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História de amor, fé e coragem marca jornada de casal homoafetivo rumo à paternidade.

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pós mais de um ano de processo médico e burocrático, casal realiza sonho de ter filha por meio de barriga solidária e emociona com trajetória construída com apoio da família.

A espera por Helena representa mais do que a chegada de uma filha: simboliza a realização de um projeto de vida construído com planejamento, fé e escolhas conscientes.

Em Goiânia, o casal Acassio Fernandes e Wederson Vianna encontrou na barriga solidária o caminho para realizar o sonho da paternidade, um processo que envolveu mais de um ano entre etapas médicas, burocráticas e emocionais.

No Brasil, a gestação por substituição, conhecida como barriga solidária, é regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e só pode ocorrer sem fins lucrativos e com vínculo familiar entre a gestante e os futuros pais.

Apesar de ser permitida, a prática ainda é considerada pouco comum no país, principalmente devido às exigências legais e ao alto custo dos procedimentos de reprodução assistida.

Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostram que o número de ciclos de fertilização in vitro (FIV) no Brasil cresce a cada ano, ultrapassando 40 mil procedimentos anuais.

O dado reforça o aumento da busca por alternativas para a parentalidade, inclusive entre casais homoafetivos.

A gestação de Helena está sendo realizada por Graziele, prima de Acassio, seguindo todas as normas estabelecidas.

A decisão foi construída com diálogo, responsabilidade e alinhamento entre todos os envolvidos.

“Foi um gesto de amor que não tem explicação.

Quando ela se ofereceu, foi como receber uma resposta direta de Deus”, afirma Wederson.

O processo incluiu fertilização in vitro (FIV), com óvulos adquiridos no exterior e acompanhamento especializado em reprodução assistida.

Ao todo, foram cerca de 13 meses de preparação e tratamento até a confirmação da gestação, que aconteceu em uma data simbólica: 24 de dezembro.

“Foi indescritível. Um momento de lágrimas, alívio e uma felicidade que não cabe em palavras”, afirma Acassio.

Uma história que começou em meio às incertezas.

Antes da chegada de Helena, a história do casal já era marcada por encontros significativos.

Acassio e Wederson se conheceram em um período delicado da vida de ambos, em meio a incertezas e desafios pessoais.

Nosso encontro foi como um cuidado de Deus.

Onde havia dúvida, nasceu propósito”, lembra Wederson.

Juntos há cinco anos e casados há dois anos e meio, os dois construíram uma relação baseada em parceria, amadurecimento e escolhas conscientes. O desejo de ter um filho ganhou força especialmente a partir da convivência com Ana Júlia, filha de Acassio, hoje com 15 anos.

“Foi vendo o Acassio como pai que nasceu em mim o desejo de também viver isso”, conta Wederson.

Um caminho de espera, fé e conquistas

Apesar dos desafios naturais do processo, o casal teve êxito logo na primeira tentativa de fertilização, o que tornou a experiência ainda mais marcante.

Atualmente, Helena está com cerca de cinco meses de gestação, e o nascimento é esperado para setembro de 2026.

O chá revelação, realizado no dia 7 de março, em Goiânia, reuniu cerca de 130 pessoas e marcou outro momento inesquecível da jornada.

Foi ali que os dois descobriram que esperavam uma menina. “Foi uma explosão de emoção.

Quando ouvimos Helena, nosso coração transbordou”, afirma Acassio.*Helena: luz antes mesmo de nascer

O nome escolhido carrega um significado especial: Helena significa luz. Para os pais, ela já cumpre esse papel antes mesmo de chegar ao mundo.

“Ela já iluminou nossas vidas. É também uma homenagem a uma amiga muito querida”, afirma Wederson.

Mais do que grandes conquistas, o casal afirma que deseja viver a simplicidade da paternidade.

“Queremos viver o extraordinário dentro do simples: o colo, o sorriso, os primeiros passos”, afirma Acassio.

*Representatividade e novos caminhos para formar família

A história de Acassio e Wederson também reflete uma transformação social mais ampla.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o número de casais homoafetivos no Brasil vem crescendo de forma consistente, ampliando as diferentes configurações familiares no país.

Além disso, decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecem, desde 2011, a união homoafetiva como entidade familiar, garantindo direitos e ampliando as possibilidades de constituição de família, seja por adoção ou por meio de técnicas de reprodução assistida.

Mesmo com esses avanços, especialistas apontam que o acesso a essas tecnologias ainda é restrito a uma parcela da população, principalmente devido aos custos elevados e à necessidade de acompanhamento médico especializado.Para o casal, a mensagem é clara.

“Nunca desistam.

O caminho pode ser diferente, mas quando é guiado por amor e fé, ele sempre encontra um jeito de acontecer”, afirma Wederson.

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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Brilharam

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A designer gráfica Jessica Moreira, a gerente de marketing Emylia Chaveiro e a auxiliar administrativo Larissa Geovanna brilharam na organização do coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre. O condomínio horizontal é mais um empreendimento da Emisa Incorporadora entregue em Anápolis. 

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Duas gerações

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Os sócios e diretores da Emisa Incorporadora, Juliano Santos e Amador Santos (pai e filho); João Emídio e Guilherme Emídio (também pai e filho) foram os grandes anfitriões de um coquetel, que marcou a entrega oficial do Condomínio Vivre, em Anápolis. Juliano e Guilherme dão seguimento à bem sucedida trajetória empresarial de seus pais, à frente da Emisa, incorporadora que no próximo ano completará 50 anos de fundação.

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Tecnologia utilizada por Kim Kardashian chega ao Brasil

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Nova geração de radiofrequência alcança camadas profundas da pele e ganha espaço entre pacientes que buscam rejuvenescimento com resultados naturais

A busca por procedimentos estéticos capazes de oferecer resultados cada vez mais naturais tem impulsionado uma nova geração de tecnologias voltadas ao estímulo de colágeno. A mais recente delas é o XERF, equipamento que vem ganhando destaque internacional por atuar em camadas profundas da pele sem a necessidade de cirurgia.

A tecnologia ganhou repercussão nos Estados Unidos após ser utilizada por celebridades como Kim Kardashian e agora começa a chegar ao mercado brasileiro, acompanhando uma tendência global de tratamentos minimamente invasivos focados na regeneração dos tecidos. E já sendo incluída na rotina de cuidados de personalidades como Silvia Braz.

Considerado uma evolução das radiofrequências convencionais, o XERF utiliza duas frequências simultâneas que permitem atingir diferentes profundidades da pele, chegando ao SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial), estrutura responsável pela sustentação facial e tradicionalmente associada aos resultados obtidos em cirurgias de lifting.

Na prática, o equipamento funciona como um estimulador tecnológico de colágeno. Por meio do aquecimento controlado dos tecidos, promove a contração das fibras existentes e estimula a produção de novas fibras de sustentação ao longo dos meses seguintes ao procedimento.

Segundo o dermatologista Dr. Bones, um dos primeiros médicos do Brasil a investir na tecnologia, o crescimento da procura por tratamentos desse tipo reflete uma mudança de comportamento dos pacientes.

“Hoje existe uma busca muito maior por procedimentos que preservem a identidade facial. As pessoas querem envelhecer bem, mas sem transformar seus traços. As novas tecnologias surgem justamente para estimular mecanismos naturais do organismo e melhorar a qualidade da pele de forma progressiva”, explica.

A chegada do XERF ao Brasil acompanha um movimento global: a procura por procedimentos que estimulem os mecanismos naturais do organismo vem crescendo, enquanto os tratamentos excessivamente volumizadores perdem espaço. 

O equipamento não substitui a cirurgia em casos avançados, mas abre uma nova possibilidade para pacientes que desejam adiar intervenções mais invasivas ou potencializar resultados já conquistados.

Para o Dr. Bones, o futuro do rejuvenescimento não está em transformar a aparência, mas em estimular inteligentemente o que o corpo já sabe fazer.

Embora não substitua a cirurgia plástica em casos avançados de flacidez, o XERF surge como alternativa para pacientes que ainda não possuem indicação cirúrgica, desejam adiar intervenções mais invasivas ou buscam potencializar resultados já conquistados.

A expectativa do setor é que a tecnologia se torne uma das principais apostas da medicina estética nos próximos anos, impulsionada pela crescente demanda por tratamentos que combinem inovação, segurança e naturalidade.

Felipe Fernandes

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