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Fotógrafa Melissa Maurer transforma o Cerrado em poesia visual.

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A exposição “Cerrado Sagrado” chega ao Parque Nacional e ao IluminArte Café a partir do Dia do Cerrado, 11 de setembro, e segue em cartaz até 11 de outubro com visitação gratuita.

Existe uma linguagem silenciosa que a natureza descreve em suas formas: nas espirais de uma flor, nos galhos que se bifurcam como veias, nos desenhos que a luz projeta sobre a terra.

É a “geometria sagrada”: não inventada, mas percebida. Um código ancestral que revela, no Cerrado, a ordem dentro do caos e a harmonia que habita até o mais imprevisível dos caminhos.

É a partir desse olhar que nasce Cerrado Sagrado, exposição fotográfica inédita da fotógrafa e artivista Melissa Maurer.

A mostra abre ao público no dia 11 de setembro, dia do Cerrado, simultaneamente em dois espaços emblemáticos: no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, na Vila de São Jorge; e no IluminArte Café, na cidade de Alto Paraíso de Goiás, onde também será realizada, a partir das 18h, uma vernissage, incluindo discotecagem com a DJ Lara Luzuah.

Em ambos espaços, a exposição ficará instalada até o dia até 11 de outubro de 2025. 

“O Cerrado me emociona. Fazer uma trilha, observando a natureza, ou assistir a um pôr do sol é como uma oração.

A fotografia é a minha meditação ativa. Transformar isso em uma exposição, ressaltando as belezas, do micro e do macro desse bioma, além de apoiar um projeto tão importante na região quanto o “Cerrado de Pé” é a realização de um sonho”, destaca Melissa Maurer.

O Cerrado como organismo vivoInspirada nas proporções naturais que se revelam em diferentes escalas: das minúsculas flores às vastas paisagens, Mel apresenta o Cerrado como um organismo vivo, resiliente e sábio.

Um bioma que, apesar das ameaças, resiste e floresce com força e delicadeza. Mel buscou inspiração na “Geometria Sagrada”, onde matemática e mistério se encontram, para revelar a perfeição do simples; mais do que registro, cada fotografia é contemplação, oração e um convite à reconexão.

Sob o olhar da artista, o Cerrado se torna altar, a paisagem se torna rezo e a arte se revela caminho. 

E na vanguarda da inclusão, Cerrado Sagrado contempla formas de acesso até mesmo para pessoas com deficiência visual, na exposição projetada para o Parque Nacional, terá um painel tátil com relevo em braille, para orientação sobre a acessibilidade das imagens via audiodescrição, uma tecnologia assistiva que transforma imagens em palavras.

Arte como ativismo

O projeto é principalmente uma oferenda ao Cerrado, com objetivo de celebrá-lo e contribuir para sua preservação.

Durante o período expositivo, estarão à venda reproduções das fotografias (em tamanhos A3 e A4) e 100% do valor arrecadado será revertido para a Associação Cerrado de Pé, que atua diretamente na restauração de áreas de Cerrado, através do trabalho feito por 160 coletores de sementes da região, composto por 78% de mulheres.

Por meio da Arte, o propósito é fortalecer essas mulheres que cuidam efetivamente da savana brasileira, reconhecida como a mais rica do mundo em biodiversidade, que ocupa aproximadamente 24% do território brasileiro.

Sobre a artista

Brasiliense e radicada na Chapada desde 2004, Mel é fotógrafa autodidata e artivista.

Desde 2014, desenvolve uma produção marcada pela conexão entre natureza, corpo e espiritualidade, abordando temas como preservação ambiental, empoderamento feminino, combate à LGBTfobia e críticas ao machismo.

Entre seus trabalhos estão O Caminho do Cerrado, NUde-se, Afet@, Beleza Interior e MACHO.cades.

É também coautora do livro Beleza Interior, que reúne histórias de 28 mulheres da Chapada dos Veadeiros.

“São diversos artistas, especialmente mulheres, envolvidas em todas as etapas do projeto.

Essa é uma obra coletiva, que nasce da força da Chapada e de quem a preserva”, reforça a fotógrafa.

Este projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

SERVIÇO:  

Exposição Cerrado Sagrado Abertura:           

• IluminArte Café (Alto Paraíso de Goiás)Vernissage com celebração ao Dia do Cerrado, conduzida pela DJ Lara Luzuah (discotecagem).

Data: 11/09 (quinta-feira).

Horário: às 18h.

Locais de visitação:·       

IluminArte Café (Alto Paraíso de Goiás).·       Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (Vila de São Jorge), com acessibilidade para deficientes visuais.

Período: de 11 de setembro a 11 de outubro de 2025. 

Ação social: 

Venda de reproduções fotográficas com arrecadação 100% revertida para Associação Cerrado de Pé

 https://www.cerradodepe.org.br Exposição online: 

melissamaurer.com.br @melmelissamaurer 

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Encontro.

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Ator de Colegas, João Vitor encontra The Rock em evento no Rio, após campanha nas redes
Influenciador e ator esteve ao lado de Luiz Godoi e Raphael Andrasy durante ação da Disney na Ilha Fiscal e realizou o encontro que mobilizou seguidores.


Ator do filme Colegas e o Herdeiro, o influenciador João Vitor de Paiva realizou, nesta semana, o encontro com o astro de Hollywood Dwayne Johnson, após uma campanha que mobilizou milhares de seguidores nas redes sociais.

O encontro ocorreu durante um evento promovido pela Disney na Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro, para divulgar o filme Moana 2.

João Vitor participou da ação ao lado dos atores Luiz Godoi e Raphael Andrasy, que também integram o elenco de Colegas e o Herdeiro.

Os três aproveitaram a passagem de The Rock pelo Brasil para conhecer o artista e registrar o momento.A campanha liderada por João Vitor para chamar a atenção do ator ganhou força nas redes sociais, com vídeos e publicações dos integrantes do elenco e de seus seguidores.

O encontro foi celebrado pelo grupo como a realização de um antigo sonho.Os atores destacaram ainda a admiração pela amizade entre Dwayne Johnson e Milton McBride Rosen, que tem síndrome de Down, história frequentemente mencionada pelo astro norte-americano.

PSegundo o elenco, o vínculo reforça a mensagem de amizade e inclusão presente em Colegas e o Herdeiro, que estreia nos cinemas brasileiros em 13 de agosto de 2026.

O grupo também agradeceu à Disney pelo convite para o evento e aos seguidores que participaram da mobilização nas redes sociais até que o encontro com The Rock se tornasse realidade.

Sobre o filme “Colegas e o Herdeiro”

”Colegas e o Herdeiro” é a sequência do sucesso de 2012, “Colegas” – comédia brasileira mais premiada da história do cinema, vencedora do Kikito de Melhor Filme no Festival de Gramado.

Considerado um marco no cinema inclusivo mundial, o primeiro filme conquistou o público e a crítica ao redor do mundo. O novo longa-metragem estreará nos cinemas do Brasil no dia 13 de agosto de 2026. 

Sob a direção e roteiro de Marcelo Galvão, a nova produção traz ainda no elenco nomes como Ariel Goldenberg, Breno Viola, Rita Pokk, Rafaela Ehmke, Gabriel Lazzari, Henrique Fernandes, Giulia Merigo, Samanta Quadrado, Fafy Siqueira, Deto Montenegro, Marcelo Naz, Marcos Contreras, Cristiano Lourenço, entre dezenas de atores com síndrome de Down, autismo e síndrome de Williams.

 Na nova trama, rodada no Rio Grande do Sul e no Uruguai, o grupo de amigos foge do instituto em uma viagem clandestina a bordo de um avião de carga para reencontrar os personagens Stallone e Aninha em Punta del Este.

A visita se transforma em uma aventura repleta de ação quando o grupo cruza o caminho de contrabandistas de pedras preciosas. “Colegas e o Herdeiro” é uma produção da Gatacine com coprodução da Globo Filmes e distribuição nacional assinada pela H2O Films.  

Sobre a trajetória em festivais Em julho de 2025, “Colegas e o Herdeiro” (“Buddies and the Heir”) teve sua estreia internacional na Rússia durante o Zerkalo International Film Festival na cidade de Ivanovo.  

Em outubro de 2025, o filme estreou nos Estados Unidos no Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF), vencendo o Prêmio Especial do Júri. Logo depois, o longa-metragem foi exibido em Orlando durante o LABRFF-Orlando, onde venceu o prêmio de Melhor Fotografia.  

No mesmo período, também foi selecionado para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com várias sessões na “Mostrinha” – programação especial do festival voltada ao público infanto-juvenil.  

Em maio de 2026, Colegas e o Herdeiro competiu na Sibéria (Rússia) no Hero International Film Festival – festival para crianças e jovens que celebra personagens que são heróis e exemplo de vida para a nova geração. O filme venceu o prêmio de “Melhor Longa-Metragem para Crianças e Jovens”.

João Vitor de Paiva, Luiz Godoi e Raphael Andrasy conheceram Dwayne “The Rock” Johnson durante evento da Disney no Rio de Janeiro

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A mala danada e a tesourinha do meu pai.

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias.

Tudo pronto para partimos em direção a Kuala Lumpur, capital da Malásia, e depois Singapura, a cidade-estado na pontinha sul do mesmo país.

Escolhemos permanecer 4 dias em cada lugar e vamos de ônibus, de dia, para ver a paisagem. Uma mochila cada um e mais a mala de mão de cor púrpura de origem indiana, comprada no Nepal, dividindo pela metade os pertences do casal.

Saímos da estação de Komtar, chegamos cedo como de praxe. Sentamos e ficamos observando o movimento da rodoviária.

Então um gato de rabo curto passa bem rente as minhas pernas se esfregando indolente. Ele para ao lado da mala e arranha-a de cima em baixo, fazendo um barulhão.

Eu o espanto com um grito que assusta todo mundo ao redor. Dentro da mala, um tênis de corrida, um par de meias, camiseta e bermuda. Material de natação. E a tesourinha do meu pai. Sempre corto as unhas no sábado, para jogar pólo-aquático e também para começar a operar na segunda. Hábitos.

Na mochila os eletrônicos, mais uma “muda de roupa”, um lanche, água e uma caderneta de anotações.Quando estamos saindo, me distraio com a van e os nossos lugares e um cão amarelo bem claro, porte médio, urina na mala. Batizada e arranhada, abro uma das minhas garrafinhas de hidratação e limpo.

Não tem como não rir. Viagem boa, hotel super bem localizado. Dias divertidos em Kuala Lumpur.

Ao partir para Singapura, verifico as passagens, o visto on line de entrada. Tudo certinho.Qual não é a nossa surpresa ao vermos que confundimos meia noite de um dia com o outro, as passagens eram para a 1h AM e não as 13h da tarde.

Compramos outra esbaforidos no quiosque automático – como é bom falar inglês – e não perdemos o horário. Na correria eu dou uma respirada funda no alto da escada rolante.

A mala escapa da minha mão e se torna um míssil descendo em direção a um indiano. Ele salta de lado e a mala vai parar uns 20 metros a frente. Foi por pouco que não ocorreu uma tragédia internacional.

Chegando em Singapura, hotel moderinho, “sustentável”, elevador todo decorado com motivos ecológicos. E não é que a nossa mala fica emperrada na porta quando estávamos saindo para o nosso quarto número 32? Nenhuma lesão na danada.

E segue viagem. Singapura é chique, caro e quente. Mas muito bom. Dessa vez não erro o bilhete de volta. Só que na hora de passar na emigração, o atendente não consegue checar os nossos códigos. E só temos meia hora para fazer isso. Se não o ônibus vai embora. O motorista nos esperou. Dormi a viagem toda.

Ao chegarmos em Penang, cadê a mala? Depois de muita elocubração, vimos que o erro foi nosso. Não passamos com ela pela alfândega. Deixamo-la dentro do ônibus. A assistente Sheah, foi extremamente gentil e ligou direto para Johor, cidade fronteira da Malásia.

Nada da mala. Só havia uma chance, o motorista tê-la visto e pegado-a. Ela certamente passou na fronteira, mas ficou em Johor. E não é que a moça é esposa do motorista? No desespero eu lembrei que comprei um perfume que não se acha mais e como de costume, levo a tesourinha na mala. Antiga. Herança paterna. Uma Solingen.

Aí desesperei. Única lembrança que carrego dele. Só não chorei porque não cabia. Um dia inteiro de suspense, era domingo. Ela manda a foto da mala. Isso depois de eu entrar em contato com meio mundo. Fui buscar no ponto. O ônibus atrasou mais de uma hora. O dia caía e as minhas esperanças, idem.

Eis que chega a bendita. Pago o frete. Não discuto nada. O motorista dá um sorriso enorme. Não abro, não checo. Confio. Agora acabei de escrever, cortei as unhas, tomei banho e botei perfume. Estou completo nas minhas memórias. E feliz.

JB Alencastro é médico e escritor.

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XI Semana de Canto Coral Henrique de Curitiba.

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As musicistas e pesquisadoras Gyovana Carneiro e Ana Flávia Frazão, da Universidade Federal de Goiás (UFG), representam a instituição na XI Semana de Canto Coral Henrique de Curitiba, realizada em Curitiba (PR).

No próximo dia 7 de julho, na tradicional Capela Santa Maria, elas apresentam o recital-palestra Henrique de Curitiba: o legado pianístico de Henrique Morozowicz e fazem o lançamento do livro homônimo, resultado de uma ampla pesquisa dedicada à obra para piano do consagrado compositor paranaense.

A participação das pesquisadoras destaca a excelência da produção acadêmica e artística da UFG em um dos mais importantes eventos de música coral do país.

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