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Marcas goianas firmam parceria para levar produtos brasileiros para a Arábia Saudita

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Ação de dia da mentira sobre fusão entre Fiu-Fiu e Trilhas da Amazônia foi, na verdade, o anúncio de uma collab entre as marcas para expansão internacional

O mercado de bebidas e alimentos foi tomado por especulações nesta terça-feira (1), após o anúncio da suposta compra da Fiu-Fiu pela Trilhas da Amazônia. A “notícia” rapidamente viralizou nas redes sociais, levando consumidores a debaterem o impacto da fusão. No entanto, o que parecia um negócio milionário era, na verdade, uma bem-humorada ação de Dia da Mentira para anunciar uma collab estratégica entre as duas marcas.

Mais do que uma brincadeira, a iniciativa serviu como um trampolim para divulgar a nova parceria que tem como objetivo levar produtos brasileiros para o mercado saudita. A Fiu-Fiu e a Trilhas da Amazônia uniram forças para expandir a presença internacional, e vai atender uma demanda crescente por produtos autênticos do Brasil.

Para o CEO da Fiu-Fiu, Diego Brotherhood, a importância da iniciativa leva os negócios para um novo patamar de mercado. “Nosso negócio começou a partir de uma ideia, uma oportunidade de levar produtos brasileiros para a Arábia Saudita por meio de um contato pessoal. Os produtos do Centro-Oeste são fantásticos, de altíssima qualidade, e os árabes ficaram interessados em nossas frutas regionais e na identidade que carregamos.”

A parceria ganhou força a partir do interesse da marca saudita, que hoje possui mais de 200 supermercados e fornece cerca de 2 milhões de refeições diárias.A intermediação para a expansão internacional foi feita pela Targ, que facilitou o acesso das marcas brasileiras a esse público.

 Além da ampliação internacional, a collab permitirá o lançamento de novos produtos que mesclam as identidades das duas marcas. O portfólio inclui sorvetes, paletas, picolés alcoólicos e bebidas com sabores inovadores. Entre os destaques, está um novo sabor de bebida que promete conquistar os consumidores: açaí com baunilha.

Ação Viral nas Redes

A ação de Dia da Mentira teve um impacto imediato, mobilizando as redes sociais com milhares de interações. O público reagiu com surpresa e entusiasmo diante da suposta fusão, e memes rapidamente tomaram conta da internet. Comentários como “Fiu-Fiu com sabor de açaí? Quero!” e “Quase infartei achando que iam mudar a receita!” mostraram o engajamento gerado.

Para os sócios, “o dia da mentira foi uma brincadeira honesta, tentando tirar do brasileiro um sorriso sincero, mas que também serviu de gancho para anunciar essa colaboração, que tem tudo para dominar o Brasil e ir muito além.”

Com essa jogada de marketing criativa, Fiu-Fiu e Trilhas da Amazônia mostram que, além de inovar no portfólio, também sabem como conquistar o público. Agora, com uma collab oficializada e planos de expansão, as marcas se preparam para levar o melhor do Brasil para as prateleiras do mundo.

@bebidafiufiu
@trilhasdaamazoniaoficial

TARG COMUNICAÇÃO 
@targcomunicacao

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Dia da Pizza

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Chef Cássia Resende destaca a tradição e a paixão por um dos pratos mais amados do mundo**Celebrado em 10 de julho, o Dia da Pizza homenageia uma das receitas mais populares e democráticas da gastronomia mundial.

Presente em encontros familiares, comemorações entre amigos e momentos especiais, a pizza conquistou o paladar dos brasileiros e se tornou parte da cultura gastronômica do país.

Para a chef Cássia Resende, a data é uma oportunidade para valorizar a história, a criatividade e o trabalho envolvido na preparação de uma boa pizza.

“A pizza vai muito além da massa e do recheio.

Ela representa compartilhamento, afeto e experiências que unem as pessoas em torno da mesa”, destaca.Segundo a chef, a evolução da gastronomia permitiu que o prato ganhasse versões cada vez mais sofisticadas, sem perder sua essência.

Ingredientes selecionados, massas de fermentação natural e combinações autorais têm ampliado as possibilidades para os apreciadores da iguaria.

Cássia Resende ressalta ainda que a pizza é um exemplo de como a culinária pode se reinventar constantemente. “É um prato que respeita tradições, mas também abre espaço para inovação, valorizando ingredientes regionais e novas técnicas gastronômicas”, afirma.

Neste Dia da Pizza, a celebração convida os amantes da boa mesa a apreciarem sabores que atravessam gerações e continuam conquistando novos admiradores ao redor do mundo.

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O colchão da nossa filha

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias

Pai, me ajuda a comprar um colchão?- Claro, filha. Deixa comigo. Lembrei-me quando ela e a mãe chegaram em casa. O bercinho que fora do irmão. Nenhum cabelo. Branca como neve, fazendo jus ao nome. Nessa primeira noite mamou bem e pude vê-la ressonando.

Era mágico demais ter-me tornado pai mais uma vez. Um casal. Meu sonho realizado. Mal dormi de tanta satisfação. – O tamanho é queen.- Entendi. Vou pesquisar. Procurei durante a infância manter os filhos no mesmo quarto. Dividindo brinquedos, janelas, armários e o sono.

No começo o rapaz reclamou dos choros noturnos. Houve ciúme natural da queda do seu reinado. Mas rapidamente tornaram-se muito próximos. Crescendo unidos. Tão diferentes e tão parecidos. Loira de cabelo de “molinha”, moreno do cabelo liso. Peso-pesado, leveza de bailarina.

Tranquilo e calmo, agitada e emotiva. – Quero saber a opinião da minha mãe.- Ela vai ajudar a escolher.Uma noite saí para fazer um parto. A mãe amamentava. Voltei e ela estava no mesmo lugar. Tinham se passado seis horas. Trocou, cochilou, chorou, amamentou. Não necessariamente nessa ordem.

Aí ela me perguntou: será que algum dia eu ainda irei dormir uma noite inteira? Respondi que sim, que isso duraria mais uns dois anos. Fui tomar café e lembrei-me que eu simplesmente não sabia dizer por quantos anos eu ainda despertaria no meio da madrugada. Deixando esposa e filhos para trazer gente nova ao mundo no meio do meu sono, recebendo os sonhos de muitos.

Eu adorava isso!- Tô em dúvida se é de mola ou de espuma.- Eu também. Vamos decidir juntos. Com o tempo ela se revelou uma dorminhoca campeã. Dorme muito, move-se sempre, gosta de carinho antes de pegar no sono.

Nas viagens que fizemos juntos, somente nós dois, geralmente para ilhas, vi que pegava no sono fácil e acordava lentamente, aos poucos. Nenhum ronco. As vezes falava.

Não sei se levantava no meio da noite, visto que eu só sabia dessas características porque dormia mais tarde do que ela e acordava mais cedo. Mas sempre os destinos e atividades eram amplamente discutidos.

Muita aventura. – Tem um negócio novo que vem por cima. Uma espuminha.- Tô sabendo. Ajuda na acomodação da coluna. É uma boa. Dormir é coisa séria. E o sono santifica.

Ver minha família dormindo em paz me dá uma realização imensa. Com o menor número de procupações possíveis -se bem que isso é difícil- uma série de fatores positivos que ajudam são enumerados. Para mim o colchão é o melhor investimento que se faz dentro de uma casa.

Sempre tentei ajudar nossos filhos a dormir bem, assim como a esposa. Cada um tem um sono e um sonho diferente na vida, entendo, acolho e apoio. Eles têm os seus e nós os nossos. Por isso velo, cuido e tanto arrumar o melhor colchão possível. Que foi o amor, o respeito, a unidade familiar e um bom travesseiro de diálogo. Bons sonhos, filha.

Dorme com os anjos e fique com Deus.

JB Alencastro é médico e escritor.

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As quatro cores do mar de Tanjung Tokong

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias.

Não há um só dia em que não vejo pela janela do apartamento, o mar, os prédios, a mata, as vias, as aves e o céu. A moldura é ampla. A luz muda o cenário continuamente. E o clima também. Pela manhã quando acordo invariavelmente antes da alvorada, a escuridão do horizonte é iluminada pelas luzes da cidade. Depois os vários matizes de laranja, vermelho e amarelo vão tomando o quadro. As vezes chove, outras não. O calor é o mesmo. O sol inclemente. O vento vem dar um refresco. As pessoas vão surgindo nas ruas. O céu é de azul celeste, as nuvens quando existem são fofas e brancas. O cinza é chuva. A prata é névoa.

Mas e o mar? São quatro faixas que variam de espessura e frequência. A marrom, a verde, a azul e a prata.

Chuvas torrenciais trazem a lama para o mar. São a faixa marrom. A tristeza que decorre da vida. Das decepções. Das surpresas ruins. Elas ficam bem perto da superfície. Do continente. Turvam o caminho. Impedem a progressão. Algumas vezes atingem águas profundas, outras não. Mas causam dor e se você deixar, impregnam a costa da alma. Contudo é possível conviver e até superar os dejetos que recebemos. Ou muitas vezes, criamos. Deixe vir a corrente, o fluxo. Não o impeça. E quando tiver a oportunidade, nade. Nem que seja contra a corrente. Mas nade. Você sairá do rebojo e do brejo.

Em dias de calmaria o mar torna-se verde. Vários tons. Desde a grama que brota depois do corte, como daquela mata densa cheia de ruídos e folhas. Verde é esperança. É sonho não realizado. É objetivo a ser alcançado. No verde tem espuma. Tem ondas também. Mas é possível surfá-las. E aproveitar a maré e ir longe. Quando tudo está bem é o melhor momento para se agradecer e retribuir. Leve consigo no seu barco de sucesso quem por perto estiver. O mar engrandece e agradece. Enfune as velas e vá.

Mais longe, onde já é o Estreito de Málaca, do Mar de Andaman, o azul impera. Águas paradas são águas profundas. Águas azuis. Parecem de plástico, mas são densas. O que você fizer em sua vida, o que construir, será azul. Azul da cor do mar. Cheio, rico, piscoso, navegável. Ou flutua e vai, mesmo em tempestade, ou naufraga. Não há meio termo. O azul é binário. As experiências, os amores, a lida, as frustrações e as vitórias estão todos juntos. Quaisquer um de nós contém segredos abissais. O segredo é navegar de acordo com o oceano de oportunidades. Senão, afunda.

Por último o mais interessante e perigoso. O mar prateado. Aquele que reflete a luz. Que não se vê a cor e nem o fundo. O mar da dúvida. Dos arrecifes. Da bruma leve que borra o trajeto. A pior coisa do mundo é não saber o que se quer. Pois aí você fica ao sabor das marés, de outrem. Vai precisar de outro para ser feliz. De outro para vencer na vida. A ajuda ou a dificuldade é sempre externa. Não depende de você. E justamente o encanto não está no canto da sereia. Está no seu canto. No seu lado. Nas suas decisões. A vida são escolhas. Boas ou ruins, elas o são. Faça-as. Você e tão somente você.

Da minha janela vejo essas quatro faixas: marrom, verde, azul e prata. O ideal é identificar cada uma delas. Contudo o mar é um só. Cabe a você saber navegar em cada um do trechos, pois a praia é logo ali. Nas margens da ilha que é sua. Ou do continente que também é seu. O porto seguro será a sua alma em paz.

JB Alencastro é médico e escritor

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