Mudança, que inclui novos nomes para hotéis tradicionais, traduz visão estratégica da companhia, valoriza memória afetiva das marcas, amplia clareza da oferta e abre espaço para ampliação em novos mercados.
A Aviva, plataforma de viagens e entretenimento que integra os resorts Costa do Sauípe (BA), Rio Quente Resorts (GO), o parque aquático Hot Park e a Turminha da Zooeira, inicia uma nova fase de sua estratégia de marca.
Dentro do ciclo de investimentos de R$ 1,2 bilhão até 2028, a companhia avança na reorganização de sua arquitetura de branding, agora, com foco no Rio Quente Resorts, onde os hotéis passam a ganhar novos nomes e categorias para melhor traduzir a experiência de hospedagem.
“Mais do que trocar nomes, o branding tem o papel de acompanhar a evolução estratégica dos negócios da Aviva.
Cada hotel ganha uma identidade clara, respeitando a memória afetiva que muitos hóspedes têm, mas conectando-a ao patamar de experiência que entregamos hoje”, explica Edson Cândido, diretor de Marketing e Vendas da Aviva.
A iniciativa está alinhada à visão de negócio da Aviva, que busca elevar a experiência, ampliar a conexão com o público de alto padrão e facilitar a jornada de escolha do cliente, além de se conectar com a recente campanha “Onde o Paraíso se Revela”, criada para traduzir o destino goiano para quem nunca o visitou, revelando seu tamanho, atrações e o fenômeno das águas naturalmente quentes que é único no mundo.
O primeiro filme da campanha trouxe uma releitura única da música “Ouvi Dizer”, da banda Melim, que associa o paraíso à descoberta.Hotelaria em categorias e novos nomes.
A mudança reforça também o posicionamento da Aviva junto ao público de alto padrão, tendência já iniciada na Costa do Sauípe, onde os hotéis Brisa e Sol foram elevados à categoria Grand Premium e o hotel Mar está sendo elevado à categoria Premium.
As três categorias hoteleiras organizam a oferta e traduzem a proposta de cada experiência em ambos os destinos:
Grand Premium: hotéis de padrão elevado, com serviços mais personalizados e experiência diferenciada.
Premium: hospedagens que unem tradição e modernidade, mantendo atributos de conforto e proximidade com as principais atrações.
Essential: hotéis de base dos destinos, com foco em famílias, grupos maiores e praticidade.
Em Rio Quente, o processo respeitou a história dos empreendimentos e envolveu pesquisas de percepção de marca para validar a aceitação dos novos nomes com clientes atuais, buscando entender o sentimento que cada hotel traduz e definindo seus atributos, e com potenciais clientes, para entender o sentimento causado pelos nomes propostos, sem relacioná-los ao Rio Quente Resorts.
Os dados foram, então, cruzados para validar se os atributos históricos de cada um estavam representados nos novos nomes, que serão implementados à medida que os hotéis tenham suas atuais renovações estruturais finalizadas:
Origem Premium (antigo Hotel Pousada): símbolo da história do destino, resgata a autenticidade de quem quer revisitar ou criar memórias.
Refúgio Grand Premium (antigo Hotel Turismo): traduz a calmaria do Cerrado, em ambiente reservado e acolhedor, com piscinas exclusivas.
Será o primeiro hotel a incorporar o novo nome, já no fim de 2025.
Vista Grand Premium (antigo Hotel Cristal): destaca sofisticação, arquitetura moderna e vista panorâmica do ponto mais alto do complexo.
Os hotéis externos ao complexo, que também são parte do Rio Quente Resorts – Giardino, Luupi e Eco Chalés – permanecem com os nomes originais, mas passam a representar a categoria Essential.
Para Alessandro Cunha, CEO da Aviva, o cuidado com a história – da qual ele é testemunha em seus mais de 20 anos de companhia – foi determinante:
“Quando decidimos atualizar os nomes, partimos do respeito à memória afetiva de hóspedes e comunidade.
É um movimento de evolução, mas que honra as raízes do que o Rio Quente Resorts representa.
Esse olhar ajuda a guiar famílias em suas férias ideais, conecta a Aviva a novos públicos e mantém viva a história de destinos que marcam gerações”.
Um ecossistema de marcas em evolução
O reposicionamento do Rio Quente Resorts integra um movimento mais amplo de branding da Aviva que permeia todo seu ecossistema de marcas e vai além da hotelaria, incluindo a nacionalização do Hot Park, o fortalecimento do universo infantil com a Turminha da Zooeira, e a entrada no mercado upscale com os produtos residenciais de alto padrão.
Hot Park: um dos parques aquáticos mais visitados do mundo entra em uma fase de nacionalização da marca, que passa a incluir localizadores geográficos. A unidade de Goiás passa a ser identificada como Hot Park Rio Quente, enquanto a nova unidade, prevista para 2027 na Bahia, será o Hot Park Costa do Sauípe.
O parque baiano nasce temático, com o storytelling baseado na trajetória da tartaruga marinha Marina, da Turminha da Zooeira.
Turminha da Zooeira: as personagens, já presentes nos resorts e parques, ganharam ainda mais relevância com a série animada no YouTube.
(https://youtube.com/@TurminhaDaZooeira), com clipes musicais inclusivos e episódios baseados no conceito de “edutainment”, que mistura de educação e entretenimento.
Em 2025, a série também estreou na plataforma LATAM Play.
A marca também se prepara para ampliar o licenciamento de produtos e ter papel central na tematização das duas unidades do Hot Park.
Residenciais upscale: a Aviva também expande seu alcance no mercado de alto padrão com dois produtos inéditos de timeshare, modelo de negócios que oferta uso por tempo compartilhado de imóveis turísticos.
O InCasa Private Residence Club, primeiro produto upscale da Aviva e que já em soft openingem Rio Quente (GO), reunirá 40 casas em um condomínio exclusivo, com serviços pay per use e gastronomia assinada.
Já o InCanto Residence Club deve ser inaugurado no litoral norte baiano em 2029 em uma estrutura de condomínio vertical que usará o modelo High End Timeshare, mais flexível e inédito no Brasil.
Branding como ativo estratégicoDesde 2018, quando o então Grupo Rio Quente adquiriu a Costa do Sauípe resultado no nascimento da marca Aviva, a plataforma vem integrando seus produtos sob uma mesma estratégia de marca.
A categorização de hotéis, a nacionalização do Hot Park, o fortalecimento da Turminha e a entrada em novos segmentos consolidam a visão da companhia como plataforma múltipla de experiências.
“Mais do que uma atualização visual, é um reposicionamento estratégico. Queremos comunicar com clareza, facilitar a decisão de compra e reforçar nosso propósito de fazer famílias felizes em paraísos integrados à natureza”, conclui Cândido.
Sobre a Aviva
A Aviva é uma plataforma de viagens e entretenimento com o propósito de fazer famílias felizes em paraísos integrados à natureza, com hospitalidade, gastronomia, lazer e diversão.
É detentora do Hot Park, um dos melhores e mais visitados parques aquáticos do mundo, e dos dois maiores resorts do Brasil de praia e campo, respectivamente, a Costa do Sauípe (BA) e Rio Quente Resorts (GO).
Com 12 hotéis e 2.600 apartamentos, atende mais de 2,2 milhões de clientes por ano e gera mais de 18,5 mil empregos diretos e indiretos. É precursora no modelo de timeshare no Brasil, por meio da sua área de Fidelização, que oferece serviços exclusivos em seus destinos.
A Aviva também é responsável pela Turminha da Zooeira, que tem conteúdo próprio de entretenimento com uma série animada e fará parte da temática do futuro Hot Park Costa do Sauípe.
Para mais informações, acesse https://aviva.com.br.
A empresária Eliana Turccheti comemorou seu aniversário em grande estilo, cercada pelo carinho de amigos e familiares.
A data foi marcada por diversas homenagens recebidas nas redes sociais, que traduziram todo o afeto, admiração e reconhecimento por sua trajetória.
Querida por suas amizades, Eliana recebeu mensagens que destacaram sua atenção, generosidade e, principalmente, a confiança que sempre dedica às pessoas que fazem parte de sua vida.
Uma celebração especial para uma mulher que cultiva amizades verdadeiras e deixa sua marca por onde passa.
Mudanças propostas no Senado podem tirar sete milhões de jovens do mercado de trabalho em dez anos
Emendas ao projeto que cria o Estatuto do Aprendiz podem alterar o cálculo da cota e reduzir oportunidades para adolescentes e jovens; IPHAC acompanha com preocupação a discussão e defende preservação da política de aprendizagem profissional
O futuro da aprendizagem profissional no Brasil está em discussão no Senado Federal. O Projeto de Lei (PL) 6.461/2019, que cria o Estatuto do Aprendiz e reúne em uma legislação específica regras atualmente distribuídas em diferentes normas, está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e chegou ao Senado com o objetivo de consolidar e atualizar as regras da aprendizagem profissional. Durante a tramitação, porém, foram apresentadas emendas que modificam pontos importantes do texto e provocaram preocupação entre entidades que atuam na formação e inserção de jovens no mercado de trabalho.
Para o presidente do Instituto Promover (IPHAC), Valdinei Valério, o debate precisa considerar que a aprendizagem não representa apenas uma obrigação legal para as empresas, mas uma política de inclusão social e profissional.
“Estamos falando de uma política pública que abre portas para milhares de adolescentes e jovens que estão buscando a primeira oportunidade. A aprendizagem oferece formação, experiência profissional, renda e, principalmente, perspectiva de futuro. Qualquer mudança na legislação precisa preservar esse caráter transformador.”
Mudanças podem afetar o cálculo da cota
Entre as emendas apresentadas no Senado estão propostas que retiram determinadas funções da base de cálculo da cota de aprendizagem. Entre elas aparecem atividades relacionadas à segurança privada, condução de veículos, operação de máquinas e funções que envolvam condições de risco, insalubridade ou periculosidade.
Outra emenda prevê exclusões relacionadas a atividades externas, permanentes ou sazonais, funções que exigem formação profissional específica e postos que demandem carteira nacional de habilitação.
Também está em discussão uma proposta que modifica o cálculo da cota em empresas da área da saúde, restringindo a base a empregados vinculados exclusivamente a funções administrativas e excluindo determinadas atividades assistenciais, clínicas, laboratoriais e terapêuticas.
Durante audiência pública realizada no Senado, o auditor-fiscal do trabalho Ramon de Faria Santos alertou para o possível impacto dessas mudanças. De acordo com ele, o fechamento de postos de aprendizagem poderia representar, ao longo de uma década, mais de 7 milhões de oportunidades que deixariam de ser ocupadas, considerando a rotatividade natural dos contratos.
Valdinei Valério considera que o impacto deve ser analisado para além dos números imediatos. “Quando uma vaga de aprendizagem deixa de existir, não estamos perdendo apenas um contrato. Estamos retirando de um jovem a possibilidade de ter sua primeira experiência profissional, de aprender uma profissão, desenvolver competências e começar a construir sua autonomia. Por isso, precisamos olhar para o impacto social dessas mudanças.”
IPHAC atua na formação e inserção de jovens
O IPHAC acompanha esse debate com preocupação, porque a aprendizagem profissional está entre as principais frentes de atuação da instituição. Por meio do Programa Promover Aprendiz, o Instituto trabalha com a formação integral dos jovens, combinando capacitação teórica e prática, acompanhamento educacional e psicossocial e inserção no mercado de trabalho.
Na prática, o trabalho desenvolvido pelo IPHAC vai além do encaminhamento do jovem para uma empresa. A instituição participa da formação e acompanha o processo de desenvolvimento profissional, buscando preparar o aprendiz para os desafios do mundo do trabalho.
“No IPHAC, nós vemos todos os dias o quanto uma oportunidade pode mudar a trajetória de um jovem. Nosso papel é fazer essa ponte entre juventude, educação e trabalho, oferecendo não apenas uma vaga, mas condições para que esse jovem se desenvolva e construa um projeto de vida”, defende Valdinei.
Debate envolve futuro de milhões de jovens
Atualmente, o Brasil possui cerca de 700 mil contratos de aprendizagem. Durante os debates no Senado, representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras manifestaram preocupação com alterações que possam reduzir o alcance da política.
O texto em discussão também prevê outras mudanças, como novas regras para o cumprimento da cota, situações específicas de contratação de jovens com mais de 18 anos e mecanismos de acompanhamento individual do aprendiz.
Uma das emendas estabelece, por exemplo, que determinadas atividades práticas sejam destinadas exclusivamente a aprendizes maiores de 18 anos. Outra permite, em determinadas situações, a contratação direta de jovens entre 18 e 24 anos, com formação técnico-profissional por entidade formadora.
Para Valdinei, a modernização das regras pode ser importante, mas não deve ocorrer às custas da redução das oportunidades.
“Nós somos favoráveis ao aperfeiçoamento da legislação. O mundo do trabalho mudou e é natural que as regras também sejam aprimoradas. O que não podemos permitir é que, em nome dessa atualização, a aprendizagem perca sua capacidade de incluir justamente os jovens que mais precisam de uma oportunidade.”
Estatuto ainda está em tramitação
O PL 6.461/2019 continua em análise no Senado e ainda pode sofrer alterações. Portanto, as emendas apresentadas não representam mudanças já incorporadas à legislação. As regras atuais da aprendizagem profissional continuam valendo enquanto o projeto segue sua tramitação.
A discussão envolve diferentes setores. Representantes empresariais defendem ajustes que considerem as características específicas de atividades que apresentam riscos ou restrições à contratação de menores de 18 anos.
Já representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e de entidades formadoras alertam para o risco de esvaziamento da política caso determinadas funções sejam retiradas da base de cálculo.
O presidente do IPHAC defende que o debate seja conduzido com equilíbrio, mas tendo a juventude como prioridade.
“Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio entre a realidade das empresas e a proteção dos direitos dos jovens. Mas esse equilíbrio não pode significar menos oportunidades. A aprendizagem precisa continuar sendo uma porta de entrada digna, protegida e qualificada para o mundo do trabalho”, conclui Valdinei Valério.
A diretora do ICG – Instituto da Consciência, Sandra Chaves (D), durante o Seminário de Corretores, realizado no último dia 17 de agosto, no Sebrae Goiás. Na foto, ao lado da psicóloga Mara Suassuna, que prestigiou o evento dedicado aos profissionais do setor imobiliário.