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GoiásFomento lança programa para impulsionar o automobilismo e fortalecer a economia.

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Iniciativa beneficia equipes, pilotos, empresas do setor e toda cadeia do turismo esportivo de Goiás.

O Governo de Goiás, por meio da GoiásFomento, lança oficialmente o Programa Acelera Goiás, uma iniciativa voltada ao fortalecimento do automobilismo goiano.

Em parceria com a Federação Goiana de Automobilismo (Faugo), o programa cria cinco linhas de crédito específicas para atender as demandas atuais das pistas, fortalecer a cadeia produtiva do setor e fomentar o turismo esportivo no estado.

A proposta contempla desde capital de giro rápido até investimentos de alta tecnologia, modernização e realização de grandes eventos.

Segundo o presidente da GoiásFomento, Rivael Aguiar Pereira, a parceria com a Faugo tem como propósito transformar a paixão pelo automobilismo em desenvolvimento econômico sustentável.

“Estruturamos linhas de crédito exclusivas para atender às reais necessidades financeiras de pilotos e equipes, promovendo a boa gestão e a profissionalização do setor.

Com crédito ágil, incentivo à inovação e apoio ao turismo de eventos, impulsionamos a economia local e consolidamos Goiás como referência no automobilismo nacional.”

Sérgio Crispim, presidente da Federação Goiana de Automobilismo garante que o Programa Acelera Goiás mostra o quanto o Governo de Goiás tem investido no setor .

“O crédito em condições facilitadas liberado pela GoiásFomento é um grande incentivo para que nossos atletas cresçam cada vez mais”, destacou.

*Pole position*A linha Pole Position disponibiliza até R$ 300 mil para pilotos em competições.

A linha de crédito Grid Capital de Giro garante as despesas do dia a dia das equipes e disponibiliza até R$ 50 mil. Ambas com taxa de juros a partir de 1,81% ao mês e prazo de pagamento de até 24 meses com três meses de carência.

A linha Temporada, destinada ao planejamento das equipes, permite tanto capital de giro quanto investimento com valor disponível de até R$ 400 mil.

A taxa de juros é a partir de 1,74% ao mês com até 60 meses para pagamento e até 12 meses de carência.

A linha Alta Performance é voltada para investimento em inovação tecnológica e modernização de equipamentos.

O valor disponível é de até R$ 5 milhões. A taxa de juros TR+ 4,5% ao ano com até 24 meses de carência e prazo de até 96 meses para pagamento.

A linha Circuito Goiás beneficia empresas promotoras de eventos esportivos com valor disponível de até R$ 2,5 milhões (giro) ou até R$ 5 milhões (investimento).

Taxa de juros de 5% +INPC ao ano, carência de 12 meses e prazo de até 60 meses para pagamento.

Mais informações sobre linhas de crédito podem ser obtidas pelo telefone (62) 3216 4900 e no site www.goiasfomento.com

Fotos: GoiásFomento

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Parceria Wellness

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Com objetivo de difundir os conceitos de bem-estar, saúde e comunidade em seus empreendimentos, a Legado Incorporações consolidou parceria com a Basic Full. A academia de luxo, com sede no Setor Marista, assinará projetos da incorporadora, proporcionando aos espaços fitness dos residenciais a mesma qualidade e alto padrão de sua unidade. Equipamentos importados, número limitado de alunos e assistência premium fazem parte da experiência Basic e, futuramente, dos moradores do Biografia Parque Flamboyant e de outros projetos da marca Legado.

Como forma de firmar essa união e levar o conceito ao conhecimento da comunidade, a Legado e a Basic também estão promovendo eventos esportivos, como um aulão de bike, no espaço em frente à Casa Legado, na Alameda Ricardo Paranhos, regado a música, animação e boa energia.

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Crise emocional no trabalho impulsiona buscapor terapias que atuam na origem do sofrimento

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O Brasil vive uma escalada no adoecimento emocional dos trabalhadores. Dados divulgados
recentemente pelo Ministério da Previdência Social indicam que mais de 546 mil brasileiros se
afastaram do trabalho em 2025 por transtornos mentais, o maior número já registrado, contra 472 mil em 2024. Os afastamentos estão ligados a quadros como ansiedade, depressão e esgotamento psíquico.


O país também figura entre os mais ansiosos do mundo: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 18,6 milhões de brasileiros convivem com transtornos de ansiedade, o equivalente a 9,3% da população. No ambiente corporativo, o burnout se intensifica: um em cada três trabalhadores apresenta sintomas, segundo a International Stress Management Association, enquanto mais de 11milhões convivem com depressão, reforçando o tema como questão de saúde pública.


O impacto já é percebido na rotina profissional: empresas enfrentam queda de produtividade,
desorganização de equipes e aumento da pressão sobre o sistema previdenciário.

Especialistas apontam um desgaste estrutural no mundo do trabalho, marcado por metas agressivas, insegurança profissional e pressão constante por desempenho tem criado um ambiente em que muitos trabalhadores já não conseguem sustentar emocionalmente suas funções.


Desde 2025, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) passou a exigir que empresas identifiquem e gerenciem fatores psicossociais, como estresse, sobrecarga, assédio e ansiedade, dentro de seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR). Com o início da fiscalização em 26 de maio deste ano, o cuidado com a saúde emocional deixa de ser apenas uma iniciativa de bem-estar epassa a integrar a conformidade trabalhista.


Mas há uma dimensão desse fenômeno que nem sempre aparece nas estatísticas. Por trás de rotinas aparentemente funcionais, muitos profissionais carregam emoções persistentes e pouco compreendidas: ansiedade constante, sensação de insuficiência, medo de falhar, dificuldade de sustentar decisões e uma sobrecarga que não se explica apenas pelo volume de trabalho.

Mesmo quando a vida externa parece estável, o sofrimento interno continua operando, afetando desempenho, relações e a capacidade de lidar com desafios.


Na avaliação da terapeuta Patrícia Neri, 45, certificada em Terapia de Reprocessamento Generativo (TRG), parte desse quadro está relacionada não apenas às condições atuais, mas a experiências emocionais acumuladas ao longo da vida. “Grande parte desse sofrimento não nasce no presente.

Ele está ligado a memórias emocionais que não foram devidamente processadas e que continuam influenciando a forma como a pessoa reage às pressões do dia a dia”, explica.

Segundo ela, eventos vividos com dor, ameaça, medo, perda, rejeição, insegurança, abandono, traição ou impotência podem permanecer registrados no sistema emocional de forma desorganizada. Ainda que tenham ficado no passado, o corpo e a mente continuam reagindo como se o risco ainda existisse.


É nesse ponto que cresce o interesse por abordagens terapêuticas que buscam atuar na raiz do
problema como a TRG. A metodologia propõe acessar e reorganizar memórias emocionais associadas a traumas, crenças limitantes e padrões automáticos de comportamento.

“A proposta não é apenas aliviar sintomas, mas permitir que o sistema emocional deixe de responder ao passado como se ele ainda estivesse acontecendo”, afirma Patrícia Neri. Na prática, isso pode representar uma mudança significativa na forma como o profissional lida com pressão, conflitos e responsabilidades.

Diferentemente de abordagens focadas apenas no alívio dos sintomas ou na gestão emocional do presente, a TRG trabalha diretamente na forma como essas experiências foram registradas pelo cérebro e pelo corpo, buscando uma reorganização profunda do sistema emocional.

Segundo a terapeuta, esse tipo de abordagem está atraindo profissionais e empresários que já passaram por outras formas de cuidado, mas que buscam compreender por que determinados padrões continuam serepetindo, mesmo após tentativas de mudança.


Casos acompanhados em consultório ilustram esse movimento. Patrícia relata o atendimento de uma empresária, de 59 anos, que enfrentava declínio nos negócios e dificuldade em sustentar uma postura de liderança.

Apesar da experiência acumulada, ela evitava decisões estratégicas e recuava em
momentos de pressão, o que impactava diretamente a condução da equipe. Ao longo do processo terapêutico, foram identificados registros emocionais até então não associados à sua atuação profissional. À medida que esses conteúdos foram trabalhados, houve uma mudança espontânea de postura, com impacto direto na equipe e retomada gradual do crescimento da empresa.


Outro caso envolve um profissional de 46 anos que convivia com ansiedade intensa, controlada por medicação. O luto pela perda da esposa, somado às responsabilidades do trabalho, havia
desorganizado suas emoções. No cotidiano, ele relatava dificuldade de concentração, sensação
constante de alerta e esgotamento mesmo em tarefas simples.

Durante a terapia, passou a relatar uma sensação de “despressurização”, com reflexos positivos tanto na vida pessoal quanto na profissional. Embora sejam experiências individuais, os relatos refletem uma mudança ampla no perfil de quem busca ajuda: pessoas que não querem apenas reduzir sintomas, mas compreender e transformar o que está na origem do sofrimento.
A TRG é considerada uma abordagem emergente e foi criada em 2010, pelo psicólogo brasileiro Jair Soares dos Santos, em Recife-PE. A metodologia se baseia em protocolos estruturados que integram diferentes dimensões da experiência humana, incluindo aspectos emocionais, corporais e cognitivos.


O módulo cronológico permite revisitar e reprocessar eventos ao longo da vida; o somático trabalha as respostas físicas associadas às emoções; o temático aborda padrões recorrentes, como rejeição, abandono e culpa; o módulo do futuro trabalha medos e antecipações; e o de potencialização fortalece recursos internos e a percepção de possibilidades, ajudando a reorganizar expectativas e ampliar a percepção de possibilidades. Seu avanço, no entanto, acompanha uma demanda crescente: a de que o cuidado com a saúde mental vá além do controle imediato das emoções e alcance uma reorganização profunda.


Em um cenário de recorde de afastamentos e novas exigências legais para empresas, a saúde
emocional passa a ocupar um lugar estratégico. E, diante de um sofrimento que muitas vezes se manifesta de forma silenciosa, cresce também a percepção de que olhar para o que está na origem das emoções pode ser parte essencial do caminho de recuperação. “Quando a terapia oferece um caminho para reorganizar experiências e fortalecer recursos internos, ela deixa de ser apenas um espaço de alívio e passa a ser um território de reestruturação emocional”, conclui Patrícia Neri.

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Negocios

PH Empreendimentos encerra 2025 com faturamento de R$ 150 milhões e crescimento de 400% em quatro anos

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Empresa projeta dobrar de tamanho em 2026.

O litoral norte de Santa Catarina se consolida como um dos principais vetores de valorização imobiliária do país, impulsionado por um movimento consistente de migração de renda, expansão urbana e fortalecimento do mercado de segunda residência. É nesse contexto que a PH Empreendimentos, incorporadora com sede em Porto Belo, encerra 2025 com faturamento de R$ 150 milhões, consolidando um crescimento de 400% nos últimos quatro anos.

Mais do que um desempenho pontual, o resultado posiciona a companhia dentro de um novo ciclo de escala no mercado regional, marcado por maior sofisticação dos produtos, aumento do tíquete médio e crescente presença de investidores nacionais no litoral catarinense. A trajetória da PH reflete uma estratégia que combina disciplina financeira, execução eficiente e uma leitura antecipada das dinâmicas urbanas que vêm redesenhando o mapa imobiliário do estado.

“A PH nasceu com um olhar muito claro para o potencial de crescimento do litoral norte catarinense. Ao longo desses anos, estruturamos projetos consistentes, mantendo disciplina financeira e, principalmente, construindo uma reputação baseada na confiança do mercado e na entrega antecipada dos empreendimentos”, afirma Leandro Coradini, sócio da empresa.

Nos últimos quatro anos, a incorporadora concluiu três empreendimentos, totalizando mais de 22 mil metros quadrados de área construída — todos entregues antes do prazo. Em um setor historicamente pressionado por atrasos e aumento de custos, a capacidade de antecipar entregas tem se consolidado como um diferencial competitivo relevante, contribuindo diretamente para a construção de reputação e para a geração de valor no longo prazo.

Outro pilar da estratégia da companhia está na estruturação de um landbank robusto, com capacidade de sustentar cerca de duas décadas de desenvolvimento. Concentrado principalmente em Porto Belo e no litoral norte catarinense, o banco de terrenos garante previsibilidade operacional e posiciona a empresa para capturar valor em um mercado que ainda apresenta espaço para expansão urbana qualificada.

“Construímos um portfólio estratégico de áreas que nos permite planejar o futuro com segurança. Nosso objetivo é desenvolver projetos que contribuam para a evolução urbana das cidades onde atuamos e que gerem valor de longo prazo para clientes e investidores”, destaca Ricardo Coradini, também sócio da PH Empreendimentos.

O avanço da empresa acompanha a transformação de Porto Belo em uma nova fronteira imobiliária do Sul do Brasil. Com população superior a 30 mil habitantes, segundo estimativas do IBGE para 2024, o município vem ampliando sua relevância no setor ao combinar localização estratégica, qualidade de vida e disponibilidade de áreas para novos projetos — fatores que têm atraído incorporadoras e capital de diferentes regiões do país.

Indicadores de mercado reforçam esse movimento. Cidades do litoral norte catarinense têm registrado algumas das maiores valorizações imobiliárias recentes, refletindo o aumento da demanda por ativos residenciais em regiões litorâneas com potencial de crescimento. Nesse cenário, a PH Empreendimentos encerra 2025 posicionada como um player em ascensão em um dos mercados mais dinâmicos do país — e projeta dobrar de tamanho em 2026.

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