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Compositor e intérprete:.

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Especialista Paula Pires

Entenda as diferenças entre as funções na música
Nem toda música é escrita por quem a canta. Enquanto o compositor cria a obra, o intérprete é responsável por levar emoção e identidade à canção

Embora muitas pessoas associam automaticamente quem canta a quem criou uma música, dentro da indústria musical existem funções diferentes que nem sempre são exercidas pela mesma pessoa. Entre elas estão o compositor, responsável pela criação da obra, e o cantor ou intérprete, que dá voz e emoção à canção.

Segundo a especialista Paula Pires, o intérprete é quem transforma a música em uma experiência para o público. Ele é o responsável por cantar e interpretar a obra com a própria voz, colocando sentimento e emoção na apresentação. Além do canto, a interpretação pode envolver performance e presença de palco, dando vida à composição. Já o compositor, também chamado de autor, é quem cria a música desde o início. Como explica Paula, é ele quem desenvolve a letra e a melodia da canção.

Apesar de muitas pessoas associarem essas funções, a especialista destaca que elas não estão necessariamente ligadas. “São funções distintas. Um bom intérprete não precisa ser o autor da música, assim como um compositor pode criar grandes canções e não ter a mesma habilidade para cantá-las”, pontua.

Como funciona no mercado musical

Na prática, quando um artista decide gravar uma música que não foi escrita por ele, é necessário obter autorização do compositor. Esse processo é feito por meio de um documento que permite a gravação e a distribuição da obra. Segundo Paula Pires, esse licenciamento autoriza o intérprete a gravar a música e distribuí-la nas plataformas digitais ou em outros meios de comunicação.

Mesmo quando o cantor é o próprio autor da música, as categorias continuam sendo tratadas de forma separada dentro do mercado. Como explica a especialista, mesmo sendo dono da obra, o artista precisa formalizar a autorização para o uso da música, já que composição e interpretação são categorias distintas dentro da indústria.

Interpretação vai além da voz

A interpretação musical pode ser comparada ao trabalho de um ator. Para Paula, o cantor precisa compreender a história que está sendo contada pela música para transmiti-la ao público. “O cantor escuta a música, entende a história e interpreta aquela situação, colocando emoção para que o público se conecte com a canção”, afirma.

Quando o intérprete também é o compositor, essa conexão pode ser ainda mais forte. Segundo Paula, nesse caso a música muitas vezes carrega sentimentos e experiências pessoais, o que pode tornar a interpretação mais intensa.

Direitos autorais e remuneração

Outro ponto importante dentro da indústria musical é o funcionamento dos direitos autorais. Sempre que uma música é executada, seja em rádio, televisão, plataformas digitais ou shows, o compositor recebe pela utilização da obra. “Todas as vezes que uma música é executada, o compositor recebe por isso”, explica Paula.

Um exemplo citado por ela é a canção “Evidências”, um dos maiores clássicos da música brasileira. A música já foi gravada por diversos artistas, mas os compositores continuam recebendo pelos direitos autorais em todas as execuções.

Quando a interpretação parece autobiográfica

Há casos em que a identificação do intérprete com a história da música é tão grande que o público acredita que a canção foi escrita por ele. Paula cita como exemplo a música “Homem de Família”, gravada por Gusttavo Lima.

Segundo ela, a história da canção coincidiu com um momento da vida pessoal do cantor, o que fez com que muitas pessoas acreditassem que a composição fosse dele. Outro caso semelhante é a música “Clone”, interpretada por Luan Santana, cuja temática também dialoga com aspectos da vida do artista.

Diferentes habilidades na música

Cantar, compor, tocar instrumentos e produzir são habilidades distintas dentro da música. Alguns artistas desenvolvem várias dessas competências, enquanto outros se especializam em apenas uma delas. Para Paula, o ideal seria que o artista tivesse múltiplas habilidades. “Um artista completo não apenas interpreta, mas também compõe, toca instrumentos e entende de produção musical”, afirma.

Do ponto de vista financeiro, no entanto, existe uma divisão dentro da cadeia musical. Segundo a especialista, o intérprete costuma ganhar mais que o compositor, e o compositor ganha mais que o músico. Ainda assim, quem geralmente concentra a maior fatia de ganhos é o produtor fonográfico, responsável pela distribuição da música.

Assim, embora muitas vezes aparecem como a mesma figura para o público, cantor e compositor desempenham papéis diferentes dentro da música. Enquanto um cria a história por meio da letra e da melodia, o outro é responsável por dar vida à obra diante do público. No encontro entre criação e interpretação nasce a música que chega aos ouvidos de milhões de pessoas.

Assessoria de Imprensa
Flora Alves Assessoria

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Eventos

Canto da Primavera terá IZA como atração principal

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Cantora encerra a programação de sábado (12/09), às 23h, no Palco Aeroporto; apresentações musicais e cortejo percussivo movimentam outros espaços do festival em Pirenópolis

A programação do Canto da Primavera segue neste sábado (12/09) com apresentações gratuitas distribuídas entre os palcos Coreto, Matriz, Teatro e Aeroporto. A noite terá como principal atração o show da cantora IZA, que encerra a agenda do Palco Aeroporto às 23h, além de uma programação que reúne artistas de diferentes estilos e formações musicais.

As atividades começam às 16h com o Baque Trinca Ferro e a intervenção “Uma Experiência Percussiva”, que parte do Palco Matriz. No Palco Coreto, a programação segue com Diego Stucchi, às 16h, Brunno Oliveira, às 17h, e Blackbirds, às 18h.

No Palco Matriz, o público poderá conferir os shows de Tamara e Jordana, às 17h15, Os Bispos, às 18h15, e Heróis de Botequim, às 19h15. Já o Palco Teatro recebe Dante Ventura, às 18h, Adriana Losi, às 19h, e Maria Eugênia, às 20h.

A programação do Palco Aeroporto começa às 20h com DJ Sancro, seguida por Hugo Vitti, às 20h30, e Maduli, às 21h30. Encerrando a noite, a cantora IZA sobe ao palco às 23h em um dos momentos mais aguardados da 25ª edição do festival, que se encerra no domingo (13/09)

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Musica

DJ em bicicleta é atração em corrida do Basic Coffee Party

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Realizado pela Basic Full, evento reúne corrida, música e wellness no dia 12 de setembro em um percurso de 4km

Já imaginou uma corrida em que a música não está apenas na largada ou esperando na chegada, mas acompanha os participantes ao longo dos 4 km? Essa é a proposta do Basic Coffee Party, evento organizado pela academia Basic Full, que acontecerá no dia 12 de setembro, a partir das 7h. A largada acontece em frente a academia localizada na Ricardo Paranhos e para participar, é preciso fazer a inscrição. Os ingressos custam a partir de R$ 350.

A proposta integra esporte e entretenimento de forma pouco convencional: em vez de limitar a música a pontos fixos ao longo do trajeto, o DJ estará junto com os atletas, transformando o momento em uma vivência coletiva de movimento e som. Gustavo Henrique, fundador da Basic, será o responsável por pedalar a bicicleta, enquanto o DJ Lucas Jayme, comandará o set durante o percurso.

Destaque em eventos como 800, GP Fest e Abellvoks, além de casas como Soho e Moema, Lucas Jayme transita por diferentes vertentes da música eletrônica, do house e de remixes, que funcionarão como trilha da corrida, criando uma atmosfera distinta da encontrada em provas tradicionais.

Do treino ao recovery

A experiência continua depois da linha de chegada. Quem se inscrever para a corrida também poderá participar da programação pós-evento, com música e gastronomia. Entre as atrações estão ativações da Red Bull, Linq, Frutos do Goiás, EBM Desenvolvimento Imobiliário e do som da Abellvoks. O evento também contará com café especial da Coffee Break, drinks funcionais, brunch e recovery com a Moving.

Serviço

Basic Coffee Party
Quando: 12 de setembro
Horário: a partir das 7h
Percurso: 4 km
Programação: corrida, DJ, café especial, drinks funcionais, brunch, ativações de marcas e recovery com a Moving
Ingressos a partir de R$ 350
Inscriçõeshttps://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeEsuNcDew1–v3PzcIUrZUU0YVYr8Oawa5hL9OmOcQxc4kjg/viewform

Sabrina Alves -Kasane

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Projeção mapeada transforma fachada da Igreja do Rosário em espetáculo de luz e cultura no Canto da Primavera

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Intervenção assinada pelo artista multimídia VJ Paulinho Pessoa será realizada entre os dias 11 e 13 de setembro e reúne referências à história, às tradições e às paisagens de Pirenópolis

A fachada da Igreja Nossa Senhora do Rosário, um dos principais patrimônios históricos de Pirenópolis, será transformada em uma grande tela a céu aberto durante o Canto da Primavera 2026. Entre os dias 11 e 13 de setembro, sempre a partir das 18h30, o público poderá acompanhar uma projeção mapeada criada pelo artista multimídia goiano VJ Paulinho Pessoa, que utiliza recursos visuais e tecnológicos para retratar a história, a cultura e a natureza da cidade.

A intervenção integra a programação do festival e combina  arte digital, patrimônio histórico e referências  à identidade  cultural de Pirenópolis. Ao longo da projeção, a fachada da igreja ganha movimento com imagens inspiradas em manifestações tradicionais de Pirenópolis, como as Cavalhadas, as Pastorinhas, as Verônicas, festas religiosas e expressões do artesanato local, além de referências aos mais de 300 anos de história do município.

A natureza do Cerrado também ocupa lugar de destaque na narrativa visual. Flores típicas da primavera, cachoeiras, montanhas, aves e peixes dos rios da região compõem as cenas projetadas sobre a igreja. O espetáculo inclui ainda uma homenagem à artista visual Helena Vasconcelos, referência da arte naïf em Goiás, com a projeção de obras que retratam festas religiosas e manifestações culturais de Pirenópolis.

Outro destaque da projeção é a participação das crianças da 5ª edição do Canto da Primavera Kids, que passam a integrar a narrativa visual em uma celebração da música, da infância e da formação de novos talentos.

Sobre o Canto da Primavera

A Mostra de Música de Pirenópolis reúne artistas de diferentes gêneros e regiões do Estado. Com acesso gratuito, o festival promove apresentações musicais e atividades culturais em vários palcos da cidade. 

O evento é realizado pelo Estado de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), com correalização da Universidade Federal de Goiás e da Fundação Rádio e Televisão Educativa, e conta ainda com apoio da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) e da Prefeitura de Pirenópolis.

Fotos:

Secretaria de Estado da Cultura – Estado de Goiás

OlhO Comunicação Estratégica

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