Orla do Parque Interlagos em Rio Verde-GO – Divulgação SOMOS Desenvolvimento Imobiliário
Cidade combina crescimento populacional e economia pujante, o que gera grande demanda por imóveis e tendência de valorização, além de consolidá-la como destino estratégico para investidores.
O mercado imobiliário de Rio Verde (GO) atravessa um ciclo de valorização acelerada, impulsionado por fatores estruturais que transformam a cidade em um dos destinos mais promissores para investidores em todo o Estado de Goiás.
Fatores como o crescimento econômico, pautado principalmente pela expansão do agronegócio, do setor de serviços e do crescimento populacional acelerado, convergem para criar um ambiente de alta demanda por imóveis residenciais e comerciais.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rio Verde é a quarta cidade mais populosa de Goiás.
Com uma população estimada em mais de 241 mil habitantes em 2025, sua população cresce muito acima da média. Enquanto a população brasileira cresceu em torno de 7% entre o censo de 2010 e o censo de 2020, a população rio-verdense cresceu próximo de 30% neste mesmo período.
“Isso gera demanda por mais moradias, e aumenta a tendência de valorização dos imóveis na cidade”, comenta Fernando Razuk, CEO da SOMOS Desenvolvimento Imobiliário.
Além disso, Rio Verde é primeira cidade de Goiás em produção agrícola e a quinta maior do país. “O mercado imobiliário de Goiânia se tornou o terceiro maior mercado imobiliário do Brasil em função do crescimento econômico do estado de Goiás, que cresce acima da média nacional.
O que puxa esse crescimento econômico do nosso estado é o agronegócio. E Rio Verde está no ‘epicentro’ desse fenômeno”, explica Razuk.
Esse dinamismo se reflete diretamente na geração de renda, no consumo interno e na demanda por infraestrutura habitacional, o que justifica a cidade estar entre as 20 melhores cidades para se viver em Goiás, conforme o índice de Progresso Social (IPS).
Um exemplo disso está na valorização observada no último empreendimento lançado pela SOMOS Desenvolvimento Imobiliário, em parceria com a AORB Evolução Construtiva, a Porto Belo Engenharia e a Trinus, o Urbanity Kasa Resort, que teve uma valorização de 14% em menos de dez meses.
“Isso é mais uma comprovação de que esse tipo de investimento se tornou uma excelente alternativa.
E, em meio às incertezas da economia, investir em imóveis em Rio Verde é garantia de segurança patrimonial e uma tendência”, avalia Razuk.
Ele explica ainda que outro fator que foi importante para a valorização do empreendimento foi o fato de estar localizado na orla do Parque Interlagos.
“Temos diversos estudos que demonstram que imóveis em frente a parques valorizam acima da média em qualquer lugar do mundo.
É assim, por exemplo, no Central Park, em Nova York, no Ibirapuera, em São Paulo, e no Vaca Brava, em Goiânia. Não poderia ser diferente no Parque Interlagos”, complementa.
Também é um elemento de relevância neste cenário positivo a confirmação recente feita pela Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás (SIC) de que a maior fabricante de etanol de grãos do país, a Inpasa, vai instalar sua primeira unidade goiana em Rio Verde.
Segundo o órgão, o investimento privado será de R$ 2,5 bilhões para a construção de uma refinaria, com expectativa de geração de cerca de 3 mil empregos, dos quais mil serão diretos.
“Com a construção e inauguração da usina, que deverá gerar investimento externo e interno significativo e agregar infraestrutura logística, há a expectativa de aumento na demanda por habitação para trabalhadores e fornecedores.
Esse tipo de obra tem efeito de contágio: atrai serviços, comércio e, em consequência, aumenta a demanda por imóveis”, pontua Razuk.
Cenário macroeconômico
Outro fator de peso é o cenário macroeconômico nacional. Isso porque alguns especialistas no segmento econômico – como os do Bank of America ouvidos pelo portal InfoMoney – apontam que o Banco Central do Brasil pode começar a reduzir a taxa básica de juros (Selic), que está em 15% atualmente, já em dezembro deste ano, podendo chegar a 11,25% até o final de 2026.
Para Razuk, esse movimento deverá estimular ainda mais o crédito imobiliário, reduzir custos de financiamento e atrair novos investidores.
Um estudo realizado pela Associação Brasileira dos Incorporadores (ABRAINC) demonstra que, para cada 1% de queda na taxa de financiamento imobiliário, a demanda por imóveis cresce em 1 milhão de habitações em todo o país, uma vez que o valor da parcela diminui e, consequentemente, mais pessoas têm possibilidade de comprar imóveis.
“Com o aumento da demanda gerado pela expectativa de financiamentos mais acessíveis, os preços dos imóveis tendem a subir ainda mais.
Portanto, se o mercado imobiliário de Rio Verde está aquecido neste momento de taxa de juros alta, quando os juros começarem a cair, o mercado ficará ainda mais aquecido e a valorização dos imóveis deve se intensificar”, analisa Razuk.
Por outro lado, no caso das crises externas, como o “tarifaço” implementado pelo governo Trump – que impôs sobretaxas para a importação de produtos agrícolas e industriais em escala global –, o agronegócio de Rio Verde deve mostrar resiliência.
Na prática, como o carro-chefe do município é a produção de soja e a commodity tem conseguido espaço com outros mercados, em especial com a China, o agronegócio rio-verdense não deverá sofrer com os impactos da barreira imposta pelo presidente norte-americano.
Para a pecuária, o impacto do “tarifaço” também deverá ser muito pequeno, uma vez que o Brasil tem um forte mercado consumidor interno e, de toda a carne exportada pelo Brasil, apenas 5% têm como destino os Estados Unidos.
“Isso deve consolidar ainda mais a posição de Rio Verde no comércio global de commodities, reforçando a solidez econômica da cidade e criando um ambiente ainda mais propício para investimentos imobiliários de longo prazo”, afirma o CEO.
Ator de Colegas, João Vitor encontra The Rock em evento no Rio, após campanha nas redes Influenciador e ator esteve ao lado de Luiz Godoi e Raphael Andrasy durante ação da Disney na Ilha Fiscal e realizou o encontro que mobilizou seguidores.
Ator do filme Colegas e o Herdeiro, o influenciador João Vitor de Paiva realizou, nesta semana, o encontro com o astro de Hollywood Dwayne Johnson, após uma campanha que mobilizou milhares de seguidores nas redes sociais.
O encontro ocorreu durante um evento promovido pela Disney na Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro, para divulgar o filme Moana 2.
João Vitor participou da ação ao lado dos atores Luiz Godoi e Raphael Andrasy, que também integram o elenco de Colegas e o Herdeiro.
Os três aproveitaram a passagem de The Rock pelo Brasil para conhecer o artista e registrar o momento.A campanha liderada por João Vitor para chamar a atenção do ator ganhou força nas redes sociais, com vídeos e publicações dos integrantes do elenco e de seus seguidores.
O encontro foi celebrado pelo grupo como a realização de um antigo sonho.Os atores destacaram ainda a admiração pela amizade entre Dwayne Johnson e Milton McBride Rosen, que tem síndrome de Down, história frequentemente mencionada pelo astro norte-americano.
PSegundo o elenco, o vínculo reforça a mensagem de amizade e inclusão presente em Colegas e o Herdeiro, que estreia nos cinemas brasileiros em 13 de agosto de 2026.
O grupo também agradeceu à Disney pelo convite para o evento e aos seguidores que participaram da mobilização nas redes sociais até que o encontro com The Rock se tornasse realidade.
Sobre o filme “Colegas e o Herdeiro” ”Colegas e o Herdeiro” é a sequência do sucesso de 2012, “Colegas” – comédia brasileira mais premiada da história do cinema, vencedora do Kikito de Melhor Filme no Festival de Gramado.
Considerado um marco no cinema inclusivo mundial, o primeiro filme conquistou o público e a crítica ao redor do mundo. O novo longa-metragem estreará nos cinemas do Brasil no dia 13 de agosto de 2026.
Sob a direção e roteiro de Marcelo Galvão, a nova produção traz ainda no elenco nomes como Ariel Goldenberg, Breno Viola, Rita Pokk, Rafaela Ehmke, Gabriel Lazzari, Henrique Fernandes, Giulia Merigo, Samanta Quadrado, Fafy Siqueira, Deto Montenegro, Marcelo Naz, Marcos Contreras, Cristiano Lourenço, entre dezenas de atores com síndrome de Down, autismo e síndrome de Williams.
Na nova trama, rodada no Rio Grande do Sul e no Uruguai, o grupo de amigos foge do instituto em uma viagem clandestina a bordo de um avião de carga para reencontrar os personagens Stallone e Aninha em Punta del Este.
A visita se transforma em uma aventura repleta de ação quando o grupo cruza o caminho de contrabandistas de pedras preciosas. “Colegas e o Herdeiro” é uma produção da Gatacine com coprodução da Globo Filmes e distribuição nacional assinada pela H2O Films.
Sobre a trajetória em festivais Em julho de 2025, “Colegas e o Herdeiro” (“Buddies and the Heir”) teve sua estreia internacional na Rússia durante o Zerkalo International Film Festival na cidade de Ivanovo.
Em outubro de 2025, o filme estreou nos Estados Unidos no Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF), vencendo o Prêmio Especial do Júri. Logo depois, o longa-metragem foi exibido em Orlando durante o LABRFF-Orlando, onde venceu o prêmio de Melhor Fotografia.
No mesmo período, também foi selecionado para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com várias sessões na “Mostrinha” – programação especial do festival voltada ao público infanto-juvenil.
Em maio de 2026, Colegas e o Herdeiro competiu na Sibéria (Rússia) no Hero International Film Festival – festival para crianças e jovens que celebra personagens que são heróis e exemplo de vida para a nova geração. O filme venceu o prêmio de “Melhor Longa-Metragem para Crianças e Jovens”.
João Vitor de Paiva, Luiz Godoi e Raphael Andrasy conheceram Dwayne “The Rock” Johnson durante evento da Disney no Rio de Janeiro
Tudo pronto para partimos em direção a Kuala Lumpur, capital da Malásia, e depois Singapura, a cidade-estado na pontinha sul do mesmo país.
Escolhemos permanecer 4 dias em cada lugar e vamos de ônibus, de dia, para ver a paisagem. Uma mochila cada um e mais a mala de mão de cor púrpura de origem indiana, comprada no Nepal, dividindo pela metade os pertences do casal.
Saímos da estação de Komtar, chegamos cedo como de praxe. Sentamos e ficamos observando o movimento da rodoviária.
Então um gato de rabo curto passa bem rente as minhas pernas se esfregando indolente. Ele para ao lado da mala e arranha-a de cima em baixo, fazendo um barulhão.
Eu o espanto com um grito que assusta todo mundo ao redor. Dentro da mala, um tênis de corrida, um par de meias, camiseta e bermuda. Material de natação. E a tesourinha do meu pai. Sempre corto as unhas no sábado, para jogar pólo-aquático e também para começar a operar na segunda. Hábitos.
Na mochila os eletrônicos, mais uma “muda de roupa”, um lanche, água e uma caderneta de anotações.Quando estamos saindo, me distraio com a van e os nossos lugares e um cão amarelo bem claro, porte médio, urina na mala. Batizada e arranhada, abro uma das minhas garrafinhas de hidratação e limpo.
Não tem como não rir. Viagem boa, hotel super bem localizado. Dias divertidos em Kuala Lumpur.
Ao partir para Singapura, verifico as passagens, o visto on line de entrada. Tudo certinho.Qual não é a nossa surpresa ao vermos que confundimos meia noite de um dia com o outro, as passagens eram para a 1h AM e não as 13h da tarde.
Compramos outra esbaforidos no quiosque automático – como é bom falar inglês – e não perdemos o horário. Na correria eu dou uma respirada funda no alto da escada rolante.
A mala escapa da minha mão e se torna um míssil descendo em direção a um indiano. Ele salta de lado e a mala vai parar uns 20 metros a frente. Foi por pouco que não ocorreu uma tragédia internacional.
Chegando em Singapura, hotel moderinho, “sustentável”, elevador todo decorado com motivos ecológicos. E não é que a nossa mala fica emperrada na porta quando estávamos saindo para o nosso quarto número 32? Nenhuma lesão na danada.
E segue viagem. Singapura é chique, caro e quente. Mas muito bom. Dessa vez não erro o bilhete de volta. Só que na hora de passar na emigração, o atendente não consegue checar os nossos códigos. E só temos meia hora para fazer isso. Se não o ônibus vai embora. O motorista nos esperou. Dormi a viagem toda.
Ao chegarmos em Penang, cadê a mala? Depois de muita elocubração, vimos que o erro foi nosso. Não passamos com ela pela alfândega. Deixamo-la dentro do ônibus. A assistente Sheah, foi extremamente gentil e ligou direto para Johor, cidade fronteira da Malásia.
Nada da mala. Só havia uma chance, o motorista tê-la visto e pegado-a. Ela certamente passou na fronteira, mas ficou em Johor. E não é que a moça é esposa do motorista? No desespero eu lembrei que comprei um perfume que não se acha mais e como de costume, levo a tesourinha na mala. Antiga. Herança paterna. Uma Solingen.
Aí desesperei. Única lembrança que carrego dele. Só não chorei porque não cabia. Um dia inteiro de suspense, era domingo. Ela manda a foto da mala. Isso depois de eu entrar em contato com meio mundo. Fui buscar no ponto. O ônibus atrasou mais de uma hora. O dia caía e as minhas esperanças, idem.
Eis que chega a bendita. Pago o frete. Não discuto nada. O motorista dá um sorriso enorme. Não abro, não checo. Confio. Agora acabei de escrever, cortei as unhas, tomei banho e botei perfume. Estou completo nas minhas memórias. E feliz.
As musicistas e pesquisadoras Gyovana Carneiro e Ana Flávia Frazão, da Universidade Federal de Goiás (UFG), representam a instituição na XI Semana de Canto Coral Henrique de Curitiba, realizada em Curitiba (PR).
No próximo dia 7 de julho, na tradicional Capela Santa Maria, elas apresentam o recital-palestra Henrique de Curitiba: o legado pianístico de Henrique Morozowicz e fazem o lançamento do livro homônimo, resultado de uma ampla pesquisa dedicada à obra para piano do consagrado compositor paranaense.
A participação das pesquisadoras destaca a excelência da produção acadêmica e artística da UFG em um dos mais importantes eventos de música coral do país.