Nubia Inocencio, gerente de Operação do Refúgio Grand Premium; Karla Pazelli, analista de Cultura Organizacional Sr; Daniella Rodrigues, analista de Comunicação e Eventos Internos; Laini de Melo, gerente geral de Talentos Humanos; Vanessa Cruvinel, gerente de Talentos Humanos; Bruna Apolinário, diretora de Fidelização de Cliente; e Ricardo Paixão, gerente de Entretenimento e Lazer
A Aviva, plataforma de viagens e entretenimento detentora do Rio Quente Resorts, do Hot Park e da Costa do Sauípe, conquistou o 2º lugar no ranking GPTW Centro-Oeste 2026, iniciativa regional do Great Place to Work que destaca as melhores empresas para trabalhar na região. O resultado, anunciado durante evento realizado no dia 25 de maio, representa um avanço de quatro posições em relação a 2025, quando a companhia figurou em 6º lugar, e marca o 15º reconhecimento consecutivo da Aviva no ranking regional.
A premiação regional reconhece empresas localizadas em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, a partir de critérios que consideram a certificação GPTW, a percepção das pessoas colaboradoras sobre o ambiente de trabalho e as práticas culturais das organizações. Em 2025, além do reconhecimento regional, a Aviva foi reconhecida entre as 100 melhores empresas para trabalhar no Brasil, na categoria Grandes Empresas, e figurou entre as melhores da Bahia, ampliando sua presença em rankings que valorizam ambientes corporativos saudáveis, colaborativos e orientados ao desenvolvimento.
Para Laini Melo, gerente geral de Talentos Humanos da Aviva, a conquista reflete a evolução contínua da empresa na agenda de pessoas. “Receber novamente o reconhecimento do GPTW é motivo de muito orgulho, porque reflete a confiança das nossas pessoas e o trabalho contínuo para construir um ambiente de desenvolvimento, pertencimento e cuidado genuíno. Esse resultado também nos mostra que cultura não é algo estático e precisa se modernizar conforme os novos contextos de trabalho e as transformações do mercado”, afirma.
A executiva também destaca que essa evolução passa por novas frentes de cuidado, comunicação e tecnologia. “Hoje, estamos estruturando uma nova narrativa para a frente de Pessoas, com iniciativas como uma plataforma voltada ao público interno, a frente de inteligência artificial Vivi, que funciona como um suporte para as pessoas associadas tirarem dúvidas de seu dia a dia, e o investimento em automação e soluções internas que nos ajudem a nos comunicar melhor com todos os times. Também temos fortalecido programas como o Se Cuida, voltado ao cuidado integral com a saúde, considerando corpo e mente. Queremos que cada pessoa associada se sinta informada, escutada, cuidada e parte da evolução da Aviva. Afinal, fazemos famílias felizes, inclusive a nossa”, completa.
A fala da porta-voz reforça uma agenda da Aviva que combina cuidado, tecnologia e comunicação interna para ampliar a conexão com seus públicos internos, especialmente considerando a dinâmica de uma operação diversa, distribuída entre destinos, parques, áreas corporativas e equipes de atendimento. Entre as iniciativas em desenvolvimento, estão uma nova plataforma e aplicativo voltados às pessoas associadas, que concentrará as comunicações internas para além de plataformas como e-mail, além de soluções pensadas para facilitar o acesso à informação, aprimorar fluxos internos e fortalecer canais de comunicação, escuta e integração.
O reconhecimento oferecido pela premiação reforça o papel das pessoas como parte central da estratégia da companhia, que trabalha diariamente para transformar a experiência de milhões de visitantes por ano em seus destinos. Com uma atuação integrada entre hospitalidade, gastronomia, lazer e entretenimento, a Aviva segue avançando em iniciativas que fortalecem sua cultura e sustentam seu propósito de fazer famílias felizes em paraísos integrados à natureza.
Diferença entre o perfil buscado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes disponíveis será tema de encontro gratuito na UNIALFA nesta quinta-feira.
Mais de 32 mil pessoas estão habilitadas para adotar no Brasil, enquanto mais de 6 mil crianças e adolescentes aguardam uma família.
A diferença entre os números chama atenção, mas revela uma realidade mais complexa do que uma simples fila de espera.
Dados atuais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que o encontro entre pretendentes e crianças disponíveis depende de fatores como idade, condições de saúde, existência de grupos de irmãos e o perfil indicado por quem pretende adotar.
A discussão estará no centro de um encontro gratuito promovido pela Escola de Direito da UNIALFA nesta quinta-feira (22), em Goiânia.
Idade ainda é um dos principais desencontros*Um dos maiores obstáculos está na diferença entre a idade procurada pelos pretendentes e a das crianças que aguardam adoção.
Levantamento do CNJ mostrou que 70,4% das crianças e adolescentes disponíveis tinham entre 8 e 18 anos, enquanto a maior parte dos pretendentes manifestava preferência por crianças mais novas.
O próprio CNJ aponta que crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades específicas de saúde estão entre aquelas que enfrentam maior dificuldade para encontrar uma família.
Quem pode adotar
A legislação brasileira permite que pessoas maiores de 18 anos se habilitem para adoção, independentemente do estado civil, desde que exista diferença mínima de 16 anos entre adotante e adotado.
O processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude da região onde reside o pretendente.
O Sistema Nacional de Adoção também reconhece diferentes configurações familiares, incluindo famílias formadas por mãe ou pai solo, casais heterossexuais e casais homoafetivos.
Debate sobre discriminação
Além das características das crianças e adolescentes, o encontro promovido pela UNIALFA pretende discutir preconceitos relacionados às diferentes configurações familiares.
Neste ano, a instituição e o Tribunal de Justiça de Goiás estabeleceram uma cooperação para produzir material informativo destinado a pessoas e casais LGBTQIAPN+ interessados em adoção.
A iniciativa busca ampliar o acesso a informações sobre direitos, procedimentos e garantias relacionados ao processo adotivo.
Palestra ocorre nesta quinta-feira
A palestra “Adoção e o direito à não discriminação” será realizada às 9h, no Auditório Maria Dilda, na UNIALFA.
O encontro também marcará o lançamento da cartilha “Família, no plural”.
O convidado será Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.
A proposta é discutir adoção, diversidade familiar, igualdade de direitos e o papel das instituições na garantia da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.
Autoridades participam
Também estão confirmados o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim; a juíza Célia Regina Lara, coordenadora-geral da Infância e da Juventude; a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza; o juiz Vitor Barros Mouro; a juíza Luana Cavalcante de Freitas; e o procurador do Trabalho Tiago Ranieri de Oliveira.
O evento é gratuito, aberto à comunidade e dará certificado de cinco horas aos participantes.
Serviço
Palestra:
Adoção e o direito à não discriminação
Data: 22 de outubro de 2026
Horário: 9h
Local: Auditório Maria Dilda – UNIALFA
Atividade: palestra e lançamento da cartilha “Família, no plural”
Participação: gratuita e aberta à comunidade
Certificado: 5 horas
Inscrições: Instagram da UNIALFA – @unialfa
Legenda: Encontro na UNIALFA vai discutir adoção, diversidade familiar e o direito à não discriminação.
Endocrinologista pediátrica, Marília Barbosa explica por que o cuidado precisa considerar a idade, o desenvolvimento e a saúde emocional da criança.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou suas primeiras diretrizes globais para o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes.
Divulgadas em 7 de outubro, as recomendações orientam profissionais e sistemas de saúde a oferecer um cuidado integrado, individualizado e baseado em evidências para uma doença crônica que pode comprometer a saúde física e emocional desde os primeiros anos de vida.
O documento chega em um cenário preocupante: em 2024, cerca de 400 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com sobrepeso no mundo, incluindo 170 milhões com obesidade.
A prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%, segundo estimativas da organização.
Para a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, a publicação representa um avanço importante ao reforçar a necessidade de reconhecer a obesidade infantil como uma condição que exige avaliação clínica e acompanhamento contínuo.
“A obesidade na infância precisa ser abordada com seriedade, mas também com acolhimento. Estamos falando de uma doença multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, genéticos, comportamentais e ambientais.
Por isso, o cuidado deve considerar a realidade da criança e de sua família, sem culpabilizar ou estigmatizar”, explica.
Entre as principais recomendações da OMS está a adoção de intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento.
Essas estratégias podem ser realizadas individualmente ou em programas que integrem diferentes abordagens, com participação dos pais ou responsáveis.
A organização também estabelece limites para outras modalidades de tratamento conforme a idade. Para crianças de até 9 anos, não recomenda o uso de medicamentos para tratar a obesidade ou dispositivos destinados à perda de peso.
Já entre adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados podem ser considerados em situações específicas, quando um programa estruturado e supervisionado de mudanças no estilo de vida não apresenta os resultados esperados.
As diretrizes ressaltam que medicamentos e procedimentos não substituem o cuidado abrangente.
A base do tratamento continua sendo o acompanhamento que favoreça mudanças sustentáveis na alimentação, na atividade física e nos hábitos cotidianos.
Não existe uma única estratégia que funcione da mesma maneira para todas as crianças.
O plano de cuidado precisa levar em conta a idade, a trajetória de crescimento, as condições clínicas, a rotina familiar e os aspectos emocionais.
O objetivo é melhorar a saúde e a qualidade de vida, respeitando o desenvolvimento de cada paciente”, afirma Marília.
PrevençãoNo Brasil, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), referentes a 2024, mostram a presença expressiva de alimentos ultraprocessados na alimentação das pessoas acompanhadas pelo sistema.
O consumo foi registrado em 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes monitorados. Para a endocrinologista, o ambiente em que a criança vive tem influência direta sobre a construção dos hábitos alimentares e da rotina de movimento.
“A prevenção começa nas oportunidades que a criança tem no dia a dia: acesso a alimentos variados, refeições organizadas, brincadeiras, atividade física, sono adequado e participação da família.
Essas condições precisam ser construídas de forma realista, sem a expectativa de uma rotina perfeita”, destaca. As diretrizes da OMS também chamam a atenção para a necessidade de considerar a saúde mental no acompanhamento da obesidade.
Crianças e adolescentes podem enfrentar bullying, discriminação, baixa autoestima e sofrimento emocional, fatores que precisam ser reconhecidos pelos profissionais de saúde.
Segundo Marília, a maneira como adultos e profissionais abordam o peso pode influenciar a relação da criança com o próprio corpo e com a alimentação. “Comentários constrangedores, comparações e cobranças excessivas podem aumentar o sofrimento e dificultar a adesão ao cuidado.
É fundamental que a criança se sinta acolhida e que a família receba orientação para participar do tratamento de maneira positiva”, explica.
A especialista reforça que o acompanhamento pediátrico permite avaliar o crescimento e o desenvolvimento ao longo do tempo, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, uma abordagem terapêutica adequada.
O cuidado precoce pode contribuir para reduzir complicações associadas à obesidade, entre elas alterações metabólicas, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
A publicação das primeiras diretrizes globais da OMS amplia a discussão sobre a necessidade de políticas públicas e serviços de saúde preparados para atender crianças e adolescentes com obesidade.
“O desafio é transformar as recomendações em acesso efetivo a um cuidado contínuo, individualizado e livre de estigmas”, sublinha a endocrinologista.
A empresária Genesi Bueno comemorou seu aniversário na terça-feira (06.10), recebendo um seleto grupo de amigos em sua residência.
Em clima de elegância e descontração, a anfitriã celebrou a data especial cercada pelo carinho dos convidados, em uma tarde marcada por boas conversas, alegria e momentos de confraternização. Veja quem esteve presente:
Genesi Bueno e o esposo Sebastião Rodovalho
Rodovalho, Genesi Bueno, Ana Maria Olival e Luiz Antônio Guedes.
Ana Clara. Genesi Bueno, Coelho e Kênia de Souza
Genesi Bueno, Liliane Lobo comandou o Buffet e a decoração