how da cantora será realizado no próximo mês para apresentar a turnê “Batidão Tropical Vol. 2”
A cantora Pabllo Vittar desembarca em Goiânia, no dia 18 de agosto, para realizar um show da turnê “Batidão Tropical Vol. 2”, no Atlanta Music Hall, às 16 horas. Os ingressos físicos estão sendo vendidos em todas as lojas Flávio´s Calçados na Capital. Além disso, também é possível comprar as entradas de forma on-line pelo link https://www.ingressosa.com/batidao-tropical. Os valores variam entre R$ 100 e R$ 300, dependendo da área escolhida.
Além da Pabllo Vittar, o show contará com a apresentação da cantora Zaynara, uma jovem paraense que tem conquistado o público e as redes sociais pelas performances realizadas. O evento terá a releitura de grandes sucessos do brega pop, ritmo que consagrou Vittar nas paradas de sucesso de todo o Brasil. O ambiente do show terá a temática tropical que faz jus ao nome da turnê. Em relação a performance, o público pode esperar por animação, dança e uma energia contagiante.
Goiânia foi escolhida devido a quantidade de fãs que a Pabllo reúne na cidade. De acordo com os organizadores, a expectativa é alta para a realização dessa experiência, que promete ser única, especialmente porque, segundo Lucas Mattos, da Eskutaki Produções, responsável pela temática do show, Goiânia carece de mais eventos voltados para a comunidade LGBTQIA+.
Além da Eskutaki, o Grupo Ariais também é um dos idealizadores. A empresa foi responsável por trazer a Goiânia grandes nomes da indústria musical, como o show de Joelma e Manu Bahtidão, na arena da Pecuária, em abril. “Estamos entusiasmados com a realização do show da Pabllo Vittar em Goiânia. Com certeza os fãs irão se surpreender com os figurinos e os sucessos nostálgicos do Batidão Tropical, além de outras surpresas”, afirma Antonio Ariais.
Trajetória
Phabullo Rodrigues da Silva, nome de batismo da cantora Pabllo Vittar, nasceu em São Luís, Maranhão, em novembro de 1993. A artista já coleciona cinco álbuns, que contam com parcerias com cantoras como Anitta, Gloria Groove, Will Love, Gabi Amarantos, Psirico, entre outros. A cantora saiu das baladas de Minas Gerais para o número de mais de dois bilhões de visualizações no Youtube.
Vittar lançou, no final de 2015, o primeiro single, “Open Bar”, e em seguida o primeiro EP recheado de versões em ritmos brasileiros de grandes hits da música pop mundial. “Vai Passar Mal”, primeiro álbum da carreira, veio em 2017, ano em que ganhou mais visibilidade e reconhecimento.
A artista viajou por diversas partes do Brasil, cumprindo uma agenda movimentada, cheia de shows e compromissos, levando seus hits para todas as regiões. “Comecei a me montar porque sempre fui fascinada pelo universo feminino. Quando descobri que existiam drag queens que atuavam e cantavam eu pensei: Eu posso fazer! E deu certo”, revela Pabllo.
Em 2018 lançou seu segundo trabalho em estúdio, o “Não Para Não”, que bateu recorde entre os músicos brasileiros com a melhor estreia nacional na plataforma de streaming Spotify, como o disco mais ouvido no Brasil nas primeiras 24 horas de seu lançamento. “NPN” também ficou entre os 20 primeiros mais ouvidos mundo na LastFM e os singles “Problema Seu” e “Disk Me” tiveram seus clipes nas pontas como os mais assistidos do Brasil.
Pabllo Vittar estreou no ranking “Social 50” da revista norte-americana Billboard, que aponta semanalmente os artistas mais influentes nas redes sociais no mundo. A artista tem colecionado prêmios, como a revelação do Prêmio Multishow e Melhor Música (K.O), do Domingão do Faustão.
Também estrelou diversas campanhas para marcas, como Coca-Cola, Calvin Klein, Adidas e estampou capas de revistas como Marie Claire, Rolling Stone, Gay Times, Paper Magazine (Paper Pride), entre outras.
Além disso, a cantora foi destaque na Billboard e também foi a primeira brasileira a realizar o projeto Beauty Secrets, da Vogue americana. A artista ainda estampou, em 2020, a capa da Vogue Brasil e foi nomeada ícone do ano pela versão brasileira da revista GQ.
Pabllo lançou o tão esperado álbum “Batidão Tropical”, inspirado em ritmos do Norte e Nordeste, e que veio acompanhado do clipe “Triste com T”, continuação de “Ama Sofre Chora”. O álbum foi um sucesso e está entre os mais ouvidos mundo. No Spotify, o álbum teve um dos melhores lançamentos do ano, onde a artista emplacou todas as músicas entre as mais ouvidas do Spotify.
No final de 2020, a cantora realizou o projeto audiovisual “I am Pabllo”, um especial em comemoração aos cinco anos de carreira, no qual relembrou os maiores hits durante a sua trajetória no mundo da música. Com quatro palcos, inspirados nos quatro elementos da natureza, o projeto já conta com mais de 8 bilhões de visualizações no Youtube, e será background para os próximos shows.
Vale ressaltar que, em 2022, Pabllo esteve em turnê internacional nos Estados Unidos e Europa, onde performou em grandes festivais internacionais, realizando o marco de ser a primeira cantora drag a se apresentar no Coachella, na Califórnia, um dos grandes festivais de música mundiais. Além disso, Vittar também foi atração nos Lollapalooza Brasil, Chile e Argentina, além do Primavera Sound.
Em abril deste ano, a cantora lançou o aguardado álbum ‘Batidão Tropical Vol.2’. O disco reúne 14 faixas, todas homenageando o Norte e o Nordeste do Brasil. Com o lançamento, Pabllo bateu o seu recorde no Spotify com mais de 4,7 milhões de streams em menos de 24 horas.
Serviço:
Show de Pabllo Vittar
Quando: 18 de agosto, às 16h
Onde: Atlanta Music Hall (Rodovia BR-153, s/n, Nossa Senhora de Lourdes, Goiânia, GO)
A empresária goiana Inez Resplande está em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde participa, de 23 a 29 de outubro, do Global Experience, evento que promove conexões, inspiração, conhecimento e oportunidades.
Convidada para ministrar uma palestra, ela abordará o tema *“O Desejo de Ser Grande”*, compartilhando experiências e reflexões sobre crescimento e realização.
Durante a estadia, Inez também aproveita a oportunidade para conhecer os tradicionais atrativos turísticos da região.
Mais uma conquista que reforça sua trajetória de sucesso e empreendedorismo.
A artista plástica goiana Anna Rita Araújo é a responsável pela ilustração que estampará a frente da camiseta da tradicional Feijoada do Elpídio, marcada para o próximo dia 28 de novembro, em Goiânia.
Com mais de 30 anos de trajetória nas artes visuais, Anna Rita é também educadora e pesquisadora, professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) e doutora em Artes pela Universidade de São Paulo (USP).
Sua produção artística se destaca pela pintura em tela e pela aquarela, com obras que exploram flores e jardins, articulando temas como memória, feminino e imaginário.
Entre 2025 e 2026, a artista apresentou exposições no Museu de Arte de Goiânia, na Grécia e nos Estados Unidos, ampliando a presença de sua produção artística no cenário nacional e internacional.
A participação de Anna Rita Araújo acrescenta arte e identidade à camiseta desta edição da Feijoada do Elpídio, unindo a tradição do evento à expressão artística de um talento goiano.
Ela estava parada com a tela a sua frente no Jardim Botânico de Cairns. Olhava para o chão.
Umas sementes azuis. Identifiquei o desenho. Era um casuar. Ave comum nessa região. A artista abaixava com facilidade e levantava ocasionalmente em uma perna só. Carregou várias vezes o seu material por entre as folhas e raízes. Dispus-me a ajudá-la.
Apenas sorriu e agradeceu. Era pesado. Disse-me que depois iria caminhando até a piscina pública, pela Esplanade e que fazia isso praticamente todos os dias. Calculei a distância, ida e volta uns 8km. Alguns dias ela nadava, outros não.
Sempre gostou do mar, mas onde tem crocodilo de água salgada, não é bom arriscar. Minha curiosidade aumentou sobre quem era e sua provável idade. Mas nada peguntei.
A conversa em si estava boa. Contou-me sobre suas telas antigas e recentes. Sobre os bichos da floresta, das plantas e dos presentes do mar.
Esticou-se toda e explicou-me que é necessário fazer isso porque a posição em pé e depois sentada, estraga a coluna. Dissertou sobre raízes, bulbos e lírios. Falou de uma tela sua com esse tema e que estava aprendendo francês porque era encantada com as ninféias de Monet.
E que havia comprado uns gibis para estudar. Nos quadrados é do jeito que escreve e nos balões é do jeito que fala, disse categoricamente.
Depois falou numa língua que nunca escutei e sorriu. Dentes muito brancos. Nessa hora disse-me que nascera em 1966. Estava feliz com essa idade pois seu pai morrera com 30 anos e sua mãe com 40.
Perguntou-me de onde eu era, e opinou que português é uma língua difícil. Repetiu a palavra “obrigado” várias vezes. Resolveu fazer um diário depois dos 50 anos.
E adorava ficar decorando o nome científico de tudo que pinta e desenha. Sempre faz churrasco com as amigas no fim-de-semana.
Nas margens da lagoa. Perto da galeria onde expõe seus quadros. De repente uma algazarra. São quatro crianças pequenas vindo correndo em nossa direção. Ela é a vovó.
Teve filhos muito cedo. Um casal veio em nossa direção.
Bastou ela olhar para a turma que todas se calaram. Sentaram e ela foi explicando sobre o jardim, as plantas dali e como aquelas frutinhas faziam um sucesso danado com a ave corredora de capacete, o casuar.
A reverência que o casal fez quando se aproximou dela foi muito bonita e silenciosa. Uma energia tranquila naquele momento e eu ali. Caladinho. Eu que sempre falo bastante, aproveitei para aprender um pouco mais.
É muito bom isso. Observar para poder integrar. Chegou a orientadora do passeio guiado e cumprimentou-a com carinho e respeito.
Sua força física de caminhar, carregar pesos, abaixar e levantar, nadar e alongar é impressionante.
Assim como o sorriso que emite enquanto se exercita. Seu interesse constante pela Natureza, por línguas, uma memória testada dia-a-dia é uma força intelectual imensa.
Nem falo de suas telas que depois pude verificar que são lindas. E por fim a força moral, cada palavra sua é ponderada.
A paixão inequívoca dos netos e – não sei se era a filha ou o filho, pois ambos a trataram como mãe – a família, e somada a minha admiração.
Além da funcionária do Jardim Botânico. Uma inspiração enorme numa manhã amena, com as três maiores forças do ser humano naquela mulher singular: a física, a intelectual e a moral.