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Voluntariado no Einstein em Goiânia contribui com formação humanizada de estudantes e profissionais de saúde

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 Atuação vai além da técnica e sensibiliza a experiência de pacientes, familiares e futuros profissionais em oferecer um cuidado mais humano

Com a atuação do Voluntariado no Einstein em Goiânia desde 2025 , um perfil de voluntários tem se destacado: estudantes e profissionais de saúde que escolhem atuar além de suas funções técnicas, vivenciando uma experiência transformadora. Em um ambiente marcado por alta complexidade e ritmo intenso, essa vivência cria uma ponte entre conhecimento e sensibilidade, contribuindo para uma formação mais completa e para um cuidado mais humano. 

Esses voluntários desenvolvem competências essenciais que nem sempre são ensinadas em sala de aula, como empatia, comunicação efetiva e compreensão das dimensões emocionais do cuidado. 

Para Telma Sobolh, presidente do Voluntariado Einstein, essa troca é um dos maiores ganhos. “Quando estudantes e profissionais se colocam nesse lugar do voluntariado, eles ampliam o olhar sobre o cuidado. Não se trata apenas de técnica, mas de entender o paciente como um todo. E isso retorna em forma de profissionais mais preparados, sensíveis e conscientes do seu papel”, afirma. 

Nesse contexto, o voluntariado se torna uma extensão prática da formação em saúde. “Estudantes têm a oportunidade de vivenciar, na prática, situações reais de acolhimento, apoio emocional e interação com pacientes e familiares, sempre respeitando limites éticos e técnicos. Essa experiência contribui diretamente para o desenvolvimento de habilidades comportamentais fundamentais, como escuta ativa, trabalho em equipe e inteligência emocional”, acrescenta Telma. 

A estudante de Medicina e voluntária no Einstein em Goiânia, Carol Gioia, destaca que foi justamente a busca por esse olhar mais humano que a levou ao voluntariado. “Percebi que, muitas vezes, o cuidado pode se tornar técnico demais e distante. Eu queria estar presente de verdade, oferecer algo simples, mas significativo. E essa vivência tem sido transformadora, tanto para quem recebe quanto para quem doa”, relata. 

No dia a dia hospitalar, essa atuação se traduz em impactos concretos. Voluntários acompanham pacientes desde a recepção, orientam, acolhem e ajudam a tornar o ambiente mais leve. Pequenos gestos, como uma conversa, um olhar atento ou a oferta de atividades, contribuem para reduzir a ansiedade e o sofrimento, criando uma experiência mais acolhedora em momentos de vulnerabilidade. 

Ao mesmo tempo, para os estudantes e profissionais envolvidos, cada interação se torna uma oportunidade de aprendizado. Situações de fragilidade emocional, por exemplo, ensinam que nem sempre o cuidado está em respostas prontas, mas na capacidade de estar presente. Carol relembra o atendimento a uma paciente em crise de ansiedade diante da internação da mãe. “Entendemos que não era hora de explicar, mas de acolher. Ficamos ali, oferecendo escuta e presença. Isso mudou completamente a forma como vejo o cuidado”, conta. 

Essa troca contínua evidencia um dos principais ganhos do voluntariado: enquanto pacientes e familiares recebem mais acolhimento e atenção, estudantes e profissionais desenvolvem uma prática mais humana e integrada. “O resultado é um ciclo virtuoso, que fortalece vínculos, melhora a experiência assistencial e contribui para a formação de profissionais mais completos”, acrescenta Telma Sobolh, presidente do Voluntariado Einstein. 

Como ser voluntário Einstein

Para participar do processo seletivo, os interessados devem se inscrever pelo site do Voluntariado, na aba “Seja Voluntário”, disponível em: https://voluntarios.einstein.br/seja-voluntario/. Após a realização da inscrição, o perfil da pessoa é avaliado por uma equipe do Voluntariado. Caso esteja dentro das especificações necessárias, o candidato é acionado e passa por treinamento para então começar a atuar na unidade desejada.

O Einstein em Goiânia é o primeiro hospital privado da rede fora de São Paulo, inaugurado em 2021. Com 18 mil metros quadrados, a unidade dispõe de 35 leitos operacionais, cinco salas cirúrgicas, pronto atendimento 24 horas, incluindo ortopedia e pediatria, UTI, serviço de transplante de medula óssea, rins e fígado. Possui atendimento pediátrico completo, cobrindo desde procedimentos simples até casos de alta complexidade. Também foi pioneiro na implantação da primeira plataforma de cirurgia robótica de Goiás, com mais de 2 mil procedimentos realizados até o primeiro trimestre de 2026. A unidade conta, ainda, com um centro de ensino, que oferece mais de 15 cursos de pós-graduação em saúde e gestão hospitalar, além de formações de curta duração, e com um centro de inovação dedicado ao desenvolvimento de tecnologias para aprimorar o setor de saúde na região.


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Niver Genesi Bueno

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A empresária Genesi Bueno comemorou seu aniversário na terça-feira (06.10), recebendo um seleto grupo de amigos em sua residência.

Em clima de elegância e descontração, a anfitriã celebrou a data especial cercada pelo carinho dos convidados, em uma tarde marcada por boas conversas, alegria e momentos de confraternização.
Veja quem esteve presente:

Genesi Bueno e o esposo Sebastião Rodovalho

Rodovalho, Genesi Bueno, Ana Maria Olival e Luiz Antônio Guedes.

Ana Clara. Genesi Bueno, Coelho e Kênia de Souza

Genesi Bueno, Liliane Lobo comandou o Buffet e a decoração

Genesi Bueno e a filha Priscila Bueno Barreto

Genesi Bueno e Júlia Rodovalho

Genesi Bueno e Daniela Arantes

Genesi Bueno e Maria de Lourdes Souza

Genesi Bueno e Ana Clara Coelho

Genesi Bueno e Divina Bedas

Marcellus Igreja, Genesi Bueno e Claudia Ferrugem

Genesi Bueno e Lília Paiva

Genesi Bueno e Bianca Elisa

Genesi Bueno e Silvinha Umbelino

Geni Ribeiro e Genesi Bueno

Rosa Donzelli, Genesi Bueno e Ana Maria Olival

Eleuza Ribeiro e Genesi Bueno

Glorinha Drumond e Genesi Bueno


Fotos: André Cywinski

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O que o ornitorrinco possui que não temos?

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JB Alencastro especial para o D9 Notícias

Lá estava ele, retirado do pequeno canal de água, perto do aeroporto, em pleno período reprodutivo. Diferente da cabeça aos pés, o ornitorrinco, aqui chamado de platypus, é um animal singular. Descrevê-lo torna-se uma obrigação, devido aos seus hábitos e aspecto “fofinho”. Porém rico em aprendizados.

Seu nariz é em forma de bico de pato. Nós mal cheiramos ao nosso redor, não percebemos as armadilhas as quais somos lançados. As redes de promessas, ganhos espetaculares, amores fugidios. Ele não, tem um sensor elétrico nessa região corporal. Delimita bem suas ações.

Outra coisa, seus olhos possuem uma membrana que os protegem nos mergulhos de 30 segundos onde ele coloca toda a comida para dentro das bochechas, inclusive com areia. Mas aí ele separa tudo e só engole o bom e quando está na quantidade certa. Infelizmente não vemos nada, ou não queremos perceber a turvação da sociedade atual. Enlameada pelo consumismo infindo. Engolindo sapos e pedras diariamente.

Quando acasala, a fêmea carrega dentro de si… ovos! Sim, mas ele é um mamífero. Entretanto põe ovos. No máximo dois filhotinhos nascem com dentes, no que utilizam habilmente para quebrar a casca.

Mamam em pequenos orifícios que saem direto do abdome da mamãe ornitorrinco. Desde cedo aprendem a se virar. São independentes e nadam muito bem. Quantos de nossos filhos ainda, mesmo que adultos, dependem de nós?

Suas tocas são confortáveis, do tamanho ideal. E quando o papai e a mamãe saem, a proteção é máxima. Não são casas monumentais e muito menos barracos sem saneamento básico. Imunes a chuvas, enchentes e predadores.

Se tiver a oportunidade de passar a mão em seu dorso, verá que os pelos são os mais macios que você possa ter tocado.

As costas do ornitorrinco carregam a verdade e a coragem, elas sinalizam uma capacidade de resiliência incrível. E nós, o que carregamos? Culpas? Erros? Arrependimentos? E se você colocar uma luz ultravioleta, ele brilha. Ou seja, diante da escuridão, ele se sobressai.

Uma surpresa está guardada na patas palmilhadas traseiras, um ferrão. O macho o utiliza para lutas e defesa territorial. Apesar do aspecto encantador, sabe se defender. Se enquanto com as patas da frente ele nada, com as detrás ele se direciona e ataca se necessário for. Além disso tem a cauda achatada, igual a de um castor. Muito bonita. É um leme.

Ele sabe perfeitamente para onde vai. E nós? Para onde vamos? O que queremos? Quais as nossas prioridades?

Um animal exótico, claro. Mas cada um de nós temos características próprias, únicas. O que nos falta é essa percepção do “ter” que o ornitorrinco possui e é.

De maneira diversa? Sim. Mas ele se importa com a sua família, com o que come, onde vive, se defende e ama. Riquíssimo.

Ele tem… o suficiente!

JB Alencastro e médico e escritor

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Marcas & Patentes

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Reiz Fernandes e Solange Martins participram da Expofavela Inovation.

Registro de marcas fortalece o empreendedorismo nas favelas e protege a identidade dos negócios

Marcas que nascem nas favelas representam muito mais do que oportunidades de negócios: elas traduzem a identidade cultural, a criatividade e a capacidade empreendedora de suas comunidades. Com potencial para conquistar novos mercados e estabelecer parcerias com grandes empresas, esses empreendimentos podem ultrapassar fronteiras e alcançar projeção nacional e internacional.

Nesse cenário, o registro de marca torna-se uma medida estratégica para garantir segurança jurídica e preservar a autenticidade dos negócios. A formalização junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) permite proteger o nome e os elementos distintivos da marca, reduzindo riscos de uso indevido e fortalecendo seu valor comercial.

A proteção da propriedade intelectual é, portanto, um passo importante para transformar a criatividade das periferias em ativos econômicos sustentáveis, ampliando oportunidades de crescimento, reconhecimento e geração de renda.

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