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Uma em cada quatro pessoas no mundo viverão com algum grau de perda auditiva até 2050.
Publicado
2 meses agoon
Por
Elpidio Fiorda
No Brasil, 5% da população é surda e no mundo, mais de 1,5 bilhão de pessoas têm algum grau de perda auditiva.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 2,5 bilhões de pessoas terão problemas auditivos em 2050, o que representa uma em cada quatro pessoas.
Pelo menos 700 milhões dessas pessoas precisarão de acesso a cuidados auditivos e outros serviços de reabilitação.
No mundo, mais de 1,5 bilhão de pessoas têm algum grau de perda auditiva.
No Brasil, cerca de 5% da população tem perda auditiva, o que corresponde a cerca de 10 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Destas, 2,7 milhões tem surdez profunda.
Preocupada com a saúde auditiva no mundo, a OMS instituiu o Dia Mundial da Audição, comemorado no dia 3 de março.
A data foi criada com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da audição, além de promover ações para prevenir a perda auditiva, melhorar os cuidados auditivos e promover a audição e cuidados auditivos em nível comunitário e nacional.
“Nossa capacidade de ouvir é preciosa.
A perda auditiva não tratada pode ter um impacto devastador na capacidade das pessoas de se comunicarem, estudar e ganhar a vida.
Também pode afetar o desempenho escolar, profissional e prejudicar a interação social”, alerta a otorrinolaringologista Juliana Caixeta.
O relatório da OMS destaca a necessidade de intensificar rapidamente os esforços para prevenir e tratar a perda auditiva, investindo e expandindo o acesso a serviços de saúde auditiva.
O investimento em cuidados auditivos tem se mostrado eficaz em termos de custos: a OMS calcula que os governos podem esperar um retorno de quase US$ 16 para cada US$ 1 investido.
Existem estudos mostrando uma relação entre perda auditiva e demência.
Ao mesmo tempo, investir na reabilitação pode reduzir o impacto na cognição.
Vale ressaltar que algumas pessoas com perda auditiva podem ser consideradas pessoas com deficiência, e a lei as ampara com direitos que precisam ser respeitados.

Juliana Caixeta destaca que apesar da garantia legal, os deficientes auditivos totais ou parciais enfrentam dificuldades no seu dia a dia e no mercado de trabalho.
“A situação da deficiência auditiva é ainda mais desafiadora por se tratar de uma deficiência invisível”Vários fatores podem levar à perda auditiva.
“Desde o problema congênito, crianças que nascem com perda total de audição, e, durante a vida, nós vamos adquirindo doenças. São viroses, outras doenças infecciosas do ouvido e também doenças autoimunes, hoje em dia muito comuns.
E, no final da vida, tem a surdez do idoso, a chamada presbiacusia, após os 60 anos de idade, aproximadamente”, explica a otorrinolaringologista.
Os ruídos ambientais também são um fator importante para perda de audição no mundo.
Juliana Caixeta destaca que, na maioria das vezes, é possível tratar a surdez com tratamento e até cirurgias ou o uso de aparelhos de audição.
Vale lembrar que todo brasileiro tem direito ao tratamento auditivo.
O Brasil tem uma legislação avançada nessa área, permitindo que todo o brasileiro tenha direito ao aparelho de audição gratuitamente por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e também a algumas cirurgias complexas, como implantes cocleares.
Atenção aos fones de ouvidosA otorrinolaringologista Juliana Caixeta alerta que o uso prolongado de fones de ouvido em volumes altos pode causar perda auditiva.
Isso acontece porque o som forte danifica as células ciliadas do ouvido interno, diminuindo a sua vida útil.
Pode causar ainda tontura e vertigem, especialmente se o ouvido interno estiver infectado.
O hábito também pode criar um ambiente propício para o crescimento de bactérias no canal auditivo. Isto aumenta o risco de infecções de ouvido, como otite externa, que é a infecção do canal auditivo externo; ou otite média, infecção do ouvido médio.
Outro risco é o desenvolvimento ou agravamento do zumbido no ouvido, também conhecido como tinnitus.
Vale ressaltar que mais de 50% das pessoas que sofrem de zumbido são propensas a desenvolver hiperacusia, um distúrbio auditivo em que uma pessoa experimenta uma sensibilidade auditiva aumentada, resultando em uma percepção exagerada de sons do cotidiano que podem ser considerados normais para outras pessoas.
O excesso de cera também pode ser causado pelo uso frequente de fones de ouvido, que bloqueia o canal auditivo, o que pode estimular as glândulas de cerume a produzir mais cera do que o normal.
A própria presença dos fones de ouvido no canal auditivo também contribui para pressionar a cera contra a pele, causando compactação e bloqueio.
Outra consequência é a perda de foco.
Ao usar fone de ouvido, o sistema nervoso dá uma atenção maior à passagem de som dos ouvidos ao cérebro, o que pode causar uma perda de foco no usuário.
Quando o uso do acessório é prolongado e rotineiro, esta perda de foco pode se tornar mais crônica, e a distração passa a afetar a realização de tarefas diárias.
Dia Nacional do Otorrinolaringologista
No mesmo dia em que se celebra o Dia Mundial da Audição, em 3 de março, também é comemorado no Brasil o Dia Nacional do Otorrinolaringologista.
A data foi instituída em 2016, por meio do Projeto de Lei 3727/2015, para reforçar a importância dessa especialidade médica na saúde auditiva e no cuidado das vias aéreas superiores.
O otorrinolaringologista é o médico especialista em cuidar dos ouvidos, nariz, garganta e seios da face.
Ele trata de infecções e inflamações, além de cuidar da audição, fala, olfato, respiração e equilíbrio.
Entre as principais doenças do ouvido, estão: otites, labirintite, zumbido, doença de Ménière, colesteatoma, síndrome de Usher, otosclerose e neuroma do acústico.
Esse especialista trata pequenos incômodos nas vias auditivas e respiratórias de situações de urgência médica especializada como nariz quebrado, sangramentos na face ou objetos inseridos na garganta, ouvido ou nariz; e realiza cirurgias plásticas, como rinoplastia e otoplastia.
Serviço
Dia Mundial da Audição e Dia Nacional do Otorrinolaringologista
Quando: 3 de março
Fonte especialista:
médica otorrinolaringologista
Juliana Caixeta
Assessoria de ImprensaPalavra Comunicação
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Imunidade em risco na mudança de estação: como ajustar a alimentação no dia a dia.
Publicado
5 horas agoon
abril 27, 2026Por
Elpidio Fiorda
Nutricionista explica como a rotina alimentar fortalece o organismo durante os períodos de queda de temperatura_Com a chegada dos períodos mais frios e as mudanças típicas de estação, aumentam os casos de gripes, resfriados e infecções respiratórias, um cenário já esperado nesta época do ano.
O que muita gente não percebe é que, além das variações climáticas e da menor umidade do ar, a forma como nos alimentamos também influencia diretamente na resposta do organismo.Nesse cenário, o prato ganha um papel decisivo na manutenção da imunidade.
Pequenas escolhas no dia a dia ajudam a fortalecer as defesas do corpo e a reduzir os impactos típicos da estação.Segundo a nutricionista do Oba Hortifruti, Lívia Nogueira, esse cuidado deve ser contínuo.
“Uma alimentação equilibrada, variada e rica em nutrientes é fundamental para manter o sistema imunológico forte, não apenas em momentos de doença, mas de forma preventiva”, afirma.*Mudança de estação e nutrientes: o que o corpo precisa nesse período.
Durante a transição para o outono, o organismo passa por um processo de adaptação que pode impactar diretamente a resposta imunológica.
A queda gradual das temperaturas, a redução da umidade do ar e a maior permanência em ambientes fechados favorecem a circulação de vírus e bactérias, além de gerar um leve estresse fisiológico.Nesse contexto, a alimentação ganha ainda mais importância.
O sistema imunológico depende de uma combinação de nutrientes para funcionar de forma eficiente, o que torna essencial manter uma rotina alimentar variada e equilibrada.Por isso, mais do que focar em um único nutriente, o ideal é garantir variedade no prato.
Entre os principais aliados estão:
● Vitamina C: presente em frutas como laranja, acerola e morango, tem ação antioxidante e contribui para a proteção das células;
● Vitamina D: auxilia na regulação da resposta imunológica;
● Zinco: importante para o desenvolvimento das células de defesa;● Ferro: essencial para o transporte de oxigênio e funcionamento do organismo;
● Selênio: atua na redução do estresse oxidativo;
● Proteínas: fundamentais para a formação de anticorpos;
● Ômega-3: com ação anti-inflamatória;
● Fibras e probióticos: contribuem para a saúde intestinal, diretamente ligada à imunidade.
“Mais do que consumir nutrientes isolados, é fundamental manter uma alimentação colorida, variada e baseada em alimentos in natura, que forneça esse conjunto de forma equilibrada”, reforça a nutricionista.
Como montar refeições que ajudam a imunidade.
Na prática, a composição do prato faz toda a diferença.
Uma refeição equilibrada deve incluir:
Proteínas (carnes, ovos, leguminosas), essenciais para a defesa do organismo.
Carboidratos complexos (arroz integral, batata-doce, aveia), que fornecem energia contínua.
Vegetais variados, garantindo vitaminas, minerais e antioxidantes.
Gorduras boas (azeite, castanhas, abacate), que auxiliam na regulação inflamatória.
Além disso, manter regularidade nas refeições, hidratar-se bem e planejar a alimentação ao longo da semana também contribuem para melhores escolhas no dia a dia.
Preparos quentes e hábitos que fazem diferença.
Com as temperaturas mais amenas, preparações quentes passam a fazer parte da rotina e podem ser aliadas da saúde.
“Sopas, caldos, chás e refogados são ótimas opções, pois além de confortáveis, ajudam na hidratação e são mais fáceis de digerir”, explica a nutricionista.
Sucos naturais e preparos simples, sem excesso de açúcar, também podem complementar o cardápio no dia a dia.Ao mesmo tempo, alguns hábitos devem ser observados, já que podem prejudicar a resposta imunológica.
O consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, a alta ingestão de açúcar, a baixa hidratação, dietas muito restritivas e o excesso de bebidas alcoólicas estão entre os principais pontos de atenção.
Alimentação como aliada da saúde
A mudança de estação é um momento oportuno para reforçar os cuidados com o corpo.
Pequenas escolhas ao longo do dia, especialmente no prato, fazem diferença na forma como o organismo responde aos desafios do período.
E para colocar essas orientações em prática, algumas preparações simples e nutritivas podem ajudar a compor o cardápio durante o outono.
Confira as sugestões de receitas!Sopa de legumes com frango e gengibre (fortalecedora da imunidade)
Ingredientes:
1 peito de frango (sem pele e sem osso), cortado em cubos1 colher (sopa) de azeite de oliva
2 dentes de alho picados
1/2 cebola picada
1 colher (chá) de gengibre fresco ralado
1 cenoura média em rodelas
1 batata-doce média em cubos
1/2 abobrinha em cubos
1/2 xícara de couve fatiada fina1 tomate picado (sem sementes)1 litro de água ou caldo caseiro
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
Cheiro-verde (salsinha e cebolinha) a gosto
Modo de preparo:
Em uma panela, aqueça o azeite e refogue o alho e a cebola até ficarem levemente dourados.
Acrescente o gengibre ralado e misture bem, liberando o aroma.
Adicione o frango em cubos e refogue até que fique levemente dourado por fora. Incorpore o tomate picado e mexa até começar a desmanchar.
Acrescente a cenoura e a batata-doce, misture e adicione a água ou caldo.
Cozinhe em fogo médio por cerca de 15 a 20 minutos, até os legumes ficarem macios.
Adicione a abobrinha e a couve, ajustando o sal e a pimenta.
Cozinhe por mais 5 minutos.
Finalize com cheiro-verde fresco e um fio de azeite, se desejar.
Dica nutricional: essa sopa é uma excelente opção para fortalecer o sistema imunológico, pois combina proteína magra (frango), vegetais ricos em vitaminas e minerais, além do gengibre, que possui ação anti-inflamatória e antioxidante.
Caldo de abóbora com cúrcuma (anti-inflamatório e reconfortante)
Ingredientes:
500g de abóbora (cabotiá ou moranga) em cubos
1 colher (sopa) de azeite de oliva
1/2 cebola picada
2 dentes de alho picados1 colher (chá) de cúrcuma (açafrão-da-terra)
1 pitada de pimenta-do-reino (importante para ativar a cúrcuma)
1/2 cenoura em rodelas (opcional, para dar leve adocicado)
1 litro de água ou caldo caseiroSal a gostoCheiro-verde a gosto
1 colher (sopa) de leite de coco (opcional, para cremosidade)
Modo de preparo:
Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola até ficar transparente. Adicione o alho e refogue rapidamente, sem deixar queimar.
OAcrescente a cúrcuma e a pimenta-do-reino, misture bem para liberar os compostos ativos.
Adicione a abóbora e a cenoura, e mexa para incorporar os temperos.
Despeje a água ou caldo até cobrir os ingredientes e cozinhe por cerca de 20 minutos, ou até que a abóbora esteja bem macia.
Desligue o fogo e bata tudo no liquidificador (ou use mixer na própria panela) até obter um creme homogêneo.
Volte o caldo para a panela, ajuste o sal e finalize com cheiro-verde. Se desejar mais cremosidade, adicione o leite de coco e misture bem antes de servir.
Dica nutricional: a abóbora é rica em betacaroteno (precursor da vitamina A), essencial para a saúde da pele e das mucosas, importantes barreiras de defesa do organismo.
Já a cúrcuma possui ação anti-inflamatória e antioxidante, contribuindo para o fortalecimento do sistema imunológico.
Chá de limão com gengibre e mel (reconfortante e imunoprotetor)
Ingredientes:500 ml de água1 colher (sopa) de gengibre fresco fatiado ou ralado
Suco de 1 limão1 a 2 colheres (chá) de mel (ajuste ao paladar)
1 rodela de limão (opcional, para servir)
Modo de preparo:Em uma panela, leve a água ao fogo e adicione o gengibre.
Deixe ferver por cerca de 5 a 7 minutos para extrair bem os compostos do gengibre.
Desligue o fogo e aguarde de 1 a 2 minutos para reduzir levementle a temperatura.
Acrescente o suco de limão (evite adicionar com a água fervendo para preservar a vitamina C).
Adoce com o mel e misture bem. Sirva em seguida, com uma rodela de limão, se desejar.
Dica nutricional: o gengibre possui ação anti-inflamatória e pode ajudar no alívio de sintomas respiratórios.
O limão é fonte de vitamina C, mm para a imunidade, e o mel contribui com efeito calmante para a garganta.
*SOBRE O OBA HORTIFRUTI* – A rede é referência em qualidade e variedade de produtos, e oferece diariamente um atendimento mais próximo, que prioriza o relacionamento com o cliente, garantindo o equilíbrio perfeito entre sabor e saúde para a vida das pessoas. Acredita que reunir a família e os amigos ao redor da mesa é um momento gostoso e saudável.
Referência em saudabilidade e prazer em comer bem, o Oba é fonte para quem deseja manter uma boa alimentação.
Em agosto de 2025, o Oba foi eleito pelos paulistanos o melhor hortifrúti pela 5ª vez, segundo a pesquisa DataFolha.A rede já foi premiada duas vezes pela Folha de S. Paulo, na pesquisa Top Of Mind, como a marca mais lembrada pelos brasileiros na categoria hortifrúti, pela edição da revista Veja Comer & Beber, como o estabelecimento mais amado pelos paulistanos e também no ranking IBEVAR FIA 2020, como uma das empresas mais eficientes do varejo brasileiro.Atualmente, a marca possui mais de 75 lojas espalhadas pelos Estados de São Paulo, Goiás e Distrito Federal.
Com mais de 45 anos de história, o Oba expandiu sua atuação no mercado com setores de frios e laticínios, açougue, adega, mercearia, importação própria, pré-lavados, lanchonete, floricultura, padaria e restaurante, que complementam o setor de hortifrúti.
Assessoria de Imprensa.
Palavra Comunicação
Notícias
Mão de Pedra Experience cria hospitalidade .
Publicado
5 horas agoon
abril 27, 2026Por
Elpidio Fiorda
Premium exclusiva para luta entre Popó e Whindersson no Pacaembu
Projeto idealizado por Manoel Chaves e Acelino Guimarães reúne apenas 40 convidados em uma experiência inédita no entretenimento esportivo brasileiro.

No dia 30 de maio, a Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo, recebe uma das lutas mais aguardadas do ano: Acelino “Popó” Freitas enfrenta Whindersson Nunes, com transmissão ao vivo pela TV Globo e pelo Canal Combate.
Dentro desse cenário, nasce o Mão de Pedra — The Official Hospitality Experience, um espaço de hospitalidade premium que propõe um novo padrão para eventos esportivos no Brasil.

O projeto é idealizado por Manoel Chaves e Acelino Guimarães — filho de Popó — em parceria com o tetracampeão mundial, e foi desenhado para um grupo restrito de apenas 40 convidados.
Entre empresários, personalidades e nomes estratégicos do mercado, a proposta é clara: transformar a experiência de assistir a uma grande luta em um ambiente de relacionamento, posicionamento e conexão de alto nível.
Inspirado em modelos já consolidados no exterior, o Mão de Pedra Experience une esporte, networking e entretenimento em um formato exclusivo, cada vez mais valorizado no mercado global de eventos.
“Sempre tive uma relação muito próxima com Popó. Vivendo em Boston e acompanhando o mercado internacional, vi o quanto esse formato já é forte lá fora.
Quando surgiu a luta, quis criar um movimento em torno disso — um espaço corporativo exclusivo para reunir pessoas estratégicas e viver essa experiência de forma única”, afirma Manoel Chaves.
Experiência começa antes do evento
Como parte da proposta premium, os convidados recebem em casa uma caixa personalizada com convite físico e uma luva de boxe autografada por Popó Freitas.
Além disso, o projeto conta com um vídeo especial com depoimentos de grandes nomes do esporte e da comunicação, como Pelé, Galvão Bueno, Anderson Silva e Charles Oliveira, reforçando o legado de Popó e a grandiosidade da iniciativa.

A ação posiciona o Mão de Pedra Experience como um novo modelo de ativação dentro de grandes eventos esportivos no país, conectando marcas, influenciadores e lideranças em um ambiente altamente exclusivo e estratégico.
Serviço
Data: 30 de maio
Local: Mercado Livre Arena Pacaembu — São Paulo
Transmissão: TV Globo e Canal Combate
Convidados: 40 selecionados
Contato: contato@maodepedraexperience.com.br
Notícias
Goiás registra baixa cobertura vacinal e decreta estado de emergência por conta
Publicado
6 horas agoon
abril 27, 2026Por
Elpidio Fiorda
Infectologista da Clínica Vittá, Guilherme Augusto destaca a importância da Semana Mundial da Imunização e o poder das vacinas na proteção de pessoas de todas as idades contra doenças previníveis
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) solicitou e o governo estadual decretou Estado de Emergência em razão do aumento preocupante de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em Goiás. O alerta foi acionado em função do aumento de internações pela síndrome, que já se aproxima de 500 só neste mês.
A preocupação aumentou também pela baixa cobertura vacinal nos públicos-alvo da campanha de imunização, hoje em cerca de 16% para crianças, idosos e gestantes.
Com o objetivo de promover a conscientização sobre a importância de manter os calendários de vacinação em dia, com um alerta especial para a necessidade de aumentar as coberturas vacinais, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e Organização Mundial da Saúde (OMS) realizam anualmente a Semana Mundial da Imunização, que em 2026 será celebrada entre os dias 24 e 30 de abril.
Esta mobilização global visa destacar o poder das vacinas na proteção de pessoas de todas as idades contra doenças preveníveis.
“Reverter o retrocesso na conscientização sobre a importância da vacinação envolve uma abordagem multifacetada, começando pela educação.
A informação precisa ser acessível e precisa, com campanhas de esclarecimento em escolas, comunidades e hospitais.
Os profissionais de saúde devem atuar como porta-vozes, explicando de forma clara e simples os benefícios da imunização”, afirma o médico infectologista Guilherme Augusto, da Clínica Vittá.
O especialista defende que, além disso, é fundamental combater a desinformação, que se espalha facilmente nas redes sociais, com a promoção de dados científicos comprovados e com foco na proteção da saúde coletiva.
“O engajamento das autoridades de saúde, mídia e organizações comunitárias também pode fazer diferença significativa”, aposta.
A campanha de 2026 destaca o tema “Vacinas funcionam para todas as gerações”, com o objetivo de proteger comunidades, famílias e indivíduos ao longo da vida.
O infectologista Guilherme Augusto, da Clínica Vittá, destaca a importância de todos os grupos etários se vacinarem
“Todos os grupos etários devem se vacinar. Embora as campanhas geralmente se concentrem em grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças e gestantes, as vacinas são fundamentais para todos, independentemente da idade.
A vacinação ao longo da vida não só protege os indivíduos de doenças infecciosas, mas também ajuda a reduzir a propagação de doenças na comunidade”, explica o médico.
Guilherme Augusto alerta que crianças, por exemplo, são mais suscetíveis a doenças infecciosas, enquanto os idosos têm um sistema imunológico mais fragilizado, o que os torna mais vulneráveis a complicações graves.
“A imunização contínua para adultos, especialmente para doenças como gripe, pneumonia e tétano, é igualmente essencial”, alerta.
Consequências da baixa cobertura
A cobertura vacinal contra a influenza (gripe) em Goiás está baixa, registrando cerca de 16,19% em abril de 2026, patamar similar à média nacional (16,92%), acendendo um alerta para o aumento de casos respiratórios. Apesar de alguns municípios melhorarem índices da poliomielite, a procura geral por vacinas segue abaixo da meta de 90%.
O infectologista alerta que a baixa cobertura vacinal contra a influenza pode ter sérias consequências para a saúde pública.
Com uma cobertura vacinal insuficiente, há um aumento no número de casos graves da doença, o que sobrecarrega os sistemas de saúde, levando a mais hospitalizações e até mortes.
“Além disso, a baixa adesão à vacina contra a gripe pode contribuir para surtos sazonais de doenças respiratórias, impactando diretamente grupos vulneráveis, como crianças pequenas, idosos e pessoas com comorbidades. Esses grupos são mais suscetíveis a complicações, como a SRAG, que pode exigir internações e cuidados intensivos”, explica.
Goiás decretou estado de emergência em saúde pública em 15 de abril de 2026, devido ao aumento preocupante de casos de SRAG. Mais de 500 internações foram registradas apenas no início de abril, impulsionadas por vírus respiratórios, incluindo Influenza e VSR, com baixa cobertura vacinal.
O infectologista Guilherme Augusto alerta que o aumento de casos de SRAG em Goiás está relacionado ao baixo índice de vacinação, especialmente contra a gripe.
“A baixa cobertura vacinal contribui para a maior circulação de vírus respiratórios, como o Influenza e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), aumentando a incidência de infecções respiratórias graves.
Quando a população não está suficientemente protegida pela vacinação, mais pessoas ficam vulneráveis a essas infecções, o que leva a uma sobrecarga nos hospitais e à necessidade de decretar estados de emergência em saúde pública”, explica
As vacinas salvaram mais de 150 milhões de vidas nos últimos 50 anos, representando uma média de seis vidas salvas a cada minuto. “Portanto, a vacinação é uma ferramenta essencial para reduzir o impacto de surtos respiratórios e proteger a saúde coletiva”, defende o infectologista da Clínica Vittá.
Imunização no Brasil em 2026
No Brasil, a campanha nacional de vacinação contra a gripe em 2026 teve início em 28 de março e segue até 30 de maio, coincidindo com o período da Semana Mundial da Imunização. O Calendário Nacional foca em ações de atualização da caderneta de vacinação, incluindo vacinas para crianças – a exemplo da penta, meningocócica C, covid-19 – e grupos prioritários como idosos, gestantes e profissionais de saúde.
A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e o Ministério da Saúde reforçam a necessidade de vacinação para garantir a erradicação de doenças. Por isso, a Semana Mundial da Imunização busca incentivar que postos de saúde, clínicas e a população em geral realizem algumas ações essenciais. Entre elas, checar a caderneta de vacinação e garantir que todas as doses necessárias estejam em dia; vacinar idosos e reforçar a imunização para um envelhecimento saudável; e reduzir o número de crianças não vacinadas
Serviço
Pauta: Semana Mundial de Imunização
Fonte especialista: Médico Guilherme Augusto – infectologista da Clínica Vittá
Formado em medicina pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), com formação em Infectologia pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC-UFG).
Tem experiência no manejo clínico de doenças infecciosas em diferentes faixas etárias, incluindo infecções respiratórias, doenças virais, bacterianas e parasitárias, além de condições infecciosas complexas.
Atua na rede Vittá, desenvolvendo prática clínica baseada em evidências, com foco em diagnóstico preciso, tratamento individualizado e acompanhamento integral do paciente.
Assessoria de Imprensa
Palavra Comunicação
Infectologista da Clínica Vittá, Guilherme Augusto destaca a importância da Semana Mundial da Imunização e o poder das vacinas na proteção de pessoas de todas as idades contra doenças previníveis
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) solicitou e o governo estadual decretou Estado de Emergência em razão do aumento preocupante de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em Goiás. O alerta foi acionado em função do aumento de internações pela síndrome, que já se aproxima de 500 só neste mês. A preocupação aumentou também pela baixa cobertura vacinal nos públicos-alvo da campanha de imunização, hoje em cerca de 16% para crianças, idosos e gestantes.
Com o objetivo de promover a conscientização sobre a importância de manter os calendários de vacinação em dia, com um alerta especial para a necessidade de aumentar as coberturas vacinais, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e Organização Mundial da Saúde (OMS) realizam anualmente a Semana Mundial da Imunização, que em 2026 será celebrada entre os dias 24 e 30 de abril. Esta mobilização global visa destacar o poder das vacinas na proteção de pessoas de todas as idades contra doenças preveníveis.
“Reverter o retrocesso na conscientização sobre a importância da vacinação envolve uma abordagem multifacetada, começando pela educação. A informação precisa ser acessível e precisa, com campanhas de esclarecimento em escolas, comunidades e hospitais. Os profissionais de saúde devem atuar como porta-vozes, explicando de forma clara e simples os benefícios da imunização”, afirma o médico infectologista Guilherme Augusto, da Clínica Vittá.
O especialista defende que, além disso, é fundamental combater a desinformação, que se espalha facilmente nas redes sociais, com a promoção de dados científicos comprovados e com foco na proteção da saúde coletiva. “O engajamento das autoridades de saúde, mídia e organizações comunitárias também pode fazer diferença significativa”, aposta.
A campanha de 2026 destaca o tema “Vacinas funcionam para todas as gerações”, com o objetivo de proteger comunidades, famílias e indivíduos ao longo da vida. O infectologista Guilherme Augusto, da Clínica Vittá, destaca a importância de todos os grupos etários se vacinarem
“Todos os grupos etários devem se vacinar. Embora as campanhas geralmente se concentrem em grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças e gestantes, as vacinas são fundamentais para todos, independentemente da idade. A vacinação ao longo da vida não só protege os indivíduos de doenças infecciosas, mas também ajuda a reduzir a propagação de doenças na comunidade”, explica o médico.
Guilherme Augusto alerta que crianças, por exemplo, são mais suscetíveis a doenças infecciosas, enquanto os idosos têm um sistema imunológico mais fragilizado, o que os torna mais vulneráveis a complicações graves. “A imunização contínua para adultos, especialmente para doenças como gripe, pneumonia e tétano, é igualmente essencial”, alerta.
Consequências da baixa cobertura
A cobertura vacinal contra a influenza (gripe) em Goiás está baixa, registrando cerca de 16,19% em abril de 2026, patamar similar à média nacional (16,92%), acendendo um alerta para o aumento de casos respiratórios. Apesar de alguns municípios melhorarem índices da poliomielite, a procura geral por vacinas segue abaixo da meta de 90%.
O infectologista alerta que a baixa cobertura vacinal contra a influenza pode ter sérias consequências para a saúde pública. Com uma cobertura vacinal insuficiente, há um aumento no número de casos graves da doença, o que sobrecarrega os sistemas de saúde, levando a mais hospitalizações e até mortes.
“Além disso, a baixa adesão à vacina contra a gripe pode contribuir para surtos sazonais de doenças respiratórias, impactando diretamente grupos vulneráveis, como crianças pequenas, idosos e pessoas com comorbidades. Esses grupos são mais suscetíveis a complicações, como a SRAG, que pode exigir internações e cuidados intensivos”, explica.
Goiás decretou estado de emergência em saúde pública em 15 de abril de 2026, devido ao aumento preocupante de casos de SRAG. Mais de 500 internações foram registradas apenas no início de abril, impulsionadas por vírus respiratórios, incluindo Influenza e VSR, com baixa cobertura vacinal. O infectologista Guilherme Augusto alerta que o aumento de casos de SRAG em Goiás está relacionado ao baixo índice de vacinação, especialmente contra a gripe.
“A baixa cobertura vacinal contribui para a maior circulação de vírus respiratórios, como o Influenza e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), aumentando a incidência de infecções respiratórias graves. Quando a população não está suficientemente protegida pela vacinação, mais pessoas ficam vulneráveis a essas infecções, o que leva a uma sobrecarga nos hospitais e à necessidade de decretar estados de emergência em saúde pública”, explica
As vacinas salvaram mais de 150 milhões de vidas nos últimos 50 anos, representando uma média de seis vidas salvas a cada minuto. “Portanto, a vacinação é uma ferramenta essencial para reduzir o impacto de surtos respiratórios e proteger a saúde coletiva”, defende o infectologista da Clínica Vittá.
Imunização no Brasil em 2026
No Brasil, a campanha nacional de vacinação contra a gripe em 2026 teve início em 28 de março e segue até 30 de maio, coincidindo com o período da Semana Mundial da Imunização. O Calendário Nacional foca em ações de atualização da caderneta de vacinação, incluindo vacinas para crianças – a exemplo da penta, meningocócica C, covid-19 – e grupos prioritários como idosos, gestantes e profissionais de saúde.
A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e o Ministério da Saúde reforçam a necessidade de vacinação para garantir a erradicação de doenças. Por isso, a Semana Mundial da Imunização busca incentivar que postos de saúde, clínicas e a população em geral realizem algumas ações essenciais. Entre elas, checar a caderneta de vacinação e garantir que todas as doses necessárias estejam em dia; vacinar idosos e reforçar a imunização para um envelhecimento saudável; e reduzir o número de crianças não vacinadas.
FOTOS
Foto 1 – A Semana Mundial da Imunização destaca o poder das vacinas na proteção de pessoas de todas as idades contra doenças preveníveis
Foto 2 – Guilherme Augusto é infectologista da Clínica Vittá
Serviço
Pauta: Semana Mundial de Imunização
Fonte especialista: Médico Guilherme Augusto – infectologista da Clínica Vittá
Formado em medicina pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), com formação em Infectologia pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC-UFG). Tem experiência no manejo clínico de doenças infecciosas em diferentes faixas etárias, incluindo infecções respiratórias, doenças virais, bacterianas e parasitárias, além de condições infecciosas complexas. Atua na rede Vittá, desenvolvendo prática clínica baseada em evidências, com foco em diagnóstico preciso, tratamento individualizado e acompanhamento integral do paciente.
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