O evento consiste em fomentar a cultura nordestina mantendo a viva através da pesquisa e cultura do vinil na cidade de São Paulo.
No próximo dia 06 de junho acontece Na Casa de Cultura Butantã mais um evento do projeto Forró dos Ratos. O evento reúne feira de economia criativa, oficina de dança, produção cultural e de como operar as pick-ups e se tornar um DJ. E para dar mais um “up” os DJs residentes do projeto e uma DJ convidada vão lotar a pista .
Com foco na formação e democratização do acesso, o Forró dos Ratos em Movimento 100% Vinil realiza ainda quatro oficinas de DJs e duas rodas de conversa sobre produção executiva e artística, com ênfase nas manifestações nordestinas. As atividades visam incentivar a autonomia de artistas e produtores independentes, ampliando o acesso ao conhecimento e estimulando novas iniciativas no campo cultural.
Reconhecido como uma das mais importantes manifestações culturais do Brasil, o forró tem origem no Nordeste e carrega em sua essência ritmos como baião, xote e xaxado, consolidando-se como expressão de identidade, convivência e resistência cultural. Popularizado por artistas como Luiz Gonzaga, o gênero ultrapassa a música e se estabelece como prática social que envolve dança, tradição oral e transmissão de saberes entre gerações. Nesse contexto, o projeto reforça o papel do forró como patrimônio cultural vivo, especialmente ao inseri-lo no ambiente urbano contemporâneo.
Ao adotar o vinil como linguagem e conceito, o Forró dos Ratos em Movimento propõe uma reconexão com a materialidade da música e com a memória sonora do gênero. O disco físico, além de preservar registros históricos, valoriza a curadoria musical e o papel do DJ como mediador cultural, em contraponto à lógica digital imediatista. Essa escolha orienta toda a estrutura do projeto, que inclui cinco apresentações musicais com DJs residentes do coletivo e convidados especiais, responsáveis por conduzir o público por narrativas sonoras que destacam a trajetória e o legado de grandes nomes do forró.
A motivação por trás do projeto está diretamente ligada à trajetória de seu idealizador, Ataliba, que destaca: “Comecei a trabalhar com o forró pelo amor ao mesmo, e pela carência de produção de forrós diferenciados, alternativos e em vinil.” Segundo ele, a escolha pelo formato não é apenas estética, mas responde a uma demanda real do público: “Por frequentar as festas de forró e conhecer os frequentadores, descobri que os forrozeiros dançarinos preferiam a discotecagem aos trios e bandas, pelo fato de ouvirem e dançarem as músicas que eram tocadas na discotecagem.”
O diferencial do projeto também nasce de outras vivências culturais. “Esse diferencial veio graças ao skate, onde já atuava como produtor de eventos. Através da vivência do skate e do centro de São Paulo desenvolvi essa identidade”, explica Ataliba. Sua relação com o forró, no entanto, é ainda mais antiga: “Desde criança, tive o prazer de conviver com amigos do meu pai que são nordestinos e donos de bar, onde sempre aconteciam shows e rodas de conversa de forró. Em meados de 1994, com cerca de 15 anos, comecei a frequentar os bailes.”
Para o idealizador, o projeto também cumpre um papel social e simbólico importante: “Espero elevar e valorizar essa cultura nordestina da discotecagem, que muitas vezes é marginalizada e sofre preconceito.”
Paralelamente, o projeto investe na produção de conteúdo audiovisual, com a criação de nove teasers para redes sociais, ampliando o alcance das ações e dialogando com diferentes públicos. A proposta também se expande para um formato de festival, integrando feira de artesanato, oficina de dança, oficina de Djs (forró), oficina de produção de forró, atividades musicais e ações formativas voltadas à economia criativa, economia solidária e cooperativismo cultural, contribuindo para o fortalecimento das cadeias produtivas da cultura popular.
Com foco na formação e democratização do acesso, o Forró dos Ratos em Movimento 100% Vinil realiza ainda quatro oficinas de DJs e duas rodas de conversa sobre produção executiva e artística, com ênfase nas manifestações nordestinas. As atividades visam incentivar a autonomia de artistas e produtores independentes, ampliando o acesso ao conhecimento e estimulando novas iniciativas no campo cultural.
Ao reafirmar a importância das políticas públicas de fomento, o projeto evidencia seu impacto na valorização e continuidade do forró como expressão cultural relevante no cenário contemporâneo. Aberto ao público, o Forró dos Ratos em Movimento 100% Vinil convida imprensa, formadores de opinião e interessados na cultura brasileira a acompanharem sua programação e vivenciarem uma experiência que conecta música, memória e coletividade.
O projeto foi contemplado pelo Programa Municipal de Fomento e Difusão do Forró – 5ª Edição, o projeto Forró dos Ratos em Movimento 100% e chega com uma proposta consistente de valorização, preservação e difusão da cultura do forró, articulando ações artísticas, formativas e de economia criativa. A iniciativa se destaca por resgatar o vinil como suporte central da experiência musical, promovendo uma escuta mais atenta e consciente, ao mesmo tempo em que fortalece a cena do forró na capital paulista.
PROGRAMAÇÃO:
LANÇAMENTO DA PROGRAMAÇÃO 2° EVENTO FORRÓ DOS RATOS EM MOVIMENTO 100% VINIL Casa de Cultura Butantã dia 06/06 , a partir das 13h | Entrada gratuita ( SYMPLA: link no perfil , pedimos por favor que retire o ingresso gratuito pelo sympla para termos uma contagem das oficinas e do forró)
13h – Produção Cultural com Ataliba & Luciana Monteiro 14h – Oficina de DJ com DJ Rata 15h – Oficina de Dança com Evandro Paz & Iris de Franco 16h – Início do Forró 100% VINIL Com o coletivo Forró dos Ratos: DJ Rata DJ How
DJ Ligia DJ Ricky 19h – DJ Discolada (convidado) Feira de artesanato + cultura + música + dança + vivência coletiva Um dia inteiro celebrando o forró em vinil, suas raízes e sua força na cidade de São Paulo!
O duo Primas, formado pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo, apresenta o show Bossa Nova e Brasileirices com Primas no dia 16, sexta- feira, na Cerrado Cervejaria. A apresentação é a estreia do projeto Toca da Bossa, uma cena cultural da bossa nova em Goiás. O repertório combina a bossa nova com samba-canção, MPB e jazz. As edições são produzidas pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo, que receberão convidados de excelência. O show intimista é direcionado aos apreciadores da boa música. No repertório estão músicas de Tom Jobim, João Donato, Caetano Veloso, Chico Buarque, entre outros. “Propor uma noite de bossa em 2026 é afirmar que esse repertório é contemporâneo, atual e sempre renovável”, afirma Míriam Veiga. Márcia Jácomo e Míriam Veiga são primas e, além de terem o trabalho individual, têm também o projeto Primas, no qual compartilham o palco da Toca na Bossa, com muita bossa, ritmo, sensibilidade e alegria. Na estreia, as cantoras estarão acompanhadas pelos músicos Luiz Alves (violão), Ney Quiñonero (guitarra), Luiz Sardinha (contrabaixo) e Jader Gomes (bateria).
Serviço Show: Bossa Nova e Brasileirices com Primas (Projeto Toca da Bossa) Cantoras: Duo Primas (Míriam Veiga e Márcia Jácomo) Local: Cerrado Cervejaria (Av. T-3, nº 2.456, Setor Bueno) Data: 16 de outubro, sexta-feira Horário: 20h30 Reservas de mesas: Míriam Veiga (99933-7340) Assessoria de imprensa: Ana Cláudia Rocha (99646-8070)
As cantoras
Márcia Jácomo e Míriam Veiga são cantoras e compositoras. Começaram suas carreiras na década de 1990, acompanhadas por renomados músicos da cena goiana e nacional, ao lado de Bororó Felipe, Marcelo Maia, Fred Valle, Luiz Chafin, dentre outros. As cantoras foram backing vocal da alemã Anne Higis em show feito em Goiânia. Fazem shows em Goiânia e algumas cidades do Estado de Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Brasília. Márcia Jácomo cantou muitos anos na Georgia (EUA), onde fez duo com o virtuoso violonista pernambucano Ednaldo Queiroz. Na Califórnia (EUA), cantou na banda Mais Bossa, reconhecida e aplaudida nos bares e teatros Californianos, acompanhada pelos músicos Marcos Silva, Alex Calatayud, Billy Larkin, Patrick Langham, Kevin Welch, Scott Thompson, Dave Ridnell, dentre outros (músicos reconhecidos na cena californiana). Fez participação especial em show de Mônica Salmaso, Guinga, Chico Pinheiro, Mauricio Zotarelli e outros em Cazadero California. Míriam Veiga apresentou seu trabalho em várias cidades da Itália e também em bares de Londres, acompanhada por músicos brasileiros atuantes na cena musical Londrina. Participou de festivais em Goiás, como Projeto Pixinguinha, Canto da Primavera, Canto de Ouro, dentre outros festivais. Cantou em três edições do carnaval de Diamantina, gravou o CD autoral A Cores, que está disponível nas plataformas digitais.
Entrevista / Míriam Veiga Em que consiste o projeto Toca da Bossa? O projeto Toca da Bossa é uma cena cultural da bossa nova em Goiás. Na Toca da Bossa, os apreciadores da bossa nova e da música que orbita o gênero — o samba-canção, a MPB, o jazz — se reúnem em um formato pensado para a intimidade característica da bossa: palco baixo, mesa próxima, luz quente, volume na medida, quantidade limitada de pessoas nas apresentações. Cada edição é conduzida pelo duo Primas, formado pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo. As artistas recebem músicos convidados de excelência. É a bossa como ela nasceu: intimista, ao vivo e a poucos centímetros do público. É importante destacar que a proposta é de um show de bossa em um local intimista, o que é diferente de um bar com música ao vivo. No projeto a bossa é a estrela principal que será apreciada na companhia de um bom vinho, drink ou cerveja, harmonizando com o cardápio do local. A proposta é que seja um ambiente para apreciadores da música.
Por que a escolha pela bossa nova? Porque a bossa nova é, possivelmente, um dos estilos musicais mais sofisticados que o Brasil já exportou — e continua viva quando alguém se dispõe a cantá-la, com respeito e com frescor. Ela nasceu de um jeito novo de tocar e cantar, virou língua universal e ainda hoje influencia a música popular e o pop no mundo inteiro. Propor uma noite de bossa em 2026 é afirmar que esse repertório é contemporâneo, atual e sempre renovável. Além disso, Goiás produz vários estilos musicais, como sertanejo, rock, MPB e também tem influência da bossa em sua produção musical.
Qual a ligação das cantoras com a bossa nova? A ligação é de ofício e de devoção. As duas cantoras construíram suas carreiras cantando o repertório brasileiro — e a bossa nova sempre foi a espinha dorsal dessa trajetória, pela exigência técnica que ela impõe: harmonia sofisticada, fraseado preciso e a arte de cantar em meia voz e ainda assim envolver uma sala inteira. A música é envolvente com letras inspiradoras e belas harmonias, que geram uma experiência leve e profunda para o público. Tom Jobim, César Camargo Mariano, Boca Livre, João Gilberto, Elis Regina, Toquinho e Vinícius de Moraes, além de outros cantores e compositores brasileiros, fazem parte da referência musical das Primas que sempre apreciaram este estilo musical.
A bossa nova é um estilo musical dos anos 1950 que sobrevive e tem muitos ouvintes. Qual a razão? O estilo foi desenhado para perdurar no tempo. A bossa nova nasceu com dois elementos que não passam de moda: harmonia sofisticada — emprestada do jazz — e melodia que parece conversa. Isso faz com que cada geração a redescubra: em playlists, em trilhas de filme, em releituras de artistas novos, além de fazer parte da memória afetiva de várias gerações. E há um outro fator decisivo: a bossa é feita para ser ouvida ao vivo, e um ambiente intimista combina muito bem com a sensibilidade da bossa nova. E é exatamente aí que a Toca da Bossa entra, para manter vivo esse movimento musical tão relevante no cenário cultural brasileiro, perpertuando a bossa para as novas gerações.
Quem são as inspirações? João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Nara Leão e Carlos Lyra — os pilares. E, na linha do protagonismo feminino que guia o duo, Elis Regina, Nara Leão, Miúcha, Joyce, Leila Pinheiro, Rosa Passos, mulheres que provaram que a sutileza da bossa cabe perfeitamente numa voz feminina à frente da cena.
No repertório vocês incluem alguma composição autoral? Sim, e esse é um dos diferenciais do projeto. Além dos clássicos consagrados do gênero e das releituras da MPB, a Toca da Bossa abre espaço para composições autorais das Primas e de outros convidados que participarão do projeto, sejam músicos ou cantores, colocando música nova lado a lado com o cânone. É a forma que encontramos de honrar a tradição e, ao mesmo tempo, alimentá-la: a bossa nova nasceu como música de jovens compositores, continuar compondo nesse universo é a melhor forma de homenageá-la, apresentando estilos musicais universais produzidos em Goiás, e provavelmente pouco conhecidos.
As apresentações serão sempre no mesmo local? Não, necessariamente. A Toca da Bossa poderá acontecer a cada temporada em um espaço pareceiro que seja acolhedor para o público, sempre nesse conceito intimisma que a bossa pede, com foco também no conforto do público em relação ao clima da cidade, acessibilidade e atendimento. Mas o espírito da Toca da Bossa é sempre o mesmo: espaço intimista, acústica boa e público sentado perto do palco. Assim, o projeto circula pela cena e leva a bossa a diferentes públicos e bairros.
Qual a periodicidade? Mensal, sempre com data divulgada com antecedência nos canais do projeto. A periodicidade fixa é intencional: cria um ritual, um encontro agendado de quem ama o gênero, e permite que o público acompanhe a série como quem coleciona as edições de uma coleção.
O duo terá convidados especiais no palco?
Sim. Esse é o coração do conceito: a cada edição, novos convidados sobem ao palco — instrumentistas e cantores de destaque da cena de Goiás e convidados de outras praças —, formando, noite a noite, um combo sempre novo. Nenhuma edição é igual à outra. O mesmo clássico ganha cor, instrumentação e humor diferentes a cada encontro. O público volta não só para ouvir a bossa, mas para descobrir quem vem. A primeira apresentação do dia 16 de outubro apresenta o show das Primas, acompanhadas pelo talento dos músicos Luiz Alves (violão), Ney Quiñoreo (guitarra), Luiz Sardinha (contrabaixo), Jader Gomes (bateria).
A formação da banda será sempre a mesma? Há uma base instrumental de referência — violão, contrabaixo, guitarra e percussão — que garante a identidade sonora e a segurança técnica do projeto. Mas, como os convidados mudam a cada edição, a formação se reinventa noite a noite: uma edição pode ser com um quinteto completo, outra com um trio mais cru e intimista. Essa plasticidade é proposital, mantém o público curioso e os músicos alertas, que é como a bossa nova gosta de ser tocada: no risco controlado do ao vivo.
Show de stand up comedy será realizado no dia 11 de outubro, às 18h, no Teatro PUC, com histórias sobre juventude, relacionamentos e situações do cotidiano. Os ingressos estão disponíveis no site Ingresso Digital
O Teatro PUC, em Goiânia, recebe no dia 11 de outubro, às 18h, o espetáculo “Altos e Baixo”, um show de stand up comedy que reúne os humoristas goianos Guilherme D’Lucca, Breno Castro e Seu Geraldo, personagem interpretado por Leonardo Gomes. A apresentação parte das experiências dos três artistas para transformar histórias da juventude, relacionamentos amorosos e situações do cotidiano em momentos de humor.
Os ingressos estão disponíveis no Ingresso Digital (https://ingressodigital.com/), com valores entre R$ 15 a R$ 70, de acordo com o setor escolhido na plateia e o tipo de ingresso (inteira, social ou meia).
A proposta do espetáculo nasceu da dinâmica entre três personalidades diferentes que, apesar das particularidades, encontram na amizade e no humor uma forma de contar histórias que fazem parte da vida de muita gente. No palco, os humoristas compartilham situações que, muitas vezes, parecem improváveis ou exclusivas de suas próprias trajetórias, mas que acabam despertando identificação no público.
Com diferentes estilos e perspectivas, Guilherme D’Lucca, Breno Castro e Seu Geraldo conduzem a apresentação a partir de experiências pessoais e observações sobre o dia a dia. As histórias abordam temas como juventude, relações amorosas e os percalços da vida adulta, sempre com espaço para improviso e situações inesperadas.
O nome “Altos e Baixo” também resume a mensagem central do espetáculo: a vida é marcada por momentos bons e difíceis, mas o bom humor pode ser uma maneira de atravessar os acontecimentos do cotidiano. A apresentação busca transformar essas experiências em uma noite de diversão, aproximando os artistas do público por meio de histórias com as quais diferentes pessoas podem se identificar.
SERVIÇO:
Espetáculo Altos e Baixo em Goiânia
Data: 11 de outubro
Horário: 18h
Local: Teatro PUC (Avenida Fued José Sebba, Quadra A 16 1184, Goiânia)
Evento acontece nesta segunda-feira (12), no Tatu Bola, com apresentação inspirada no universo do K-pop, recreação e brinquedos; crianças de até 10 anos têm entrada gratuita
As Guerreiras do K-Pop serão uma das atrações de uma programação especial de Dia das Crianças em Goiânia nesta segunda-feira (12). O evento acontece no Tatu Bola Goiânia, das 10h30 às 18h30, com brinquedos e atividades recreativas voltadas ao público infantil.
A apresentação das Guerreiras do K-Pop está marcada para as 11h45 e leva ao espaço referências da música e da cultura pop coreana, universo que ganhou espaço entre crianças e adolescentes.
Além do espetáculo, a programação terá recreação e brinquedos disponíveis ao longo do dia, oferecendo uma opção para pais que procuram atividades para aproveitar o feriado com os filhos.
As atividades começam às 10h30 e seguem até as 18h30. Crianças de 0 a 10 anos têm entrada gratuita. Para crianças de 11 a 14 anos, o ingresso custa R$ 15. A partir dos 15 anos, o valor é de R$ 25.
Serviço – Dia das Crianças no Tatu Bola Goiânia Data: segunda-feira, 12 de outubro Horário: das 10h30 às 18h30 Local: Tatu Bola Goiânia Endereço: Av. Cel. Eugênio Jardim, 184, Setor Marista – Goiânia Programação: recreação, brinquedos e Guerreiras do K-Pop às 11h45 Ingressos: crianças de 0 a 10 anos – entrada gratuita | de 11 a 14 anos – R$ 15 | a partir de 15 anos – R$ 25 @tatubola.goiania —