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Patrimônio Goiano

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O “Circuito X” trará, a partir do dia 10 de Setembro, a 2ª edição do Festival que promove os “Pit Dogs” – um patrimônio cultural dos goianos! 

Uma “Arena Gastronômica” será montada de quinta, 10 até domingo, 13 de Setembro, na Praça Cívica (com uma grande programação de aulas-shows com renomados chefes, degustações e apresentações artísticas, com entrada gratuita).

Além de um roteiro com diferentes sabores a cada parada, em mais de 30 empreendimentos participantes, até o dia 10 de Outubro. 

Em 1972, Jacob e Jorge Rassi inauguraram o primeiro pitdog em Goiânia, marcando o início de uma tradição que se tornaria símbolo da cidade.

Em 2021, os pitdogs foram reconhecidos oficialmente como patrimônio cultural e imaterial de nossa capital.

Atualmente, o setor gera mais de 40 mil empregos.Após o sucesso de sua estreia, o “Circuito X” chegará em sua 2ª edição, neste mês de Setembro e Outubro.

O Festival que movimenta os “Pit Dogs”, trará dois momentos: uma “Arena Gastronômica” montada de quinta, 10/9 até domingo, 13/9, na Praça Cívica (com uma grande programação de aulas-shows, degustações e apresentações artísticas).

O espaço terá entrada gratuita, reunirá 20 expositores com versões únicas e saborosas do nosso tradicional sanduíche, sobremesas e produtos artesanais, além de shows ao vivo com bandas (Versário, TriPop, Bello & Mariano e Venosa) e DJs (Bruno Caveira, Bruno Lopes, Nali e Thiago Jesus), batalhas de chapa e um espaço kids para a criançada se divertir com segurança.

Banda Venosa

E o público poderá fazer um roteiro com diferentes sabores a cada parada, em mais de 30 empreendimentos participantes, até o dia 10 de Outubro.

 Dj Tiago

Aulas-shows

Haverá oficinas gastronômicas com chefs renomados na Arena Gastronômica, na Praça Cívica.

A inscrição será solidária, mediante a doação de 1kg de alimento, com degustações ao final das aulas.

Para suas apresentações, o chef Carlos Bertolazzi falará sobre o “layout de cardápio: o palco do cérebro”; o chefe Jimmy Ogro, trará o “katsu sando” (um sanduíche de copa lombo grelhado, picles de repolho, maionese artesanal e farofa de torresmo, no pão da padaria cobogó); o chefe Marco Livi contará “a história de 44 anos do Xis da Dona Laura, pit dog gaucho”; a chefe Rayssa Lopes fará “o hambúrguer de linguiça com maionese verde e bacon” e Chef o Júnior Marinho apresentará a oficina de “maioneses: a preparação de molhos, os queridinhos dos pit dogs goianos!”.

Rota de Pit-dogs

Paralelamente, um verdadeiro roteiro gastronômico, em mais de 30 empreendimentos participantes, até o dia 10 de Outubro.

Nomes conhecidos do público, como Buldogs, Komiketo, Bob Sponja, Bob Sanduicheria, Pit Pitchula e Medmex terão um cardápio especial pensado para o projeto.

O presidente regional do Sistema Fecomércio Sesc Senac e vice-presidente da CNC, Marcelo Baiocchi Carneiro, destaca a importância dos pit-dogs para a cultura e a economia goiana.

Dj Bruno Lopes

“O pit-dog é uma das expressões mais genuínas da cultura goiana. Está presente no cotidiano das pessoas, nas ruas e nas memórias de diferentes gerações.

Mais do que um sanduíche, ele representa identidade, tradição, empreendedorismo e geração de renda.

O Circuito X é uma oportunidade de valorizar esse patrimônio cultural, aproximar o público dos empreendedores e mostrar a força e a criatividade da nossa gastronomia”, afirma.

Já o diretor do Sesc e Senac Goiás, Leopoldo Veiga Jardim, ressalta a união entre tradição, qualificação e inovação.

“O Circuito X traduz muito do que acreditamos e promovemos por meio do Sesc e do Senac, que é a valorização da cultura, da gastronomia e das pessoas que fazem a economia acontecer.

Belo & Mariano

Ao unir tradição, formação profissional e inovação, o evento contribui para fortalecer os pit-dogs e seus empreendedores, além de proporcionar ao público uma experiência que valoriza os sabores e as histórias de Goiás”, disse.“

O Circuito X chega à sua 2ª edição celebrando a força, a tradição e a identidade dos pit dogs de Goiás.

Mais do que um festival, é um momento de valorizar os empreendedores que fazem parte da história da nossa gastronomia.

Os pit dogs são Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado de Goiás e representam uma tradição que passa de geração em geração.

O festival fortalece o setor, promove os estabelecimentos e aproxima ainda mais os pit dogs da sociedade goiana.

É uma grande oportunidade de mostrar nossa qualidade, criatividade e a importância desse segmento para a economia e para a cultura do nosso Estado.

Como presidente do Sindpitdog, tenho orgulho de fazer parte dessa história e de contribuir para que essa tradição continue crescendo e sendo reconhecida”, completa Ademildo Godoy – Presidente do Sindpitdog-GO.

Screenshot

Empreendimentos participantes

Entre os 30 estabelecimentos desta segunda edição do “Circuito X”, estão:

Bob Sanduicheria, Bob Sponja, JC Sanduicheria, Kid Abelha Sanduicheria, Avalanche Burguer, Buldogs, CleoBurgers, Dandan Burguer, Deu Fome Sanduicheria, Elite Cheese and Burger, Hots Burguer Sanduicheria, Kid Abelha – Parque Amazônia, Komiketo Sanduícheria, Legal Burguer, Maria Paixão Soares da Silva, Medmex Pitdog Raiz, Medmex Pitdog Raiz Jd. América, Pit Pitchula, Pontox, Sandubão Burger, Sanduicheria Katatau, Sunset Sanduicheria, Usina Burguer, Waltinhos Lanches, Bueno Burger, Bonaboca Sanduicheria, Raddar Sanduicheria, Bonaboca Sanduicheria (1 e 3). 

DJ Nali

Realização

O Festival Circuito X surgiu no intuito de reconhecer e enaltecer o valor da cultura popular goiana, além de fomentar o mercado local e estimular a inovação e a formação profissional.

Pois atrás de cada sanduíche há uma história, carregada de sonhos, por meio de um trabalho árduo.

A realização é do SindPit-dog, com apresentação do Senac Goiás e apoio da Fecomércio, Sesc, Sebrae e organização da São Bento Produções e Eventos.

Mais informações e programação completa em @sindpitdog. 

Banda Para Swingar

SERVIÇO: 

2ª edição do Circuito X – Pit Dogs, um patrimônio cultural dos goianos! 

Datas/Locais/Horários:

Arena Gastronômica: de 10 a 13 de setembro, na Praça Cívica (após as 17h), com entrada gratuita.

Circuito Gastronômico: de 10 de setembro a 10 de outubro (nos mais de 30 empreendimentos participantes pela Capital, em seus horários de funcionamento).

Rede Social: 

https://www.instagram.com/sindpitdog / 

@sindpitdog

Contatos:

Ademildo Godoy (Presidente Sindpitdog) – (62) 99696-9182

Frederico Costa (Organizador) – (62) 99320-9720

CircuitoX 

Patrimônio Goiano #

PitDog #Goiânia #Gastronomia

Goiana #RotaDosPitDogs #FestivalGastronômico

Carlos Eduardo Faria – Kadu!

Jornalista / Paspar

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NIver da Gabi

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Gabriela Daniel, proprietária da Peça Rara Aparecida de Goiânia, comemora seu aniversário neste sábado, 24 de outubro, ao lado de clientes, amigos e familiares.

A celebração acontece na loja, das 9h às 18h, com café da manhã especial, reposição de semijoias a partir de R$ 19,90 e 15% de desconto em todas as peças. Av. Rio Verde, nº 5226, Vila Rosa. @pecarara.apgoiania

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Mais de 32 mil pessoas querem adotar no Brasil, mas 6 mil crianças ainda esperam por uma família.

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Diferença entre o perfil buscado pelos pretendentes e a realidade de crianças e adolescentes disponíveis será tema de encontro gratuito na UNIALFA nesta quinta-feira.

Mais de 32 mil pessoas estão habilitadas para adotar no Brasil, enquanto mais de 6 mil crianças e adolescentes aguardam uma família.

A diferença entre os números chama atenção, mas revela uma realidade mais complexa do que uma simples fila de espera.

Dados atuais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça, mostram que o encontro entre pretendentes e crianças disponíveis depende de fatores como idade, condições de saúde, existência de grupos de irmãos e o perfil indicado por quem pretende adotar.

A discussão estará no centro de um encontro gratuito promovido pela Escola de Direito da UNIALFA nesta quinta-feira (22), em Goiânia.

Idade ainda é um dos principais desencontros*Um dos maiores obstáculos está na diferença entre a idade procurada pelos pretendentes e a das crianças que aguardam adoção.

Levantamento do CNJ mostrou que 70,4% das crianças e adolescentes disponíveis tinham entre 8 e 18 anos, enquanto a maior parte dos pretendentes manifestava preferência por crianças mais novas.

O próprio CNJ aponta que crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades específicas de saúde estão entre aquelas que enfrentam maior dificuldade para encontrar uma família.

Quem pode adotar

A legislação brasileira permite que pessoas maiores de 18 anos se habilitem para adoção, independentemente do estado civil, desde que exista diferença mínima de 16 anos entre adotante e adotado.

O processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude da região onde reside o pretendente.

O Sistema Nacional de Adoção também reconhece diferentes configurações familiares, incluindo famílias formadas por mãe ou pai solo, casais heterossexuais e casais homoafetivos.

Debate sobre discriminação

Além das características das crianças e adolescentes, o encontro promovido pela UNIALFA pretende discutir preconceitos relacionados às diferentes configurações familiares.

Neste ano, a instituição e o Tribunal de Justiça de Goiás estabeleceram uma cooperação para produzir material informativo destinado a pessoas e casais LGBTQIAPN+ interessados em adoção.

A iniciativa busca ampliar o acesso a informações sobre direitos, procedimentos e garantias relacionados ao processo adotivo.

Palestra ocorre nesta quinta-feira

A palestra “Adoção e o direito à não discriminação” será realizada às 9h, no Auditório Maria Dilda, na UNIALFA.

O encontro também marcará o lançamento da cartilha “Família, no plural”.

O convidado será Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.

A proposta é discutir adoção, diversidade familiar, igualdade de direitos e o papel das instituições na garantia da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.

Autoridades participam

Também estão confirmados o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Leandro Crispim; a juíza Célia Regina Lara, coordenadora-geral da Infância e da Juventude; a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza; o juiz Vitor Barros Mouro; a juíza Luana Cavalcante de Freitas; e o procurador do Trabalho Tiago Ranieri de Oliveira.

O evento é gratuito, aberto à comunidade e dará certificado de cinco horas aos participantes.

Serviço

Palestra:

Adoção e o direito à não discriminação

Data: 22 de outubro de 2026

Horário: 9h

Local: Auditório Maria Dilda – UNIALFA

Atividade: palestra e lançamento da cartilha “Família, no plural”

Participação: gratuita e aberta à comunidade

Certificado: 5 horas

Inscrições: Instagram da UNIALFA – @unialfa

Legenda: Encontro na UNIALFA vai discutir adoção, diversidade familiar e o direito à não discriminação.

Assessoria de Imprensa

Palavra Comunicação

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OMS publica primeiras diretrizes globais para tratar obesidade infantil; especialista alerta para importância do diagnóstico precoce.

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Endocrinologista pediátrica, Marília Barbosa explica por que o cuidado precisa considerar a idade, o desenvolvimento e a saúde emocional da criança.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou suas primeiras diretrizes globais para o tratamento da obesidade em crianças e adolescentes.

Divulgadas em 7 de outubro, as recomendações orientam profissionais e sistemas de saúde a oferecer um cuidado integrado, individualizado e baseado em evidências para uma doença crônica que pode comprometer a saúde física e emocional desde os primeiros anos de vida. 

O documento chega em um cenário preocupante: em 2024, cerca de 400 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com sobrepeso no mundo, incluindo 170 milhões com obesidade.

A prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%, segundo estimativas da organização. 

Para a endocrinologista pediátrica Marília Barbosa, a publicação representa um avanço importante ao reforçar a necessidade de reconhecer a obesidade infantil como uma condição que exige avaliação clínica e acompanhamento contínuo.

“A obesidade na infância precisa ser abordada com seriedade, mas também com acolhimento. Estamos falando de uma doença multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, genéticos, comportamentais e ambientais.

Por isso, o cuidado deve considerar a realidade da criança e de sua família, sem culpabilizar ou estigmatizar”, explica.

Entre as principais recomendações da OMS está a adoção de intervenções estruturadas que combinem alimentação saudável, atividade física e mudanças de comportamento.

Essas estratégias podem ser realizadas individualmente ou em programas que integrem diferentes abordagens, com participação dos pais ou responsáveis. 

A organização também estabelece limites para outras modalidades de tratamento conforme a idade. Para crianças de até 9 anos, não recomenda o uso de medicamentos para tratar a obesidade ou dispositivos destinados à perda de peso.

Já entre adolescentes de 10 a 19 anos, medicamentos aprovados podem ser considerados em situações específicas, quando um programa estruturado e supervisionado de mudanças no estilo de vida não apresenta os resultados esperados. 

As diretrizes ressaltam que medicamentos e procedimentos não substituem o cuidado abrangente.

A base do tratamento continua sendo o acompanhamento que favoreça mudanças sustentáveis na alimentação, na atividade física e nos hábitos cotidianos.

Não existe uma única estratégia que funcione da mesma maneira para todas as crianças.

O plano de cuidado precisa levar em conta a idade, a trajetória de crescimento, as condições clínicas, a rotina familiar e os aspectos emocionais.

O objetivo é melhorar a saúde e a qualidade de vida, respeitando o desenvolvimento de cada paciente”, afirma Marília. 

PrevençãoNo Brasil, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), referentes a 2024, mostram a presença expressiva de alimentos ultraprocessados na alimentação das pessoas acompanhadas pelo sistema.

O consumo foi registrado em 79% das crianças de 2 a 4 anos, 84% das crianças de 5 a 9 anos e 81% dos adolescentes monitorados. Para a endocrinologista, o ambiente em que a criança vive tem influência direta sobre a construção dos hábitos alimentares e da rotina de movimento.

“A prevenção começa nas oportunidades que a criança tem no dia a dia: acesso a alimentos variados, refeições organizadas, brincadeiras, atividade física, sono adequado e participação da família.

Essas condições precisam ser construídas de forma realista, sem a expectativa de uma rotina perfeita”, destaca. As diretrizes da OMS também chamam a atenção para a necessidade de considerar a saúde mental no acompanhamento da obesidade.

Crianças e adolescentes podem enfrentar bullying, discriminação, baixa autoestima e sofrimento emocional, fatores que precisam ser reconhecidos pelos profissionais de saúde. 

Segundo Marília, a maneira como adultos e profissionais abordam o peso pode influenciar a relação da criança com o próprio corpo e com a alimentação. “Comentários constrangedores, comparações e cobranças excessivas podem aumentar o sofrimento e dificultar a adesão ao cuidado.

É fundamental que a criança se sinta acolhida e que a família receba orientação para participar do tratamento de maneira positiva”, explica. 

A especialista reforça que o acompanhamento pediátrico permite avaliar o crescimento e o desenvolvimento ao longo do tempo, identificar fatores de risco e definir, quando necessário, uma abordagem terapêutica adequada.

O cuidado precoce pode contribuir para reduzir complicações associadas à obesidade, entre elas alterações metabólicas, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. 

A publicação das primeiras diretrizes globais da OMS amplia a discussão sobre a necessidade de políticas públicas e serviços de saúde preparados para atender crianças e adolescentes com obesidade.

“O desafio é transformar as recomendações em acesso efetivo a um cuidado contínuo, individualizado e livre de estigmas”, sublinha a endocrinologista.

Carolina Pessoni

Pessoni Comunicação

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