… Salivou aí? Então agende-se para degustar esta iguaria no 18º Festival Italiano de Nova Veneza, que acontece de 6 a 9 de junho, na pequena cidade de Nova Veneza, situada a menos de 30 quilômetros de Goiânia.
O prato, batizado como Rondelli Cremosi, é de autoria de Heloise Gomes Duarte, vencedora do concurso de massas realizado para incrementar o menu da Cantina da Nonna, a cozinha oficial do Festival Italiano de Nova Veneza. No total 14 cozinheiras da cidade participaram e submeteram suas criações a 18 jurados, em duas etapas.
“Eu não imaginava que iria ganhar e fui uma das últimas a inscrever no concurso. Meus amigos me incentivaram porque quando a gente se reúne, sou em que assume a cozinha”, conta e diz que escolheu a receita porque o prato de inspiração italiana ainda não integra o cardápio do festival.
O concurso foi idealizado pela organização do 18º Festival Italiano de Nova Veneza, e realizado em parceria com a Marajoara Laticínios, patrocinadora oficial do evento. O objetivo foi trazer inovação para o cardápio, dando oportunidade para a população da cidade.
“Fomos bastante procurados por chefs e cozinheiros de fora, mas somente cozinheiros da cidade puderam participar porque queremos incentivar o envolvimento cada vez maior dos moradores com o festival”, disse Maria do Carmo Basílio, ao lembrar que cerca de 60% da população da cidade é composta por descendentes italianos, e a cidade é considerada a maior representação da imigração italiana no centro-oeste brasileiro.
Entre os jurados, estiveram chefs, influenciadores de gastronomia, jornalistas e representantes da cultura italiana. A diretora cultural da Associação Italiana de Goiás, Graça Antinarelli, é descendente italiana e aprendeu com a mãe a autêntica culinária dos seus ascendentes. “Ao degustar os pratos apresentados pelas participantes, fiquei impressionada com o capricho, sabor e fidelidade à tradição gastronômica italiana de cada receita”, pontuou.
O jornalista Adriano Regis, que assinou o quadro Prato do Dia na TV Anhanguera por sete anos e trouxe mais de 400 receitas de cozinhas das mais diversas especialidades para o público, contou que foi difícil fazer uma escolha entre tão bons competidores. “Comendo até ficar triste, que a disputa foi bem acirrada, em décimos, eu diria, bem apertada, essa votação. Os cinco pratos se destacaram pela criatividade, pela escolha dos ingredientes, a combinação de sabores e a apresentação impecável”, comentou.
A vencedora do concurso terá sua receita no cardápio e receberá uma placa de homenagem durante o próximo festival. Ela também recebeu da Marajoara Laticínios um prêmio de R$ 1000. A indústria também decidiu premiar os segundo e terceiro lugares com R$ 500 e R$ 250 respectivamente.
Com cerca de 10 mil habitantes, a população de Nova Veneza é multiplicada pelo menos por 10 todos os anos na época da festa. São os turistas que visitam a cidade para desfrutar da gastronomia e cultura da cidade. Para Heloísa, a vencedora do concurso, o festival é importante porque traz oportunidade de trabalho e renda para os moradores, e o concurso teve o papel de despertar também o empreendedorismo em todas as participantes.
Neste sentido, a jurada da primeira etapa do concurso, a chef de cozinha Juliana Castelo Branco, incentivou as participantes a continuarem investindo na área gastronômica. “Espero que vocês vejam este concurso como a primeira porta para uma grande carreira na gastronomia”, disse, na oportunidade.
É uma obra sensível, intensa e profundamente humana, escrita pela jornalista, poeta e sommelière Edna Gomes, que transforma o vinho em personagem e confidente, quase como um divã, para narrar dores, renascimentos, memórias e reflexões sobre o tempo, o amor e a vida. Muito além de falar sobre a origem do vinho ou aspectos técnicos, o livro propõe uma viagem emocional: o vinho aparece como metáfora, presença e companhia em momentos de silêncio, perdas e reconstruções. Em uma narrativa em primeira pessoa, Edna conduz o leitor por capítulos que misturam poesia, ironia elegante e crítica social, revelando como o vinho pode ser abrigo, lucidez e cura simbólica, uma conversa íntima entre a mulher e sua própria alma. Com uma escrita que transita entre o lírico e o real, “O Vinho e Eu” toca temas universais como solidão, pertencimento, preconceito, etarismo, fake news, fragilidade humana e espiritualidade. Tudo isso sem perder a leveza: a autora costura humor refinado, sensualidade sutil e cenas cotidianas, mostrando que viver é também aprender a degustar a existência com mais delicadeza. Mais do que um livro sobre vinho, “O Vinho e Eu” é um livro sobre gente, sobre o que nos parte e o que nos refaz. Uma obra que acolhe o leitor como quem oferece uma taça: verdade, afeto e profundidade. Título: O Vinho e Eu Autora: Edna Gomes Gênero: Crônica / Literatura contemporânea / Prosa poética Lançamento: 2026 (previsto abril)
Loja itinerante funcionará das 12h às 22h na sexta-feira (30), e das 10h às 22h no sábado (31) e domingo (1º) com atendimento presencial e delivery
A Região Noroeste e arredores recebem, pela primeira vez, a carreta da Perdomo Doces neste fim de semana. A unidade móvel da famosa confeitaria artesanal ficará estacionada na entrada principal do Shopping Cerrado, atendendo ao público das 12h às 22h na sexta-feira (30), e das 10h às 22h no sábado (31) e domingo (1º), inclusive com a opção de pedidos via delivery.
Além de doces que unem sabor, criatividade e apresentação impecável, a loja itinerante aposta em uma combinação de cenografia temática, iluminação e ambientação planejada para oferecer uma experiência envolvente e instagramável. O espaço foi projetado para atender desde o cliente que deseja fazer uma pausa doce durante as compras até quem busca presentes criativos.
A ação faz parte do projeto “Perdomo pelo Brasil”, uma loja itinerante sobre rodas criada para celebrar os 10 anos da marca e levar suas criações para mais perto do público. O projeto já passou por cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, e teve paradas especiais de Natal no Centro-Oeste e no Triângulo Mineiro. O Shopping Cerrado fica na Avenida Anhanguera, nº 10.790, no Setor Aeroviário, em Goiânia.
Espumantes, brancos de alta acidez e rosés ganham espaço nas mesas de verão
Com a chegada do verão e das altas temperaturas, o consumo de vinhos no Brasil passa por uma adaptação natural. Em vez dos rótulos mais encorpados, ganham protagonismo bebidas mais leves, frescas e versáteis, que dialogam melhor com o clima quente e com momentos descontraídos. Em Goiânia, esse comportamento já é percebido na Decanter Goiânia, especializada em vinhos nacionais e importados.
Segundo o sommelier José Filho Anjos, responsável pela enoteca, o verão amplia a busca por estilos que priorizam frescor e leveza. “O verão pede vinhos que sejam, acima de tudo, refrescantes e versáteis. Aqui na Decanter Goiânia, a nossa aposta para os dias quentes são os espumantes, brancos de alta acidez, os rosés vibrantes e até alguns tintos mais leves, que trazem o frescor necessário à mesa”, explica.
A preferência acompanha um comportamento cada vez mais comum entre consumidores: beber vinho em momentos informais, ao ar livre, em encontros entre amigos ou refeições mais leves. “Não tenha medo de explorar. O segredo é manter a garrafa gelada e aproveitar momentos descontraídos”, resume o sommelier.
Entre os rótulos que traduzem esse perfil de consumo, José Filho destaca o Hermann Alvarinho Jovem 2025, produzido no Brasil a partir de uma uva emblemática de Portugal, conhecida pela acidez vibrante e frescor, além do Luigi Bosca Rosé 2024, de estilo delicado, com notas cítricas e florais que reforçam a sensação de leveza. Para quem prefere tintos, a indicação é o Luis Cañas Maceración Carbónica 2024, elaborado para ser bebido jovem, com taninos macios e perfil suculento, ideal para dias mais quentes.
O movimento reforça uma mudança no modo de consumir vinho no país, que deixa de estar restrito a ocasiões formais e passa a integrar o cotidiano, inclusive no verão. Para José Filho, a transformação amplia o diálogo entre o vinho e o clima brasileiro. “O importante é escolher rótulos que combinem com a estação e com o momento. O vinho também é sobre prazer e leveza”, conclui.