O duo Primas, formado pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo, apresenta o show Bossa Nova e Brasileirices com Primas no dia 16, sexta- feira, na Cerrado Cervejaria. A apresentação é a estreia do projeto Toca da Bossa, uma cena cultural da bossa nova em Goiás. O repertório combina a bossa nova com samba-canção, MPB e jazz. As edições são produzidas pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo, que receberão convidados de excelência. O show intimista é direcionado aos apreciadores da boa música. No repertório estão músicas de Tom Jobim, João Donato, Caetano Veloso, Chico Buarque, entre outros. “Propor uma noite de bossa em 2026 é afirmar que esse repertório é contemporâneo, atual e sempre renovável”, afirma Míriam Veiga. Márcia Jácomo e Míriam Veiga são primas e, além de terem o trabalho individual, têm também o projeto Primas, no qual compartilham o palco da Toca na Bossa, com muita bossa, ritmo, sensibilidade e alegria. Na estreia, as cantoras estarão acompanhadas pelos músicos Luiz Alves (violão), Ney Quiñonero (guitarra), Luiz Sardinha (contrabaixo) e Jader Gomes (bateria).
Serviço Show: Bossa Nova e Brasileirices com Primas (Projeto Toca da Bossa) Cantoras: Duo Primas (Míriam Veiga e Márcia Jácomo) Local: Cerrado Cervejaria (Av. T-3, nº 2.456, Setor Bueno) Data: 16 de outubro, sexta-feira Horário: 20h30 Reservas de mesas: Míriam Veiga (99933-7340) Assessoria de imprensa: Ana Cláudia Rocha (99646-8070)
As cantoras
Márcia Jácomo e Míriam Veiga são cantoras e compositoras. Começaram suas carreiras na década de 1990, acompanhadas por renomados músicos da cena goiana e nacional, ao lado de Bororó Felipe, Marcelo Maia, Fred Valle, Luiz Chafin, dentre outros. As cantoras foram backing vocal da alemã Anne Higis em show feito em Goiânia. Fazem shows em Goiânia e algumas cidades do Estado de Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Brasília. Márcia Jácomo cantou muitos anos na Georgia (EUA), onde fez duo com o virtuoso violonista pernambucano Ednaldo Queiroz. Na Califórnia (EUA), cantou na banda Mais Bossa, reconhecida e aplaudida nos bares e teatros Californianos, acompanhada pelos músicos Marcos Silva, Alex Calatayud, Billy Larkin, Patrick Langham, Kevin Welch, Scott Thompson, Dave Ridnell, dentre outros (músicos reconhecidos na cena californiana). Fez participação especial em show de Mônica Salmaso, Guinga, Chico Pinheiro, Mauricio Zotarelli e outros em Cazadero California. Míriam Veiga apresentou seu trabalho em várias cidades da Itália e também em bares de Londres, acompanhada por músicos brasileiros atuantes na cena musical Londrina. Participou de festivais em Goiás, como Projeto Pixinguinha, Canto da Primavera, Canto de Ouro, dentre outros festivais. Cantou em três edições do carnaval de Diamantina, gravou o CD autoral A Cores, que está disponível nas plataformas digitais.
Entrevista / Míriam Veiga Em que consiste o projeto Toca da Bossa? O projeto Toca da Bossa é uma cena cultural da bossa nova em Goiás. Na Toca da Bossa, os apreciadores da bossa nova e da música que orbita o gênero — o samba-canção, a MPB, o jazz — se reúnem em um formato pensado para a intimidade característica da bossa: palco baixo, mesa próxima, luz quente, volume na medida, quantidade limitada de pessoas nas apresentações. Cada edição é conduzida pelo duo Primas, formado pelas cantoras Míriam Veiga e Márcia Jácomo. As artistas recebem músicos convidados de excelência. É a bossa como ela nasceu: intimista, ao vivo e a poucos centímetros do público. É importante destacar que a proposta é de um show de bossa em um local intimista, o que é diferente de um bar com música ao vivo. No projeto a bossa é a estrela principal que será apreciada na companhia de um bom vinho, drink ou cerveja, harmonizando com o cardápio do local. A proposta é que seja um ambiente para apreciadores da música.
Por que a escolha pela bossa nova? Porque a bossa nova é, possivelmente, um dos estilos musicais mais sofisticados que o Brasil já exportou — e continua viva quando alguém se dispõe a cantá-la, com respeito e com frescor. Ela nasceu de um jeito novo de tocar e cantar, virou língua universal e ainda hoje influencia a música popular e o pop no mundo inteiro. Propor uma noite de bossa em 2026 é afirmar que esse repertório é contemporâneo, atual e sempre renovável. Além disso, Goiás produz vários estilos musicais, como sertanejo, rock, MPB e também tem influência da bossa em sua produção musical.
Qual a ligação das cantoras com a bossa nova? A ligação é de ofício e de devoção. As duas cantoras construíram suas carreiras cantando o repertório brasileiro — e a bossa nova sempre foi a espinha dorsal dessa trajetória, pela exigência técnica que ela impõe: harmonia sofisticada, fraseado preciso e a arte de cantar em meia voz e ainda assim envolver uma sala inteira. A música é envolvente com letras inspiradoras e belas harmonias, que geram uma experiência leve e profunda para o público. Tom Jobim, César Camargo Mariano, Boca Livre, João Gilberto, Elis Regina, Toquinho e Vinícius de Moraes, além de outros cantores e compositores brasileiros, fazem parte da referência musical das Primas que sempre apreciaram este estilo musical.
A bossa nova é um estilo musical dos anos 1950 que sobrevive e tem muitos ouvintes. Qual a razão? O estilo foi desenhado para perdurar no tempo. A bossa nova nasceu com dois elementos que não passam de moda: harmonia sofisticada — emprestada do jazz — e melodia que parece conversa. Isso faz com que cada geração a redescubra: em playlists, em trilhas de filme, em releituras de artistas novos, além de fazer parte da memória afetiva de várias gerações. E há um outro fator decisivo: a bossa é feita para ser ouvida ao vivo, e um ambiente intimista combina muito bem com a sensibilidade da bossa nova. E é exatamente aí que a Toca da Bossa entra, para manter vivo esse movimento musical tão relevante no cenário cultural brasileiro, perpertuando a bossa para as novas gerações.
Quem são as inspirações? João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Nara Leão e Carlos Lyra — os pilares. E, na linha do protagonismo feminino que guia o duo, Elis Regina, Nara Leão, Miúcha, Joyce, Leila Pinheiro, Rosa Passos, mulheres que provaram que a sutileza da bossa cabe perfeitamente numa voz feminina à frente da cena.
No repertório vocês incluem alguma composição autoral? Sim, e esse é um dos diferenciais do projeto. Além dos clássicos consagrados do gênero e das releituras da MPB, a Toca da Bossa abre espaço para composições autorais das Primas e de outros convidados que participarão do projeto, sejam músicos ou cantores, colocando música nova lado a lado com o cânone. É a forma que encontramos de honrar a tradição e, ao mesmo tempo, alimentá-la: a bossa nova nasceu como música de jovens compositores, continuar compondo nesse universo é a melhor forma de homenageá-la, apresentando estilos musicais universais produzidos em Goiás, e provavelmente pouco conhecidos.
As apresentações serão sempre no mesmo local? Não, necessariamente. A Toca da Bossa poderá acontecer a cada temporada em um espaço pareceiro que seja acolhedor para o público, sempre nesse conceito intimisma que a bossa pede, com foco também no conforto do público em relação ao clima da cidade, acessibilidade e atendimento. Mas o espírito da Toca da Bossa é sempre o mesmo: espaço intimista, acústica boa e público sentado perto do palco. Assim, o projeto circula pela cena e leva a bossa a diferentes públicos e bairros.
Qual a periodicidade? Mensal, sempre com data divulgada com antecedência nos canais do projeto. A periodicidade fixa é intencional: cria um ritual, um encontro agendado de quem ama o gênero, e permite que o público acompanhe a série como quem coleciona as edições de uma coleção.
O duo terá convidados especiais no palco?
Sim. Esse é o coração do conceito: a cada edição, novos convidados sobem ao palco — instrumentistas e cantores de destaque da cena de Goiás e convidados de outras praças —, formando, noite a noite, um combo sempre novo. Nenhuma edição é igual à outra. O mesmo clássico ganha cor, instrumentação e humor diferentes a cada encontro. O público volta não só para ouvir a bossa, mas para descobrir quem vem. A primeira apresentação do dia 16 de outubro apresenta o show das Primas, acompanhadas pelo talento dos músicos Luiz Alves (violão), Ney Quiñoreo (guitarra), Luiz Sardinha (contrabaixo), Jader Gomes (bateria).
A formação da banda será sempre a mesma? Há uma base instrumental de referência — violão, contrabaixo, guitarra e percussão — que garante a identidade sonora e a segurança técnica do projeto. Mas, como os convidados mudam a cada edição, a formação se reinventa noite a noite: uma edição pode ser com um quinteto completo, outra com um trio mais cru e intimista. Essa plasticidade é proposital, mantém o público curioso e os músicos alertas, que é como a bossa nova gosta de ser tocada: no risco controlado do ao vivo.
Ação será realizada no dia 10 de outubro e terá atividades interativas e entrega de kit especial para as crianças
Em alusão ao Dia das Crianças, o Grupo Saga promove, no dia 10 de outubro, uma ação especial em todas as suas concessionárias em território nacional – Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais e Rondônia. A partir das 9h, as lojas receberão oficinas interativas voltadas ao público infantil, com atividades definidas de acordo com cada unidade, além da entrega do kit “Meu Primeiro Saga” para as crianças participantes.
Kit que será entregue às crianças (Créditos – Divulgação Grupo Saga)
A iniciativa terá a mesma proposta em todas as praças, mas com ativações lúdicas adaptadas por cada concessionária e relacionadas ao conteúdo do kit – desenvolvido especialmente para a ocasião. O “Meu Primeiro Saga” reúne uma CNH personalizada infantil, cartela de adesivos, chaveiro, sacola personalizada e um livro institucional da Saga com atividades interativas e origamis. A intenção é proporcionar às crianças uma experiência de interação e diversão durante a visita às concessionárias.
A participação é gratuita, mas mediante agendamento prévio. Os clientes interessados devem entrar em contato diretamente com a concessionária de sua preferência para consultar a programação e reservar a visita.
No local, o público encontra produtos essenciais para o dia a dia e para diferentes fases, da gestação à primeira infância, como roupas, calçados, acessórios, móveis e outros itens. Entre os destaques estão bodies a partir de R$ 1,99.
Outro ponto alto desta edição é a ação de vacinação promovida pela Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia na quarta (7) e na quinta-feira (8), das 14h às 17h, dentro do evento. O público terá acesso gratuito às vacinas dTpa, VSR, Covid-19, Influenza, dT e Hepatite B.
A Feira da Gestante está localizada no Piso 1 do Shopping Cerrado, próximo ao Vapt Vupt. O funcionamento é de quarta a sexta-feira, das 14h às 21h; no sábado, das 11h às 21h; no domingo, das 13h às 20h; e na segunda-feira, das 14h às 19h.
A entrada é gratuita, mas a organização recomenda a inscrição antecipada pelo site feiradagestante.com, inclusive para garantir a participação em sorteios e ações especiais. O cadastro também pode ser feito no local do evento.
SERVIÇO Feira da Gestante Datas: 7 a 12 de outubro de 2026 Horários: quarta (7) a sexta-feira (9), das 14h às 21h; sábado (10), das 11h às 21h; domingo (11), das 13h às 20h; segunda-feira (12), das 14h às 19h Local: Shopping Cerrado (Piso 1, próximo ao Vapt Vupt) – Avenida Anhanguera, nº 10.790, Setor Aeroviário, Goiânia (GO) Mais informações:https://feiradagestante.com/ e instagram @feiradagestante.goiania Entrada gratuita
Com olhar para a conexão e a vida a dois, “O que pode dar errado na cama?” será apresentado no dia 23 de outubro, no Teatro Rio Vermelho
Situações divertidas, momentos embaraçosos e histórias que fazem parte da intimidade e da convivência de um casal são o ponto de partida do espetáculo “O que pode dar errado na cama?”, que chega a Goiânia neste mês de outubro. A comédia estrelada por Cátia Damasceno será apresentada no dia 23, no Teatro Rio Vermelho. Conhecida por abordar sexualidade, relacionamentos e bem-estar íntimo de forma direta e bem-humorada, Cátia leva essas conversas para o palco em uma apresentação de 90 minutos voltada ao público adulto.
Apesar do título e da presença da sexualidade como um dos assuntos do espetáculo, a apresentação não se limita ao que acontece na cama. Relacionamento, respeito, cumplicidade e conexão entre os casais também aparecem ao longo do show, que intercala momentos de humor com reflexões sobre a vida a dois.
Em “O que pode dar errado na cama?”, Cátia combina sua experiência profissional com histórias e situações que aproximam o conteúdo da realidade do público. A proposta é fazer rir de episódios comuns dos relacionamentos, mas também estimular conversas sobre comunicação, intimidade e os vínculos construídos entre os parceiros.
O espetáculo também costuma atrair mulheres que vão acompanhadas por amigas, além dos casais. Ao longo da apresentação, o humor dá espaço a momentos mais sensíveis, especialmente quando o assunto passa pela importância da conexão e do respeito dentro dos relacionamentos.
Fisioterapeuta de formação, especializada em uroginecologia e ginástica íntima, Cátia Damasceno tornou-se conhecida nacionalmente pelo trabalho de educação e comunicação sobre sexualidade feminina, relacionamentos e bem-estar íntimo.
A especialista também mantém presença nas plataformas digitais, onde seus conteúdos acumulam mais de 1 bilhão de visualizações, além de participações em programas de televisão e podcasts.
A apresentação em Goiânia acontece no dia 23 de outubro, no Teatro Rio Vermelho, e tem classificação indicativa de 18 anos. Os ingressos já estão disponíveis pela Sympla.
Serviço: “O que pode dar errado na cama?” – Cátia Damasceno Data: 23 de outubro Local: Teatro Rio Vermelho – Goiânia Duração: 90 minutos Classificação: 18 anos Ingressos: Sympla @catiadamasceno | @catiadamascenoteatro