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Thiago Brava estreia espetáculo de humor em Goiânia e leva aos palcos histórias inéditas da carreira

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Resenha do Brava Ao Vivo

Tudo que não posso contar no stories” marca a estreia nacional do artista no teatro no dia 13 de setembro, no Teatro PUC, reunindo humor, música, improviso e interação com o público Conhecido por arrastar multidões com sucessos sertanejos e pelo bom humor nas redes sociais, Thiago Brava inicia uma nova fase da carreira ao estrear nos palcos de teatro.

A estreia nacional do espetáculo “Resenha do Brava Ao Vivo –

Tudo que não posso contar no stories” acontece em Goiânia, no dia 13 de setembro, às 18h, no Teatro PUC — Campus 5. 

O projeto realizado pela Cultura do Riso e Cultura Digital, mistura stand-up, música, histórias de bastidores e improviso, em uma apresentação que promete aproximar ainda mais o artista do público.

A proposta nasceu de uma ideia amadurecida ao longo de quase uma década e representa a realização de um desejo antigo de Thiago Brava e foi projeto em conjunto com Danilo Cultura que é o CEO do Grupo Cultura! “

A ideia nasceu há quase dez anos, quando comecei a mostrar um outro tipo de conteúdo na internet, voltado para o humor.

A gente foi amadurecendo isso e entendeu que agora chegou o momento de unir música com humor.

É um espetáculo que mistura tudo: stand-up, música, histórias e interação com o público”, afirma.

Segundo o cantor, a apresentação terá um roteiro, mas sem abrir mão da espontaneidade, característica que o acompanha tanto nos shows quanto nas redes sociais. 

“Eu nunca fui de seguir o roteiro à risca. A gente desenhou esse espetáculo há muito tempo, mas tenho um poder de improviso muito grande.

A plateia vai fazer parte do show e essa troca é justamente o que torna esse projeto tão especial.” 

Histórias que ficaram fora das redes sociais

O nome do espetáculo faz referência justamente ao conteúdo que não pode ser compartilhado na internet.

“O título é ‘Tudo que não posso contar no stories’ porque a internet acaba cancelando a gente de uma forma ou de outra.

No teatro existe uma liberdade maior para contar essas histórias, brincar com as situações e dividir momentos que normalmente não cabem nas redes sociais.” 

Além dos bastidores da carreira, o espetáculo também aborda situações do cotidiano, relações humanas, diferenças sociais retratadas com humor e até reflexões sobre educação financeira, temas frequentemente explorados por Thiago em seus conteúdos digitais.

Um novo desafio após anos de sucesso na músicaEmbora o humor sempre tenha feito parte da personalidade e da comunicação do cantor, esta será a primeira experiência em um espetáculo voltado ao teatro.

Thiago conta que a ideia surgiu ainda em 2016, após um incentivo recebido de um ex-empresário do humorista Whindersson Nunes.

Na época, porém, optou por seguir dedicado à carreira musical. 

“Era uma ideia muito antiga, mas a música ainda falava muito alto. Eu sabia que tinha uma missão para cumprir e acabamos escrevendo ‘Dona Maria’, que virou praticamente um hino.

Hoje tenho mais maturidade e equilíbrio para escolher fazer aquilo que tenho vontade. Minha vontade agora é contar minhas histórias no teatro.”

Apesar da estreia no novo formato, o artista acredita que a experiência adquirida nos palcos facilitará essa transição.

“Estou um pouco nervoso, claro, mas quem já vive no palco aprende a improvisar.

Sempre gostei de conversar com o público e agora vou poder fazer isso de uma forma muito mais próxima.” 

Goiânia como ponto de partidaA escolha da capital goiana para receber a estreia nacional não foi por acaso.

Nascido em Goiás, Thiago Brava faz questão de iniciar esse novo capítulo da carreira diante do público que acompanhou sua trajetória desde o início. 

“Goiânia é nossa terra.

Foi aqui que a gente nasceu, cresceu e construiu nossa história.

Temos muitos amigos da música que vão prestigiar esse momento. Tenho certeza de que o público daqui vai abraçar esse projeto.” 

Após a apresentação em Goiânia, o espetáculo seguirá em turnê nacional, com a expectativa de passar pelas principais capitais brasileiras entre 2026 e 2027.

Quem é Thiago Brava

Natural de Goiás, Thiago Brava consolidou-se como um dos principais nomes da música sertaneja ao combinar irreverência, carisma e repertório voltado ao entretenimento.

O artista ganhou projeção nacional com sucessos como “Dona Maria”, um dos maiores fenômenos do sertanejo nos últimos anos, além de conquistar mais de 3 milhões de seguidores nas redes sociais com vídeos bem-humorados e conteúdos que retratam, de forma descontraída, situações do cotidiano.

Agora, leva essa mesma autenticidade para os palcos de teatro, reunindo humor, música e histórias pessoais em seu primeiro espetáculo do gênero. 

SERVIÇO:

Espetáculo: 

Resenha do Brava Ao Vivo

Tudo que não posso contar no stories

Data:13/09/2026

Horário:18h

Local: Teatro PUC (Av. Fued José Sebba, Quadra A 16 1184 – Jardim Goiás, Goiânia – GO)

Ingressos: 

https://ingressodigital.com/evento/21640/resenha-do-brava-ao-vivo 

Johny Cândido

Assessor de imprensa – Jornalista 

Registro Profissional nº GO 02807

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Niver da Gabi

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Gabriela Daniel, proprietária da Peça Rara Aparecida de Goiânia, comemora seu aniversário neste sábado, 24 de outubro, ao lado de clientes, amigos e familiares.

A celebração acontece na loja, das 9h às 18h, com café da manhã especial, reposição de semijoias a partir de R$ 19,90 e 15% de desconto em todas as peças. Av. Rio Verde, nº 5226, Vila Rosa. @pecarara.apgoiania

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Mais de 32 mil pessoas querem adotar no Brasil, mas 6 mil crianças ainda esperam por uma família.

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Diferença entre o perfil buscado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes disponíveis será tema de encontro gratuito na UNIALFA nesta quinta-feira.

Mais de 32 mil pessoas estão habilitadas para adotar no Brasil, enquanto mais de 6 mil crianças e adolescentes aguardam uma família.

A diferença entre os números chama atenção, mas revela uma realidade mais complexa do que uma simples fila de espera.

Dados atuais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que o encontro entre pretendentes e crianças disponíveis depende de fatores como idade, condições de saúde, existência de grupos de irmãos e o perfil indicado por quem pretende adotar.

A discussão estará no centro de um encontro gratuito promovido pela Escola de Direito da UNIALFA nesta quinta-feira (22), em Goiânia.

Idade ainda é um dos principais desencontros*Um dos maiores obstáculos está na diferença entre a idade procurada pelos pretendentes e a das crianças que aguardam adoção.

Levantamento do CNJ mostrou que 70,4% das crianças e adolescentes disponíveis tinham entre 8 e 18 anos, enquanto a maior parte dos pretendentes manifestava preferência por crianças mais novas.

O próprio CNJ aponta que crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades específicas de saúde estão entre aquelas que enfrentam maior dificuldade para encontrar uma família.

Quem pode adotar

A legislação brasileira permite que pessoas maiores de 18 anos se habilitem para adoção, independentemente do estado civil, desde que exista diferença mínima de 16 anos entre adotante e adotado.

O processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude da região onde reside o pretendente.

O Sistema Nacional de Adoção também reconhece diferentes configurações familiares, incluindo famílias formadas por mãe ou pai solo, casais heterossexuais e casais homoafetivos.

Debate sobre discriminação

Além das características das crianças e adolescentes, o encontro promovido pela UNIALFA pretende discutir preconceitos relacionados às diferentes configurações familiares.

Neste ano, a instituição e o Tribunal de Justiça de Goiás estabeleceram uma cooperação para produzir material informativo destinado a pessoas e casais LGBTQIAPN+ interessados em adoção.

A iniciativa busca ampliar o acesso a informações sobre direitos, procedimentos e garantias relacionados ao processo adotivo.

Palestra ocorre nesta quinta-feira

A palestra “Adoção e o direito à não discriminação” será realizada às 9h, no Auditório Maria Dilda, na UNIALFA.

O encontro também marcará o lançamento da cartilha “Família, no plural”.

O convidado será Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.

A proposta é discutir adoção, diversidade familiar, igualdade de direitos e o papel das instituições na garantia da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.

Autoridades participam

Também estão confirmados o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim; a juíza Célia Regina Lara, coordenadora-geral da Infância e da Juventude; a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza; o juiz Vitor Barros Mouro; a juíza Luana Cavalcante de Freitas; e o procurador do Trabalho Tiago Ranieri de Oliveira.

O evento é gratuito, aberto à comunidade e dará certificado de cinco horas aos participantes.

Serviço

Palestra:

Adoção e o direito à não discriminação

Data: 22 de outubro de 2026

Horário: 9h

Local: Auditório Maria Dilda – UNIALFA

Atividade: palestra e lançamento da cartilha “Família, no plural”

Participação: gratuita e aberta à comunidade

Certificado: 5 horas

Inscrições: Instagram da UNIALFA – @unialfa

Legenda: Encontro na UNIALFA vai discutir adoção, diversidade familiar e o direito à não discriminação.

Assessoria de Imprensa

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OMS publica primeiras diretrizes globais para tratar obesidade infantil; especialista alerta para importância do diagnóstico precoce.

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Endocrinologista pediátrica, Marília Barbosa explica por que o cuidado precisa considerar a idade, o desenvolvimento e a saúde emocional da criança.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou suas primeiras diretrizes globais para o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes.

Divulgadas em 7 de outubro, as recomendações orientam profissionais e sistemas de saúde a oferecer um cuidado integrado, individualizado e baseado em evidências para uma doença crônica que pode comprometer a saúde física e emocional desde os primeiros anos de vida. 

O documento chega em um cenário preocupante: em 2024, cerca de 400 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com sobrepeso no mundo, incluindo 170 milhões com obesidade.

A prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%, segundo estimativas da organização. 

Para a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, a publicação representa um avanço importante ao reforçar a necessidade de reconhecer a obesidade infantil como uma condição que exige avaliação clínica e acompanhamento contínuo.

“A obesidade na infância precisa ser abordada com seriedade, mas também com acolhimento. Estamos falando de uma doença multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, genéticos, comportamentais e ambientais.

Por isso, o cuidado deve considerar a realidade da criança e de sua família, sem culpabilizar ou estigmatizar”, explica.

Entre as principais recomendações da OMS está a adoção de intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento.

Essas estratégias podem ser realizadas individualmente ou em programas que integrem diferentes abordagens, com participação dos pais ou responsáveis. 

A organização também estabelece limites para outras modalidades de tratamento conforme a idade. Para crianças de até 9 anos, não recomenda o uso de medicamentos para tratar a obesidade ou dispositivos destinados à perda de peso.

Já entre adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados podem ser considerados em situações específicas, quando um programa estruturado e supervisionado de mudanças no estilo de vida não apresenta os resultados esperados. 

As diretrizes ressaltam que medicamentos e procedimentos não substituem o cuidado abrangente.

A base do tratamento continua sendo o acompanhamento que favoreça mudanças sustentáveis na alimentação, na atividade física e nos hábitos cotidianos.

Não existe uma única estratégia que funcione da mesma maneira para todas as crianças.

O plano de cuidado precisa levar em conta a idade, a trajetória de crescimento, as condições clínicas, a rotina familiar e os aspectos emocionais.

O objetivo é melhorar a saúde e a qualidade de vida, respeitando o desenvolvimento de cada paciente”, afirma Marília. 

PrevençãoNo Brasil, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), referentes a 2024, mostram a presença expressiva de alimentos ultraprocessados na alimentação das pessoas acompanhadas pelo sistema.

O consumo foi registrado em 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes monitorados. Para a endocrinologista, o ambiente em que a criança vive tem influência direta sobre a construção dos hábitos alimentares e da rotina de movimento.

“A prevenção começa nas oportunidades que a criança tem no dia a dia: acesso a alimentos variados, refeições organizadas, brincadeiras, atividade física, sono adequado e participação da família.

Essas condições precisam ser construídas de forma realista, sem a expectativa de uma rotina perfeita”, destaca. As diretrizes da OMS também chamam a atenção para a necessidade de considerar a saúde mental no acompanhamento da obesidade.

Crianças e adolescentes podem enfrentar bullying, discriminação, baixa autoestima e sofrimento emocional, fatores que precisam ser reconhecidos pelos profissionais de saúde. 

Segundo Marília, a maneira como adultos e profissionais abordam o peso pode influenciar a relação da criança com o próprio corpo e com a alimentação. “Comentários constrangedores, comparações e cobranças excessivas podem aumentar o sofrimento e dificultar a adesão ao cuidado.

É fundamental que a criança se sinta acolhida e que a família receba orientação para participar do tratamento de maneira positiva”, explica. 

A especialista reforça que o acompanhamento pediátrico permite avaliar o crescimento e o desenvolvimento ao longo do tempo, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, uma abordagem terapêutica adequada.

O cuidado precoce pode contribuir para reduzir complicações associadas à obesidade, entre elas alterações metabólicas, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. 

A publicação das primeiras diretrizes globais da OMS amplia a discussão sobre a necessidade de políticas públicas e serviços de saúde preparados para atender crianças e adolescentes com obesidade.

“O desafio é transformar as recomendações em acesso efetivo a um cuidado contínuo, individualizado e livre de estigmas”, sublinha a endocrinologista.

Carolina Pessoni

Pessoni Comunicação

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