O NB Steak foi confirmado como o restaurante oficial do camarote do MotoGP em Goiânia, nos dias 20, 21 e 22 de março, durante o Grande Prêmio do Brasil.
A parceria reforça o posicionamento da marca como referência em alta gastronomia e experiências exclusivas. Reconhecido por sua excelência no preparo de carnes nobres, o NB Steak levará ao evento uma experiência à altura de uma das maiores competições do automobilismo mundial.
O restaurante também é o oficial da Fórmula 1 e da Fórmula E no Brasil, consolidando sua presença nos principais eventos do automobilismo e reafirmando sua expertise em oferecer experiências gastronômicas premium em ambientes de alto padrão.
Para a ocasião, será servido um menu especial aos convidados, com cortes e acompanhamentos selecionados.
Entre as opções estão o Steak NB, corte do centro dianteiro do boi, extremamente macio e suculento, sem gordura; o brisket defumado, macio e que desmancha na boca; e a porchetta, temperada com mix de ervas e assada lentamente.
Como acompanhamento, estará disponível a farofa com bacon crocante, completando a experiência gastronômica.
A casa é dedicada aos amantes da boa carne e trabalha com o consagrado Menu Degustação, que oferece cortes selecionados, saladas frescas e acompanhamentos servidos à vontade.
Outro diferencial é o conceito “NB do Seu Jeito”, que permite ao cliente montar sua própria combinação de carnes e guarnições, proporcionando liberdade e personalização na experiência gastronômica.
Com proposta que une sofisticação e liberdade em um ambiente contemporâneo e acolhedor, o NB Steak será responsável por elevar o padrão do camarote, oferecendo aos convidados uma experiência premium que harmoniza sabor, qualidade e exclusividade em um dos eventos mais aguardados do ano.
Obra de Sonea Stival, será lançada dia 9 de março, em Goiânia, e registra mais de duas décadas de festivais gastronômicos e identidade alimentar do povo goiano.
A trajetória de mais de vinte anos dedicada à promoção e valorização da gastronomia goiana ganha registro editorial com o lançamento do livro “Festival de Goianidade, com efeito e com afeto”, de Sonea Stival, no próximo dia 9 de março, às 19 horas, na sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio-GO), em Goiânia.
Com 188 páginas, em capa dura e ilustrado com fotografias coloridas, o livro sistematiza a atuação da autora como consultora e curadora em mais de 50 edições de festivais gastronômicos realizados em 17 municípios goianos.
A obra reúne experiências profissionais e reflexões sobre identidade, memória e pertencimento, transformando a cultura alimentar em patrimônio documentado.
“Este livro devolve ao povo goiano um pouco de tudo o que vivi ao longo desses anos percorrendo o interior de Goiás. Registra encontros, histórias e experiências construídas com quem abriu as portas de casa e partilhou o que há de mais valioso: seus costumes e suas vivências.
Fui recebida de forma genuína e calorosa, marca do povo goiano, e isso representa um privilégio que carrego para sempre”, afirma Sonea Stival.
O livro apresenta projetos que mapearam produtos e saberes locais, revelando tradições muitas vezes invisibilizadas, capacitando pessoas, estimulando o empreendedorismo e fortalecendo a identidade gastronômica dos territórios.
Os festivais são retratados como espaços de integração entre gastronomia e cultura, reunindo artesanato, literatura, música regional, artes visuais e participação das escolas públicas.
É com muito carinho que o Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-GO apoia e recebe o lançamento do livro Festival de Goianidade.
Obra da pioneira dos festivais gastronômicos em Goiás, Sonea Stival, uma mulher que tem uma trajetória dedicada a promover, valorizar e divulgar os pratos goianos, linha que caminha junto aos nossos princípios de dar voz para a cultura e comércio do Estado”, destaca Marcelo Baiocchi Carneiro, presidente da Fecomércio-GO e vice-presidente da CNC.
Entre os destaques está a criação da “Mesa Patrimonial Goiana”, conceito desenvolvido pela autora para reunir produtos reconhecidos por lei como Patrimônio Cultural Imaterial e Gastronômico do Estado de Goiás, como pamonha, pequi, alfenim, empadão goiano, chica doida, marmelada de Santa Luzia, sanduíche de pit-dog, biscoitos Josephina’s, doce de Nerópolis, queijo cabacinha e ambrosia – esta última, doce oficial do Palácio das Esmeraldas.
Para o diretor regional do Sesc/Senac-GO, Leopoldo Veiga Jardim, a culinária goiana merece reconhecimento e destaque.
“Prova disso é que estamos sempre presentes nas atividades gastronômicas do estado e também do país.
Para nós, é uma honra fazer parte deste livro que reúne a riqueza da nossa cozinha”, ressalta.
A obra também incorpora depoimentos de parceiros institucionais e resgata a influência familiar na formação da autora, especialmente de sua avó paterna, imigrante italiana, que despertou desde a infância a compreensão da gastronomia como expressão cultural.
“Festival de Goianidade, com efeito e com afeto” se consolida como um documento de referência sobre a culinária goiana e sobre a atuação de uma profissional que transformou projetos em legado cultural, reunindo memória, identidade e pertencimento em uma única obra.
SERVIÇO:
Evento:
Goiás à mesa: livro transforma a gastronomia em patrimônio cultural e afetivo
A Editora Lacre anuncia o lançamento do romance Campo Formoso, obra de estreia da escritora Maria Victoria de Oliveira, que chega agora ao público com grande expectativa editorial.
O romance apresenta uma saga familiar ambientada na fictícia Campo Formoso, um retrato sensível e profundo do interior do Brasil, que atravessa décadas e gerações em uma narrativa multifocal marcada por tradições, conflitos e transformações.
Com uma prosa rica, que combina tradição literária e vigor psicológico, Campo Formoso mergulha nos dilemas e hierarquias que moldam o destino da família Borges, desde o Coronel Adauto Borges até os segredos e paixões que cruzam seus caminhos.
A obra dialoga com a grande tradição das sagas familiares brasileiras e se destaca pela densidade emocional e narrativa.
A edição conta com orelha assinada pelo crítico literário Ivan C. Proença, que ressalta a habilidade da autora em criar personagens verossímeis e uma trama de amplo alcance.
Sobre a autora: Maria Victoria de Oliveira é formada em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Após uma carreira dedicada à gastronomia, atuando como chef e professora de culinária, dedicou-se integralmente à literatura.
Em 2023, publicou o livro de contos Vestido Vermelho e Outras Histórias. Campo Formoso é seu primeiro romance, desenvolvido ao longo de oito anos e fruto de sua participação em oficinas literárias com mestres como Ivan Proença e Eduardo Affonso.
Da dor crônica à liderança em um mercado em transformação, Michele Farran potencializa empreendedorismo, informação e ativismo em prol dos pacientes
Aos 22 anos, Michele Farran recebeu um diagnóstico que mudou o rumo da sua vida: artrite reumatoide. Jovem, criativa, estudante universitária e cheia de planos, ela passou a conviver com dores diárias, inflamações persistentes e limitações que não combinavam com sua energia inquieta. A rotina deixou de ser apenas produtiva — tornou-se também um exercício constante de resistência.
Vieram os tratamentos convencionais, as consultas, as medicações e as tentativas sucessivas de estabilizar a doença. Vieram, também, as frustrações. Viver com uma condição autoimune significava adaptar sonhos, reorganizar o corpo e aceitar que nem sempre o protocolo médico entregaria qualidade de vida. A virada começou quando Michele conheceu o canabidiol como alternativa terapêutica. “Não foi uma decisão impulsiva, mas fruto de pesquisa, orientação e necessidade. Aos poucos, os efeitos apareceram: redução das dores, melhora da mobilidade, mais disposição. Pela primeira vez em muito tempo, senti que recuperava o protagonismo sobre a minha própria história”, destaca Michelle.
A experiência pessoal despertou uma inquietação maior. Se o tratamento havia transformado sua qualidade de vida, por que ainda era tão difícil acessá-lo? Entre burocracias, desinformação e estigmas, Michele percebeu que o caminho para a cannabis medicinal no Brasil ainda é complexo — especialmente para pacientes em situação de vulnerabilidade. Foi dessa constatação que nasceu a Cannabis Company, em Curitiba (PR). “Mais do que um empreendimento, o negócio carrega um propósito claro: ampliar o acesso, oferecer informação responsável e acolher pacientes que chegam fragilizados, muitas vezes depois de uma longa jornada de tentativas frustradas”, destaca a empreendedora.
A Cannabis Company é uma farmácia que trabalha exclusivamente com cannabis medicinal, criada com o propósito de ampliar o acesso seguro, regulamentado e responsável a tratamentos à base de canabinoides. Com produtos à pronta entrega e atuação alinhada às normas sanitárias brasileiras, oferece orientação, informação qualificada e suporte aos pacientes que buscam alternativas terapêuticas com prescrição médica. Mais do que um ponto de venda, a Cannabis Company se posiciona como um espaço de acolhimento e educação, contribuindo para desmistificar o tema e fortalecer o uso consciente e científico da cannabis medicinal no país.
Hoje, aos 37 anos, Michele é sócia da farmácia e também uma voz ativa nas discussões sobre regulamentação e regulação da cannabis medicinal no Brasil. Acompanha o cenário legislativo, participa de debates e defende políticas públicas que garantam segurança jurídica, qualidade dos produtos e acesso mais democrático ao tratamento. No Brasil, a cannabis medicinal é permitida, mas ainda enfrenta regras restritivas. Com a nova regulamentação da Anvisa em 2026, o país passou a ter normas mais claras para cultivo, produção e comercialização, ampliando a oferta nacional, reduzindo a dependência de importados e garantindo mais segurança jurídica, além de incentivar pesquisa e ampliar o acesso dos pacientes aos tratamentos. “Essas mudanças fortalecem a base técnica e sanitária do setor, possibilitando maior acesso terapêutico, incentivo à pesquisa e desenvolvimento nacional, e contribuindo para que tratamentos com canabinoides sejam mais acessíveis”, explica Michele.
Formada em Cinema, Design de Moda e Design Gráfico, e fundadora da Agência de Design Cidadã, Michele destaca que sempre buscou profundidade em seus projetos, e isso torna-se ainda mais intenso quando a vida de outras pessoas está em discussão. “A ideia de transformar narrativas superficiais em experiências com intenção agora se reflete na forma como conduzo um negócio na área da saúde. Escuta, responsabilidade e base científica são tópicos indispensáveis”, reflete Michele.
Neurodivergente e convivendo há cerca de uma década com doenças autoimunes, Michele conhece de perto a vulnerabilidade que acompanha um diagnóstico crônico. “Essa vivência moldou minha forma de empreender. Cada decisão carrega a memória da jovem que buscava respostas para a própria dor, e que hoje trabalha para que outras pessoas encontrem caminhos mais curtos, mais seguros e mais humanos”, destaca a especialista. Entre desafios pessoais e barreiras regulatórias, Michele Farran construiu mais do que uma empresa; ela construiu uma ponte entre informação e acesso, entre ciência e acolhimento e transformou sua própria batalha em movimento coletivo. “Tenho muito orgulho em minha história refletida em um trabalho que pode beneficiar a vida de milhões de brasileiros”, completa Michelle.